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Veja quem são os finalistas do 21º Acampamento da Canção Nativa

Redação / AG por Redação / AG
6 de fevereiro de 2024
em Comunidade
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Veja quem são os finalistas do 21º Acampamento da Canção Nativa
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Mais de mil composições inéditas foram inscritas no festival, um dos mais tradicionais da música nativista, recorde do evento

O Acampamento da Canção Nativa mostrou mais uma vez porque é um dos mais tradicionais festivais de música nativista. Com mais de mil composições inéditas inscritas, a 21ª edição do evento já é a maior de todos os tempos. As finais serão realizadas nos dias 1º e 2 de março, no Parque do Trabalhador, dentro da programação do 44º Rodeio de Campo Bom. A decisão do 9º Acampamentinho, versão mirim do festival, é no dia 29 de fevereiro.

A comissão de julgamento e triagem se reuniu nas últimas quinta, 1º, e sexta-feira, 2, em Campo Bom, para definir os classificados. Os avaliadores são Adriano Lima, Érlon Péricles, Lucas Gross, Rogério Ávila e Xirú Antunes, nomes conhecidos da música nativista. No total, serão distribuídos mais de R$ 100 mil em prêmios nos três dias de evento. Veja quem são os finalistas:

9º Acampamentinho da Canção Nativa

Categoria Piazito:
Isabella Tramontina (A Menina e o Sabiá)
Catharina Müller (Changueiro de Vida e Lida)
Davi Augusto Teixeira (Anseios de um Cantor)
Valentina Corrêa (Chapéu)
Muriel Kirst (Chinoca)
Vale Mazuí (Sem Saber Notícias Tuas)

Categoria Piá:
Henry Guilherme da Silva Ramos (Poema da Quinta Lua)
Yasmin Palma de Oliveira (Sobre o Fio do Alambrado)
Maria Eduarda Ceccon (Redenção)
João Vitor Camargo (Sonho Pitanga)
Marina Duarte (Referência)
Emanuelle Corrêa (O Espelho no Escuro)

21º Acampamento da Canção Nativa

Fase Regional:

  1. Feio Apaixonado
    Ritmo: Vaneira
    Letra: Susane Paz
    Música: Kauanny Klein
  2. No Quarto Azul (De Um Céu Sem Cor)
    Ritmo: Milonga
    Letra: Lisandro Simões
    Música: Marcelo Oliveira
  3. Quando Volto Pro Rancho
    Ritmo: Milongão
    Letra: Djalma Correa Pacheco
    Música: Robson Paines
  4. Guitarras
    Ritmo: Milonga
    Letra e Música: Raul Quiroga
  5. Ao Meu Avô
    Ritmo: Valsa
    Letra e Música: Marina Duarte e Amanda Nunes
  6. De Volta
    Ritmo: Chamamé
    Letra e Música: Pingo Martins
  7. Rastro, Campo e Distância
    Ritmo: Chamarra
    Letra e Música: Diego Machado
  8. Canta Paysano
    Ritmo: Milonga
    Letra e Música: Luiz Gustavo Leuck Dallastra
  9. Para Um Tropel De Milongas
    Ritmo: Milonga
    Letra: Jadir de Oliveira
    Música: Tiago Machado
  10. Pampa De Água
    Ritmo: Zamba
    Letra: Dorval Delgado Dias
    Música: Marcus Vinícius Martins Dias
  11. Mil E Duzentas Cabeças De Gado
    Ritmo: Zamba
    Letra e Música: Luis Canabarro
  12. Xucro Coração
    Ritmo: Milonga
    Letra e Música: Jesiel Dias

Música Classificada via Festival Vale Quatro da Arte Nativa

  1. A Prenda E A Flor
    Letra e Música: Sandro Campello

Suplentes:

  1. Na Labuta Das Esporas
    Ritmo: Valsa
    Letra: Paulo Moraes Trentin
    Música: Carlos Gilberto Moller Júnior
  2. Mistérios Da Vida
    Ritmo: Chamamé
    Letra e Música: André Gonçalves

Fase Geral:

  1. Estrela Do Pasto (O Mapa Pra Tua Morada)
    Ritmo: Milonga
    Letra: Sérgio Carvalho Pereira
    Música: Juliano Gomes
  2. Não Facilito
    Ritmo: Chamarra
    Letra: Leonardo Quadros
    Música: Guilherme Castilhos
  3. A Querência Que Trago No Olhar
    Ritmo: Milonga
    Letra: Henrique Fernandes
    Música: Matheus Couto Bica
  4. A Cura E O Veneno
    Ritmo: Milonga
    Letra: Matheus Marchezan Bauer
    Música: Pirisca Grecco
  5. Nada Mais, Seu Delegado!
    Ritmo: Milonga
    Letra e Música: Sabani Felipe De Souza
  6. Chamarrita Pontezuela
    Ritmo: Chamarrita
    Letra: Anomar Danúbio Vieira
    Música: Rogério Melo
  7. Entretenido
    Ritmo: Rasguido Double
    Letra: Leonardo Borges Fernandes
    Música: Daniel Cavalheiro
  8. Companheiro É Boi De Canga
    Ritmo: Toada
    Letra: Rafael Teixeira Chiapetta
    Música: Carlos Madruga
  9. Redomona
    Ritmo: Aire De Chacarera
    Letra: Felipe Ugoski Bacchieri
    Música: Fabiano Bacchieri
  10. Fruta De Tapera
    Ritmo: Milonga
    Letra: Francisco Brasil
    Música: Vitor Amorim
  11. De Botão
    Ritmo: Chamarra
    Letra: Vitor Lopes Ribeiro
    Música: Marcelinho Nunes
  12. Inventário De Querência
    Ritmo: Milonga
    Letra: Antônio Sá
    Música: Evandro Pires De Pires

Suplentes:

  1. Meu Cristo
    Ritmo: Milonga
    Letra: Leonardo Maass
    Música: Otávio Severo
  2. Nos Besamos Por El Aire
    Ritmo: Chacarera
    Letra e Música: ngelo Franco
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Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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Marlete da Silva, Industriária.

