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Arteterapia: quando a arte e a psicologia se encontram para a cura

Redação / AG por Redação / AG
19 de maio de 2023
em Saúde
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Arteterapia: quando a arte e a psicologia se encontram para a cura

Giordanna Vallejos/AG

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Conheça a história do grupo de arteterapia do Caps de Campo Bom

Por Giordanna Vallejos

Um grupo de mulheres se reúne e cria esculturas usando suas próprias mãos como molde. Nestas artes, surgem diversas questões do subconsciente, trabalhadas pela arteterapeuta do Caps, Viviane Maria de Oliveira, com formação em artes visuais e especialização em arteterapia.

“Começou em 2018 o atendimento aqui, a proposta quando eu vim para cá era suprir a ausência das oficinas de artesanato que tinha antigamente, mas como eu estava me especializando, trouxe a proposta da arteterapia. A arteterapia é uma união entre os conhecimentos da psicologia e da arte, para ajudar os pacientes a acessar os seus conflitos internos”, explica Viviane.

A arteterapia não é uma terapia alternativa, mas sim, uma área do conhecimento que exige formação superior. Ela ajuda o paciente a lidar com traumas e questões existenciais, que muitas vezes são difíceis de trabalhar na terapia mais tradicional, porque a abordagem dentro da psicologia e da psicanálise é a fala, e nem todos podem se sentir confortáveis para verbalizar as emoções ou tem a cognição necessária para esta finalidade. “Sabendo que o inconsciente muitas vezes se revela melhor pela imagem, a arte vem para suprir essa parte”, disse a arteterapeuta.

Na atualidade, são cerca de 30 pacientes no Caps de Campo Bom, atendidos na arteterapia. As aulas ocorrem todos os dias, tem duração média de três horas com lanche e intervalo. Durante o ano, são realizados passeios em museus e locais relacionados com os temas trabalhados em sala de aula.

Os grupos de arteterapia são divididos entre masculino, feminino, além de infantojuvenis e adultos, que variam de 10 até mais de 60 anos. Para participar, é preciso ser encaminhado por um médico do posto de saúde do bairro de referência ou pelo acolhimento do próprio Caps.

O processo da arteterapia

“Trago uma proposta de trabalho, como, por exemplo, sobre o luto, resiliência, autoestima. Dentro disso, na criação da arte começam a aparecer muitas coisas que eles não percebem, mas depois eles decodificam o símbolo. Primeiro fazemos a imersão, para que o paciente relaxe, acesse o interno, depois iniciamos com uma música ou trazemos uma fala, em cima dessa fala eles podem trazer algumas questões. Em sequência, passo uma proposta artística, a última que fizemos foi uma escultura das próprias mãos. Nós usamos vários materiais, como pintura, escultura. Depois vem a partilha, sendo a hora da reflexão e fazemos o fechamento”

Viviane Maria de Oliveira, arteterapeuta

Transformação pela arte

Viviane relata que tinha um paciente homem, que chegou com o quadro de fobia social, que não fazia o lanche, não interagia. Ela explica que depois de algum tempo, ele passou a conversar, trazer relatos de casa, interagir com os colegas e nunca falta nos encontros. “A arte transforma vidas, pela própria experiência do sentir. Porque trata de subjetividade, de sensibilidade, de inteligência emocional, de como ser e estar neste mundo. Quando uma pessoa começa a desenvolver a criatividade, cria uma rapidez para resolver problemas, não é um mero fazer artístico, é muito mais complexo que isso”.

A arteterapeuta também relembra de uma paciente que sofreu um grande luto. Com a proposta da criação da escultura com a própria mão, ela iniciou com raízes e ia fazer toda a sua arte simulando lodo, que representava sua dor exposta. Durante o processo terapêutico, ela decidiu pintar flores em vez do lodo, simbolizando uma recuperação do próprio subconsciente através da arte.

Opinião das participantes

arte terapia1

“A arteterapia para mim é muito boa, a gente é muito bem atendido pela Vivi. Eu não sou muito boa em nenhum trabalho, mas a gente se diverte fazendo. Aqui nos sentimos iguais às outras colegas. Uma das poucas coisas que eu gosto é de vir na arteterapia, se é para passar com a psicóloga, eu já corro. Gosto de ser tratada aqui e quero ficar aqui. Eu não sou de sair de casa, a única coisa que gosto de sair é para vir na arteterapia”

arte terapia2 1

“Já faz seis anos que venho aqui. Eu cheguei muito mal, a arteterapia me ajudou muito. O dia que senti que estava muito mal, foi o dia que tentei pegar uma frigideira cheia de óleo e jogar no meu esposo. Eu queria ver sangue, pensava em matar. Depois que vim para cá, isso foi passando e hoje sou outra pessoa, consigo conviver com todo mundo. Sempre fui uma pessoa bondosa, fazia ações solidárias, só que quando fiquei doente, me transformei em alguém que não era. Não queria fazer essas coisas, mas quando eu via, já tinha feito. Tem gente que é preconceituosa, nos chamam de loucos. Temos, sim, problemas mentais, por isso que viemos aqui fazer o tratamento. Foi pela Vivi me ajudando que eu não precisei ser internada”

