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ALERTA: Campo Bom já registrou 13 casos de dengue em 2024

Redação / AG por Redação / AG
7 de fevereiro de 2024
em Saúde
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ALERTA: Campo Bom já registrou 13 casos de dengue em 2024
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Com aumento de 225% em comparação com o mesmo período de 2023, Município adotou nova técnica de combate ao Aedes aegypti

Campo Bom está em estado de alerta por conta do aumento significativo de casos de dengue — já são 13 confirmados até aqui em 2024, aumento de 225% em comparação com o mesmo período de 2023. O Município é o 19º entre os 497 do RS com maior número de casos no ano, sendo que outros 10 pacientes ainda aguardam os resultados dos exames.

Tudo isso fez com que a Secretaria Municipal de Saúde (SMS) intensificasse as ações de combate ao mosquito da dengue, o Aedes aegypti, adotando inclusive uma nova técnica, a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI).

O que a Prefeitura está fazendo?

Campo Bom faz uso das ovitrampas desde dezembro de 2022, uma espécie de armadilha para ovos do mosquito da dengue, um dos primeiros municípios gaúchos a adotar a técnica. As ovitrampas, um tipo de vaso de planta sem furos com uma palheta com levedo de cerveja, atrai a fêmea do mosquito, possibilitando a coleta e análise dos ovos depositados. Hoje são mais de 100 espalhadas por todo o território municipal, o que permite identificar com precisão os locais onde há a presença do Aedes aegypti.

Os agentes de combate às endemias (ACE) e os agentes comunitários de saúde (ACS) são responsáveis pelo processo de monitoramento e orientação da população para o combate ao mosquito da dengue dentro das áreas de suas respectivas unidades de saúde.

É importante destacar que o uso do fumacê não é indicado há mais de 15 anos, por isso o Município utiliza o UBV com Cielo, produto fornecido pelo Ministério da Saúde e repassado pelo Estado. Critérios rigorosos, não definidos pela Prefeitura, devem ser seguidos para a aplicação. O bairro Paulista já recebeu o inseticida em 2024 por ser o bairro com o maior número de casos.

Mais recente técnica adotada, a BRI foi usada pela primeira vez nesta quarta-feira (07), na Emef Marcos Silvano, no bairro Paulista. Trata-se da aplicação do produto nas paredes, rodapés, pilastras e locais estratégicos onde é mais comum que os mosquitos repousem. Uma vez aplicado, o inseticida cria uma película que age durante quatro meses.

Você é importante no combate ao mosquito da dengue

A conscientização do cidadão é fundamental para o combate efetivo ao Aedes aegypti. Não deixar água parada, usar repelente, receber os agentes de saúde e denunciar possíveis focos do mosquito da dengue (WhatsApp 51 99668-8442) são algumas das ações que ajudam a diminuir o número de casos.

É importante também ficar atento aos sintomas da doença e procurar a unidade de saúde mais próxima. Os casos de pacientes reincidentes, que já tiveram dengue, tendem a ser mais graves, com risco de morte. Dois óbitos foram registrados no RS em 2024 até aqui, com 2.720 casos confirmados.

Quais são os principais sintomas? Febre alta (39°C a 40°C), com duração de dois a sete dias, dor retro-orbital (atrás dos olhos), dor de cabeça, dor no corpo, dor nas articulações, mal-estar geral, náusea, vômito, diarréia e manchas vermelhas na pele, com ou sem coceira.

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG

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