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Família, amigos e autoridades se despedem de Evaldo Dreger

Redação / AG por Redação / AG
12 de agosto de 2020
em Comunidade
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Família, amigos e autoridades se despedem de Evaldo Dreger

Angélica Spengler/AG

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Campo Bom se despediu de Evaldo Dreger, na quarta-feira, 5, em velório na Câmara de Vereadores. O empresário e político faleceu aos 96 anos na madrugada de quarta-feira em Novo Hamburgo. Ele estava internado desde 17 de julho no Hospital da Unimed em virtude de um câncer.

Seu Evaldo, como era carinhosamente conhecido, foi um expoente da política campo-bonense tanto no movimento emancipacionista como também no comprometimento para o desenvolvimento da cidade atuando na política por mais de sessenta anos. Foi eleito pela primeira vez como vice-prefeito de Campo Bom em 1959, período em que atuou ao lado de Adriano Dias. Em 1964 foi eleito prefeito do município, permanecendo no cargo até 1968. Sócio fundador do Rotary Club Campo Bom, era membro atuante da entidade. Como desportista, representou o Clube 15 de Novembro no futebol, bolão e tiro esportivo. Em nota, o prefeito Luciano Orsi lamentou a morte de Evaldo Dreger e decretou luto oficial de três dias no município. “Além de uma pessoa muito conhecida, foi um prefeito que deixou sua marca de contribuição pelo desenvolvimento da cidade, com um espírito jovem e à frente de seu tempo. Mesmo afastado da política, continuou sendo um cidadão comprometido, uma pessoa envolvida com os assuntos comunitários, sempre atento à cidade”, afirmou o prefeito Luciano Orsi. A Câmara de Vereadores e o Partido Progressista, no qual Evaldo era filiado, também emitiram nota de pesar.

Além de político, Dreger era sócio fundador de uma imobiliária que levava seu sobrenome. Dreger deixa uma filha, dois netos e duas bisnetas. Por meios das redes sociais, o neto Fabiano Senger lamentou a morte do avô. “A vida aqui neste plano terreno é rápida e passageira, mas nunca queremos perder daqui quem amamos. Preciso agradecer a Deus a oportunidade de ter convivido com Seu Evaldo Dreger. O que nos ligava vai muito além do sangue. Nossa relação era de companheirismo e amizade”.

Trajetória

À frente da administração municipal, Dreger foi o idealizador de grandes obras como a construção da ponte sobre o Rio dos Sinos, mais conhecida como Ponte da Barrinha. A inauguração da Hidráulica Campo Bom, que permitiu o acesso à água potável em todas as residências do município, a iluminação no bairro Mônaco e a instalação da Prefeitura no prédio da antiga Estação Férrea (atual Espaço de Cultura Dr. Liberato).

Um cidadão do mundo. Do nosso mundo – Por Mauri Spengler

“Seu Evaldo filosofava sobre a vida. Isso era mágico e maravilhoso para mim. Vai em paz, meu avô, palestrar e filosofar no Céu. Muito obrigado por tudo, lindo. Te amo. Jamais vou te esquecer.” Isto foi postado nas redes sociais pelo neto do seu Evaldo, Fabiano Senger, e me aproprio desta frase, como uma espécie de ajuda para iniciar este texto, pois escolhi como sendo uma das mais belas, puras e verdadeiras demonstrações de amor entre as tantas que li. Tal qual o Fabiano, medindo-se as devidas proporções eu também me sinto muito emocionado. Porém, é preciso dizer que, muito antes da tristeza que insiste em invadir nossos corações e nossas almas devemos ser agradecidos, por convivermos no mesmo tempo do seu Evaldo e ricos somos em tê-lo conhecido.

Certa ocasião escrevi que, enquanto nós tivermos cidadãos como o seu Evaldo, seu Ernani, seu Armim (e citei também outros tantos nomes), os outros municípios poderiam fazer o que quisessem, inclusive copiar aquilo que fazíamos, como a nossa Festa do Sapato, que eles jamais chegariam perto de Campo Bom, que nós sempre seríamos os melhores, como, modestamente continuamos sendo. Lembro, á época que o seu Evaldo veio conversar comigo para me agradecer e, com aquele seu sorriso “debochado” e sem um pingo de modéstia me disse, “viu ó, gostei do que escreveu”.

Ah, eu teria tanto para falar deste cidadão. Foram tantas passagens, conversas, debates, concordâncias e discordâncias que não caberia em uma coluna, nem mesmo em um livro, tudo, mas tudo mesmo era muito pouco em se tratando do seu Evaldo. Houve um tempo que a nossa cidade passou a ser chamada e conhecida como “Pequeno Gigante”. Certamente um dos motivos era para dar ainda mais lugar para que homens como o seu Evaldo pudessem ocupar. Em janeiro de 2018 fiz uma matéria especial com o seu Evaldo, ocasião em que lembramos os 50 anos de suas principais obras realizadas no ano de 1968 quando era prefeito.
Poucos, raríssimos ex-prefeitos conseguiram comemorar este feito, o seu Evaldo conseguiu. E, eu tive a graça e a honra de contar esta história. Ele era ou não era um Gigante? Sim, era um gigante. O seu Evaldo era um cidadão do mundo, do nosso mundo, do mundo de Campo Bom. Vá em paz meu velho amigo…

Homenagens

“Seu Evaldo Dreger foi uma das maiores lideranças e um dos maiores amores que Campo Bom já teve. Ele dedicou a vida a trabalhar e contribuir para o desenvolvimento da cidade, tanto que a história do município está ligada diretamente a ele, uma das lideranças emancipacionistas. Nossa cidade não será a mesma sem Seu Evaldo. Porém, acredito que ninguém contribuiu tanto, amou tanto, se entregou de corpo e alma como ele. Não existem palavras para dimensionar a falta que ele fará para Campo Bom, menos ainda para expressar tudo o que ele construiu e nos ensinou”.

Luciano Orsi, prefeito de Campo Bom

“É uma grande lástima, Campo Bom perde uma grande liderança. Um líder nato que cumpriu seu papel fazendo o bem para Campo Bom, sempre aberto ao diálogo. Visionário, à frente de seu tempo ele pensava a cidade com olhos no futuro, sempre foi assim. Hoje (quarta-feira) perdi um amigo e uma referência, de ser humano e de cidadão campo-bonense, que não mediu esforços para ver nosso município crescer e prosperar”.

Ernani Reuter, empresário

“Recebo com tristeza a notícia do falecimento do meu amigo Evaldo Dreger. Tive o privilégio de conviver com esta figura ímpar, um líder nato, tão raro nos dias atuais.Seu Evaldo deixa um legado com marcas positivas e profundas para nossa comunidade, feitas por este cidadão, em toda sua dimensão de caráter e força. Hoje perdemos um dos grandes, que sempre será lembrado como um gigante da comunidade”.

Giovani Feltes, Deputado Federal (MDB)
Foi na gestão de Evaldo Dreger, que a ponte da Barrinha foi construída
Evaldo foi o responsável pela instalação da prefeitura no prédio da antiga estação férrea
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  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

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  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

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➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

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Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

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