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Desmistificando a Morte

Redação / AG por Redação / AG
22 de setembro de 2023
em Comunidade
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Desmistificando a Morte
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Gilberto Luis Franceschetti, diretor da Krause, conta sobre as mudanças e tendências no setor funerário

Por Giordanna Vallejos

A morte é um tema que muitos evitam discutir, mas é uma parte inevitável da vida. Gilberto Luis Franceschetti, diretor da Krause, uma empresa com mais de um século de tradição no setor funerário, compartilha sua perspectiva sobre como enfrentar essa realidade e torná-la mais acessível para todos.

Preparando-se para o inevitável

A Krause, que começou há mais de 100 anos, evoluiu ao longo do tempo para oferecer uma gama completa de serviços relacionados à morte. Segundo Gilberto, a resistência inicial das pessoas a lidar com questões de morte e luto foi se transformando ao longo dos anos: “As pessoas precisam quebrar esse tabu e esse medo de falar da morte, pois ela anda lado a lado de todos nós, todos os dias”.

Hoje, a Krause oferece vantagens que vão além dos serviços funerários tradicionais, como descontos em parceiros comerciais para os associados de seus planos, incluindo a possibilidade de assistência residencial e até mesmo a inclusão de animais de estimação como membros da família nos novos planos.

Valorizando o ritual do velório

A pandemia de Covid-19 trouxe mudanças significativas no processo de luto, com velórios menores e restritos. Gilberto destaca a importância de valorizar o tempo no velório, pois ele pode ter um impacto profundo no processo de luto. “O velório tem impacto no processo de luto, muitas pessoas acabam se culpando depois disso, se a cerimônia não foi boa,” afirma ele.

A cremação está se tornando uma tendência cada vez mais popular, e a Krause acompanhou essa mudança. A empresa também oferece a opção de guardar as cinzas em um espaço dedicado, proporcionando flexibilidade às famílias.

Quebrando tabus

A resistência ao tema da morte é comum no ocidente, mas Gilberto acredita que é hora de mudar essa mentalidade: “Em média, cada pessoa passa por sete perdas na família. As pessoas têm medo de falar sobre isso, não gostam de pensar que pessoas queridas podem morrer. Mas precisamos falar, estar preparados para isso, porque ninguém sabe qual a sua hora”.

Por isso, a Krause oferece planos funerários que facilitam o processo de tomada de decisões durante um momento de perda, proporcionando aos titulares informações e suporte adequados. “Temos que tomar 115 decisões quando temos a perda de uma pessoa. A contratação de um plano funerário facilita muito esse processo, porque a pessoa já toma muitas decisões antes e já tem um certo grau de informação”, disse ele.

Projeto Pequenos Cometas

A Krause também está envolvida em projetos sociais, como o projeto exclusivo Pequenos Cometas, que oferece assistência gratuita às famílias que perderam crianças com menos de 10 anos. “Atendemos sem nenhum custo e sem nenhuma distinção de classe social a perda de crianças com menos de 10 anos. Aqui na região a gente atua, e Campo Bom está entre elas. Vieram, brilharam e partiram, por isso se chama “Pequenos Cometas”. Já chegamos a 300 atendimentos e o projeto já existe desde 2017”, compartilha Gilberto.

Animais de Estimação: membros da família

A empresa reconhece o profundo amor que as pessoas têm por seus animais de estimação e oferece serviços de cremação tanto individual quanto coletiva para pets. “Tem muita gente que procura esse serviço, o pet cada vez mais se torna um membro da família, muitas pessoas querem cremar e querem as cinzas de volta, ficam muito emocionadas quando perdem, ficamos impressionados o amor que elas têm pelos seus bichinhos”, diz Gilberto.

Além de incluir os pets nos planos e ter cerimônias de cremação para eles, a Krause visa minimizar o impacto no meio ambiente. “Quando enterra, os líquidos e gases contaminam o ambiente. O nosso cemitério é amigo do meio ambiente, porque não tem contaminação de solo ou dos gases, tratamos tudo”, explica o diretor.

Preservando a memória com a tecnologia

A Krause uniu a tecnologia à emoção ao criar um QR-code que permite aos visitantes do cemitério lerem a história da pessoa sepultada e deixar mensagens de carinho. Gilberto compara o cemitério a uma biblioteca, onde estão guardadas diversas histórias de vida.

Enfrentar a morte e o luto é um processo desafiador, mas a Krause está comprometida em torná-lo mais acessível e respeitoso. A empresa está pronta para ajudar as pessoas a desmistificarem a morte e a se prepararem para o inevitável, oferecendo apoio e dignidade em um momento tão sensível. Para saber mais, entre em contato pelas redes sociais @grupokrause.

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Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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Marlete da Silva, Industriária.

