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Verão Solidário já distribuiu 10 mil peças de roupas em Campo Bom

Redação / AG por Redação / AG
22 de dezembro de 2020
em Comunidade
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Verão Solidário já distribuiu 10 mil peças de roupas em Campo Bom
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Doações estão ocorrendo no Ginásio Municipal, desde o dia 7 de dezembro

A população em situação de vulnerabilidade social em Campo Bom, que cresceu em função da pandemia do coronavírus, está sendo assistida pela Campanha Verão Solidário. A ação iniciou no dia 7 de dezembro, no Ginásio Municipal de Esportes Karl Heinz Kopittke, e já foram distribuídas cerca de 10 mil peças de roupas.

Desde 2017, as doações ocorriam por meio de campanhas itinerantes, o que se tornou inviável neste ano de 2020, devido aos cuidados necessários para evitar a disseminação da Covid-19. A primeira-dama, Kátia Palmeiro Orsi, explica que no sistema inicial as doações eram levadas a todos os bairros, inclusive os mais afastados. “Agora, com a distribuição concentrada no Ginásio Municipal, constatamos que ficava muito difícil para moradores dos bairros distantes se desloquem para buscar roupas para a família toda. É complicado a pessoa ir até o ginásio e depois voltar, a pé, até o Mônaco, por exemplo, levando os donativos”, diz.

A solução encontrada para a situação foi levar as pessoas até o ginásio. “Conversamos com a secretária de Educação, Simone Schneider, e ela sugeriu que as diretoras das escolas mais distantes fizessem um levantamento das famílias mais necessitadas e a própria Secretaria montou uma agenda e disponibilizou um veículo para o transporte desses moradores, observadas as normas sanitárias exigidas pelos órgãos de saúde competentes.

O prefeito Luciano Orsi destaca a importância e o sucesso desta ação. “O público alvo dessa campanha tem reagido muito bem a essa nova sistemática de distribuição. Respeitando as medidas de prevenção ao coronavírus, estamos conseguindo que as famílias tenham um atendimento humanitário e que possam escolher as roupas como se estivessem em uma loja”, ressalta o prefeito.

O Verão Solidário é uma realização da Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação (SMDSH), em parceria com o Gabinete da Primeira-dama, Defesa Civil e Grupo de Voluntárias Elas por Elas. A campanha segue até quarta-feira, 23, com atendimento das 13 às 18 horas.

DIGNIDADE RESGATADA – Desempregada desde o início da pandemia, a industriária Daiane Quadros Ribeiro, 38 anos, é uma das centenas de pessoas que têm usufruído da Campanha Verão Solidário. Ela até se emociona ao falar da importância dessa ação. “Fiquei muito feliz, porque não é só uma doação, aqui eles nos ajudam como se tu viesse comprar, com atenção. A gente está vulnerável, aí tu vai buscar ajuda e te tratam com indiferença. Aqui isso não acontece, eles não nos tiram isso (a dignidade). Tu perde teu trabalho, perde tua dignidade e daí tu vem aqui buscar roupas para teus filhos e é recebida com carinho e atenção, isso ajuda muito”, conta Daiane.

A LOGÍSTICA – Mariele Cristina Souza Sopran, encarregada pela organização das doações que chegam ao Ginásio Municipal, destaca o apoio de voluntárias para que tudo esteja bem arrumado na hora da distribuição às famílias carentes. “Separamos peça por peça, consertamos o que for necessário, temos voluntárias que lavam essas roupas, outras que costuram, para que todas as doações estejam bem arrumadas e limpas. Tratamos todos como se estivessem numa loja comprando”, explica Mariele.

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG

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