A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Dia dos indígenas: o legado cultural dos povos originários

Redação / AG por Redação / AG
20 de abril de 2023
em Educação
0 0
A A
Dia dos indígenas: o legado cultural dos povos originários

Angélica Spengler/AG

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Por Giordanna Vallejos

Campo Bom recebeu mais de 86 indígenas durante a Páscoa

O Dia dos Indígenas é comemorado em 19 de abril. A celebração desta data tem como objetivo conscientizar a sociedade sobre a importância da cultura e dos direitos dos povos indígenas, que são uma parte significativa da história e da diversidade cultural brasileira.

Essa data é uma oportunidade para refletir sobre as questões que afetam essas comunidades, como a preservação das terras indígenas, a luta pela demarcação de território e o respeito à cultura dos diversos povos originários.

Importância cultural brasileira

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), existem no Brasil aproximadamente 900 mil indígenas, pertencentes a 305 grupos étnicos distintos e que se comunicam por meio de, no mínimo, 274 idiomas diferentes. Tais informações posicionam o Brasil como uma das nações com maior diversidade sociocultural do planeta.

Os indígenas em Campo Bom

Em Campo Bom, conforme o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, não há nenhuma família indígena com residência fixa. “Os indígenas que vêm para cá são originários de aldeias, de outras cidades. Eles deixam suas aldeias cerca de duas vezes por ano para vender artesanato a fim de gerar renda para a família. O Município, por meio do Centro de Referência de Assistência Social (Cras), atende estes indígenas, sempre que solicitado, com doação de roupas e alimentos. A Defesa Civil distribuiu lonas para as tendas”, explica ele.

Gabriel também elucida que quando os indígenas vêm para a cidade, eles trazem uma carta assinada pelo cacique da aldeia, com a data do retorno do grupo. Por isso, o município também garante o transporte para o retorno deles.

Em razão da Páscoa, o secretário relata que Campo Bom recebeu muitos indígenas. Por meio do transporte oferecido pela Prefeitura, 35 já retornaram à cidade de Muliterno, 25 voltarão para Redentora, 15 para Capela de Santana e 11 para Nova Prata.

Educação como forma de valorização da cultura indígena

indio15

Em abril, na Escola de Arte-educação, a exposição de desenhos e pinturas inspiradas nos indígenas Kadiwéu, do Mato Grosso do Sul, adornavam as paredes do espaço do CEI, com a presença marcante de tons vermelhos e pretos, que lembram os materiais naturais usados pelos indígenas.

A professora de arte, Rubia Celeste Oyarzabal, de 60 anos, escolheu os Kadiwéus para trabalhar com os alunos, pois estão na mídia, devido às queimadas e o sofrimento gerado por grileiros, com a intenção de tomar a terra deles. “Quis trabalhar os indígenas que eles podem ver nas reportagens e também porque eles têm um artesanato rico, e os alunos eles se inspiraram nas formas dos Kadiwéus, eles usam a fruta Jenipapo, tendo a presença marcante de tons vermelhos, e o carvão, além da argila”.

Rubia explica que os Kadiwéus eram os indígenas cavaleiros, que montavam na lateral dos cavalos, sem sela, elementos que os protegiam e davam mais agilidade ao cavalo na batalha. Em 1864, devido à boa fama como guerreiros, eles foram convidados para se unir ao Brasil na guerra do Paraguai, e por participarem da guerra, eles ganharam a área de terra demarcada. Porém, desde então, os grileiros tentam expulsar os indígenas e queimam as terras.

Os alunos de Rubia fizeram imagens dos indígenas com tinta e lápis de cor. Eles também realizaram pinturas em mãos, representando as mulheres que pintam as costas dos homens, rostos e as próprias mãos, além das cerâmicas. “Gosto de trabalhar toda a nossa cultura do Brasil, que é vasta e diversificada. Não cabe mais só trazer os grandes pintores europeus. Nós, professores, precisamos trabalhar esse tema, para os alunos entenderem a importância desse povo para o país, para respeitá-los e admirá-los também”, conclui.

Vivências inspiradas nos povos originários

indio8

No Cemea, ocorreu nos dias 17, 18 e 19 de abril, vivências inspiradas nos povos originários, com os alunos no turno da manhã. O diretor do Cemea, Mogar Damascena Miranda, explica que houve uma mudança na maneira de trabalhar a data com os alunos. “Por muito tempo, houveram algumas questões que trouxeram um preconceito sobre esses povos, como chamar de índios e não indígenas, pintar as crianças, sendo que não é uma fantasia”, disse ele.

