Com apenas seis meses de trajetória, o Grupo Multicultural de Dança Alme, de Campo Bom, já conquistou um importante reconhecimento. Formado por dez dançarinas e ativo desde fevereiro deste ano, o grupo conquistou o prêmio de Coreografia Destaque 1, recebendo o troféu de Melhor Coreografia da Noite no 2º Festival de Danças Folclóricas e Populares de Sapiranga.
O evento, promovido pelo Grupo Origens, ocorreu nos dias 22 e 23 de agosto, no Centro Municipal de Cultura Lúcio Fleck, em Sapiranga, reunindo mais de dez grupos locais e regionais. A conquista do grupo campo-bonense foi alcançada com a coreografia “Ai, Menina”, escolhida entre os três destaques da noite.
Para o coordenador e coreógrafo do grupo, Vitor Alves, o reconhecimento tem um significado especial, já que esta foi a primeira participação do Alme em um festival. “É uma emoção indescritível. Conquistar a premiação máxima da noite, como Melhor Coreografia, sendo um grupo novo e participando do nosso primeiro festival, é uma realização enorme. Esse reconhecimento representa todo o esforço, dedicação e, principalmente, a paixão que cada integrante colocou em cena”, destaca.
O Alme se define como um grupo multicultural e trabalha com diferentes estilos, incluindo danças populares, modernas e folclóricas. Atualmente, o repertório conta com quadros de carimbó e dança indígena amazônica, além de outras apresentações em preparação.
Segundo Vitor, mais do que a competição e os troféus, a dança tem um papel de conexão com a cultura e com a própria identidade das integrantes. “Para nós, a dança representa amor, união e pertencimento, mas também é uma forma de manter viva a nossa cultura e o nosso folclore brasileiro. Ver cada aluno se envolvendo, aprendendo e levando para o palco as nossas tradições com tanto orgulho e carinho é algo que não tem preço”, afirma.
A conquista, conforme o coreógrafo, é apenas o início da história do grupo. “Mais do que um prêmio, essa conquista representa a força de um grupo que se uniu pela paixão pela dança, pelo folclore e pela cultura brasileira. Somos um grupo novo, mas com um propósito enorme: valorizar nossas raízes e mostrar que o folclore continua vivo através de cada movimento, cada música e cada pessoa que dança”, reforça.
A próxima apresentação do Alme já está marcada. O grupo participou, também, da segunda edição do Festival Campo Bom em Movimento, que ocorreu no Auditório Marlise Sauressig, no último domingo (30). “Essa foi a nossa primeira conquista e certamente é só o começo da nossa história”, projeta Vitor.



