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A nossa história passa por aqui

Redação / AG por Redação / AG
3 de fevereiro de 2020
em Comunidade
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A nossa história passa por aqui
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“É, principalmente, pela palavra escrita ou, antes, pela imprensa, que hoje encarna e absorve a antiga escritura, que se ligam e se comunicam os povos mais extremados do nosso planeta, se propagam a arte, se aproveitam os inventos. Pela imprensa se nos fazem presente os séculos passados; pela imprensa tornamo-nos conhecedores dos fatos sucedidos nos diferentes países; é por seu intermédio que temos notícias da situação financeira, política e econômica de um país; que temos conhecimentos de crimes e ocorrências sociais. O jornal é, portanto, um relato de tudo que acontece atualmente.
Mas, a curiosidade do homem não é estacionária. O homem sente necessidade de esclarecer-se a respeito de acontecimentos e ocorrências. E foi desta necessidade de expansão de relatos de acontecimentos que veio a se originar o jornal”.

Este trecho é parte de uma crônica jornalística escrita por Theresinha Chirley Kehl, veiculada na edição especial comemorativa à emancipação de Campo Bom, do jornal Fôlha de Campo Bom, em 28 de março de 1959. O jornal, que teve sua fundação em 20 de dezembro de 1958, tinha como diretor proprietário Milton Lindemayer e diretor comercial Tancredo Fontoura.

O exemplar, de 56 páginas, retratava o início de uma jornada rumo ao progresso. Anunciantes dos mais diversos tipos, histórias de famílias colonizadoras, propagandas dos primeiros candidatos a prefeito. Todos faziam questão de estarem presentes na edição que registraria um capítulo inédito em nossa história.
Naquela época, Campo Bom já era destaque nacional devido ao seu crescente desenvolvimento industrial, comercial e cultural. A produção de calçados sem dúvidas era o carro chefe da nossa economia, responsável por mais de 70% dos impostos arrecadados.

Nos tornávamos um grande parque industrial, com mais de 120 fábricas de diversos seguimentos, onde se destacavam, além da indústria calçadista, as olarias, fábricas de cerâmica e louça branca, fábricas de móveis, alfaiatarias, atafonas e moinhos, fábricas de maquinas industriais, metalúrgicas, entre outras que faziam parte do desenvolvimento campo-bonense.

Casas bancárias, Agência de Correios, Agência Telegráfica, Hospital, algumas escolas públicas e privadas, como Ildefonso Pinto e Tiradentes, sociedades culturais e desportivas, como a Sociedade Concórdia (atualmente conhecida como 15 de Novembro), Sociedade Oriente, Sociedade Rio Branco e Sociedade Riograndense, também já eram uma realidade em Campo Bom. A praça João Blos era o ponto turístico mais bonito da cidade, arborizada e florida, encantava a todos que por ali passavam.

A pequena gigante do vale ser tornara independente, e de braços dados com o seu povo trabalhador, anunciavam um novo município no estado do Rio Grande do Sul.

Hoje nossa cidade completa mais um ano de vida, são 61 anos desde a sua emancipação e 94 anos desde a chegada dos primeiros imigrantes em 1926. Novas empresas e comércios de diferentes áreas, impulsionam a economia local, instituições de ensino de todas as esferas, do berçário ao ensino superior, sociedades desportivas e culturais multiplicadas, movem paixões e revelam talentos do esporte em cada bairro, uma infraestrutura de qualidade que promove o bem-estar da comunidade, praças e parques onde os campo-bonenses buscam refúgio aos finais de semana, a primeira ciclovia da América Latina, unidades básicas de saúde, pronto atendimento 24h, hospital e clinicas são referências no campo da saúde pública e privada. Polícia Civil, Brigada Militar e o Departamento Municipal de Trânsito, são as instituições responsáveis pela segurança pública. ONG’S, projetos sociais, liderados por pessoas de bom coração demonstram as virtudes do nosso povo. Cinema, teatro, biblioteca pública, reforçam a cultura do nosso município. De lá para cá, muitas coisas mudaram, evoluíram, se deterioraram, mas uma coisa é permanente por aqui: o amor por Campo Bom.

