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Ex-funcionários da Catléia recebem a última parcela de seus direitos trabalhistas

Redação / AG por Redação / AG
16 de setembro de 2021
em Comunidade
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Ex-funcionários da Catléia recebem a última parcela de seus direitos trabalhistas

Divulgação

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Após quase 24 anos de espera, trabalhadores da extinta Calçados Catléia-Seiva, que encerrou atividades na semana que antecedia o Natal de 1997, finalmente começam a receber a última parcela de seus direitos trabalhistas. Resultado de uma longa batalha judicial, travada pelo Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom juntamente com a Sra. Sindica da massa falida, Advogada Loiva Pedron e o acompanhamento de comissões de trabalhadores, que chegaram ao Superior Tribunal de Justiça e ao Supremo Tribunal Federal (STF), questionando inúmeras leis para garantir os direitos dos trabalhadores. O anuncio foi publicado na rede social da Entidade na última sexta-feira, 10.

O sentimento, por parte da direção do Sindicato é de dever cumprido, após muitas idas e vindas numa batalha permanente do Sindicato, ressaltando sempre que o trabalhador não poderia ser prejudicado, ficando sem receber os seus direitos trabalhistas.

Quando ocorreu a falência da Calçados Catléia, em novembro de 1997, os trabalhadores foram dispensados sem receber os salários do mês de novembro, dezembro, o 13º salário e outros direitos. A batalha jurídica que se estabeleceu, passou, inclusive, pela Lei de Falências que, até hoje, permite que os banqueiros recebam antes dos trabalhadores quando há adiantamento de contrato de câmbio.

A Lei nº 11.641, de 2011, orientava que o precatório poderia ser pago de uma vez para os trabalhadores receberem. Porém, a Emenda nº 62, art.100, da Constituição, permite que a União compense suas dívidas quando deve para uma massa falida um precatório, como foi o caso da Calçados Catléia.

Com isso, o pagamento da dívida da empresa, através dos precatórios (retorno de impostos), definido pela justiça, priorizou as dívidas que a empresa possuía com a União, INSS, Receita Federal e Bancos, em detrimento dos trabalhadores. Estas decisões em instâncias superiores fizeram com que todos os valores arrecadados com máquinas, moveis, imóveis de prédios e terrenos fossem abocanhados pelo setor financeiro e a receita federal.

Felizmente havia uma ação antiga de restituição de IPI que resultou em um precatório que possibilitou o pagamento corrigido dos sagrados créditos trabalhistas. O Vice-Presidente, Júlio Lopes da Luz, presidente em exercício lembra que: “muitos companheiros a certa altura da demora interminável e a ação dos bancos tinham perdido a esperança de receber seus direitos”. Maria Regina Knevitz que é diretora coordenadora do setor jurídico, diz que é testemunha da angústia e depois também do alívio, satisfação e agradecimento pela luta do sindicato e o resultado final.

Testemunha e ator principal do sindicato desde o fechamento, o Presidente licenciado, Vicente Selistre, lembra da triste e revoltante situação em dezembro de 1997 com o encerramento das portas e a correria para liberar os valores de FGTS para que o natal não fosse ainda mais difícil já que os dias trabalhados não foram pagos e o nem um centavo de décimo terceiro. Foram passeatas, assembleias e manifestações nas ruas, em frente da prefeitura, na assembleia legislativa e no Palácio do governo para se tentar que outra empresa retomasse a produção já que a marca Catléia era ainda muito forte.  Depois em frente ao fórum, reuniões com a juíza, em seu curtíssimo mandato de deputado federal reuniu com a juíza dos valores do precatório salvador e fez pronunciamentos com denúncia da situação na tribuna da Câmara Federal.  “De um lado estou feliz pelo pagamento e sua devida atualização, de outro preocupa que o setor financeiro mantém privilégios em prejuízo ao valor do trabalho, também lamento pelas dezenas de companheiros e companheiras que nos deixaram durante este tempo e hoje aqui estão representados pelas famílias” destacou Vicente  no programa Bandeira da Verdade de sábado dia 11.09.21.  “Com o pagamento da última parcela, encerra-se essa luta muito dura e sofrida”, finalizou.

Qualquer dúvida os interessados devem entrar em contato com o setor jurídico do Sindicato.

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  • Marcos & Belutti já estão na vibe do Natal da Integração e mandaram um recado especial pra Campo Bom.

