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Alunos da Barrinha voltam para a escola depois de três semanas de enchente

Redação / AG por Redação / AG
22 de maio de 2024
em Educação
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Alunos da Barrinha voltam para a escola depois de três semanas de enchente
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Muito carinho no acolhimento e kits de materiais escolares marcaram o momento de reencontro com colegas e professores

“Lá em casa, a gente perdeu tudo!”, “Era uma cena de guerra!”, “Uma catástrofe!”, esses são apenas alguns, certamente os mais repetidos, relatos de alunos da EMEF Princesa Isabel, na volta a suas salas de aula, na manhã de terça-feira, 21, no bairro Barrinha. Foi o retorno dos 112 estudantes depois de 21 dias de escola fechada em função das duas enchentes que invadiram o prédio do educandário. Também está voltando à rotina a EMEI Princesinha, que funciona no mesmo prédio da Princesa Isabel. Na terça-feira, 21, foram acolhidas 26 crianças do pré, de um total de 60 alunos da Educação Infantil. Essas duas escolas foram as mais atingidas pelas águas do Rio dos Sinos, mas, pensando nos pais que precisavam trabalhar e não tinham local para deixar seus filhos, os alunos foram direcionados para outros educandários da rede municipal. “Quem, por opção da família, não compareceu às aulas nesse período, não sofrerá prejuízo com faltas e perda de conteúdos”, assegura a secretária de Educação e Cultura, Simone Schneider.

E na volta à sua escola, as crianças da Princesa Isabel e da Princesinha, além do reencontro com os colegas, o carinho da equipe diretiva, dos professores e dos demais funcionários, contaram com a visita de “anjos da solidariedade” que lá estavam entregando kits de materiais escolares para todos. Também esteve presente uma personagem especial, a Princesa Bebete, interpretada pela professora Bete, que distribuiu abraços, beijos e muito carinho a todas as crianças. O objetivo dessa calorosa acolhida é que os alunos se recuperem, o mais rápido possível, do trauma de ver suas casas invadidas pela enchente, muitas delas perdendo suas roupas, seus brinquedos, seu material escolar.

IMPACTO EM TODA A REDE ESCOLAR

A maior enchente já registrada na história de Campo Bom, ocorrida no início de maio, seguida por outra inundação poucos dias depois, impactou de maneira significativa toda a comunidade escolar, incluindo pais, alunos e professores, principalmente das escolas dos bairros mais atingidos. Do total de 43 escolas de Educação Infantil e de Ensino Fundamental da rede municipal, seis foram atingidas diretamente pelas enchentes. Dessa forma, o auxílio para a reorganização e retomada prestado pelas demais escolas na limpeza, na doação de brinquedos, livros e outros materiais, foi muito importante. “Essa retomada só foi possível devido ao envolvimento da comunidade como um todo, ao esforço das equipes diretivas, professores, funcionários, voluntários e de todos que de alguma forma contribuíram para a reorganização dos espaços”, destaca o prefeito Luciano Orsi.

Quatro das seis escolas atingidas já haviam retornado às aulas em seus espaços, e seus alunos também foram recebidos pelas equipes diretivas, funcionários e professores com momentos especiais, juntamente de suas famílias, com atividades lúdicas e de acolhimento. A EMEF Presidente Vargas e a EMEI Amiguinho, no bairro Operária, voltaram no dia 13. A Octacílio Fauth e a Dedinho de Ouro, no bairro Vila Rica, ficaram fechadas nos dias 3, 6, 7 e 8 de maio.

Essas escolas que não puderam atender os alunos em seus respectivos espaços foram realocadas em outros educandários da rede municipal. A EMEF Princesa Isabel teve seus alunos atendidos na EMEF 25 de Julho e a EMEI Princesinha encaminhou os seus para a Dedinho de Ouro e Chapeuzinho Vermelho.