arte terapia3

“Para mim a arteterapia é muito boa. Estou achando legal vir para o grupo, para sair de casa. Eu raramente saio de casa, se não é para vir à arteterapia. Para mim, é muito bom poder ver as minhas colegas, conversar sobre a semana. Eu acho que arteterapia é algo que me ajuda bastante, em todos os sentidos”

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  • Marcos & Belutti já estão na vibe do Natal da Integração e mandaram um recado especial pra Campo Bom.

Eles se apresentam neste sábado, às 20h30, no Largo Irmãos Vetter. 

🎥 Confira:
  • AG CONTIGO | 03.12

➡️ Natal da Integração começa nesta sexta-feira, 05;

➡️ 30 árvores natalinas do comércio local, decoram a praça João Blos.

MAIS NOTÍCIA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Polícia Civil de Campo Bom resgatou, na tarde desta terça-feira (02), um sabiá-laranjeira mantido em uma gaiola suja e em condições insalubres dentro de uma residência no bairro 25 de Julho. Os agentes chegaram ao local após denúncia.

Durante a averiguação, também foram encontradas calopsitas criadas de forma irregular. O sabiá apresentava ferimentos significativos, registrados em vídeo pela equipe.

O animal recebeu atendimento imediato do biólogo da Secretaria Municipal do Meio Ambiente e será encaminhado ao Zoológico de Canoas, onde passará por tratamento especializado.

O caso foi registrado como crueldade contra animais, e um procedimento policial será instaurado para apurar a responsabilidade dos moradores.

Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo WhatsApp da Polícia Civil de Campo Bom: (51) 98401-3237.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Campo Bom fez história no ENART 2025, realizado no final de semana de 21, 22 e 23 em Santa Cruz do Sul. O município mostrou força muito além dos palcos: brilhou nas danças, no talento individual, na música, na comunicação e na mediação cultural, provando que o tradicionalismo campo-bonense é grande em todos os cenários.

Nas Danças Tradicionais Força A, duas invernadas adultas chegaram entre as melhores do Rio Grande do Sul. O CTG M’Bororé conquistou o 9º lugar e ainda levou o prêmio de Melhor Indumentária do ENART 2025. Já o CTG Guapos do Itapuí encerrou sua participação como 10º colocado, celebrando uma jornada de superação e entrega.

Campo Bom também marcou presença nas modalidades individuais com representantes dos três CTGs do município: Palanques da Tradição, M’Bororé e Guapos do Itapuí, reforçando a qualidade artística local nas categorias de interpretação vocal, declamação, chula e gaita.

E o grande destaque do festival veio com o músico campo-bonense Cairon Silva, integrante do conjunto musical da Sociedade Gaúcha de Lomba Grande, que se consagrou campeão do ENART 2025 na categoria Conjunto Musical Força A. A conquista tem um brilho ainda mais especial: este ano marca os 30 anos de participação do artista no evento, que descreveu o momento como “indescritível, cheio de gratidão e responsabilidade”.

A presença de Campo Bom também foi além das apresentações. A TV do Gaúcho, produtora da cidade, realizou pela primeira vez a cobertura digital oficial do ENART, criando conteúdos que ultrapassaram 1,6 milhão de visualizações,  um marco para a comunicação do festival.

Outro momento histórico veio com a estreia de Renata da Silva como entrevistadora, mediando conversas nos intervalos das performances. Ex-1ª Prenda do Estado, ela levou sensibilidade e conhecimento cultural às entrevistas, aproximando o público do olhar artístico dos grupos.

O saldo final do ENART 2025 foi de orgulho: Campo Bom não apenas competiu,  protagonizou. No palco, nos bastidores e na música, o município mostrou que o tradicionalismo é força, identidade e paixão que atravessam gerações. 💙🤍

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Após seis meses de jogos, convivência e aprendizado dentro e fora de campo, a 3ª edição da Acolher Cup chegou ao seu momento mais aguardado no último sábado (29), com finais marcadas por emoção e desempenho coletivo. As partidas ocorreram no campo do Oriente e reuniram torcidas vibrantes de diversas cidades da região.

Promovido pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria de Educação e Cultura, o torneio envolveu equipes de Sapiranga, Dois Irmãos, Estância Velha, Novo Hamburgo e Campo Bom, entre maio e novembro.

