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Entre obras concluídas, em andamento e projetadas, investimento na educação de Campo Bom chega a R$ 15 milhões em 2022

Redação / AG por Redação / AG
9 de novembro de 2022
em Educação
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Entre obras concluídas, em andamento e projetadas, investimento na educação de Campo Bom chega a R$ 15 milhões em 2022
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Além das seis obras entregues, uma escola está em construção, quatro passam por reformas e oito projetos estão em fase de licitação

A construção de um ginásio de escola, a reforma estrutural de outro, mais reformas e ampliações em quatro estabelecimentos de ensino da rede municipal, todos entregues à comunidade escolar de Campo Bom em 2022, representam um investimento de R$ 3,3 milhões. Além disso, outras quatro obras estão em andamento, oito em fase de licitação e mais 12 em fase de projetos. Somando-se todas essas melhorias na infraestrutura da educação em Campo Bom, o investimento chega a aproximadamente R$ 15 milhões.

“Mesmo antes de assumir a Prefeitura, em 2017, eu dizia que a educação seria minha prioridade, pois acreditava, e sigo acreditando, que essa é a principal forma de mudarmos a vida das pessoas. Assim, investimos nos profissionais da educação, investimos nas ferramentas para que nossos alunos tenham um aprendizado que os prepare para o mercado de trabalho e investimos, também, na qualidade dos espaços físicos das nossas escolas. Com professores bem preparados, tecnologia de ponta e espaços adequados, e isso é o que ocorre em Campo Bom, temos alunos motivados e resultados plenamente satisfatórios”, observa o prefeito Luciano Orsi.

OBRAS CONCLUÍDAS

A Emei Guilhermina Blos, no Bairro Celeste, foi contemplada com a construção de um ginásio poliesportivo, ampliação da área interna com novas salas de aula e uma brinquedoteca/biblioteca, troca de pisos, pintura, reforma dos banheiros, pavimentação externa e construção de uma torre de caixas d’água. As ampliações representam mais de 100 vagas e a escola passa a atender quase 300 crianças, em turno integral, do N1 ao Pré 2.

A Emei Estrelinha Azul, no Bairro Aurora, anexou ao seu espaço físico o antigo prédio da Unidade de Saúde (que foi transferida para um local mais amplo, no Complexo Aurora). As reformas nesse espaço resultam em quatro salas de aula e banheiros, o que gerou 80 novas vagas. A escola passou a atender até 250 crianças, em turno integral, do N1 ao Pré 2.

Na Emef Dona Augusta a obra foi de recuperação estrutural do ginásio poliesportivo, com implementação de drenos e redes pluviais, pintura da quadra e das estruturas, reforma elétrica e implantação de SPDA (Sistema de Proteção contra Descargas Atmosféricas).

O Cemade – Centro Municipal de Apoio à Diversidade Escolar Albano Ivo Schuck recebeu duas novas salas, para melhor atender as 160 crianças que já frequentavam o espaço e abriu vagas para mais 50.

Também foi entregue à comunidade escolar a obra de ampliação de duas salas de aula e construção de duas novas, mais um bloco de sanitários masculino e feminino e ampliação da lavanderia na Emef Marcos Silvano Vieira, no Bairro Paulista.

OBRAS EM ANDAMENTO

Também está em andamento a construção da Emei Firenze, que atenderá até 190 crianças dos bairros Firenze, Metzler, Genuíno Sampaio e Solar do Campo, com valor de R$ 2.800.000,00. Será uma escola de tempo integral, com projeto arquitetônico tipo 1 dos moldes definidos pelo Proinfância do Governo Federal. Ressalta-se que está sendo realizada com recursos próprios, considerando que não houve repasse de verbas até o momento.

Outra obra em execução é a reforma e ampliação da Emei Chapeuzinho Vermelho, no Bairro 25 de Julho. O prédio passa por troca de telhado, revestimentos de piso e paredes, pintura interna e esquadrias, troca de forro, louças e metais e parte elétrica. Na verdade, uma escola nova.

A segunda etapa da reforma e ampliação da Emef Marcos Silvano Vieira também está acontecendo e consiste na substituição dos vidros e pintura das aberturas, instalações elétricas e instalação de uma abertura no volume da caixa d’água.

