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“Sou filha do impossível”: Gisleine Kaizer completa um ano de luta e fé contra o câncer

Redação / AG por Redação / AG
20 de outubro de 2025
em Comunidade
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“Sou filha do impossível”: Gisleine Kaizer completa um ano de luta e fé contra o câncer

Foto: Arquivo pessoal

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Há um ano, a vida de Gisleine Kaizer mudou completamente. O diagnóstico de câncer trouxe medo, lágrimas e incertezas, mas também revelou uma força movida pela fé e pelo amor da família. A descoberta veio após um erro na solicitação de exames: ao invés de uma tomografia da cabeça para monitoramento de coágulos antigos, foi realizada uma tomografia de corpo inteiro. No exame, apareceram nove nódulos espalhados por diversas partes do corpo como seios, coluna, garganta, ovário, nariz e fígado.

“Lembro do dia do diagnóstico como se fosse hoje. O chão se abriu, e eu me perguntei se conseguiria. Mas ao olhar para meus filhos, vi o motivo para lutar”, conta. Mãe de um menino de 8 anos e de uma menina de 5, Gisleine precisou encontrar coragem mesmo quando o corpo pedia descanso. Foram meses de exames, dores e hospital, mas também de orações e esperança. O marido esteve ao lado dela em cada etapa, e amigos e familiares se uniram em apoio.

Foram cirurgias, medicações e momentos de silêncio, em que só a fé respondia às perguntas do coração. As cicatrizes ficaram – algumas no corpo, outras na alma – e hoje contam uma história de renascimento e superação. “A dor me transformou. Aprendi que cada amanhecer é um milagre e estar viva é um presente de Deus”, declara.

Mesmo em meio à luta, manteve um sorriso sereno e inspirou quem estava à sua volta. Dessa fé, nasceu seu lema: sou filha do impossível. Amigos e familiares organizaram galetos solidários e brechós para ajudar no tratamento – provas de que a solidariedade é capaz de mover montanhas.

Agora, Gisleine completa um ano desde o diagnóstico e a entrada do câncer em remissão, vivendo um dia de cada vez, em manutenção e controle mensal. A batalha contra a doença transformou a vida de Gisleine em testemunho e inspiração. “Não perca a fé. Mesmo quando tudo parecer escuro, Deus ainda está lá, trabalhando em silêncio”, enfatiza.

“O tratamento é desafiador, mas tive a sorte de ter ao meu lado um verdadeiro parceiro. Meu esposo Urbano, não apenas me apoiou, ele participou de cada etapa. Ele é o meu alicerce, o responsável por transformar o medo em força. Sua dedicação incondicional tem sido o principal motor da minha recuperação e a prova mais linda de que o amor é, sim, a melhor terapia. Em um momento que estamos tão vulneráveis, o companheiro faz toda a diferença e o meu moveu montanhas para que eu recebesse o melhor tratamento. Sou grata ao senhor por colocar um homem forte e guerreiro ao meu lado que, mesmo quando tudo parecia desmoronar, segurava minha mão e dizia que ia dar certo”, conclui.

Relatos de quem acompanhou a trajetória

“Estar ao lado da Gi neste ano tem sido viver uma história de amor, fé e resistência. Acompanhar esse processo tem sido, ao mesmo tempo, doloroso e transformador. Como irmã mais velha, tenho aprendido com ela o verdadeiro sentido da palavra coragem. É uma força que nasce do amor e se manifesta na presença, estar junto, mesmo quando não há o que dizer. Fomos unidos pela dor, mas também pelo cuidado”, declara a irmã Débora Mello, em nome da família.

“Este último ano ao lado da Gi foi um verdadeiro teste de coragem, fé e amor para nossa família. Ver minha esposa enfrentar o câncer com tanta determinação me emocionou profundamente. Nossos filhos, ainda tão pequenos, viveram momentos de medo e incerteza, só queria abraçá-los e poder dizer que tudo ficaria bem. Acompanhar cada passo desse processo me fez entender que o verdadeiro amor é estar junto, mesmo quando tudo parece impossível. Hoje, nossa família é mais forte, mais unida e mais grata a cada instante da vida”, conta o esposo Urbano Kaizer.

“Sempre falo que a Gi é uma guerreira, ela é sim, não só pela força que tem, mas também por nunca perder a fé, apesar de tudo que passou até agora e ainda está passando, ela sempre enfrentou tudo e nunca reclamou de nada, ela não questionou Deus em nenhum momento. Ela transformou a dor em força e o medo em fé”, menciona a prima Gisele.

