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Mãe e filho doentes: O drama da família Lopes

Redação / AG por Redação / AG
20 de novembro de 2019
em Comunidade
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Mãe e filho doentes: O drama da família Lopes

Angélica Spengler/AG

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A dona de casa Daiane da Silva Lopes, moradora do bairro Dona Augusta em Campo Bom, luta há quatro anos contra uma enfermidade que ainda não tem cura, o Lúpus, doença inflamatória autoimune, que pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, como pele, articulações, rins e cérebro, desencadeada por um desequilíbrio no sistema imunológico, exatamente aquele que deveria proteger o ser humano contra o ataque de agentes como vírus e bactérias.

Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

O tipo de Lúpus diagnosticado em Daiane foi o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES), considerado o mais agressivo. Nessa forma da doença, a inflamação acontece em todo o organismo da pessoa, o que compromete vários órgãos e sistemas, além da pele, como rins, coração, pulmões, sangue e articulações. E o tratamento indicado são altas dosagens de corticoides, medicamento ao qual a campo-bonense é alérgica. Uma das alternativas encontradas pelos médicos foram sessões de quimioterapia, estratégia comum em graves crises de Lúpus. “Inicialmente fui diagnosticada com laringite, depois laringite crônica e meses depois, após 64 exames diferentes, quando já tinha perdido os movimentos das pernas e braços descobriram que era Lúpus”, relembra Daiane.

Muito debilitada a vendedora que trabalhava em uma loja de confecções no Centro do município, foi afastada e encaminhada para receber auxílio-doença pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Beneficio que ela espera há quatro anos. “Já passei pelo perito e foi comprovado que não tenho como trabalhar. Não estou trabalhando porque não quero. Na verdade eu quero trabalhar, sempre trabalhei, mas quem vai dar uma chance à alguém que passa 3 dias por semana no hospital?”, questiona a dona de casa de 35 anos.

Diagnóstico do filho piorou a situação

Sem auxílio-doença e sem emprego Daiane fez rifas, meio-frango, brechós e contou com muita ajuda dos amigos, mas a situação se agravou em janeiro deste ano, quando o filho único Jean, de 17 anos foi diagnosticado com câncer no braço direito. “Como éramos só eu e ele, quando aconteceu tudo isso comigo ele parou de estudar para trabalhar e ajudar em casa. Estava tudo bem até setembro do ano passado quando começaram as dores fortes. Todas as vezes que levava na emergência diziam que era dor muscular, medicavam e liberavam. No dia 5 de janeiro Jean passou muito mal então levei direto para a Santa Casa em Porto Alegre, onde foi diagnosticado com câncer”, comenta.

Segundo laudos médicos, o adolescente tinha desenvolvido um tumor de 12cm no braço direito, em estado avançado já havia necrosado o osso. Após a biopsia apontar que o câncer raro do tipo Sarcoma de Ewing era maligno a indicação do corpo clínico era a amputação do membro. “Eu não podia permitir, tínhamos que lutar mesmo que as chances fossem pequenas”, desabafa a mãe que relembra que depois de dez sessões de quimioterapia o filho participou de um programa experimental de congelamento ósseo, muito utilizado no Japão e nos EUA. “Jean foi o primeiro paciente a passar por essa cirurgia no Brasil, sabíamos dos riscos dele perder os movimentos da mão, mas graças a Deus deu tudo certo”.

Bastante agressivo, o Sarcoma de Ewing é considerado um tumor pediátrico e o tratamento leva de 5 a 6 anos. Jean já passou por cinco cirurgias e iniciou um novo ciclo de sessões de quimioterapia na última semana.

Paralelo ao tratamento do filho, semanalmente Daiane também faz sessões de quimio. “Está bem difícil, tanto eu como ele debilitados e sem fonte de renda. Como meu acompanhamento é no Vale do Sinos fica mais fácil, mas o dele é na Santa Casa em Porto Alegre. Vamos de segunda à sexta-feira, saímos antes das seis horas da manhã e voltamos perto da meia noite”, pontua a dona de casa.

Ajuda

A família precisa de doações para bancar os custos com transporte e alimentação na capital, para que o jovem possa receber o tratamento necessário. Interessado em fazer doações, a mãe disponibiliza uma conta para depósito.

Caixa Econômica Federal
Agência: 0461
Operação: 013
Conta poupança: 00095284-1
Titular: Daiane da Silva Lopes CPF: 008.095.930-09 Fone: 99177-5062

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  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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  • AG CONTIGO | 10.06

➡️ Votação da Consulta Popular acontece nesta quarta, 10, na Câmara de Vereadores.

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