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Reinventa Campo Bom: A Festa da Resistência

Redação / AG por Redação / AG
29 de setembro de 2020
em Comunidade
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Reinventa Campo Bom: A Festa da Resistência
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Hoje o Jornal A Gazeta encerra a série de reportagens com os profissionais que se reinventaram e reinventaram seus negócios para que eles seguissem trabalhando em meio a pandemia. Destinamos o mês de setembro para contarmos histórias que inspiram pela capacidade de transformar momentos obscuros, tristeza e medo em ações positivas para recomeçar em meio ao caos. Nesta matéria de encerramento da série, os olhares estão voltados o setor de festas e eventos, um dos mais afetados com o isolamento social.

Inoperante há mais de sete meses e com estimativa de pior ano nas duas últimas décadas, o segmento de eventos amarga com as medidas restritivas impostas pelo “novo normal”. O Ministério da Economia não considera essa atividade como uma das afetadas pela pandemia de Covid-19. A lista foi publicada na terça-feira, 15, em portaria do Diário Oficial da União. Responsável por 4,32% do PIB nacional e com movimentação anual de R$ 1 trilhão, a produção de eventos realiza mais de 590 mil empreendimentos por ano em todo o país. Segundo a ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Evento), com cerca de 300 mil eventos cancelados, a estimativa é de que até o mês de outubro cerca de 840 mil trabalhadores do setor estejam desempregados.

No Rio Grande do Sul o cenário não é diferente, segundo pesquisa realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) em abril deste ano, a pandemia afetou em 98% o setor de eventos. Ainda de acordo com o levantamento, o faturamento apresentou uma queda entre 76% e 100% na comparação com o mesmo período do ano passado. “No Estado, o setor movimenta mais de 500 mil empregos diretos e indiretos e com faturamento aproximado de R$ 209,2 bilhões e afeta em mais de 70 setores da economia entre eles, logística, hotelaria, gastronomia e outros”, detalha a presidente da Associação Gaúcha de Empresas e Profissionais de Eventos (AGEPES), Claudia Fattore de Matos.

Segundo Claudia, a reinvenção foi essencial para o setor. “Foi fundamental pra manter a “roda girando”, mas não foi suficiente. A fragilidade financeira está muito grande. Precisamos de uma retomada integral pra o equilíbrio do setor e sabemos que deve demorar vários meses, ainda para a normalização dos eventos sociais”.

Reinvenção das comemorações

No “novo normal”, o setor que mais “depende” de aglomerações tem buscado se reinventar para sobreviver. Empresas que oferecem decorações para festas, locações de salão para eventos, bufffes e serviços em geral viu o número de contratos cair do dia para a noite e, para se manter funcionando, precisaram abrir o leque de negócios.

É o que a fundadora e proprietária da Cupcake Festas, Kalinka Tombini, tem procurado fazer. Há seis anos no ramo, sua empresa do bairro Paulista, em Campo Bom, oferece produtos para locação, como também pode realizar a organização do evento como um todo. Mas a pandemia gerou desistências de contratos e uma queda no faturamento do local. “Dia 18 março tivemos que fechar a casa, com certeza não esquecerei esse dia, foi intenso de muitas emoções e sentimentos. Mas jamais pensei em encerrar as atividades, coloquei toda minha energia em ir em busca de solução e manter a Cupcake viva, na memória de nossos clientes e financeiramente também”, comenta.

Desistir não era uma opção

Diante da necessidade de alternativas, ela pesquisou e decidiu focar em outros nichos. Foi assim que nasceu o Amor em Caixa. “Montamos os boxes de café da manhã ou tarde, box para maternidade, presentes especiais com balões, balões a gás e agora investimentos em dois carrinhos festeiros. Uma decoração pequena, mas muito afetivas para que os clientes comemorarem em sua casa”, disse, salientando que tem tido boa procura do estilo de evento, mas no início não foi fácil. “Na primeira tentativa quase desisti, criei uma expectativa em relação aos cafés nas caixas, e vendi apenas duas no dia das mães. Parei, pensei o que não estava certo, porque nosso buffet oferecido é muito diferenciado. Mas o que tinha dado errado?”, se questionava a empresária.

Disposta a fazer o projeto decolar, Kalinka investiu em uma embalagem totalmente diferenciada, começou a expor os alimentos em fotos e vídeos para que os clientes tivessem noção de como era composto o box em cada detalhe pensando na pessoa que seria presenteada. Foi aí que as vendas alavancaram. “No Dia dos Pais levamos 40 boxes de café da manhã e tive relatos emocionantes de família queridas”, relembra.

A ideia que surgiu para presentear as mamães que tinham a festa agendada com a empresa, em forma de acalmar seus corações naquele momento que teriam que “adiar ” seus sonhos agora é a nova aposta da empresa campo-bonense. “Não tive a intensão de monetizar naquele momento e sim levar conforto. Mas diante do sucesso com toda certeza o Amor em Caixa, veio para ficar e fortalecer nossa marca. Estamos nos organizando para atender os dois e trazer ainda mais novidades”, completa.

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  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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  • AG CONTIGO | 10.06

➡️ Votação da Consulta Popular acontece nesta quarta, 10, na Câmara de Vereadores.

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