Na véspera da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026, marcada para este sábado (13), contra o Marrocos, o clima de expectativa já toma conta de Campo Bom. Pelas ruas, nas conversas e, principalmente, dentro de casa, o sentimento é de esperança, ansiedade e, acima de tudo, união. Mais do que futebol, a Copa volta a ocupar um espaço especial na vida das famílias, reacendendo tradições e fortalecendo laços.
No Centro de Campo Bom, a família de Jade Weiss, 27 anos, traduz bem esse espírito. Ao lado do companheiro Dadiér Ataydes, 42, e do filho Derick, de apenas 3 anos, ela vive a preparação para o Mundial de forma afetiva e cheia de significado. A casa já começa a ganhar cores verde e amarelo, com bandeirinhas, uma bandeira do Brasil em destaque e enfeites simples, mas carregados de simbolismo.
A motivação para a decoração veio do integrante mais novo da família. Foi Derick quem despertou o interesse pelo futebol dentro de casa, transformando a Copa em algo ainda mais especial. “Quando ele começou a demonstrar interesse pelos jogos, a gente decidiu alimentar essa tradição para criar memórias com ele”, conta Jade.
A família acompanha o torneio desde 2022, quando o menino nasceu, em meio a um período em que o convívio familiar se intensificou. Agora, com mais consciência e curiosidade, Derick passa a vivenciar a experiência de forma ainda mais intensa, o que torna esta edição da Copa diferente das anteriores.
A programação já está definida: assistir aos jogos juntos e, sempre que possível, reunir amigos e familiares para compartilhar cada lance, cada gol e cada emoção. Uma rotina que reforça algo que vai além das quatro linhas: o valor do encontro, da torcida coletiva e das memórias que ficam.
E se dentro de casa o sentimento é de união, fora dela o sonho é um só: o hexa. A confiança na Seleção Brasileira é grande, e a expectativa é de uma campanha sólida. Para a estreia, o palpite da família é otimista: vitória por 2 a 1 sobre o Marrocos. Mais do que isso, a crença é de que o Brasil pode chegar, novamente, à final.
Para Jade, o mais importante é o legado que esses momentos deixam. “A gente quer que o Derick cresça entendendo que a Copa é muito mais do que futebol. É sobre estar junto, torcer, vibrar e criar lembranças que ficam para sempre”, afirma.
Na contagem regressiva para o primeiro jogo, os campo-bonenses mostram que, independentemente do resultado, a Copa já cumpre um de seus papéis mais bonitos: aproximar pessoas. E, entre bandeiras, abraços e corações acelerados, a cidade inteira passa a compartilhar o mesmo desejo: o de ver o Brasil levantar, mais uma vez, a taça e escrever um novo capítulo rumo ao tão sonhado hexa.











