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Turma 92 da Emef Santos Dumont realiza estudo sobre pessoas em situação de rua

Redação / AG por Redação / AG
2 de setembro de 2022
em Educação
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Turma 92 da Emef Santos Dumont realiza estudo sobre pessoas em situação de rua
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Quem são os moradores em situação de rua de Campo Bom? Por que eles moram na rua? Eles recebem ajuda de alguém? Por qual motivo eles foram parar e por qual motivo eles não saem das ruas?

Essas foram algumas das perguntas iniciais que motivaram a turma 92, nono ano, da Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Santos Dumont, a fazer um estudo mais aprofundado sobre o tema.

Os 29 alunos, coordenados pelas professoras de Português e Música, Tânia Salete Bautz e Bianca Giovanella Santanna, respectivamente, partiram, primeiramente, para uma busca de informações em sites. Depois, o educador social Valter Xereta, do Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social), foi até a Emef ter um bate-papo com os alunos. Depois, houve uma pesquisa de campo, para saber qual é a visão que a comunidade escolar tem em relação aos moradores em situação de rua. Por último, os alunos pensaram em quais ações poderiam realizar para ajudar essa população. Assim, produziram cartazes e panfletos para conscientizar a comunidade campo-bonense. Além disso, eles arrecadaram produtos de higiene que serão levados ao Creas para doação.

“A escolha do tema foi feita pelos alunos sem a minha sugestão. Eles tiveram total liberdade para mostrar interesse no que gostariam de pesquisar”, comenta a professora de Português, Tânia, que lembra que, no início, ficou um pouco apreensiva, pois não haviam muitas fontes para pesquisa, “mas depois percebi a importância social de abordar esse tema uma vez que esta realidade não faz parte do cotidiano dos alunos. Descobrimos muitas coisas interessantes que quebraram paradigmas. Eu mesmo me surpreendi com os resultados que obtivemos”, destaca.

Confira o resultado do estudo

O sonho de ter um lar para morar com sua família faz parte da vida de muitas pessoas. Isso significa ter segurança e vida digna, porém, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), essa não é a realidade para mais de 222 mil brasileiros. A população em situação de rua cresceu 140% desde 2012, e a propagação do novo coronavírus aumenta a vulnerabilidade desse grupo social e exige atuação mais intensa do poder público.

Mas, além da crise epidêmica mundial, que outros motivos levariam tantas pessoas a se encontrarem nessa situação? Se o crescimento dessa população vem aumentando desde 2012, quais seriam os motivos? Por que é tão difícil resolver esse problema social que afeta tantos brasileiros? Esses questionamentos impulsionam e motivam a turma 92 a pesquisar esse tema. O que há por trás dessa crise habitacional? O que os moradores em situação de rua têm a dizer sobre suas condições? Por que a maioria não consegue sair dessa situação?

Antigamente, raramente, encontrava-se um morador em situação de rua em Campo Bom. Que ações o Poder Público Municipal vem fazendo para auxiliar essa população? Os questionamentos são muitos e o objetivo da pesquisa era descobrir quem são e qual é o perfil dessa população em nossa cidade. Saber por que estão nesta situação, se as causas são financeiras, problemas com vícios, drogas, alcoolismo ou atritos familiares.

É preciso compreender por que, em nossa cidade, também há vários moradores em situação de rua para que possamos, assim, buscar alternativas de soluções, pois conhecendo o cenário atual dessas pessoas, saberemos como a população campo-bonense pode contribuir para tornar mais digna a vida delas.

Ao pesquisar e discutir este tema, a turma percebeu que os moradores de rua estão à margem da sociedade, muitos não conseguem mais se inserir no mercado de trabalho, pois não têm escolaridade suficiente. Então uma alternativa seria que essa população seja amparada pelos órgãos públicos e pela população em geral. Em Campo Bom, o Creas já vem realizando um trabalho de atendimento aos moradores de rua e há uma mobilização para a criação de um albergue, mas, para isso é necessário verba federal. A palestra que o educador social Valter Marciano dos Santos Chereta fez na turma foi muito importante para sanar as dúvidas que havia sobre esse tema.

