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Encerramento e premiação da Olimpíada Estudantil

Redação / AG por Redação / AG
14 de novembro de 2019
em Educação
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Encerramento e premiação da Olimpíada Estudantil

Fernando Santos/PMCB

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Aconteceu na tarde desta quarta-feira, 13, o encerramento e entrega de premiação da 35ª Olimpíada Estudantil de Campo Bom, promovida pela Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. Na categoria Pré-mirim, a campeã foi a Escola Lâmpada Mágica; na Mirim o título ficou com a Escola CEI ; na Infantil, Colégio Sinodal Tiradentes; e na categoria Juvenil, o campeão foi o Colégio Sinodal Tiradentes.

A solenidade de premiação, no Auditório Marlise Saueressig, iniciou com pronunciamento do prefeito Luciano Orsi e homenagem ao atleta paralímpico Geraldo Von Rosenthal. O prefeito ressaltou que a Olimpíada Estudantil é o maior evento esportivo dirigido a clientela escolar, oportunizando jogos coletivos e individuais, reunindo as três redes de ensino, com a participação de alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio. Uma das novidades deste ano foi o Festival Paralímpico, que passa a ser parte integrante do evento.

Já a secretária de Educação e Cultura, Simone Schneider, destacou o grande investimento no esporte, a implantação e execução de projetos e eventos que qualificam tecnicamente os alunos, os espaços adequados para a prática esportiva, o grupo de professores de Educação Física, dedicado, comprometido e que ama o que faz, resultando inúmeras conquistas, grande projeção e representatividade a nível regional, estadual e nacional.

O HOMENAGEADO

O homenageado e palestrante do encerramento da Olimpíada, o campo-bonense Geraldo Von Rosenthal conquistou três medalhas nos Jogos Parapan-Americanos de Lima neste ano de 2019, duas de ouro, na pistola de ar de 10m e na pistola mista SH1 50m, e uma medalha de prata na pistola 25m mista. No Campeonato Mundial Paralímpico de Tiro Esportivo, em Sydney, na Austrália, Rosenthal ficou em oitavo lugar na Pistola Standard (P5). Embora seu interesse pelo tiro esportivo sempre o tenha acompanhado, sua trajetória no esporte teve início oficial em 2007, quando se juntou ao movimento paralímpico brasileiro.

Portador da síndrome de Poland, deficiência congênita que afeta os músculos peitorais, do ombro e da mão, que ocorre em seu lado direto, Geraldo sofria com a dificuldade em segurar as carabinas de chumbinho. “Faltava firmeza”, afirma. Em 2006, tudo mudou. Geraldo então descobriu a pistola de ar, que não exige apoio dos dois braços.

OS DESTAQUES

Logo após apresentação do Projeto Adriano em Dança, com alunos da EMEF Adriano Dias, com o tema “Ser diferente é Normal”, foram homenageados os atletas destaque, indicados pelas escolas e, na sequência a entrega da premiação da 35ª Olimpíada Estudantil.

Confira os destaques:

  • Pedro Henrique Schuh – EMEF Adriano Dias
  • Murilo Freire de Oliveira – EMEF Borges de Medeiros
  • Katiucy de Oliveira Lauser – EMEF CEI
  • Nathalia Brandão Jost – EMEF D. Pedro II
  • Isabeli Dias Reinke – EMEF Dona Augusta
  • Vitor Ricardo Cavalheiro de Araujo – EMEF Duque de Caxias
  • Leandra da Silva Ramm – EMEF Edmundo Strassburger
  • Pedro Henrique Martins Freitas – EMEF Emílio Vetter
  • Pedro Henrique Partchel Pasini – EMEF Esperança
  • Júlia Martins da Silva – EMEF Genuíno Sampaio
  • Kamila Rosa Scherer – EMEF Lúcia Mossmann
  • Mateus Silva Hermann – EMEF Marcos Silvano Vieira
  • Gabriel Soares de Mello – EMEF Marquês do Herval
  • Julia Lemos – EMEF Morada do Sol
  • João Vitor Caetano – EMEF Octacílio Ermindo Fauth
  • Gustavo Andrei – EMEF Presidente Vargas
  • Tamiris Mota das Neves – EMEF Princesa Isabel
  • Lucca da Silva Zamma – EMEF RuI Barbosa
  • Maria Luiza Huhn – EMEF Santos Dumont
  • Lucas de Almeida – EMEF 25 de Julho
  • Chaiane Leme – Escola Estadual Ildefonso Pinto
  • Vitória Mazera – Escola Estadual Fernando Ferrari
  • Eduardo Rafael Brito da Rosa – Escola Estadual de Ensino Médio La Salle
  • William de Matos Barichello – Escola Técnica Estadual 31 de Janeiro
  • Augusto Ronaldo da Silveira – Escola Lâmpada Mágica
  • Lucas da Rosa Dias – Colégio Santa Teresinha
  • Natalia Barcelos de Menezes – Colégio Sinodal Tiradentes