A EMEF Presidente Vargas, atingida diretamente pela enchente, com inúmeras perdas, teve o apoio da comunidade, professores e funcionários, que organizaram e prepararam o recomeço junto aos alunos. Todos foram recebidos com uma faixa de boas-vindas, cartões com mensagens positivas e um mimo, além de um mural decorado com a frase “Que a vontade de aprender seja a nossa motivação para recomeçar.” Os professores fizeram rodas de conversa e escuta sensível com os alunos. Cada turma também produziu um painel com mensagens de esperança para compartilhar com os demais colegas. Os alunos dos anos iniciais receberam cartinhas de alunos da EMEF Marquês do Herval, contribuindo com essa corrente de solidariedade.

Na EMEF Octacílio Fauth, o trabalho de organização e limpeza da escola já iniciou quando as águas estavam baixando e a escola ainda não tinha luz. A equipe diretiva e os funcionários foram para lá para conferir os estragos, arrumar e limpar, fazendo o que fosse possível naquele momento para a retomada das aulas. Limparam, pintaram e decoraram os espaços para receber essas famílias. Foram 150 alunos atingidos pela enchente, eles precisavam ser recebidos com muito carinho e afeto. Fizeram o Dia do Afeto e cada professor organizou atividades diferenciadas com brincadeiras. Ainda na aula de Educação em Tecnologias, após a audição de uma história, os alunos produziram livrinhos para distribuir às crianças que estão em abrigos.

A EMEI Amiguinho também recebeu os alunos e familiares na retomada das aulas com a frase “Vai ficar tudo bem!”, como forma de acolher a todos com muito carinho e conforto. A equipe escolar, juntamente com voluntários, se empenhou para deixar a escola limpa e acolhedora novamente. No retorno das crianças, a equipe diretiva esteve com as turmas para ouvi-las e dizer que estavam com saudades de todos. Ouviram histórias relacionadas à situação atual e realizaram diversas atividades, integrando a todos.

CORRENTE DO BEM

Como tem ocorrido em vários municípios do Rio Grande do Sul, Campo Bom também teve muitos exemplos de amor ao próximo e empatia. Um desses exemplos ocorreu na volta das aulas na Barrinha. Graças a uma corrente do bem que começou com apenas algumas amigas, 160 kits de material escolar foram entregues aos alunos.  A professora Daiane Saenger, do Colégio Sinodal Tiradentes, foi quem levou os kits para distribuição entre as crianças. “Nossa corrente do bem, rapidamente, se espalhou por toda a comunidade e juntos, arrecadamos materiais escolares para essas crianças que passaram por momentos tão difíceis. Foi incrível ver a solidariedade e generosidade das pessoas ao se juntarem a nossa causa. Cada doação fez a diferença na vida dessas crianças, mostrando a elas que não estão sozinhas”, relatou a professora.

“Sabemos que não podemos resolver todos os problemas causados pelas enchentes, mas podemos ao menos trazer um pouco de alegria e esperança para essas crianças. Que a corrente do bem continue se fortalecendo e inspirando outras pessoas a fazerem o mesmo. Juntos, podemos transformar vidas e fazer um mundo melhor para todos”, concluiu a profe Daiane.

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Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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Marlete da Silva, Industriária.

A comunidade campo-bonense sempre foi marcada pela sua resiliência e pela força do trabalho. Marlete da Silva, de 56 anos, é uma das mulheres que tão bem representam a classe trabalhadora da cidade. Atuando como conserteira em fábrica de calçados, ela criou os dois filhos, atualmente com 20 e 28 anos, como mãe solo. “Acho que o Dia da Mulher é muito importante para fortalecer o crescimento de mulheres que passaram por alguma situação e conseguiram dar a volta por cima, independente do que passou. Com muito orgulho, eu sou uma delas”, menciona.

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Elizane Barcelos, Empresária.

