A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

A luta de Cheila contra o câncer de mama e a importância do autoexame e diagnóstico precoce

Redação / AG por Redação / AG
20 de outubro de 2025
em Comunidade
0 0
A A
A luta de Cheila contra o câncer de mama e a importância do autoexame e diagnóstico precoce

Foto: Arquivo pessoal

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Em setembro de 2024, um simples banho mudou o rumo da vida de Cheila Jaqueline Beck Birck Dalpiaz, de 35 anos, moradora do bairro Porto Blos. Ao perceber um caroço na mama, ela buscou ajuda médica e iniciou uma sequência de exames. Mesmo com a suspeita de um nódulo benigno, Cheila seguiu preocupada e buscou uma segunda opinião médica. Foi então que, em fevereiro deste ano, veio o diagnóstico que ninguém está preparado para ouvir: câncer de mama.

Encaminhada para tratamento oncológico em Taquara, Cheila iniciou as quimioterapias em 8 de abril. Foram oito sessões — quatro brancas e quatro vermelhas — concluídas em 10 de setembro. A cirurgia para retirada parcial da mama foi realizada na última sexta-feira (10). Em novembro, uma nova consulta para avaliação do resultado do exame patológico vai definir os próximos passos do tratamento, incluindo as radioterapias.

Desde o início, Cheila soube que enfrentaria um longo caminho. Quando ouviu a confirmação do diagnóstico, a primeira pergunta foi: “vou perder o cabelo?”. A resposta foi um dos momentos mais difíceis, junto com a percepção da queda dos fios, ao correr dos dias. “Me vi sem identidade, mas entendi que fazia parte do processo da minha cura”, conta.

A fé inabalável de Cheila foi o alicerce do tratamento. “O principal de tudo, quando descobri a doença, foi me agarrar em Deus. Não murmurar, aceitar a doença, pois 50% do tratamento é o psicológico. Ter uma rede de apoio também é fundamental para ajudar a passar pelo processo”, destaca.

Mãe de duas meninas, uma de 7 anos e outra de apenas 10 meses quando o tratamento começou, precisou interromper a amamentação e enfrentar o medo das sessões de quimioterapia. Mesmo assim, encontrou força no amor da família e na fé. O apoio do esposo, do irmão, da tia, da mãe e da sogra foi essencial para seguir firme, especialmente no cuidado com as filhas.

A primeira sessão de quimioterapia foi marcada por fortes efeitos colaterais, mas Cheila buscou apoio terapêutico e iniciou uma técnica da psicologia energética chamada “TFT”, que utiliza toques em pontos específicos do corpo para tratar desequilíbrios emocionais e físicos. A prática a ajudou a reagir melhor ao tratamento. “Meu corpo passou a absorver apenas o que precisava para combater o câncer”, explica.

O apoio da Liga Feminina de Combate ao Câncer também foi fundamental para passar pelo processo. Na instituição, Cheila encontrou acolhimento e passou por profissionais como assistente social e nutricionista, que a ajudaram durante o tratamento.

Com serenidade e coragem, Cheila segue escrevendo uma história de superação. Uma trajetória marcada por lágrimas, esperança e pela certeza de que cada etapa vencida é um passo a mais rumo à vida plena e ao recomeço.
Cheila reforça a importância do autoexame e aconselha outras mulheres. “Prestem atenção aos sinais. É extremamente necessário conhecer o próprio corpo e saber identificar quando aparece qualquer coisa estranha”, enfatiza. Aceitar e investigar sempre, pois o diagnóstico precoce aumenta chances de cura. “Não ter medo de conversar, desabafar, expor. Não precisamos passar pelo processo sofrendo”, pontua.

Por Mairan Pacheco

Post Anterior

“Sou filha do impossível”: Gisleine Kaizer completa um ano de luta e fé contra o câncer

Próximo post

Luiza Pioner leva o nome de Campo Bom à Maratona de Chicago, nos Estados Unidos

Notícias relacionadas

Mãe por escolha, por amor e pela vida: a história de Cátia Drumm que redefine a maternidade
Comunidade

Mãe por escolha, por amor e pela vida: a história de Cátia Drumm que redefine a maternidade

10 de maio de 2026
Recolhimento de podas atinge quatro bairros até dia 29
Comunidade

Prefeitura orienta moradores a respeitarem cronograma de podas em Campo Bom

7 de maio de 2026
Jovem campo-bonense morre em acidente de moto na RS-239
Comunidade

Jovem campo-bonense morre em acidente de moto na RS-239

6 de maio de 2026
Próximo post
Luiza Pioner leva o nome de Campo Bom à Maratona de Chicago, nos Estados Unidos

Luiza Pioner leva o nome de Campo Bom à Maratona de Chicago, nos Estados Unidos

Mais de 100 alunos do Brasil e Uruguai participam de encontro do Programa Acolher

Mais de 100 alunos do Brasil e Uruguai participam de encontro do Programa Acolher

Dois homens são presos por tráfico de drogas no Rio Branco

Dois homens são presos por tráfico de drogas no Rio Branco

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Mãe por escolha, por amor e pela vida: a história de Cátia Drumm que redefine a maternidade
  • Polícia Civil apreende R$ 50 mil e dois quilos de cocaína em operação em Campo Bom
  • Prefeitura orienta moradores a respeitarem cronograma de podas em Campo Bom