Outra obra que já teve seu projeto aprovado deve iniciar em breve é a do Centro Tecnológico, no antigo prédio da década de 1930, que abrigou o Grupo Escolar Theodomiro Porto da Fonseca. O espaço terá oito metros da volumetria original restaurada e, a partir disso, ocorrerá a nova construção. A Prefeitura adquiriu o imóvel em janeiro de 2020 e firmou contrato com a Associação Pró-Ensino Superior (Aspeur) para a elaboração do projeto de restauro do prédio e da realização da nova obra.

Iniciaram-se recentemente a reforma e pintura das Emefs Esperança e Genuíno Sampaio. Nos próximos dias, iniciará a ampliação da Emef Edmundo Strassburger.

LICITAÇÃO E PROJETOS

Além das obras terminadas em 2022 e as que estão sendo concluídas, outras oito estão em fase de licitação. São ampliações e reformas nas escolas Pedacinho do Céu, Casa da Criança, Presidente Vargas, 25 de Julho, Amarelinha, Marquês do Herval, Arco-íris, Escola CEI e Ginásio do CEI.

Por fim, em fase de projetos estão as escolas Morada do Sol, Pastor Waldemar Ramão, Borges de Medeiros, Princesa Isabel, Rui Barbosa, Santos Dumont Casinha de Alegria, Cebolinha, Claudy Schaefer, Sempre Unidos, Sempre Viva e Tico-Tico.

“A Administração Municipal, mais especificamente a Secretaria de Educação e Cultura, está sempre atenta às necessidades das nossas escolas, em todos os aspectos. Ampliação, manutenção e restauração dos espaços físicos não podem ficar para trás”, diz a secretária Simone Schneider.

PROFISSIONAIS PREPARADOS

Além dessa enorme quantidade de obras, a qualidade da educação em Campo Bom, referência na Região e no Estado, reconhecida até em nível nacional, se dá por um conjunto de fatores, como professores bem preparados e motivados para o seu ofício, tecnologia de ponta e alunos instigados a desenvolver todo o seu potencial. A Administração Municipal investe constantemente na qualificação dos professores e na aquisição de materiais diversificados.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.
  • Cinco cães e dois gatos foram resgatados na tarde deste domingo (26) em uma residência no bairro Firenze, em Campo Bom, após uma ação envolvendo a vereadora Kayanne Braga (PDT), a ONG Campo Bom pra Cachorro, a Guarda Municipal e a Justiça.

Segundo a vereadora, a mobilização começou após um pedido de ajuda relacionado a animais que estariam abandonados no local. A denúncia foi encaminhada ao Ministério Público, que repassou o caso para a Vara Regional do Meio Ambiente, resultando na expedição de um mandado de busca e apreensão para retirada dos animais.

Conforme relato de Kayanne ao AG, a tutora dos animais teria sido encaminhada para uma instituição de acolhimento e os bichos ficaram sem os devidos cuidados. A suspeita é de que um familiar estaria indo ao local apenas esporadicamente para levar comida, o que teria agravado a situação.

Na manhã deste domingo, uma oficial de Justiça entrou em contato com a ONG e com a vereadora para acompanhar o cumprimento da ordem judicial. Ao chegarem ao endereço, não havia ninguém na residência. Diante disso, foi solicitado um novo mandado autorizando a entrada no imóvel, com apoio da Guarda Municipal.

Durante a ação, a equipe encontrou um cenário de extrema precariedade. Dos cinco cães resgatados, dois apresentavam estado de saúde considerado grave. No pátio da residência, foi encontrado um gato morto, que estava sendo devorado pelos demais animais. Outros dois gatos foram localizados dentro de uma churrasqueira, em situação crítica, extremamente debilitados.

Após o resgate, os sete animais foram encaminhados para atendimento veterinário na Kings Pet, onde recebem os primeiros cuidados e avaliação clínica.

Diante da gravidade do caso e dos custos com atendimento, medicação e recuperação, a ONG Campo Bom pra Cachorro está pedindo ajuda da comunidade para custear o tratamento dos animais. As doações podem ser feitas via Pix, pelo CNPJ 24.494.672/0001-69.

O caso seguirá sendo acompanhado pelos órgãos competentes, que irão apurar as responsabilidades e eventuais crimes de maus-tratos contra os animais.

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  • AG CONTIGO | 24.03

Destaques da edição impressa 🗞️

➡️ EMEI Amarelinha cria Afroteca e fortalece educação antirracista;

➡️ Estudo revela poluição por microplásticos na cidade;

➡️ Multa indevida? Saiba como agir em casos de clonagem de placas.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 24 de Abril.

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