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  • Uma cena inusitada chamou a atenção dos campo-bonenses na manhã desta terça-feira (24). A condutora de um Honda City perdeu o controle do veículo e invadiu um estabelecimento comercial no Centro de Campo Bom, por volta das 8h.Imagens que circulam em grupos de mensagem nas redes sociais mostram que o veículo arrancou a porta de emergência do estacionamento e parou nas prateleiras de bebidas do local. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) chegou a ser acionado para atendimento à motorista, que não precisou ser removida. Ninguém ficou ferido.MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O Centro Cultural Eintracht, de Campo Bom, promove no dia 28 de março a Mostra Final do curso Mentes Criativas, realizada por meio de recursos do Programa Nacional Aldir Blanc, edital RS. Intitulada Estado de Poesia, a mostra marca o encontro entre formação, criação e o compromisso com a cultura como espaço de trabalho, sensibilidade e transformação social.O evento é resultado do projeto Mentes Criativas, um curso interdisciplinar de Produção Cultural que reuniu conteúdos de planejamento, gestão e relação com o território cultural. Ao longo de 120 horas de formação, os participantes tiveram acesso a diferentes áreas ligadas à produção artística e cultural.Entre os módulos desenvolvidos estiveram apreciação cultural, articulação cultural, expressão e produção cênica, iluminação cênica, cenografia, figurino e maquiagem cênica, roadie, produção de conteúdo, videomaker, viagens gastronômicas, Libras e acessibilidade cultural, elaboração de projetos e produção da própria mostra.As aulas foram ministradas por profissionais experientes em suas áreas de atuação, proporcionando aos participantes contato com diferentes possibilidades de atuação no mercado cultural.O título Estado de Poesia faz referência a uma forma sensível de perceber e vivenciar o mundo. A mostra propõe ao público uma experiência artística construída a partir de múltiplas linguagens, marcando o momento em que o aprendizado do curso ganha forma diante da comunidade.A apresentação ocorre no dia 28 de março, no Centro Cultural Eintracht, e representa também a conclusão do processo formativo de uma nova turma de produtores culturais preparados para atuar no cenário cultural.Mais matérias em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 23.03➡️ Processo seletivo para contratação de médicos vai até essa quarta-feira, 25.MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Em alusão ao Dia da Mulher, a Câmara Municipal de Campo Bom anunciou os nomes das mulheres que serão homenageadas durante sessão comemorativa nesta quarta-feira, 25 de março. A solenidade integra a homenagem “Elas Fazem História”, instituída pela Lei Municipal nº 5.568/2025, com o objetivo de reconhecer trajetórias femininas que contribuem para o desenvolvimento da comunidade.Cada vereador indicou uma homenageada, representando diferentes áreas de atuação e histórias de vida que impactam o município. A cerimônia de entrega das homenagens ocorre no dia 25 de março, a partir das 18h, na Câmara Municipal, com entrada aberta ao público. O evento também terá transmissão ao vivo pelos canais oficiais da TV Câmara no Facebook e no YouTube. Vejam quem são as escolhidas.Dra. Carolina Teixeira Ritt Becker (Executivo)
Daniela Oliveira Rocha (João Paulo Berkembrock)
Erminia Bolzam Duarte (Celso Rodrigues)
Gisleine Kaizer (Jéferson Nunes)
Graciela Elesbão (Michele Closs)
Isabel Cristina Caberlon (Cleber Nunes)
Joziane Raquel Rodrigues (Inácio Marasca)
Marilei Gomes (Jair Wingert)
Regina Maria Thoen (Alexandre Hoffmeister)
Tania Maria Kunzler Zimmermann (Kayanne Braga)
Teresinha Boff Machado (Paulo Silveira)
Zeni Doge (Jorge Bellé)
  • Na manhã desta segunda-feira (23), o Loteamento Vida Nova, no bairro Aurora, foi palco de um momento histórico: a entrega das casas para famílias contempladas pelo programa habitacional do município. A cerimônia contou com a presença do governador Eduardo Leite, do prefeito Giovani Feltes, além de outras autoridades.Mais do que estruturas, as novas moradias representam dignidade, segurança e a realização de um sonho para muitas famílias. 💛O Loteamento Vida Nova marca um avanço importante na política habitacional do município e simboliza o início de uma nova fase na vida de quem agora pode chamar esse lugar de lar.SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpachecoO professor e pesquisador campo-bonense José Edimar de Souza lançou, neste mês de março de 2026, três obras que abordam diferentes perspectivas da educação, memória e impacto social no Rio Grande do Sul. Os trabalhos, publicados pela Editora Oikos, são resultados de pesquisas acadêmicas desenvolvidas com financiamento público e colaboração de pesquisadores de diversas instituições.O primeiro lançamento ocorreu no dia 11 de março, em formato virtual, com a obra (Des)Abrigadas e Vulneráveis: Sobre Mulheres e Crianças em Abrigamentos Escolares, escrita em coautoria com Vialana Ester Salatino. O livro propõe a construção de práticas psicoeducativas voltadas à superação de traumas vividos por mulheres e crianças em contextos de vulnerabilidade, especialmente em situações de abrigamento. A publicação também busca orientar sobre formas de prevenção e enfrentamento de violências, com foco no acolhimento e na redução dos impactos emocionais nas vítimas.Já no dia 18 de março foi lançado o livro Escola no Rio Grande do Sul (1889-1950): Ensino, Cultura e Práticas Escolares, organizado por Souza. A obra, em sua segunda edição impressa, reúne resultados de pesquisa financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e investiga a história das instituições escolares no Estado, com destaque para as regiões do Vale do Sinos e da Serra Gaúcha. O estudo está inserido no campo da História da Educação, abordando práticas educativas, memória e história oral.Fechando a série de lançamentos, o professor apresentou na última sexta-feira (20), a obra As enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul: Memórias, práticas e transformações, também organizada por ele. O livro reúne estudos de 26 pesquisadores e analisa as experiências vividas por escolas e comunidades durante a catástrofe climática que atingiu o Estado, destacando o papel das escolas como espaços de acolhimento e articulação social, além de refletir sobre as respostas construídas diante do desastre. Entre os colaboradores está a professora campo-bonense Patricia Duarte.Acesse as obras pelos links disponíveis em www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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