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Pelo fim da tração animal em Campo Bom

Redação / AG por Redação / AG
7 de dezembro de 2022
em Comunidade
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Pelo fim da tração animal em Campo Bom

Foto: Luana Ely Quintana/AG

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Por Luana Ely Quintana

Cartazes com os dizeres “Campo Bom sem carroças”, “Maus-tratos é crime”, “Pelo direito de viver sem maus-tratos”, “Pelo fim da exploração dos animais” marcaram a primeira sessão da Câmara de Vereadores de dezembro.

Maus-tratos à animais é crime previsto por lei. Mas a justiça ignora o fato de que um animal (geralmente equídeos) puxando carroça morro acima, levando chibatadas, carregando várias vezes o próprio peso, estão a sofrer maus-tratos também.

Em alguns municípios, como Canoas, Sapiranga, São Leopoldo e Novo Hamburgo essa ação já é proibida por lei. Em Campo Bom, o Projeto de Lei nº 081/2022 (leia pdf abaixo), foi posto em votação na segunda-feira, 5, e aprovado por sete votos favoráveis e dois contrários. Apenas Celso Rodrigues (Republicanos) e Adilson Tereco (PDT) votaram contrários.

O projeto, que agora vai virar lei, também vai contar com a implementação de ações para inserir os carroceiros cadastrados no mercado de trabalho, por meio de políticas públicas, parcerias e convênios. A ideia é substituir as carroças por meios alternativos que ainda serão definidos.

Carroceiros fazem barulho

Antes do projeto, os vereadores votaram a mensagem retificativa enviada pelo Executivo, que inclui a criação de um auxílio emergencial às famílias de carroceiros. O único voto contrário ao auxílio foi de Celso Rodrigues.

Durante a votação da mensagem, cornetas, apitos, xingamentos e gritos foram proferidos aos vereadores. Ao pedir silêncio e não ser obedecida, a presidente da Câmara de Vereadores, Gênifer Engers, precisou paralisar a sessão por 15 minutos e pedir reforços da Guarda Armada Municipal, que ficou presente até o fim da sessão. Durante essa pausa, carroceiros usaram o momento para gritar e vociferar seu ponto de vista contra os demais presentes no local.

Após a pausa, ao iniciar sua fala, antes da votação do Projeto, Kayanne Braga (PTB), defensora dos animais idealizadora do Projeto, foi vaiada pelos carroceiros. “Esse projeto pensa na vida de todos e no futuro. No futuro, inclusive, das famílias e crianças de quem usa a tração animal, ou querem que as crianças cresçam e sigam nas carroças?”, indaga a vereadora. Os demais presentes, como protetores dos animais, ONGs e aliados permaneceram em silêncio com seus cartazes firmes e erguidos.

Do contra

“Desde o princípio do mundo os animais vieram para substituir o homem. Em 1844, no século 15, quando Portugal implantou a escravidão, eles contratavam homens negros, vindo lá de fora, pra virar escravos e substituir os animais, mas felizmente em 1888, a princesa Isabel aboliu a escravatura, para que o animal substituisse o homem. E hoje o homem é forçado a substituir o animal pelo projeto que se apresenta”, proclama o vereador Republicano. Importante destacar que, na verdade, a escravidão no Brasil iniciou-se por volta de 1530, no século 16, quando os portugueses implantaram as bases na América para atender, mais especificamente, à demanda por mão de obra para o trabalho na lavoura.

Continuando sua fala, Celso afirma não ter chamado ninguém para ir assistir a sessão. “Em momento algum, este vereador instigou algum carroceiro para que viesse a badernar nesta casa. Até porque aqui ninguém é baderneiro, são todos trabalhadores. Eu nunca fiz isso, a iniciativa foi deles, descontentes com o projeto”, tal explanação contradiz relatos que o AG recebeu durante a semana, na qual moradores afirmam que o vereador em questão foi nos bairros chamar os carroceiros para irem à Câmara.

projeto de leiBaixar

Após a votação, os cerca de 20 carroceiros se retiraram da casa. Do lado de fora, cavalos os aguardavam. Animais magros, cheios de moscas na boca, visivelmente tristes e puxando carroças, ou charretes – como alguns tentaram fantasiar.

Para onde irão os animais?

Em relação aos animais, a lei prevê avaliação veterinária e manutenção em espaço adequado, com todos os cuidados necessários. Os cavalos que forem apreendidos por condutores infratores não serão devolvidos e poderão ser doados ou transferidos à instituições conveniadas ou associações civis.

Foto: Luana Ely Quintana/AG
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Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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Marlete da Silva, Industriária.

