A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Diante de discussão da volta do voto impresso, veja o que políticos dizem sobre o assunto

Redação / AG por Redação / AG
14 de julho de 2021
em Política
0 0
A A
Campo Bom terá 14 seções a menos na eleição municipal

Divulgação

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Luciano Orsi, Faisal Karam, Giovani Feltes, Alexandre Hoffmeister, Lucas Redecker e Issur Koch apresentam suas opiniões sobre o assunto

Há 25 anos foram instaladas as urnas eletrônicas nas eleições brasileiras. Entretanto, o uso dessas máquinas voltou a ser falado quando o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), alegou que o modelo não era confiável e que houve fraudes na votação do ano de 2018, na qual ele foi eleito.

O levantamento do presidente seria o de implantar um comprovante de voto impresso, junto à urna eletrônica, na qual o eleitor conseguiria conferir em quem votou e depositar o comprovante de forma automática numa urna de acrílico. A ideia dele é que, em caso de acusação de fraude no sistema eletrônico, os votos em papel possam ser apurados manualmente.

Já houveram três tentativas anteriores, desde o ano 2000, de implantar o voto impresso no Brasil, porém todas foram falhas. Em uma delas (2002) o próprio Legislativo a revogou. Nas duas seguintes (2009 e 2015), o Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional a medida sob os argumentos de risco de violação do sigilo do voto e de afronta aos princípios de economia e eficiência na gestão dos recursos públicos.

Nunca houveram evidências de fraudes nas urnas eletrônicas, estas em uso desde 1996. Atualmente uma proposta de emenda à Constituição sobre isso é discutida no Congresso, a PEC 135/2019, mas o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) já sinalizou que não haverá tempo para sua implementação em 2022, mesmo que aprovada na Câmara e no Senado.

O que dizem os políticos

“É importante que se diga, quando passamos por avanços tecnológicos, como a urna eletrônica e, o Brasil sendo um dos primeiros países a implantar a urna eletrônica, não se deve retroceder. Não tenho dúvida; o voto impresso seria um retrocesso. Temos todos os mecanismos de segurança no uso da urna eletrônica. Neste momento implantar o voto impresso me parece ser mais uma questão política do que técnica. Além do que, teríamos que fazer investimentos expressivos. Creio que agora, depois de tanto tempo utilizando urnas eletrônicas, pensar em introduzir o voto impresso novamente seria um desperdício de recursos públicos.”

Luciano Orsi (PDT) | Prefeito

“A urna eletrônica representa aquilo de mais moderno que possuímos atualmente em nosso país quando o assunto é eleição. Fui eleito antes e depois da urna eletrônica e sempre confiei na Justiça Eleitoral. Nunca vi problemas com a urna eletrônica, me sinto totalmente confortável com a forma que os pleitos eleitorais são conduzidos atualmente”

Alexandre Hoffmeister (PP) | Pres. Câmara de Vereadores

“Já participei diversas vezes de eleições como candidato com urna eletrônica e não tenho motivos para duvidar deste processo. Mas como vivemos um período de instabilidade, entendo a preocupação de alguns eleitores e que o voto impresso pode trazer a sensação de segurança e transparência. Porém, precisamos questionar o custo que essa mudança de sistema traria ao país.”

Faisal Karam (PSDB) | Dep. Estadual

“Eu, enquanto parlamentar eleito somente por esse processo que hoje está vigente, de urnas eletrônicas, preciso dizer que, de certa forma, confio no sistema. Tanto é que, neste período todo em que eu estou eleito, como vereador e como deputado, a minha eleição passou por esse processo. Mas eu também compreendo, de certa forma, os questionamentos e as dúvidas que as pessoas têm, principalmente quanto à esfera federal, quanto à votação majoritária da presidência da república. Eu entendo que um processo democratico, todo os gatilhos, ferramentas e possibilidades, que venham a garantir mais transparência por aquilo que foi depositado na urna pelo cidadão deve ser válido. Por isso entendo que ter a comprovação através de uma impressão do voto seria muito justa e possibilitaria uma possível recontagem física em caso de necessidade. Então, meu posicionamento é este, confio no sistema que existe hoje, mas não vejo o porquê de não implantarmos um sistema que dê ainda mais certeza, confiança e garantia para o eleitor.”

