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Começa a 7ª Semana de Ciência e Tecnologia de Campo Bom

Redação / AG por Redação / AG
24 de agosto de 2021
em Educação
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Começa a 7ª Semana de Ciência e Tecnologia de Campo Bom

Crédito: Divulgação/PMCB

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Uma live na noite de segunda-feira, 23, com a participação do prefeito Luciano Orsi e da secretária de Educação e Cultura, Simone Schneider, marcou o início da 7ª Semana de Ciência e Tecnologia de Campo Bom. 

O principal objetivo do evento é oportunizar aos estudantes e aos educadores um espaço para a valorização de práticas pedagógicas que estimulem o aprendizado a partir de processos de iniciação científica.

“Em 2020 não aconteceu a Semana, devido à pandemia, mas já anuncio que a partir deste ano ela será anual, atendendo pedido de muitos professores. Estamos muito felizes com tudo que aconteceu desde o início deste ano, com tudo que oportunizou que o evento se realizasse: as práticas nas escolas, as pesquisas, as feiras de ciências, tudo contribuiu para que chegássemos a esse momento. Será uma semana muito especial, graças, também, à dedicação da comissão organizadora que conseguiu chegar a um formato diferenciado com a feira online. Este é um momento para conferirmos o que está sendo feito nas escolas”, comemorou a secretária.

Quem navegar pelo site da mostra poderá visualizar os vídeos com a metodologia de pesquisa de cada projeto inscrito, o banner digital e um arquivo com os registros da pesquisa. São 31 trabalhos da categoria A – Educação Infantil, 18 da categoria B – de 1º a 3º do Ensino Fundamental, 20 da Categoria C – 4º a 6º anos do Ensino Fundamental e 12 da Categoria D – 7º a 9º anos do Ensino Fundamental, totalizando 81 inscritos. Os trabalhos que obtiverem as primeiras colocações de suas categorias ganham credenciais para a Mostratec Junior, que acontece em dezembro, na Fundação Liberato.

O prefeito parabenizou os organizadores da Semana, pelo empenho para que o evento superasse as dificuldades deste momento. “A ciência e a tecnologia são hoje uma grande esperança para vencermos a pandemia. Essa situação nos levou a buscar caminhos diferentes, como estamos usando neste momento para nos comunicar e este formato será usado para mostrar os mais de 80 trabalhos feitos pelos nossos alunos”, ressaltou o prefeito.

Além da mostra de trabalhos, a Semana de Ciência e Tecnologia conta com eventos paralelos, como oficinas de Gamificação, Robótica Sustentável e contação de histórias, que também poderão ser acompanhados no site do evento.

A mostra dos 81 trabalhos de alunos de escolas públicas e privadas segue até sexta-feira, 27, com transmissão pelo site criado para o evento, disponível aqui.

PROGRAMAÇÃO

Terça-feira – 24/08: visitação on-line da mostra de trabalhos

10h – Oficina: Khan Academy Gamificação para impulsionar seus estudos – evento ao vivo, para Ensino Fundamental e Ensino Médio;

13h30 – Contação de História – Ciências para Crianças – Projeto Ler – evento ao vivo com as professoras Luciane Maria Raupp e Dieila dos Santos Nunes, para Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental;

14h – Oficina: Robótica Sustentável, como fazer um circuito de papel, para Ensino Fundamental;

Quarta-feira – 25/08: visitação on-line da mostra de trabalhos;

8h – Oficina: Escola Maker – Dominó sensorial, para Educação Infantil;

10h – Oficina: MicroBit – A aventura de inventar: Inventura! – evento ao vivo para Ensino Fundamental;

13h30 – Oficina: Robótica Sustentável – Venha fazer seu Beyblade Sustentável, para anos iniciais do Ensino Fundamental;

Quinta-feira – 26/08: visitação on-line da mostra de trabalhos;

8h – Oficina: Robótica Sustentável, como criar um motor sustentável, para anos Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio;

10h – Oficina: Elimu – Vamos construir um autômato, para Ensino Fundamental;

Sexta-feira – 27/08

12h – Mensagem de encerramento e divulgação da Premiação da Mostra de Trabalhos da 7ª Semana de Ciências e Tecnologia, na página da Prefeitura no Facebook e no site do evento.

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  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

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  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

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Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

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Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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