A comunidade campo-bonense sempre foi marcada pela sua resiliência e pela força do trabalho. Marlete da Silva, de 56 anos, é uma das mulheres que tão bem representam a classe trabalhadora da cidade. Atuando como conserteira em fábrica de calçados, ela criou os dois filhos, atualmente com 20 e 28 anos, como mãe solo. “Acho que o Dia da Mulher é muito importante para fortalecer o crescimento de mulheres que passaram por alguma situação e conseguiram dar a volta por cima, independente do que passou. Com muito orgulho, eu sou uma delas”, menciona.

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Elizane Barcelos, Empresária.

Uma empresa familiar que iniciou pelas mãos e talento de uma mulher e, hoje, se tornou uma das principais marcas da cidade. Elizane Barcelos de Menezes, de 54 anos, é mãe de três filhos e avó de dois netos. Iniciou na produção calçadista há 17 anos e consagrou a empresa Zanni Barcelos como uma marca conceituada. Como mulher, ela destaca os desafios de empreender. “Acho que a maior dificuldade é conciliar casa e trabalho. Sendo empresária, temos muitas demandas que exigem nossa presença constante”, comenta. Para mulheres que sonhem em começar o próprio negócio, ela deixa um conselho. “Analisar a viabilidade do empreendimento e começar, ter muita determinação. Vão surgir muitas dificuldades, tem que ter muita resiliência pra vencer”, reforça.

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Brenda Brentano, Maquiadora.

Atuar na área da beleza é muito mais do que cuidar da aparência das pessoas. O que começou como um hobby se transformou em paixão e profissão para a maquiadora Brenda Brentano, de 33 anos. “Eu digo que a maquiagem que me escolheu. Comecei a me automaquiar, justamente para elevar minha autoestima. Minhas amigas começaram a me pedir para maquiá-las, pois gostavam do que eu fazia, o que acabou virando um hobby. Depois, decidi me aprofundar no assunto e seguir como profissão”, conta.
Ela conta a satisfação de ver a felicidade no olhar de cada cliente. “Pra mim é muito gratificante ver minhas clientes se amando, gostando de se ver bonita, a maioria das vezes uma beleza que sempre esteve ali, mas estava escondida por não tirar um momento para si. Ver elas bem e empoderadas é indescritível, saber que estou trazendo à tona algo bom e relevante para a vida delas. Com certeza é umas das coisas que me move a seguir nessa profissão”, conclui.

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Naama da Rosa, Enfermeira.

Aos 34 anos, Naama Laísa da Rosa ocupa o cargo de coordenadora das Unidades de Internação do Hospital Lauro Reus e docente. Profissional da enfermagem há 14 anos, ela destaca que, apesar de cerca de 85% dos profissionais da saúde serem mulheres, os cargos de liderança são ocupados, majoritariamente, por homens. “É um desafio ocupar e manter um cargo de liderança sendo mulher, onde existem barreiras culturais e estruturais de muitos anos. Temos que mostrar que temos competência e capacidade para alcançar esse cargo, muito mais que os homens”, destaca.
Para Naama, a busca constante pelo conhecimento é o caminho para conquistar os objetivos. “Sempre há novos estudos, protocolos, fluxos, a ciência é muito rápida nas descobertas e evoluções. A mulher que quer crescer e se desenvolver em cargos de gestão e liderança na área da saúde precisa ter conhecimento tanto nos processos de saúde, quanto de gestão e desenvolver a liderança. Além de resiliência e paciência para lidar com os desafios diários”, reforça, lembrando que o caminho é árduo, porém, recompensador. “É uma área que vale a pena, pois fazemos a diferença na vida das pessoas e dos profissionais que lideramos. Ser líder na área da saúde é ser referência para os profissionais e auxiliar em uma melhor assistência ao paciente sob nossos cuidados, e apesar de todos os obstáculos, o resultado desse trabalho é gratificante”, pontua.

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Josiane Wais, Sargento da Brigada Militar.

Há 14 anos, Josiane Wais compõe o efetivo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Aos 32 anos de idade, é uma das mulheres que atua em Campo Bom, no posto de 1° Sargento da BM. Para ela, a atuar na Segurança Pública exige decisões firmes, equilíbrio emocional e postura diante de situações complexas. “Sendo mulher, além dos desafios próprios da função, também assumimos a responsabilidade de abrir caminhos e fortalecer a presença feminina na instituição. Ainda é uma área majoritariamente masculina, mas temos demonstrado, ao longo dos anos, que estamos plenamente preparadas para ocupar qualquer espaço”, pontua.
Sgt Wais encoraja outras mulheres que desejam entrar para a Segurança Pública. “Não é uma profissão simples. Exige disciplina, preparo físico e emocional e muita responsabilidade. Mas também é uma carreira extremamente gratificante, porque lidamos diretamente com a proteção da sociedade. Meu conselho é: estudem, se qualifiquem e ingressem sabendo que vocês pertencem a esse espaço. O lugar da mulher é onde ela decide estar”, finaliza.

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