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Viveiro Casa Verde: um local com raízes na agricultura familiar

Redação / AG por Redação / AG
7 de julho de 2023
em Comunidade
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Viveiro Casa Verde: um local com raízes na agricultura familiar

Giordanna Vallejos/AG

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Com uma diversidade de plantas ornamentais, chás, temperos e frutíferas, o Viveiro Casa Verde é uma referência no cultivo de mudas em Campo Bom

Por Giordanna Vallejos

A experiência de adquirir mudas de qualidade e com diversas opções, por si só, já é uma atividade agradável. Porém, ser recebido com um sorriso no rosto, um atendimento caloroso e em um local aconchegante, com uma decoração que faz qualquer pessoa querer passar o dia naquele ambiente, vai além das expectativas. O Viveiro Casa Verde, se diferencia por todas essas qualidades. O amor pelo que fazem transparece desde o atendimento, até os mínimos cuidados com a decoração do ambiente.

Além disso, é possível encontrar mais de três variedades de uma mesma espécie de planta, ou achar espécies raras, que os colecionadores procuram. Em suma, em uma ida ao local, é possível sair com uma muda de mirra, um dos presentes dados pelos três reis magos no nascimento de Jesus, bem como um pé de laranja, chás medicinais para fazer uma horta ou até mesmo uma planta carnívora – opções não faltam, para todos os gostos e necessidades.

Uma combinação que floresce

Deivis, ex-empresário do ramo calçadista, sua esposa Mariane, vinda do ramo farmacêutico, Diego, engenheiro civil, sua esposa Letícia, arquiteta, juntamente com seus pais Sueli e Carlos Strack, agricultores, uniram suas habilidades e paixões para criar um empreendimento agrícola que vai além do tradicional. Com um amor que se fortaleceu ao longo dos anos, eles também descobriram uma paixão compartilhada pela agricultura. “Faz onze anos que começamos a produção, naquele ano eu e o Diego começamos a namorar e desde então me tornei agricultora também”, revela Letícia.

Da estufa à diversificação

Começando com uma modesta estufa e com foco nos chás e temperos, com o passar do tempo, a família decidiu ampliar suas operações para oferecer uma variedade de produtos aos seus clientes. “Depois construímos uma nova estufa para trabalhar com mudas para jardins. Começamos a aumentar com opções de ornamentais, frutíferas, temos árvores nativas para sistemas de compensação, acabamos fazendo parceria com outros agricultores, comercializando o todo”, explica Letícia, ressaltando a importância da colaboração.

Trabalhando incansavelmente, a família dedica-se à agricultura todos os dias da semana. “Trabalhamos de segunda a segunda, precisamos cuidar das plantas, no verão precisamos molhar as mudas até três vezes ao dia, com a água da chuva coletada pelas próprias estufas e armazenada em reservatórios localizados aqui na propriedade”, destaca.

Raízes familiares

viveiro

Diego revela que a agricultura sempre esteve presente em sua família. “Eu sou engenheiro de formação, mas toda a família Strack é baseada na agricultura, no Viveiro começamos com chás e temperos e depois fomos expandindo”, conta Diego.

Com uma forte conexão com suas raízes, eles se orgulham de serem uma empresa da agricultura familiar, onde todos os membros se dedicam ao negócio e trabalham com igualdade. “Nós somos uma empresa familiar, esperamos conquistar o cliente no atendimento e na qualidade dos produtos, todo mundo trabalha junto aqui”, enfatiza Deivis.

Com uma área de estufa de aproximadamente 3 mil m², eles têm a visão de expandir suas operações. Na atualidade, eles fornecem mudas para a região do Vale dos Sinos e para clientes diretos atendidos juntamente com sua produção, um diferencial, onde o cliente tem a experiência de conhecer o processo do plantio. Além do atendimento na propriedade, o Viveiro Casa Verde atende seus clientes na Feira do Agricultor de Campo Bom, que ocorre todos os sábados das 6h30 às 11h.

Onde encontrar

O Viveiro Casa Verde está localizado na Rua Alziro Nunes Monteiro, 652 – Entrada lateral – atendimento ocorre nos fundos, juntamente com a produção das mudas. O horário de atendimento é de segunda a sexta-feira, das 7h às 12h e das 13h30 às 18h e aos sábados das 8h às 15h30, sem fechar ao meio-dia. O telefone para contato é: (51) 981861075 e as redes sociais são: @viveirocasaverdecampobom.

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➡️ Negão agora tem um novo lar;

➡️ Antônia dá show no tradicionalismo e também na solidariedade;

➡️ O ano letivo inicia na próxima quarta-feira, com muita expectativa d a comunidade escolar.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 13 de Fevereiro.

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➡️ Prefeitura realizará atualização do sistema que ficará indisponível entre os dias 14/02 a 22/02.

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  • EXPLOSÃO DE FOFURA 🥹🥰

Nesta sexta-feira, 13, o AG publica uma matéria especial, feita pela nossa jornalista @mairanpacheco , sobre a pequena Antônia Silveira Ritter, de apenas 5 anos, que brilhou no 36º Rodeio Internacional de Vacaria e, logo após subir ao pódio, decidiu cumprir uma promessa que emocionou a família e a comunidade.

Entre troféu, fé e empatia, a atitude da jovem campo-bonense ultrapassou as pistas e alcançou quem mais precisa. Uma história sobre determinação, valores e o poder de um gesto feito com o coração.