Em relação a invisibilidade dessa população, para o morador de rua, isso é uma ofensa, pois fere a sua dignidade. Nenhum ser humano deve ser invisibilizado na sociedade, porque todas as pessoas importam. Todas as vidas têm valor. Por isso, não se deve julgar ou ter preconceitos em relação a eles. É necessário empatia, solidariedade, fraternidade e respeito, pois o princípio da igualdade garante que todos devam ser considerados cidadãos mesmo estando em condições econômicas ou sociais distintas.

Por isso, devemos ser empáticos e não julgar quem vive nas ruas.

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Confira a capa da edição de hoje, 03 de julho.

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  • Campo Bom foi contemplada com três novos equipamentos destinados as atividades agrícolas do município. A entrega ocorreu nesta quinta-feira (2), no Parque Estadual de Exposições Assis Brasil, em Esteio, durante cerimônia promovida pela Secretaria Estadual da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi).

O município recebeu um Caminhão Truck 6x4, uma Carreta Agrícola Basculante e um Trator de 75 CV. Os equipamentos foram adquiridos por meio de recursos de emendas parlamentares destinadas por Giovani Feltes quando exercia o mandato de deputado federal, com contrapartida do Governo do Estado.

Segundo o prefeito, os novos equipamentos irão fortalecer o atendimento às comunidades do interior e proporcionar melhores condições de trabalho aos produtores rurais.

O secretário municipal de Obras, Paulo Gomes, destacou que os investimentos ampliarão a capacidade de atendimento da administração municipal, garantindo mais agilidade e eficiência na execução dos serviços voltados ao setor agrícola.

Ao todo, o Governo do Estado entregou 196 máquinas e equipamentos agrícolas para 147 municípios gaúchos, em um investimento de R$ 27,4 milhões, com o objetivo de fortalecer o desenvolvimento rural em diferentes regiões do Rio Grande do Sul.

🎥: Divulgação/PMCB

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  • A MC Tubarão, de Campo Bom, apresentou oficialmente na noite de quarta-feira (1º) o Tubarão MC50 CA #5, novo carro desenvolvido pela equipe para a temporada 2026. Após meses de trabalho, o protótipo fará sua estreia em competição neste sábado (4), durante a terceira etapa do Campeonato Gaúcho de Endurance, no Autódromo Internacional de Tarumã, em Viamão.

O novo modelo será pilotado por Tiel de Andrade, na categoria P2, e marca um momento histórico para a equipe, que celebra cinco décadas de trajetória no automobilismo.

O nome MC50 CA foi escolhido como uma homenagem ao fundador da equipe, Carlinhos de Andrade. A sigla reúne a celebração dos 50 anos da MC Tubarão com as iniciais do fundador, simbolizando a conexão entre a tradição construída ao longo da história e os novos desafios da equipe.

A expectativa é de que o novo protótipo represente mais um importante capítulo na trajetória da MC Tubarão, uma das principais referências do automobilismo gaúcho e nacional. “Estamos vivendo um momento muito importante para a MC Tubarão. Depois de meses de trabalho intenso na oficina, chegou a hora de colocar o MC50 CA na pista. Sabemos que ainda temos muito desenvolvimento pela frente, mas esse primeiro passo marca o início de uma nova história para a equipe. Além de homenagear o nosso pai, Carlinhos de Andrade, o MC50 CA representa o futuro da MC Tubarão e um projeto pensado para evoluir nos próximos anos”, afirma o chefe da equipe, Carlos Geison de Andrade, o Né.

“O MC50 CA representa muito mais do que um novo carro. Fizemos questão de colocar esse nome porque ele simboliza o legado do nosso pai, que queremos preservar e levar para o futuro. Será uma corrida de desenvolvimento, para conhecer melhor o comportamento do carro e seguir evoluindo. Esse é apenas o primeiro passo de um projeto que foi pensado para ter continuidade. Nossa intenção é desenvolver novas versões do MC50 CA e oferecer essa plataforma para futuros clientes e pilotos que buscam um carro moderno, competitivo e desenvolvido pela MC Tubarão”, destaca o piloto Tiel de Andrade.