Eles se apresentam neste sábado, às 20h30, no Largo Irmãos Vetter. 

🎥 Confira:
  • AG CONTIGO | 03.12

➡️ Natal da Integração começa nesta sexta-feira, 05;

➡️ 30 árvores natalinas do comércio local, decoram a praça João Blos.

MAIS NOTÍCIA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Polícia Civil de Campo Bom resgatou, na tarde desta terça-feira (02), um sabiá-laranjeira mantido em uma gaiola suja e em condições insalubres dentro de uma residência no bairro 25 de Julho. Os agentes chegaram ao local após denúncia.

Durante a averiguação, também foram encontradas calopsitas criadas de forma irregular. O sabiá apresentava ferimentos significativos, registrados em vídeo pela equipe.

O animal recebeu atendimento imediato do biólogo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e será encaminhado ao Zoológico de Canoas, onde passará por tratamento especializado.

O caso foi registrado como crueldade contra animais, e um procedimento policial será instaurado para apurar a responsabilidade dos moradores.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo WhatsApp da Polícia Civil de Campo Bom: (51) 98401-3237.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Campo Bom fez história no ENART 2025, realizado no final de semana de 21, 22 e 23 em Santa Cruz do Sul. O município mostrou força muito além dos palcos: brilhou nas danças, no talento individual, na música, na comunicação e na mediação cultural, provando que o tradicionalismo campo-bonense é grande em todos os cenários.

Nas Danças Tradicionais Força A, duas invernadas adultas chegaram entre as melhores do Rio Grande do Sul. O CTG M’Bororé conquistou o 9º lugar e ainda levou o prêmio de Melhor Indumentária do ENART 2025. Já o CTG Guapos do Itapuí encerrou sua participação como 10º colocado, celebrando uma jornada de superação e entrega.

Campo Bom também marcou presença nas modalidades individuais com representantes dos três CTGs do município: Palanques da Tradição, M’Bororé e Guapos do Itapuí, reforçando a qualidade artística local nas categorias de interpretação vocal, declamação, chula e gaita.

E o grande destaque do festival veio com o músico campo-bonense Cairon Silva, integrante do conjunto musical da Sociedade Gaúcha de Lomba Grande, que se consagrou campeão do ENART 2025 na categoria Conjunto Musical Força A. A conquista tem um brilho ainda mais especial: este ano marca os 30 anos de participação do artista no evento, que descreveu o momento como “indescritível, cheio de gratidão e responsabilidade”.

A presença de Campo Bom também foi além das apresentações. A TV do Gaúcho, produtora da cidade, realizou pela primeira vez a cobertura digital oficial do ENART, criando conteúdos que ultrapassaram 1,6 milhão de visualizações,  um marco para a comunicação do festival.

Outro momento histórico veio com a estreia de Renata da Silva como entrevistadora, mediando conversas nos intervalos das performances. Ex-1ª Prenda do Estado, ela levou sensibilidade e conhecimento cultural às entrevistas, aproximando o público do olhar artístico dos grupos.

O saldo final do ENART 2025 foi de orgulho: Campo Bom não apenas competiu,  protagonizou. No palco, nos bastidores e na música, o município mostrou que o tradicionalismo é força, identidade e paixão que atravessam gerações. 💙🤍

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Após seis meses de jogos, convivência e aprendizado dentro e fora de campo, a 3ª edição da Acolher Cup chegou ao seu momento mais aguardado no último sábado (29), com finais marcadas por emoção e desempenho coletivo. As partidas ocorreram no campo do Oriente e reuniram torcidas vibrantes de diversas cidades da região.

Promovido pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Educação e Cultura, o torneio envolveu equipes de Sapiranga, Dois Irmãos, Estância Velha, Novo Hamburgo e Campo Bom, entre maio e novembro.

O evento de encerramento trouxe duas grandes conquistas para os atletas campo-bonenses. Na categoria Silver Sub-10, o Programa Acolher venceu o Santos, de Estância Velha, por 1 a 0, conquistando o primeiro título do dia. Já na Silver Sub-11, após empate em 1 a 1 diante do mesmo adversário, a decisão foi para os pênaltis. Com vitória por 3 a 1, Campo Bom ergueu o segundo troféu da competição.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • CAG CONTIGO | 02.12

➡️ Campo Bom abre processo seletivo para contratação de profissionais da Educação;

➡️ Dr. Chicão receberá título de Cidadão Campo-bonense.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Criar conteúdo é incrível, mas ninguém conta o quanto pode ser instável. Tem dias em que tudo flui e outros em que a inspiração simplesmente some. A maior luta de quem vive da internet é manter a constância quando a rotina aperta, a criatividade trava e o algoritmo não ajuda.