O evento de encerramento trouxe duas grandes conquistas para os atletas campo-bonenses. Na categoria Silver Sub-10, o Programa Acolher venceu o Santos, de Estância Velha, por 1 a 0, conquistando o primeiro título do dia. Já na Silver Sub-11, após empate em 1 a 1 diante do mesmo adversário, a decisão foi para os pênaltis. Com vitória por 3 a 1, Campo Bom ergueu o segundo troféu da competição.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • CAG CONTIGO | 02.12

➡️ Campo Bom abre processo seletivo para contratação de profissionais da Educação;

➡️ Dr. Chicão receberá título de Cidadão Campo-bonense.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Criar conteúdo é incrível, mas ninguém conta o quanto pode ser instável. Tem dias em que tudo flui e outros em que a inspiração simplesmente some. A maior luta de quem vive da internet é manter a constância quando a rotina aperta, a criatividade trava e o algoritmo não ajuda.

Esse é o caso do campo-bonense Roger Augusto, 30 anos, que conquistou milhares de seguidores com seu jeito autêntico, misturando humor e fatos do dia a dia. A paixão por gravar começou ainda na infância, mas o reconhecimento veio de forma espontânea lá em 2015, na época do SnapChat. As postagens viralizaram rápido e, com a chegada do Instagram, ele migrou para o perfil @rogeeraugusto, onde o público cresceu ainda mais. “Foi um choque quando comecei a ser reconhecido na rua”, lembra.

Mesmo com o sucesso, ele percebeu que não se encaixa no ritmo de “postar por obrigação”. Criar conteúdo é prazer, não obrigação. “Tem períodos em que sinto bloqueio, e tudo bem”, conta.

Neste ano, Roger viveu uma de suas experiências mais intensas: mudou-se para São Paulo para integrar a Mansão Maromba, reality com influenciadores. Foram quatro meses de metas, eventos, divulgação e rotina intensa — e números em alta: saiu com 18 mil seguidores e voltou com mais de 34 mil. Mas, mesmo com o crescimento, entendeu que era hora de retornar. Segurança, saúde, qualidade de vida e a saudade da família pesaram. A perda de um amigo de infância reforçou ainda mais a decisão. “Não fazia sentido seguir criando humor no meio de um momento tão triste.”

De volta a Campo Bom, retomou sua outra paixão: ser designer de sobrancelhas. As clientes voltaram junto com ele. Mas ele reconhece: criar conteúdo no interior é mais desafiador do que parece. “Muitas pessoas aqui ainda não enxergam isso como trabalho.”

E o futuro? Roger prefere leveza. Não promete dedicação integral às redes, mas garante que sempre volta. “Amo me comunicar. Quero viver um dia de cada vez. Quem sabe logo faço collabs com outros criadores. Quando a gente cresce junto, é ainda melhor.”

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O Microempreendedor Individual (MEI) se tornou a porta de entrada mais comum para quem deseja iniciar um pequeno negócio no Brasil. Com tributação reduzida e burocracia mínima, o modelo criado pela Lei Complementar nº 128/2008 ajudou milhões de brasileiros a atuar de forma formalizada. Mas, apesar de simples, o MEI exige atenção jurídica para evitar problemas que podem custar caro.
O MEI tem direito a CNPJ, emissão de notas fiscais, acesso facilitado a crédito e cobertura previdenciária, como auxílio-doença, salário-maternidade e aposentadoria por idade mediante recolhimento mensal do DAS. Porém, muitos empreendedores desconhecem que a contribuição do MEI só conta como tempo comum, e não como tempo especial ou de atividade diferenciada. Além disso, a aposentadoria por tempo de contribuição não está incluída no plano básico do MEI.
Outro ponto sensível são os limites legais. O faturamento anual máximo em 2025 é de R$ 81 mil, e o MEI pode ter apenas um empregado, com salário limitado ao piso da categoria ou ao mínimo. Se ultrapassar esses limites, ocorre o chamado desenquadramento, e o empreendedor pode ser reenquadrado como ME ou EPP, passando a pagar tributos bem mais altos retroativamente.
Também é comum o equívoco sobre as atividades permitidas. Nem todas podem ser exercidas como MEI: profissões regulamentadas, como advocacia, medicina, engenharia e outras atividades intelectuais, são proibidas. Exercê-las como MEI pode gerar autuação, nulidade de contratos e cobranças fiscais.
No campo da responsabilidade, o MEI não é blindado como muitos pensam. Apesar de simplificado, ele é uma empresa individual, e o titular responde com seus próprios bens por dívidas trabalhistas, civis ou tributárias. A proteção patrimonial dependerá de mecanismos como contrato social de EIRELI extinta, transformações societárias ou adesão ao regime de Sociedade Limitada Unipessoal (SLU).
Formalizar-se como MEI é um excelente começo. Mas conhecer seus direitos, deveres e limitações é essencial para evitar que a simplicidade aparente se transforme em risco jurídico.

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