🎥: Gustavo Henemann/Agência Akyma

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  • A quinta-feira pede um #TBT daqueles do inverno em Campo Bom ❄️🥶

Há exatamente 1 ano, em 2 de julho de 2025, a cidade amanheceu com forte geada e temperatura mínima de 0,1°C. O belo registro é do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Pedro Wolff 📸

E tem mais: nas últimas horas, outro dado histórico foi registrado! De forma inédita, a temperatura oscilou apenas 0,2°C durante 18 horas consecutivas 😳 Às 9h desta quinta-feira (2), os termômetros marcavam 15,1°C, com 14 mm de chuva acumulada.

A tendência é de queda nas temperaturas ao longo da tarde e noite, trazendo ainda mais frio para a cidade 🌬️

🔹 Sexta (3): entre 5°C e 9°C, sem chuva
🔹 Sábado (4): de 4°C a 13°C, com períodos de sol
🔹 Domingo (5): entre 8°C e 18°C

Fonte: Climatempo
  • Uma conexão sensível entre passado e presente, convidando o público a revisitar lembranças e imaginar novos caminhos. Esse é um dos propósitos da exposição “O Trem / A Estação”, do artista campo-bonense Juarez Sander, que está aberta desde a quarta-feira (1º), em comemoração aos 10 anos do Espaço Cultural Dr. Liberato. O trem e a estação são símbolos da trajetória do Espaço Cultural, um lugar onde a memória continua em movimento e onde novas histórias seguem sendo construídas.

“Celebrar uma década é reconhecer os caminhos percorridos, os encontros construídos e as histórias que permanecem vivas na memória da comunidade. E a exposição de Juarez Sander é um convite a refletirmos sobre o tempo, a trajetória e a importância dos espaços de preservação cultural”, observa a diretora do Dr. Liberato, Taila da Silva.

Incentivador da valorização da história e da cultura local, o prefeito Giovani Feltes destaca o cuidado da atual administração municipal com essa área. “A cultura é parte importante nesse propósito e o Espaço Cultural Dr. Liberato está de parabéns pelos seus 10 anos de atividades e pelo belo trabalho que vem realizando”, ressalta o prefeito.

O artista e a exposição

O artista Juarez Sander nasceu em Campo Bom, seis anos antes da emancipação político-administrativa do município, e vivenciou os últimos anos em que o prédio que hoje abriga o Espaço Cultural Dr. Liberato ainda funcionava como Estação Férrea. Viu também os últimos trens passando por Campo Bom.

A temática da exposição encontra inspiração na história da Antiga Estação Ferroviária da região e também na constituição do Espaço Cultural. O trem surge como metáfora dos percursos, das transformações e do movimento constante da vida. A estação representa o encontro, o acolhimento, a permanência e a construção de memórias coletivas.

O Espaço Cultural Dr. Liberato está localizado na Rua dos Andradas, 67, em frente ao Largo Irmãos Vetter, no Centro de Campo Bom. A exposição “O Trem / A Estação” estará aberta ao público até 1º de agosto, de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h às 18h, e aos sábados, das 9h às 12h. A entrada é franca.

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  • O mês de julho em Campo Bom deve ser caracterizado por temperaturas mais baixas e típicas do inverno gaúcho, com a presença frequente de massas de ar frio que favorecem madrugadas geladas e tardes amenas. De acordo com as tendências climáticas para o período, os termômetros devem registrar mínimas próximas ou abaixo dos 10°C em diversos dias, especialmente na primeira quinzena do mês.

Além do frio, a previsão indica a passagem de frentes frias ao longo das semanas, o que deve provocar períodos de instabilidade, com ocorrência de chuva em dias alternados. No entanto, também são esperados intervalos de tempo firme, com presença de sol, principalmente após a atuação desses sistemas.