Se atualmente somos destaque regional, estadual, nacional e até mesmo internacional, é fruto de um trabalho árduo, feito com carinho por todos aqueles que amam ser daqui e que querem o melhor para nossa cidade.

E por falar em amor e trabalho, não poderíamos nos abster de dizer que orgulhosamente, há 33 anos, semanalmente, dedicamos todas as nossas páginas contando a história de Campo Bom, porque assim como qualquer outro cidadão que ama esta cidade, nos comprometemos em defendê-la e contribuir para o seu progresso, fazendo o melhor do jornalismo interiorano, com transparência, imparcialidade, credibilidade e engajamento social.

Se daqui alguns anos, quando os carros voadores fizerem parte da nossa existência e a inteligência artificial tomar conta das nossas atividades, e você quiser relembrar momentos históricos da nossa cidade e acontecimentos marcantes, o acervo do jornal com mais tempo de circulação na cidade, estará lhe esperando.

Nesta data tão querida escrevemos em nossas páginas mais um capítulo da nossa história, a edição 1979 do AG deixa registrado o momento atual de Campo Bom e as pessoas que aqui vivem e zelam por esta cidade, assim como os relatos que encontramos no jornal Fôlha de Campo Bom impresso há 61 anos atrás, bem como o que escreveu a senhora Kehl naquela ocasião: “…pela imprensa se nos fazem presente os séculos passados”
Enquanto nos permitirem, estaremos aqui, relembrando, informando, e se dedicando com responsabilidade à nossa cidade. Tudo isso, porque o Jornal A Gazeta é MUITO MAIS CAMPO BOM!

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  • Durante diligências realizadas pela Brigada Militar para averiguar uma denúncia de possível comércio ilícito de entorpecentes, um homem foi preso por tráfico de drogas, no bairro Rio Branco, em Campo Bom.

De acordo com a ocorrência, a guarnição ingressou em um local já conhecido como ponto de venda de drogas e visualizou um indivíduo entregando um objeto a outro homem, enquanto recebia certa quantia em dinheiro. Diante da fundada suspeita, os policiais realizaram a abordagem.

Durante revista pessoal no suspeito, os policiais localizaram, presa à cintura, uma pochete contendo 21 pinos de substância análoga à cocaína e 65 pedras com características semelhantes ao crack. No bolso do calção também foi encontrada a quantia de R$ 237,25.

Já com o outro abordado, foram encontrados dois pinos contendo substância semelhante à cocaína. Conforme relato do próprio homem aos policiais, ele seria usuário de drogas e estaria no local para adquirir o entorpecente. No ambiente onde ocorreu a abordagem, os policiais ainda apreenderam três aparelhos celulares.

Diante dos fatos, foi dada voz de prisão aos envolvidos, sendo-lhes garantidos os direitos constitucionais. Conforme o registro policial, foi necessário o uso de algemas para resguardar a segurança da guarnição e dos próprios conduzidos.

Posteriormente, os indivíduos foram encaminhados ao Hospital Dr. Lauro Reus para avaliação médica de praxe e, em seguida, apresentados na Delegacia de Polícia Civil de Campo Bom, onde a ocorrência foi registrada e foram adotadas as demais providências legais.

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➡️ Novo aparelho de exames deve zerar a fila da colonoscopia até o próximo mês.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

A entrega das novas camisetas e bonés personalizados do Team Zecão W7 marcou um momento especial para o treinador e os 21 atletas que integram o projeto. Mais do que um uniforme de competição, as peças simbolizam pertencimento, identidade e a união de um grupo que cresce junto dentro e fora das pistas.

Cada piloto recebeu sua camiseta com o nome estampado e boné personalizado, reforçando a valorização individual dentro de um trabalho coletivo. O uniforme foi desenvolvido pela Sandra, esposa do treinador, e confeccionado em São Paulo, traduzindo em cada detalhe a essência do time: organização, profissionalismo e espírito de equipe.