AS ESCOLAS PREMIADAS

A Olimpíada Estudantil iniciou em 28 de maio, promovendo uma grande integração e engajamento entre 26 escolas das três redes de ensino (municipal, estadual e particular). Durante as três etapas da Olimpíada, aconteceram mais de 500 jogos coletivos, além das provas de atletismo, dos jogos de tabuleiro (dama, moinho e xadrez), dos Jamborees de mini handebol e futebol, além das atividades paradesportivas, visando a integração dos alunos de inclusão.

Confira os primeiros colocados por categorias:

Pré-mirim

  • 1º lugar – Escola Lâmpada Mágica – 95 pontos
  • 2º lugar – EMEF Princesa Isabel – 79 pontos
  • 3º lugar – Colégio Sinodal Tiradentes – 70 pontos
  • 4º lugar – EMEF Rui Barbosa – 68 pontos
  • 5º lugar – EMEF CEI – 54 pontos
  • 6º lugar – Colégio Santa Teresinha – 52 pontos

Mirim

  • 1º lugar – EMEF CEI – 108 pontos
  • 2º lugar – EMEF Morada do Sol – 96 pontos
  • 3º lugar – EMEF Rui Barbosa – 91 pontos
  • 4º lugar – EMEF Borges de Medeiros – 90 pontos
  • 5º lugar – EMEF Presidente Vargas – 63 pontos
  • 6º lugar – Escola Lâmpada Mágica – 59 pontos

Infantil

  • 1º lugar –  Colégio Sinodal Tiradentes – 117 pontos
  • 2º lugar – EMEF Morada do Sol – 113 pontos
  • 3º lugar –  EMEF Rui Barbosa – 112 pontos
  • 4º lugar – Colégio Santa Teresinha – 81 pontos
  • 5º lugar – EMEF Presidente Vargas – 71 pontos
  • 6º lugar – EMEF CEI – 59 pontos

Juvenil

  • 1º lugar – Colégio Sinodal Tiradentes – 121 pontos
  • 2º lugar – Escola Ildefonso Pinto – 114 pontos
  • 3º lugar – Colégio Santa Teresinha – 103 pontos
  • 4º lugar – Escola Técnica 31 de Janeiro – 64 pontos
  • 5º lugar – EMEF Morada do Sol – 38 pontos
  • 6º lugar – Escola Fernando Ferrari – 36 pontos
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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG
  • Campo Bom se prepara para receber, nos dias 20 e 21 de maio, o Campo Bom Expo.Summit 2026, evento voltado à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento de negócios. Promovido pela Prefeitura de Campo Bom em parceria com a Universidade Feevale, o encontro busca consolidar o município como referência regional no fortalecimento do ecossistema de inovação.

A programação será realizada na Rua Coberta, com palco principal e estandes de exposição, e também no Complexo CEI, com atividades no Teatro Marlise Saueressig e no Cinema. A expectativa da organização é reunir cerca de 2 mil participantes, mais de 60 palestrantes e mais de 30 empresas.

O evento terá uma programação diversificada, com palestras, painéis e cases voltados a temas estratégicos como inovação, tecnologia, inteligência artificial, empreendedorismo, marketing, ESG e desenvolvimento de negócios. A proposta é promover geração de conhecimento, networking e troca de experiências entre empreendedores, empresas, universidades e poder público.

Com inscrições gratuitas, o Campo Bom Expo.Summit reforça a aposta do município no desenvolvimento econômico e social por meio da inovação, fortalecendo conexões e criando oportunidades para empreendedores e empresas da região.

“Estamos falando de um evento gratuito, aberto a todos, que democratiza o acesso ao conhecimento, estimula o empreendedorismo e fortalece o desenvolvimento econômico. Campo Bom acredita na inovação como caminho e nas pessoas como protagonistas dessa transformação”, destaca o prefeito Giovani Feltes.