Outro destaque típico de julho é a possibilidade de formação de nevoeiro nas primeiras horas do dia, reduzindo a visibilidade em alguns pontos da cidade, principalmente em áreas próximas a rios e regiões mais baixas. Esse fenômeno tende a se dissipar ao longo da manhã, dando lugar a dias de céu parcialmente nublado.

Apesar das oscilações, o cenário geral aponta para um mês dentro da normalidade climática para a época, sem indicativos de eventos extremos prolongados. Ainda assim, a recomendação é que a população esteja preparada para as variações de temperatura ao longo do dia, característica comum do inverno na região.

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  • 🎬 🍿 PROGRAMAÇÃO DO CINEMA DO CEI | 02 A 08 DE JULHO

📍 Sala Bárbara Paz

🧸 14h00 e  16h30 – Toy Story 5
🎞️ Animação / Aventura
⏱️ 100 min
🔞 Classificação: 10 anos
📝 Sinopse: Woody, Buzz, Jessie e os demais brinquedos enfrentam um novo desafio quando Bonnie passa a dar mais atenção à tecnologia do que às brincadeiras. Unidos, eles precisam provar que a imaginação continua sendo a maior aventura de todas.

😂 19h00 – Todo Mundo em Pânico 6
🎞️ Comédia
⏱️ 95 min
🔞 Classificação: 18 anos
📝 Sinopse: Cindy, Brenda, Ray e Shorty estão de volta e novamente se tornam alvo de um assassino mascarado, enquanto o filme satiriza as maiores franquias de terror da atualidade.

🎟️ Ingressos

Quarta e Quinta
💰 R$ 6,00 (todas as sessões)

Sexta, Sábado e Domingo
🕑 Sessão das 14h – R$ 6,00
🕓 Sessões das 16h10 e 19h – R$ 12,00

📍 CEI: Avenida dos Estados, 1080 – Campo Bom/RS.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

Quando o casal se separa, uma das maiores dúvidas é sobre a guarda dos filhos. Muita gente acredita que “ter a guarda” significa, automaticamente, morar com a criança ou adolescente. Mas não é bem assim. A guarda trata, principalmente, de responsabilidade, participação nas decisões e deveres em relação à vida do filho do ex casal.
A guarda unilateral é aquela atribuída a apenas um dos genitores, ou a alguém que o substitua. Isso significa que uma pessoa fica juridicamente responsável pelas principais decisões da vida do filho, como escola, saúde, rotina e cuidados gerais. Ainda assim, o outro genitor não desaparece da vida do filho, pois ele continua tendo direito de convivência e também o dever de acompanhar os interesses da criança ou adolescente.

Já a guarda compartilhada significa que pai e mãe dividem responsabilidades, mesmo que não morem juntos. Nesse modelo, as decisões importantes devem ser tomadas em conjunto, buscando sempre o melhor interesse do filho. O ponto mais importante é: guarda compartilhada não quer dizer que a criança precisa morar metade do tempo com a mãe e metade com o pai. A lei prevê que o tempo de convivência seja equilibrado, conforme a realidade da família, mas também permite que seja definida uma cidade ou residência-base que melhor atenda aos interesses do filho. Ou seja, a criança pode morar principalmente com um dos pais e, ainda assim, a guarda ser compartilhada.

Na prática, a diferença está menos no endereço e mais na participação. Na guarda unilateral, um dos pais concentra a tomada de decisões, embora o outro continue com direitos e deveres. Na guarda compartilhada, os dois devem participar das escolhas relevantes da vida do filho, como matrícula escolar, tratamentos médicos, viagens, atividades e demais assuntos importantes.
Por isso, antes de discutir “com quem a criança vai ficar”, é preciso entender que o centro da decisão deve ser o bem-estar dela. Guarda não deve ser usada como disputa entre adultos, mas como forma de proteger a criança ou adolescente, garantindo afeto, estabilidade, presença familiar e responsabilidade. 

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