Esse é o caso do campo-bonense Roger Augusto, 30 anos, que conquistou milhares de seguidores com seu jeito autêntico, misturando humor e fatos do dia a dia. A paixão por gravar começou ainda na infância, mas o reconhecimento veio de forma espontânea lá em 2015, na época do SnapChat. As postagens viralizaram rápido e, com a chegada do Instagram, ele migrou para o perfil @rogeeraugusto, onde o público cresceu ainda mais. “Foi um choque quando comecei a ser reconhecido na rua”, lembra.

Mesmo com o sucesso, ele percebeu que não se encaixa no ritmo de “postar por obrigação”. Criar conteúdo é prazer, não obrigação. “Tem períodos em que sinto bloqueio, e tudo bem”, conta.

Neste ano, Roger viveu uma de suas experiências mais intensas: mudou-se para São Paulo para integrar a Mansão Maromba, reality com influenciadores. Foram quatro meses de metas, eventos, divulgação e rotina intensa — e números em alta: saiu com 18 mil seguidores e voltou com mais de 34 mil. Mas, mesmo com o crescimento, entendeu que era hora de retornar. Segurança, saúde, qualidade de vida e a saudade da família pesaram. A perda de um amigo de infância reforçou ainda mais a decisão. “Não fazia sentido seguir criando humor no meio de um momento tão triste.”

De volta a Campo Bom, retomou sua outra paixão: ser designer de sobrancelhas. As clientes voltaram junto com ele. Mas ele reconhece: criar conteúdo no interior é mais desafiador do que parece. “Muitas pessoas aqui ainda não enxergam isso como trabalho.”

E o futuro? Roger prefere leveza. Não promete dedicação integral às redes, mas garante que sempre volta. “Amo me comunicar. Quero viver um dia de cada vez. Quem sabe logo faço collabs com outros criadores. Quando a gente cresce junto, é ainda melhor.”

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O Microempreendedor Individual (MEI) se tornou a porta de entrada mais comum para quem deseja iniciar um pequeno negócio no Brasil. Com tributação reduzida e burocracia mínima, o modelo criado pela Lei Complementar nº 128/2008 ajudou milhões de brasileiros a atuar de forma formalizada. Mas, apesar de simples, o MEI exige atenção jurídica para evitar problemas que podem custar caro.
O MEI tem direito a CNPJ, emissão de notas fiscais, acesso facilitado a crédito e cobertura previdenciária, como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria por idade mediante recolhimento mensal do DAS. Porém, muitos empreendedores desconhecem que a contribuição do MEI só conta como tempo comum, e não como tempo especial ou de atividade diferenciada. Além disso, a aposentadoria por tempo de contribuição não está incluída no plano básico do MEI.
Outro ponto sensível são os limites legais. O faturamento anual máximo em 2025 é de R$ 81 mil, e o MEI pode ter apenas um empregado, com salário limitado ao piso da categoria ou ao mínimo. Se ultrapassar esses limites, ocorre o chamado desenquadramento, e o empreendedor pode ser reenquadrado como ME ou EPP, passando a pagar tributos bem mais altos retroativamente.
Também é comum o equívoco sobre as atividades permitidas. Nem todas podem ser exercidas como MEI: profissões regulamentadas, como advocacia, medicina, engenharia e outras atividades intelectuais, são proibidas. Exercê-las como MEI pode gerar autuação, nulidade de contratos e cobranças fiscais.
No campo da responsabilidade, o MEI não é blindado como muitos pensam. Apesar de simplificado, ele é uma empresa individual, e o titular responde com seus próprios bens por dívidas trabalhistas, civis ou tributárias. A proteção patrimonial dependerá de mecanismos como contrato social de EIRELI extinta, transformações societárias ou adesão ao regime de Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).
Formalizar-se como MEI é um excelente começo. Mas conhecer seus direitos, deveres e limitações é essencial para evitar que a simplicidade aparente se transforme em risco jurídico.

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