Uma empresa familiar que iniciou pelas mãos e talento de uma mulher e, hoje, se tornou uma das principais marcas da cidade. Elizane Barcelos de Menezes, de 54 anos, é mãe de três filhos e avó de dois netos. Iniciou na produção calçadista há 17 anos e consagrou a empresa Zanni Barcelos como uma marca conceituada. Como mulher, ela destaca os desafios de empreender. “Acho que a maior dificuldade é conciliar casa e trabalho. Sendo empresária, temos muitas demandas que exigem nossa presença constante”, comenta. Para mulheres que sonhem em começar o próprio negócio, ela deixa um conselho. “Analisar a viabilidade do empreendimento e começar, ter muita determinação. Vão surgir muitas dificuldades, tem que ter muita resiliência pra vencer”, reforça.

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Brenda Brentano, Maquiadora.

Atuar na área da beleza é muito mais do que cuidar da aparência das pessoas. O que começou como um hobby se transformou em paixão e profissão para a maquiadora Brenda Brentano, de 33 anos. “Eu digo que a maquiagem que me escolheu. Comecei a me automaquiar, justamente para elevar minha autoestima. Minhas amigas começaram a me pedir para maquiá-las, pois gostavam do que eu fazia, o que acabou virando um hobby. Depois, decidi me aprofundar no assunto e seguir como profissão”, conta.
Ela conta a satisfação de ver a felicidade no olhar de cada cliente. “Pra mim é muito gratificante ver minhas clientes se amando, gostando de se ver bonita, a maioria das vezes uma beleza que sempre esteve ali, mas estava escondida por não tirar um momento para si. Ver elas bem e empoderadas é indescritível, saber que estou trazendo à tona algo bom e relevante para a vida delas. Com certeza é umas das coisas que me move a seguir nessa profissão”, conclui.

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Naama da Rosa, Enfermeira.

Aos 34 anos, Naama Laísa da Rosa ocupa o cargo de coordenadora das Unidades de Internação do Hospital Lauro Reus e docente. Profissional da enfermagem há 14 anos, ela destaca que, apesar de cerca de 85% dos profissionais da saúde serem mulheres, os cargos de liderança são ocupados, majoritariamente, por homens. “É um desafio ocupar e manter um cargo de liderança sendo mulher, onde existem barreiras culturais e estruturais de muitos anos. Temos que mostrar que temos competência e capacidade para alcançar esse cargo, muito mais que os homens”, destaca.
Para Naama, a busca constante pelo conhecimento é o caminho para conquistar os objetivos. “Sempre há novos estudos, protocolos, fluxos, a ciência é muito rápida nas descobertas e evoluções. A mulher que quer crescer e se desenvolver em cargos de gestão e liderança na área da saúde precisa ter conhecimento tanto nos processos de saúde, quanto de gestão e desenvolver a liderança. Além de resiliência e paciência para lidar com os desafios diários”, reforça, lembrando que o caminho é árduo, porém, recompensador. “É uma área que vale a pena, pois fazemos a diferença na vida das pessoas e dos profissionais que lideramos. Ser líder na área da saúde é ser referência para os profissionais e auxiliar em uma melhor assistência ao paciente sob nossos cuidados, e apesar de todos os obstáculos, o resultado desse trabalho é gratificante”, pontua.

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Josiane Wais, Sargento da Brigada Militar.

Há 14 anos, Josiane Wais compõe o efetivo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Aos 32 anos de idade, é uma das mulheres que atua em Campo Bom, no posto de 1° Sargento da BM. Para ela, a atuar na Segurança Pública exige decisões firmes, equilíbrio emocional e postura diante de situações complexas. “Sendo mulher, além dos desafios próprios da função, também assumimos a responsabilidade de abrir caminhos e fortalecer a presença feminina na instituição. Ainda é uma área majoritariamente masculina, mas temos demonstrado, ao longo dos anos, que estamos plenamente preparadas para ocupar qualquer espaço”, pontua.
Sgt Wais encoraja outras mulheres que desejam entrar para a Segurança Pública. “Não é uma profissão simples. Exige disciplina, preparo físico e emocional e muita responsabilidade. Mas também é uma carreira extremamente gratificante, porque lidamos diretamente com a proteção da sociedade. Meu conselho é: estudem, se qualifiquem e ingressem sabendo que vocês pertencem a esse espaço. O lugar da mulher é onde ela decide estar”, finaliza.

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