A matéria completa você confere na edição impressa desta sexta-feira. Não perca.

Vídeo por: @lente_e_cavalo / Ana Bueno

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O aumento no número de acidentes envolvendo bugios-ruivos (Alouatta guariba), inclusive com mortes por eletrocussão, tem mobilizado moradores e ambientalistas do bairro Quatro Colônias Norte, em Campo Bom. Para enfrentar o problema, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, instalou passarelas aéreas em pontos considerados críticos para a travessia dos primatas.

No início desta semana, a Secretaria Municipal de Obras e Planejamento implantou duas estruturas com o objetivo de criar rotas seguras entre fragmentos de mata. As passarelas reduzem o risco de contato direto com a rede elétrica e contribuem para a preservação da espécie, que já enfrenta pressão crescente sobre seu habitat natural.

Entre 2018 e 2025, os registros de óbitos de bugios-ruivos cresceram de forma significativa no município, tendo a eletrocussão como principal causa. Somente em 2025, a Secretaria do Meio Ambiente recebeu cinco relatos de animais mortos após contato com a fiação. O problema é mais recorrente em áreas rurais, onde redes de média e alta tensão atravessam corredores naturais utilizados pelos primatas para deslocamento.

As ocorrências se intensificam durante o período reprodutivo. Nessa fase, as fêmeas ampliam sua área de circulação em busca de alimentos específicos, como flores e frutos, aumentando o risco de contato com cabos elétricos. Em diversos casos, elas morrem carregando seus filhotes, que acabam sofrendo queimaduras graves, mutilações ou também não resistem à descarga elétrica.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • 🎬 Programação Cinema do CEI – 12/02 a 18/02 🍿
📍 Sala Bárbara Paz

🕑 14h – O Diário de Pilar | LIVRE | DURAÇÃO: 1H30MIN
Pilar é uma menina curiosa e cheia de imaginação que embarca em aventuras ao lado dos amigos Breno e Mai. Inspirado na obra de Flávia Lins e Silva, o filme convida o público a viajar por diferentes culturas e histórias, valorizando a amizade, o conhecimento e o encantamento pelo mundo.

🕟 16h30 – Destruição Final 2 | 14 ANOS | DURAÇÃO: 1H39MIN
Após os acontecimentos do primeiro filme, a ameaça de uma catástrofe global retorna ainda mais intensa. Enquanto forças da natureza avançam de forma implacável, um grupo de pessoas precisa lutar contra o tempo para salvar vidas e evitar a destruição total. Um longa de ação e suspense com cenas impactantes e muita tensão.

🕖 19h – O Agente Secreto | 16 ANOS | DURAÇÃO: 2H38MIN
Ambientado no Brasil dos anos 1970, o filme acompanha um homem envolvido em uma missão perigosa em meio a um cenário político marcado por perseguições e segredos. Com uma narrativa densa e envolvente, o longa mistura drama e suspense ao retratar escolhas difíceis em tempos de repressão.

🎟️ Ingressos:

Quarta e quinta-feira: R$ 6,00 (todas as sessões)

Sexta, sábado e domingo:
• Sessão das 14h – R$ 6,00
• Sessões das 16h30 e 19h – R$ 12,00
  • AG CONTIGO | 11.02

➡️ Vem aí o 46º Rodeio Nacional de Campo Bom.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br ( LINK NA BIO)
  • Enquanto o Rio Grande do Sul encerrou o mês de janeiro de 2026 com o registro de 11 feminicídios, número que evidencia a gravidade da violência contra a mulher no Estado , a realidade de Campo Bom também demanda atenção constante. 

Somente em janeiro, a Guarda Municipal de Campo Bom (GMCB) atendeu 10 ocorrências de violência doméstica e contra a mulher, das quais quatro resultaram em prisões em flagrante. Os números apontam para situações de risco que, se não interrompidas a tempo, podem evoluir para desfechos ainda mais graves, reforçando a importância da atuação rápida e preventiva das forças de segurança. De acordo com o secretário municipal de Segurança, Fernando Lehnen, apesar de nenhuma das ocorrências ter gerado solicitação formal de acompanhamento contínuo pela Patrulha Mulheres Protegidas, a Guarda mantém vigilância ativa nas regiões onde os casos foram registrados. “As guarnições trabalham com mapeamento das ocorrências, o que permite intensificar o patrulhamento nas proximidades. Além disso, os chamados pelo 153 envolvendo mulheres ameaçadas ou em situação de agressão são prioridade absoluta”, destaca. 

Na Polícia Civil, os atendimentos seguem protocolos legais rigorosos. Conforme explica o delegado Rodrigo Câmara, dados específicos sobre ocorrências e medidas protetivas não podem ser divulgados por envolverem informações sigilosas. A partir do registro da ocorrência, são adotadas todas as providências legais, incluindo investigações, pedidos de medidas protetivas e, nos casos mais graves, representações por prisões preventivas.  Além do Ligue 180, as mulheres podem procurar qualquer Delegacia de Polícia, acionar o 190 em situações de emergência, utilizar o 181 – Disque-Denúncia, o 197 ou a Delegacia Online da Mulher. “A violência não começa no feminicídio. Não é preciso esperar o pior para buscar ajuda”, reforça o delegado.

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