A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Moradores questionam mau cheiro de arroio

Redação / AG por Redação / AG
8 de dezembro de 2020
em Saúde
0 0
A A
Moradores questionam mau cheiro de arroio

Angélica Spengler/AG

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Prefeitura diz que local funciona como uma bacia de deposição de esgoto doméstico.

Forte odor e coloração estranha. Essas são as características utilizadas por um grupo de moradores do bairro Aurora, em Campo Bom, para definir as condições da água do Arroio Schmidt. De acordo com os campo-bonenses, o líquido, no local, está apresentando mau cheiro há cerca de dois meses. A comunidade diz que o problema não é comum e que vem se agravando desde o início do ano.

Residindo há mais de 60 anos no bairro, o aposentado Juarez da Costa, 63 anos, afirma que está surpreso com a situação. “Antes, era tudo bem limpo dava até pra tomar banho e pescar, e agora a água tá escura e com esse cheiro insuportável. Até o ralo do banheiro eu tampei achando que o cheiro vinha de lá, mas era do arroio. Fica ruim para nós, porque tem várias crianças que brincam por perto e acho que pode ter algum tipo de veneno sendo jogado aqui porque não deve ser de esgoto”, comenta”.

O que mais atrapalha a dona de casa Solange Vicente, 46, que mora na Rua Alvorada, próximo ao arroio, é o odor. “Tem dias que não dá pra ficar com as janelas e as portas aberta por que vem um fedor muito forte parece uma carniça”.

Problema se arrasta por três décadas

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema) de Campo Bom esclarece que o “lago” formado pelo alargamento e barragem do Arroio Schmidt, no bairro Aurora, funciona como uma bacia de deposição de matéria orgânica. “Trata-se de um problema complexo de mais de trinta anos. Na década de 1980 a empresa proprietária da área construiu uma barragem e acabou formando uma grande lagoa. Com a rápida urbanização dos bairros Aurora e Ipiranga, praticamente todo o esgoto doméstico e por vezes industriais acabou sendo lançado para essa lagoa. Por consequência, acaba acumulando os sedimentos do esgoto de todos os moradores dos dois bairros. Somado a isso, se proliferam as marrequinhas (aguapés) e inicia uma decomposição sem oxigênio, que libera esse cheiro ruim. Além disso, tem o problema dos descartes irregulares de lixo no local que também é um fator que contribui com o agravamento do problema”, comenta João Flávio da Rosa, secretário do Meio Ambiente.

O problema, segundo o secretário se agrava com o calor e baixa do regime hídrico no verão. “A baixa vazão do Arroio Schimidt devido a previsão de mais uma seca rigorosa, agravado com o continuo lançamento de esgoto para o açude a tendência é que infelizmente o problema se estenda por todo o período da estiagem”, observa.

Solução definitiva exige tratamento de esgoto e regularização fundiária

João Flávio explica que o local tem um problema crônico de lançamento de esgoto cloacal que chega tanto pela rede mista quanto in natura, de áreas irregulares. “Praticamente todo o esgoto gerado nos bairros Aurora, Ipiranga e de algumas casas no Imigrante Norte são lançados sem nem um tratamento para a lagoa. Em relação a ocupação dos moradores próximos do campo do Independente existe um compromisso da atual administração de remoção das famílias para uma área próxima que inclusive já está com terraplanagem concluída, dependendo da aprovação dos projetos na CORSAN. O loteamento será provido de toda a infraestrutura necessária, inclusive a construção de uma estação de tratamento de esgoto Coletiva para tratar os dejetos dos moradores e evitar o lançamento para o açude”, detalha o secretario, frisando que as medidas seriam a solução definitiva do problema.

Já um paliativo para o problema, que se intensifica nos meses de calor, seria a remoção das marrequinhas (aguapés) da superfície da lagoa, e a médio prazo a instalação de uma rede mista de coleta do esgoto. “Basicamente será a colocação de um cano na beira do arroio interceptando todo o esgoto que chega por vários canos menores e lançar a jusante da lagoa além de seguir fiscalizando as empresas no entorno quanto a possíveis lançamentos irregulares”, completa.

Post Anterior

Três pessoas são presas com mais de 40kg de drogas

Próximo post

Verão Solidário distribui roupas para população em situação de vulnerabilidade social

Notícias relacionadas

Campo Bom representa o RS em evento de epidemiologia e conquista destaque nacional
Saúde

Campo Bom representa o RS em evento de epidemiologia e conquista destaque nacional

23 de abril de 2026
UBS Paulista terá atendimento na próxima segunda-feira, dia 11, durante o feriadão
Saúde

UBS Paulista dará suporte aos atendimentos do PA na próxima segunda-feira

16 de abril de 2026
Mais de 550 doses da vacina contra a gripe foram aplicadas no Dia D
Saúde

Mais de 550 doses da vacina contra a gripe foram aplicadas no Dia D

14 de abril de 2026
Próximo post
Verão Solidário  distribui roupas para população em situação de vulnerabilidade social

Verão Solidário distribui roupas para população em situação de vulnerabilidade social

A magia do teatro invade as casas dos alunos da rede municipal de ensino

A magia do teatro invade as casas dos alunos da rede municipal de ensino

Natal com Covid-19 desafia comércio

Natal com Covid-19 desafia comércio

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento
  • Guarda Municipal prende homem por furto de fios na Celeste
  • Prefeitura inicia calendário anual de podas de árvores

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 28.04

➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.