A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Nei da Silveira transforma objetos antigos em memória viva de Campo Bom e do mundo

Redação / AG por Redação / AG
13 de junho de 2025
em Comunidade
0 0
A A
Nei da Silveira transforma objetos antigos em memória viva de Campo Bom e do mundo

Briane Colissi/AG

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Nei da Silveira soma mais de 18 mil chaveiros, mil copos de chopp e muitos objetos que contam histórias

O entrevistado desta edição é alguém cujo acervo é mais antigo do que ele próprio. Nei Paulo da Silveira, de 55 anos, nasceu em Montenegro, mas foi em Campo Bom que construiu sua história. Chegou à cidade ainda pequeno, aos quatro anos de idade. Desde então, vem colecionando objetos que atravessam décadas e carregam memórias únicas, muitas delas ligadas à própria história campo-bonense.
Pai de Artur Gabriel, de 25 anos, e de Patrícia Carolina, de 32. Nei trabalha atualmente com instalações hidráulicas, e é justamente no exercício da profissão que, muitas vezes, encontra verdadeiros tesouros escondidos: objetos esquecidos em casas antigas ou descartados, mas que ganham novo valor quando passam a fazer parte de suas coleções.

A paixão por colecionar começou no ano de 2001, durante as tradicionais gincanas de bairro, quando Nei era presidente da Associação de Moradores do Bairro Paulista. Na época, os chaveiros e copos de chopp eram itens comuns nas provas, e acabaram se tornando as primeiras peças do seu acervo pessoal. O que começou com poucos objetos se transformou em uma coleção impressionante: hoje, são mais de 18 mil chaveiros e cerca de mil copos de chopp, cada um com sua própria história.
Para ampliar sua coleção, Nei participa de feiras especializadas e mantém contato com outros colecionadores.

A paixão por colecionar começou no ano de 2001, durante as tradicionais gincanas de bairro, quando Nei era presidente da Associação de Moradores do Bairro Paulista. Na época, os chaveiros e copos de chopp eram itens comuns nas provas, e acabaram se tornando as primeiras peças do seu acervo pessoal. O que começou com poucos objetos se transformou em uma coleção impressionante: hoje, são mais de 18 mil chaveiros e cerca de mil copos de chopp, cada um com sua própria história.


Para ampliar sua coleção, Nei participa de feiras especializadas e mantém contato com outros colecionadores. Ele também recorre à internet, onde garimpa itens raros e encontra oportunidades únicas. “A gente sempre está de olho. Às vezes, acha uma relíquia por acaso”, conta.
Nei revela que sua busca é guiada por uma meta organizada: “Eu tenho um livro dos itens raros, e tento trabalhar em cima do livro. Já completei praticamente 60% dele”, explica. E mesmo com tantos objetos, ele ainda tem desejos em aberto, como encontrar o boneco da Pepsi de 1998, item raro, difícil de achar e com valor elevado no mercado.
A rotina do colecionador é movida a pesquisa e organização. “Quando chega um lote de compras, eu vou pesquisar o que tem, e separo o que dá pra vender e o que vou ficar pra mim. E sempre tem novidades. Na coleção tu nunca pode dizer ‘tenho tudo’”, afirma.


Entre os objetos que mais despertam seu afeto estão os copos dos Trapalhões, que marcaram sua infância, e uma luminária com bonecos dos Thundercats, desenho que ele acompanhava com entusiasmo quando criança.
Além de colecionar, Nei também restaura muitos dos objetos que adquire. “Principalmente os mais artesanais, que não perdem valor com variações. Quando vem danificado, eu mesmo dou um jeito”, explica.
Para Nei, o verdadeiro valor das peças vai além do material. “Pra mim, nada é lixo. Eu respeito todo tipo de coleção, assim como eu tenho várias coisas”, afirma com convicção.
A família, longe de estranhar o hobby, participa ativamente da busca. A namorada Fernanda de Souza Amaral, o ajuda bastante aos finais de semana, ajudando a garimpar, participando das feiras e separando itens que chegam.
Com espírito de preservação e muito entusiasmo, Nei deixa um recado:
“Não coloquem fora. Arrumem um destino. Se tiver alguém interessado em vender, doar ou trocar, eu tô à disposição pra conversar. Para não se perder.”

Quer trocar, doar, vender ou alugar um item colecionável? Entre em contato com Nei pelo número (51) 99539-7300.

Post Anterior

Prefeitura abre inscrições para cursos gratuitos do RS Qualificação

Próximo post

A família já arrecadou R$ 36 mil, mas ainda falta metade do valor

Notícias relacionadas

Cerca de 50 casas foram destelhadas em Campo Bom
Comunidade

Cerca de 50 casas foram destelhadas em Campo Bom

21 de setembro de 2026
Limpeza de reservatório da Corsan deixa três bairros sem água hoje
Comunidade

Falta de energia afeta abastecimento de água em Campo Bom e região

21 de setembro de 2026
Temporal derruba árvores e causa danos no município
Comunidade

Temporal derruba árvores e causa danos no município

21 de setembro de 2026
Próximo post
A família já arrecadou R$ 36 mil, mas ainda falta metade do valor

A família já arrecadou R$ 36 mil, mas ainda falta metade do valor

Sexta-feira 13: lendas, curiosidades e o que esse dia tem de tão assustador?

Sexta-feira 13: lendas, curiosidades e o que esse dia tem de tão assustador?

Prefeitura abre seleção de estágio em Farmácia com inscrições gratuitas

Prefeitura abre seleção de estágio em Farmácia com inscrições gratuitas

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Guarda Municipal prende foragido da Justiça durante patrulhamento em Campo Bom
  • Cerca de 50 casas foram destelhadas em Campo Bom
  • Falta de energia afeta abastecimento de água em Campo Bom e região

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

    The Instagram Access Token is expired, Go to the Customizer > JNews : Social, Like & View > Instagram Feed Setting, to refresh it.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.