Issur Koch (PP) | Dep. Estadual

“Não tenho contrariedade ao voto auditável. Embora não desconfie do sistema eleitoral, pois todas as vezes que concorri em pleitos, tanto as que perdi, quanto as que ganhei, achei que o resultado foi justo. E, das eleições presidenciais e para governo, entre outras que acompanhei, acredito que o resultado correspondeu com o cenário.”

Lucas Redecker (PSDB) | Dep. Federal

“Sou favorável que haja uma forma de auditar os resultados das eleições, hoje realizada integralmente por meio eletrônico, implantando o voto impresso inicialmente para 5% das seções eleitorais. A definição das seções aconteceria por meio de sorteio, para que não houvesse quaisquer direcionamentos. Assim, poderíamos confrontar os dados com as urnas eletrônicas e validar as informações, conferindo as cédulas impressas. Esta medida poderia se repetir em todas eleições, mantendo este formato de validação do processo eleitoral. Também reduziria o custo previsto de quase R$2 bilhões se o voto impresso fosse implementado em todas as urnas.”

Giovani Feltes (MDB) | Dep. Federal

A segurança das urnas: A votação eletrônica no Brasil conta com uma série de barreiras contra as fraudes

Off-line: A urna eletrônica não está conectada à internet ou a nenhuma outra rede, o que impossibilita a invasão por hackers.

Lacres: A urna eletrônica é lacrada de modo a impedir a inserção de algum dispositivo estranho, como pen-drive. Quando se viola o lacre, o sistema da própria urna denuncia a invasão e bloqueia a comunicação com o dispositivo estranho.

Testes públicos de segurança: Meses antes de cada eleição, especialistas em computação e instituições da área de tecnologia são chamados para tentar fraudar a urna eletrônica. As brechas eventualmente descobertas são corrigidas pela Justiça Eleitoral.

Criptografia: Os votos dados pelos eleitores na urna eletrônica são embaralhados pelo sistema, de modo a impedir que se identifique como cada pessoa votou.

Votação paralela: Em todo o país, urnas que seriam utilizadas na eleição são, por sorteio, escolhidas para um teste público. No mesmo dia da votação oficial, funcionários da Justiça Eleitoral votam em candidatos já determinados. Ao fim do dia, verifica-se se o resultado dessas urnas coincide com os votos pré-estabelecidos.

Comprovantes: Antes de iniciar a votação, cada urna emite um documento, a “zerésima”, que atesta que ela ainda não guarda nenhum voto. Ao fim da votação, emite outro documento, o boletim de urna, que apresenta a apuração dos votos daquela seção eleitoral. O boletim pode ser conferido pelos partidos políticos e por qualquer cidadão.

Fonte: Justiça Eleitoral

Tags: Campo BomEleiçõesUrna EletrônicaVoto Impresso
Post Anterior

Copa Campo Bom de Fifa 21 para Playstation 4 inicia na segunda-feira, 19

Próximo post

VOA libera internet para escola pública e órgãos de apoio à comunidade em Campo Bom

Notícias relacionadas

Sessão solene concede Título de Cidadã Campo-bonense à Dra. Ivanda no dia 15
Política

Sessão solene concede Título de Cidadã Campo-bonense à Dra. Ivanda no dia 15

7 de abril de 2026
Câmara aprova novo regimento interno e propostas ligadas à cultura e bem-estar
Política

Câmara de Campo Bom homenageia mulheres com destaque na comunidade

23 de março de 2026
Entrevista exclusiva com Luciano Orsi pré-candidato a deputado estadual
Política

Entrevista exclusiva com Luciano Orsi pré-candidato a deputado estadual

2 de março de 2026
Próximo post
VOA libera internet para escola pública e órgãos de apoio à comunidade em Campo Bom

VOA libera internet para escola pública e órgãos de apoio à comunidade em Campo Bom

Secretaria de Educação organiza a 7ª Semana de Ciência e Tecnologia

Secretaria de Educação organiza a 7ª Semana de Ciência e Tecnologia

Bairro Operária receberá uma nova quadra esportiva

Bairro Operária receberá uma nova quadra esportiva

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento
  • Guarda Municipal prende homem por furto de fios na Celeste
  • Prefeitura inicia calendário anual de podas de árvores

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 28.04

➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.