A comunidade campo-bonense sempre foi marcada pela sua resiliência e pela força do trabalho. Marlete da Silva, de 56 anos, é uma das mulheres que tão bem representam a classe trabalhadora da cidade. Atuando como conserteira em fábrica de calçados, ela criou os dois filhos, atualmente com 20 e 28 anos, como mãe solo. “Acho que o Dia da Mulher é muito importante para fortalecer o crescimento de mulheres que passaram por alguma situação e conseguiram dar a volta por cima, independente do que passou. Com muito orgulho, eu sou uma delas”, menciona.

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Elizane Barcelos, Empresária.

Uma empresa familiar que iniciou pelas mãos e talento de uma mulher e, hoje, se tornou uma das principais marcas da cidade. Elizane Barcelos de Menezes, de 54 anos, é mãe de três filhos e avó de dois netos. Iniciou na produção calçadista há 17 anos e consagrou a empresa Zanni Barcelos como uma marca conceituada. Como mulher, ela destaca os desafios de empreender. “Acho que a maior dificuldade é conciliar casa e trabalho. Sendo empresária, temos muitas demandas que exigem nossa presença constante”, comenta. Para mulheres que sonhem em começar o próprio negócio, ela deixa um conselho. “Analisar a viabilidade do empreendimento e começar, ter muita determinação. Vão surgir muitas dificuldades, tem que ter muita resiliência pra vencer”, reforça.

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Brenda Brentano, Maquiadora.

Atuar na área da beleza é muito mais do que cuidar da aparência das pessoas. O que começou como um hobby se transformou em paixão e profissão para a maquiadora Brenda Brentano, de 33 anos. “Eu digo que a maquiagem que me escolheu. Comecei a me automaquiar, justamente para elevar minha autoestima. Minhas amigas começaram a me pedir para maquiá-las, pois gostavam do que eu fazia, o que acabou virando um hobby. Depois, decidi me aprofundar no assunto e seguir como profissão”, conta.
Ela conta a satisfação de ver a felicidade no olhar de cada cliente. “Pra mim é muito gratificante ver minhas clientes se amando, gostando de se ver bonita, a maioria das vezes uma beleza que sempre esteve ali, mas estava escondida por não tirar um momento para si. Ver elas bem e empoderadas é indescritível, saber que estou trazendo à tona algo bom e relevante para a vida delas. Com certeza é umas das coisas que me move a seguir nessa profissão”, conclui.

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Naama da Rosa, Enfermeira.

Aos 34 anos, Naama Laísa da Rosa ocupa o cargo de coordenadora das Unidades de Internação do Hospital Lauro Reus e docente. Profissional da enfermagem há 14 anos, ela destaca que, apesar de cerca de 85% dos profissionais da saúde serem mulheres, os cargos de liderança são ocupados, majoritariamente, por homens. “É um desafio ocupar e manter um cargo de liderança sendo mulher, onde existem barreiras culturais e estruturais de muitos anos. Temos que mostrar que temos competência e capacidade para alcançar esse cargo, muito mais que os homens”, destaca.
Para Naama, a busca constante pelo conhecimento é o caminho para conquistar os objetivos. “Sempre há novos estudos, protocolos, fluxos, a ciência é muito rápida nas descobertas e evoluções. A mulher que quer crescer e se desenvolver em cargos de gestão e liderança na área da saúde precisa ter conhecimento tanto nos processos de saúde, quanto de gestão e desenvolver a liderança. Além de resiliência e paciência para lidar com os desafios diários”, reforça, lembrando que o caminho é árduo, porém, recompensador. “É uma área que vale a pena, pois fazemos a diferença na vida das pessoas e dos profissionais que lideramos. Ser líder na área da saúde é ser referência para os profissionais e auxiliar em uma melhor assistência ao paciente sob nossos cuidados, e apesar de todos os obstáculos, o resultado desse trabalho é gratificante”, pontua.

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Josiane Wais, Sargento da Brigada Militar.

Há 14 anos, Josiane Wais compõe o efetivo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Aos 32 anos de idade, é uma das mulheres que atua em Campo Bom, no posto de 1° Sargento da BM. Para ela, a atuar na Segurança Pública exige decisões firmes, equilíbrio emocional e postura diante de situações complexas. “Sendo mulher, além dos desafios próprios da função, também assumimos a responsabilidade de abrir caminhos e fortalecer a presença feminina na instituição. Ainda é uma área majoritariamente masculina, mas temos demonstrado, ao longo dos anos, que estamos plenamente preparadas para ocupar qualquer espaço”, pontua.
Sgt Wais encoraja outras mulheres que desejam entrar para a Segurança Pública. “Não é uma profissão simples. Exige disciplina, preparo físico e emocional e muita responsabilidade. Mas também é uma carreira extremamente gratificante, porque lidamos diretamente com a proteção da sociedade. Meu conselho é: estudem, se qualifiquem e ingressem sabendo que vocês pertencem a esse espaço. O lugar da mulher é onde ela decide estar”, finaliza.

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