Na atualidade, o Cemea busca trazer vivências relacionadas ao cotidiano e a cultura indígena, como espaços com a ideia de circularidade, fazer uma fogueira e contar histórias ao redor das chamas, pinturas com materiais naturais e disponibilizar para os alunos alimentos como milho, aipim e o acesso à arte, como esculturas e livros de autores indígenas. “Trabalhamos nesse sentido de resgatar o modo de vida que os povos originários têm. Eles têm toda essa relação de estar na natureza em uma relação ecológica, tem tudo a ver com a nossa proposta, que é levar essas vivências ambientais”.

Índio x indígena

O dia do índio passou a ser celebrado como dia dos povos indígenas. A utilização do termo “indígena” em vez de “índio”, foi pelo fato de que o termo “índio” é considerado pejorativo e impreciso. Quando os colonizadores europeus chegaram às Américas, eles acreditavam ter chegado às Índias, portanto, chamavam os habitantes locais de “índios”. Esse termo, no entanto, é equivocado, pois os povos nativos das Américas não têm nenhuma relação com a Índia. Além disso, o termo “índio” acabou sendo utilizado de forma discriminatória e estereotipada, o que contribuiu para a marginalização e discriminação dos povos indígenas. Já o termo “indígena” é considerado mais adequado, pois se refere aos povos originários de determinado território, reconhecendo sua história, cultura e identidade.

Post Anterior

Projeto Floração faz a compostagem de uma tonelada de lixo orgânico por semana

Próximo post

Obra de expansão do subsolo do Hospital Lauro Reus é iniciada

Notícias relacionadas

Educação de Campo Bom inicia oficialmente o ano letivo de 2026 com formação e posse de diretores
Educação

Educação de Campo Bom inicia oficialmente o ano letivo de 2026 com formação e posse de diretores

4 de fevereiro de 2026
Reforma de mais de R$1 milhão na EMEF Borges de Medeiros é autorizada
Educação

Reforma de mais de R$1 milhão na EMEF Borges de Medeiros é autorizada

21 de janeiro de 2026
Reforma da EMEF Rui Barbosa é autorizada com investimento de R$ 764,9 mil
Educação

Reforma da EMEF Rui Barbosa é autorizada com investimento de R$ 764,9 mil

16 de janeiro de 2026
Próximo post
Obra de expansão do subsolo do Hospital Lauro Reus é iniciada

Obra de expansão do subsolo do Hospital Lauro Reus é iniciada

Associação Torrense e Criciúma são os campeões do 27º Aberto de Handebol de Campo Bom

Associação Torrense e Criciúma são os campeões do 27º Aberto de Handebol de Campo Bom

Guarda Municipal prende individuo suspeito de espancar a própria mãe

Guarda Municipal localiza veiculo em situação de roubo

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Homem é morto a tiros no Jardim do Sol
  • Dupla é presa por tráfico de drogas no bairro Barrinha
  • Ação conjunta prende suspeito e apreende drogas em Campo Bom

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

A Gazeta CB

  • Um veículo modelo Fiat Palio foi totalmente destruído por um incêndio registrado às 4h49 da manhã desta segunda-feira, nas proximidades da Rua Selomar Hoffmeister, no bairro Quatro Colônias.

O Corpo de Bombeiros foi acionado pelo telefone 193 e, ao chegar ao local, iniciou o combate às chamas. O automóvel já estava completamente tomado pelo fogo, resultando em perda total.

A Brigada Militar também atendeu a ocorrência. A guarnição, conduziu o proprietário até a Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência.

As circunstâncias e possíveis causas do incêndio não foram divulgadas até o momento.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetaCB.com.br (LINK NA BIO)
  • Uma ação da Brigada Militar resultou na prisão de dois homens por tráfico de drogas no bairro Barrinha, em Campo Bom. A ocorrência foi registrada em um imóvel abandonado já conhecido pelo comércio e consumo de entorpecentes.

Durante o policiamento, os policiais visualizaram um indivíduo entregando um objeto a outro através da grade da residência. Ao perceber a aproximação da viatura, o homem que recebia o material arremessou o objeto ao chão e fugiu. Posteriormente, foi constatado que se tratava de seis porções de substância análoga ao crack.

Na abordagem realizada no interior do imóvel, dois indivíduos foram identificados. Em revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado com um deles. Já próximo ao segundo abordado, que estava deitado em um colchão, os policiais localizaram uma carteira de cigarros contendo dez porções de substância análoga ao crack e R$ 9,50 em dinheiro.