“Quando reunimos universidade, empresas, poder público e a comunidade em um mesmo espaço, criamos um ambiente propício para a inovação acontecer. E o mais importante: de forma acessível, aberta e conectada com as reais necessidades da nossa cidade”, reforça o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Régis Thoen.

Confira a programação dos painéis já confirmados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A proteção patrimonial faz tempo que deixou de ser um luxo e passou a ser uma exigência estratégica para empresas que pretendem crescer com segurança. Em um ambiente econômico marcado por instabilidade, judicialização e aumento de demandas trabalhistas e consumeristas, proteger o patrimônio não significa ocultar bens, mas estruturar a atividade empresarial de forma lícita, preventiva e eficiente.
Tal blindagem começa pela correta organização societária. A separação entre pessoa física e pessoa jurídica não é apenas formal, precisa de gestão adequada, contabilidade regular e respeito à devida normativa jurídica. Quando tais cuidados são ignorados surge o espaço para diversos riscos, inclusive a desconsideração da personalidade jurídica, instituto previsto no Código Civil que permite atingir bens dos sócios em caso de abuso, fraude ou confusão patrimonial.
Outro ponto essencial é a formalização de contratos claros e bem estruturados. Relações comerciais mal documentadas são fonte recorrente de litígios e podem gerar sérios prejuízos. Cláusulas de limitação de responsabilidade, definição precisa de obrigações e previsão de mecanismos para resolução de conflitos contribuem para reduzir riscos e dar previsibilidade à atividade empresarial.
No âmbito trabalhista, a prevenção é igualmente decisiva. Práticas irregulares, ainda que toleradas no dia a dia da empresa, frequentemente resultam em condenações elevadas. Investir em compliance trabalhista, treinamento de equipe e controle adequado de jornada não é custo, mas  sim valor despendido de forma estratégica como medida de contenção de passivos.
Por sua vez, a gestão tributária também integra a lógica de proteção patrimonial. Escolhas equivocadas de regime fiscal ou o descumprimento de obrigações acessórias podem gerar autuações que comprometem o fluxo de caixa e, em casos mais graves, atingem diretamente o patrimônio dos sócios.

COLUNA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 

A maternidade nem sempre começa na gestação. Às vezes, ela nasce no encontro, cresce na convivência e se fortalece no cuidado diário. A história de Cátia Beatriz Drumm, 35 anos, é prova de que ser mãe vai muito além dos laços de sangue: é, apesar e acima de tudo, uma escolha feita todos os dias.
Aos 24 anos, ao iniciar seu relacionamento com o atual esposo, Fabiano, Cátia também iniciou, sem saber, sua jornada como mãe. Bruno, hoje com 23 anos, já fazia parte da vida do companheiro. Diagnosticado com paralisia cerebral espástica, ele exigia cuidados específicos, uma realidade completamente nova para ela naquele momento.
“Me deu medo”, relembra. Sem experiência com crianças atípicas, vieram as inseguranças: o receio de não dar conta, de não ser suficiente. Mas o que poderia ter afastado, aproximou. Com o tempo, o cuidado virou rotina, a rotina virou vínculo e o vínculo se transformou em amor. Um amor construído, firme, paciente e verdadeiro.
Cátia sempre sonhou em ser mãe. Idealizava uma família com um filho menino e uma menina. E esse sonho ganhou novos contornos com a chegada de Sofia, hoje com 8 anos. A gestação foi planejada, mas trouxe, novamente, dúvidas e medos, especialmente sobre como seria a adaptação de Bruno com a irmã.
A resposta veio em forma de afeto. Desde os primeiros anos, Sofia demonstrou uma conexão única com o irmão. “Parece que ela nasceu sabendo o quanto ele precisa de nós”, conta Cátia. Entre cuidados, companheirismo e até pequenas brigas típicas de irmãos, os dois construíram uma relação marcada por proteção e parceria. “Ninguém mexe com ele. Ela está sempre por perto, cuidando”, diz a mãe.
A rotina da família é organizada em torno desse amor compartilhado. Bruno frequenta a APAE três vezes por semana e realiza acompanhamento médico regular. Cátia e o marido trabalham fora e dividem as responsabilidades com naturalidade, ajustando horários e contando, quando necessário, com o apoio de uma cuidadora. Tudo funciona como uma engrenagem construída com empatia e dedicação. Mas foi na maternidade em suas diferentes formas que Cátia encontrou sua maior transformação.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br

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