A comunidade campo-bonense sempre foi marcada pela sua resiliência e pela força do trabalho. Marlete da Silva, de 56 anos, é uma das mulheres que tão bem representam a classe trabalhadora da cidade. Atuando como conserteira em fábrica de calçados, ela criou os dois filhos, atualmente com 20 e 28 anos, como mãe solo. “Acho que o Dia da Mulher é muito importante para fortalecer o crescimento de mulheres que passaram por alguma situação e conseguiram dar a volta por cima, independente do que passou. Com muito orgulho, eu sou uma delas”, menciona.

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Elizane Barcelos, Empresária.

Uma empresa familiar que iniciou pelas mãos e talento de uma mulher e, hoje, se tornou uma das principais marcas da cidade. Elizane Barcelos de Menezes, de 54 anos, é mãe de três filhos e avó de dois netos. Iniciou na produção calçadista há 17 anos e consagrou a empresa Zanni Barcelos como uma marca conceituada. Como mulher, ela destaca os desafios de empreender. “Acho que a maior dificuldade é conciliar casa e trabalho. Sendo empresária, temos muitas demandas que exigem nossa presença constante”, comenta. Para mulheres que sonhem em começar o próprio negócio, ela deixa um conselho. “Analisar a viabilidade do empreendimento e começar, ter muita determinação. Vão surgir muitas dificuldades, tem que ter muita resiliência pra vencer”, reforça.

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Brenda Brentano, Maquiadora.

Atuar na área da beleza é muito mais do que cuidar da aparência das pessoas. O que começou como um hobby se transformou em paixão e profissão para a maquiadora Brenda Brentano, de 33 anos. “Eu digo que a maquiagem que me escolheu. Comecei a me automaquiar, justamente para elevar minha autoestima. Minhas amigas começaram a me pedir para maquiá-las, pois gostavam do que eu fazia, o que acabou virando um hobby. Depois, decidi me aprofundar no assunto e seguir como profissão”, conta.
Ela conta a satisfação de ver a felicidade no olhar de cada cliente. “Pra mim é muito gratificante ver minhas clientes se amando, gostando de se ver bonita, a maioria das vezes uma beleza que sempre esteve ali, mas estava escondida por não tirar um momento para si. Ver elas bem e empoderadas é indescritível, saber que estou trazendo à tona algo bom e relevante para a vida delas. Com certeza é umas das coisas que me move a seguir nessa profissão”, conclui.

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Naama da Rosa, Enfermeira.

Aos 34 anos, Naama Laísa da Rosa ocupa o cargo de coordenadora das Unidades de Internação do Hospital Lauro Reus e docente. Profissional da enfermagem há 14 anos, ela destaca que, apesar de cerca de 85% dos profissionais da saúde serem mulheres, os cargos de liderança são ocupados, majoritariamente, por homens. “É um desafio ocupar e manter um cargo de liderança sendo mulher, onde existem barreiras culturais e estruturais de muitos anos. Temos que mostrar que temos competência e capacidade para alcançar esse cargo, muito mais que os homens”, destaca.
Para Naama, a busca constante pelo conhecimento é o caminho para conquistar os objetivos. “Sempre há novos estudos, protocolos, fluxos, a ciência é muito rápida nas descobertas e evoluções. A mulher que quer crescer e se desenvolver em cargos de gestão e liderança na área da saúde precisa ter conhecimento tanto nos processos de saúde, quanto de gestão e desenvolver a liderança. Além de resiliência e paciência para lidar com os desafios diários”, reforça, lembrando que o caminho é árduo, porém, recompensador. “É uma área que vale a pena, pois fazemos a diferença na vida das pessoas e dos profissionais que lideramos. Ser líder na área da saúde é ser referência para os profissionais e auxiliar em uma melhor assistência ao paciente sob nossos cuidados, e apesar de todos os obstáculos, o resultado desse trabalho é gratificante”, pontua.

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Josiane Wais, Sargento da Brigada Militar.

Há 14 anos, Josiane Wais compõe o efetivo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Aos 32 anos de idade, é uma das mulheres que atua em Campo Bom, no posto de 1° Sargento da BM. Para ela, a atuar na Segurança Pública exige decisões firmes, equilíbrio emocional e postura diante de situações complexas. “Sendo mulher, além dos desafios próprios da função, também assumimos a responsabilidade de abrir caminhos e fortalecer a presença feminina na instituição. Ainda é uma área majoritariamente masculina, mas temos demonstrado, ao longo dos anos, que estamos plenamente preparadas para ocupar qualquer espaço”, pontua.
Sgt Wais encoraja outras mulheres que desejam entrar para a Segurança Pública. “Não é uma profissão simples. Exige disciplina, preparo físico e emocional e muita responsabilidade. Mas também é uma carreira extremamente gratificante, porque lidamos diretamente com a proteção da sociedade. Meu conselho é: estudem, se qualifiquem e ingressem sabendo que vocês pertencem a esse espaço. O lugar da mulher é onde ela decide estar”, finaliza.

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