Em buscas na parte externa da residência, a guarnição encontrou ainda um tubo plástico com 30 porções da mesma substância, além de R$ 77,00 e uma cédula de R$ 10 rasgada.

Diante dos fatos, os suspeitos receberam voz de prisão, tiveram seus direitos constitucionais assegurados e foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Novo Hamburgo, onde o caso foi apresentado à autoridade policial para os procedimentos legais.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetaCB.com.be (LINK NA BIO)
  • Uma ação integrada entre a Brigada Militar e a Guarda Municipal de Campo Bom resultou na prisão de um suspeito por tráfico de drogas na sexta-feira, em Campo Bom.

Durante policiamento ostensivo em um ponto já conhecido pela comercialização de entorpecentes, os agentes visualizaram um homem entregando um objeto a outro indivíduo. Ao perceber a aproximação das viaturas, o suspeito tentou fugir e dispensou o material, mas foi abordado logo em seguida.

Com ele, foram localizados seis eppendorfs contendo substância análoga à cocaína. O segundo abordado confirmou ter adquirido a droga pelo valor de R$ 50,00.

Em diligências realizadas na residência do suspeito, as equipes apreenderam 45 eppendorfs, uma bucha e uma porção de cocaína, totalizando 41 gramas, além de 16 porções de maconha, que somaram 87,31 gramas, e R$ 167,00 em dinheiro.

O homem recebeu voz de prisão, foi encaminhado ao Hospital Lauro Réus para exame de rotina e, posteriormente, conduzido à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) para o registro da ocorrência.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 13.02

Destaques da edição impressa:

➡️ Negão agora tem um novo lar;

➡️ Antônia dá show no tradicionalismo e também na solidariedade;

➡️ O ano letivo inicia na próxima quarta-feira, com muita expectativa d a comunidade escolar.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 13 de Fevereiro.

PONTOS DE VENDA:
https://agazetacb.com.br/pontos-de-venda

#jornalagazetacb #campobom #noticiascampobom #jornalismocomunitario #jornaldointerior
  • AG CONTIGO | 12.02

➡️ Prefeitura realizará atualização do sistema que ficará indisponível entre os dias 14/02 a 22/02.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXPLOSÃO DE FOFURA 🥹🥰

Nesta sexta-feira, 13, o AG publica uma matéria especial, feita pela nossa jornalista @mairanpacheco , sobre a pequena Antônia Silveira Ritter, de apenas 5 anos, que brilhou no 36º Rodeio Internacional de Vacaria e, logo após subir ao pódio, decidiu cumprir uma promessa que emocionou a família e a comunidade.

Entre troféu, fé e empatia, a atitude da jovem campo-bonense ultrapassou as pistas e alcançou quem mais precisa. Uma história sobre determinação, valores e o poder de um gesto feito com o coração.

A matéria completa você confere na edição impressa desta sexta-feira. Não perca.

Vídeo por: @lente_e_cavalo / Ana Bueno

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O aumento no número de acidentes envolvendo bugios-ruivos (Alouatta guariba), inclusive com mortes por eletrocussão, tem mobilizado moradores e ambientalistas do bairro Quatro Colônias Norte, em Campo Bom. Para enfrentar o problema, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, instalou passarelas aéreas em pontos considerados críticos para a travessia dos primatas.

No início desta semana, a Secretaria Municipal de Obras e Planejamento implantou duas estruturas com o objetivo de criar rotas seguras entre fragmentos de mata. As passarelas reduzem o risco de contato direto com a rede elétrica e contribuem para a preservação da espécie, que já enfrenta pressão crescente sobre seu habitat natural.

Entre 2018 e 2025, os registros de óbitos de bugios-ruivos cresceram de forma significativa no município, tendo a eletrocussão como principal causa. Somente em 2025, a Secretaria do Meio Ambiente recebeu cinco relatos de animais mortos após contato com a fiação. O problema é mais recorrente em áreas rurais, onde redes de média e alta tensão atravessam corredores naturais utilizados pelos primatas para deslocamento.

As ocorrências se intensificam durante o período reprodutivo. Nessa fase, as fêmeas ampliam sua área de circulação em busca de alimentos específicos, como flores e frutos, aumentando o risco de contato com cabos elétricos. Em diversos casos, elas morrem carregando seus filhotes, que acabam sofrendo queimaduras graves, mutilações ou também não resistem à descarga elétrica.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.

Vá para versão mobile