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 

A maternidade nem sempre começa na gestação. Às vezes, ela nasce no encontro, cresce na convivência e se fortalece no cuidado diário. A história de Cátia Beatriz Drumm, 35 anos, é prova de que ser mãe vai muito além dos laços de sangue: é, apesar e acima de tudo, uma escolha feita todos os dias.
Aos 24 anos, ao iniciar seu relacionamento com o atual esposo, Fabiano, Cátia também iniciou, sem saber, sua jornada como mãe. Bruno, hoje com 23 anos, já fazia parte da vida do companheiro. Diagnosticado com paralisia cerebral espástica, ele exigia cuidados específicos, uma realidade completamente nova para ela naquele momento.
“Me deu medo”, relembra. Sem experiência com crianças atípicas, vieram as inseguranças: o receio de não dar conta, de não ser suficiente. Mas o que poderia ter afastado, aproximou. Com o tempo, o cuidado virou rotina, a rotina virou vínculo e o vínculo se transformou em amor. Um amor construído, firme, paciente e verdadeiro.
Cátia sempre sonhou em ser mãe. Idealizava uma família com um filho menino e uma menina. E esse sonho ganhou novos contornos com a chegada de Sofia, hoje com 8 anos. A gestação foi planejada, mas trouxe, novamente, dúvidas e medos, especialmente sobre como seria a adaptação de Bruno com a irmã.
A resposta veio em forma de afeto. Desde os primeiros anos, Sofia demonstrou uma conexão única com o irmão. “Parece que ela nasceu sabendo o quanto ele precisa de nós”, conta Cátia. Entre cuidados, companheirismo e até pequenas brigas típicas de irmãos, os dois construíram uma relação marcada por proteção e parceria. “Ninguém mexe com ele. Ela está sempre por perto, cuidando”, diz a mãe.
A rotina da família é organizada em torno desse amor compartilhado. Bruno frequenta a APAE três vezes por semana e realiza acompanhamento médico regular. Cátia e o marido trabalham fora e dividem as responsabilidades com naturalidade, ajustando horários e contando, quando necessário, com o apoio de uma cuidadora. Tudo funciona como uma engrenagem construída com empatia e dedicação. Mas foi na maternidade em suas diferentes formas que Cátia encontrou sua maior transformação.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br
  • A Polícia Civil apreendeu R$ 50 mil em espécie e cerca de dois quilos de cocaína durante uma operação realizada mo município na quinta-feira (7). A ação foi conduzida pela 4ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (4ª DIN), vinculada ao Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc).

A operação ocorreu após o recebimento de informações apontando que dois imóveis no município estariam sendo utilizados para armazenamento de drogas e valores provenientes do tráfico de entorpecentes. A partir disso, equipes de investigação iniciaram monitoramento para confirmar as suspeitas.

Com base nos elementos apurados, a autoridade policial representou pela expedição de mandados de busca e apreensão, que foram autorizados pela Justiça e cumpridos em dois endereços da cidade.

Em uma residência localizada no bairro Jardim do Sol, os policiais encontraram duas peças de cocaína, totalizando aproximadamente dois quilos, além de uma balança de precisão e R$ 1.344 em cédulas fracionadas.

Já em um imóvel na região central de Campo Bom, foram apreendidos R$ 50 mil em espécie. Segundo a Polícia Civil, o dinheiro estava escondido em potes dentro de armários da cozinha e também em meias guardadas em um guarda-roupas.

Todo o material recolhido foi encaminhado para os procedimentos legais. Os investigados já foram identificados e irão responder pelo crime de tráfico de entorpecentes.

De acordo com a delegada Ana Flávia Leite, titular da 4ª DIN, a operação integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar o combate ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e à atuação de organizações criminosas.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 08.05

Destaques da edição impressa 🗞️ 

➡️ Três formas de ser mãe, um só amor;

➡️ Conheça o Coletivo Movimento Acessível;

➡️ Jovem atleta de Campo Bom, conquista vaga na final nacional de corrida de rua.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 08 de Maio.

PONTOS DE VENDA:
https://agazetacb.com.br/pontos-de-venda

#jornalagazetacb #campobom #noticiascampobom #jornalismocomunitario #jornaldointerior
  • A Polícia Civil de Campo Bom prendeu em flagrante, nesta quinta-feira, 07, um homem suspeito de tráfico de drogas no bairro Colina Deuner. A prisão ocorreu após investigação que apontava que o indivíduo utilizava a própria residência como ponto de armazenamento de entorpecentes.

Durante a ação, os policiais localizaram uma caixa de papelão contendo 12 tabletes da substância, totalizando 12,985 quilos de droga.

Conforme a Polícia Civil, a quantidade apreendida e a forma como o material estava armazenado reforçam a suspeita de que o imóvel servia como base para guarda e distribuição de entorpecentes destinados ao tráfico. Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que a comunidade pode colaborar com investigações por meio de denúncias anônimas pelo WhatsApp, no número (51) 98401-3237.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 07.05

➡️ Sexta-feira tem semifinal da Série Ouro de Futsal, no Karl Heinz Kopittke.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetaCB.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 06.05

➡️ Feira do Agricultor terá programação especial para o Dia das Mães.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um grave acidente de trânsito resultou na morte de um motociclista na noite de terça-feira (5), por volta das 22h30, na RS-239, em Campo Bom. O acidente aconteceu nas proximidades do quilômetro 23 da rodovia.

A vítima foi identificada como Bruno Luiz da Silva, de 26 anos. Conforme informações apuradas, ele conduzia uma motocicleta Honda CG 150 no sentido Sapiranga–Novo Hamburgo, quando acabou colidindo na lateral traseira de um veículo BYD Dolphin, com placas de Novo Hamburgo, que acessou um dos retornos da rodovia.

Com a força do impacto, o motociclista foi arremessado por alguns metros e morreu ainda no local. No automóvel estavam três ocupantes, que não sofreram ferimentos.

O corpo de Bruno será sepultado no Cemitério Municipal de Campo Bom. O velório tem início às 21h desta quarta-feira, na Capela A e o sepultamento acontece amanhã, 07,  às 10h.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.