Para o treinador Ezequiel, o Zecão, o uniforme representa a consolidação de um projeto que vai além dos resultados. “Quando o atleta veste a camiseta do time, ele entende que faz parte de algo maior. Isso fortalece a confiança, a motivação e o compromisso com o grupo”, destaca.

O treinador destaca que o envolvimento das famílias é essencial para o sucesso da formação dos atletas. Além disso, Zecão reforça a gratidão a todos que se esforçam para que o projeto cresça. “Agradeço às pessoas e aos apoiadores que acreditam no meu trabalho, que estão sempre dispostos a ajudar. Essa credibilidade e valorização são combustíveis para que a gente siga fazendo um trabalho sério e honesto”, destaca.

Composto por atletas de 5 a 17 anos, o Team Zecão W7 tem como base o acompanhamento individualizado e o desenvolvimento técnico e humano. O uniforme passa a ser, também, um símbolo visível dessa construção coletiva, um grupo que compartilha treinos, desafios e conquistas.

O Team Zecão W7 conta com atletas que representam a Liga Campo-Bonense de BMX e o Clube 19 de Julho, fortalecendo o esporte na região e ampliando a presença local nas principais pistas do país. Na agenda de 2026, estão previstas etapas do Campeonato Gaúcho, Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, em Cuiabá, além da Taça Brasil. 

LEIA A MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Era uma manhã comum de terça-feira, na qual milhares de campo-bonenses seguiam sua rotina normalmente. No entanto, uma cena flagrada na principal avenida da cidade se tornou símbolo de leveza, criatividade e carisma.

Guilherme Machado, de 28 anos, trabalha como gari no caminhão de coleta seletiva pelas ruas de Campo Bom ao lado dos colegas de turno Patrick Gaspar, Andrei França, Vinicius Rosa e Ismael Guedes. Na manhã do dia 24 de fevereiro, o dia iniciou com um imprevisto: precisariam cumprir o itinerário da coleta com um caminhão diferente do habitual.

A equipe seguia o roteiro normalmente, frustrados com a troca do veículo, até que um objeto mudou o dia. Em uma das paradas para coleta dos resíduos, um violão foi encontrado, deixado na rua para descarte. “Recolhi o violão e decidi tocar para descontrair e tornar o dia um pouco mais leve”, conta Guilherme.

 Mesmo sem saber controlar as cordas e encontrar as notas do instrumento, Guilherme se acomodou na parte de trás do caminhão e começou a tocar. Imediatamente, os colegas acompanharam e, em coro, iniciaram as músicas. “A gente gosta de sofrência. Naquele dia, cantamos Milionário e José Rico”, lembram os garis.

A descontração da cena foi flagrada pela psicóloga Débora Mello, que seguia pela Avenida Brasil, a caminho de mais um dia de atendimentos no consultório. A campo-bonense gravou o vídeo dos profissionais da coleta e publicou nas redes sociais, junto de uma mensagem motivacional. “Porque felicidade também mora nos encontros simples. Na leveza. No bom humor de quem trabalha enquanto o mundo passa. Que a gente nunca perca a capacidade de ser tocado pelo que é simples. Nem sempre é sobre grandes conquistas. Às vezes, é sobre encontrar alegria no caminho”, escreveu ela. O registro despretensioso viralizou e já soma mais de 200 mil visualizações nas redes sociais.

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  • A Administração Municipal de Campo Bom preparou uma programação especial ao longo de todo o mês de março para celebrar o Dia Internacional da Mulher, comemorado no último domingo, 8 de março. As atividades incluem momentos culturais, esportivos, de reflexão e conscientização, reforçando a importância da valorização das mulheres e da promoção de espaços de diálogo, cuidado e participação.

A programação iniciou no próprio dia 8 de março, dentro do 46º Rodeio Nacional de Campo Bom, com ações especiais voltadas ao público feminino. Entre os destaques estão a realização do Podcast TV do Gaúcho – Mateando com Elas, a distribuição de materiais de conscientização, além da valorização de artistas mulheres na programação cultural. O público também pôde acompanhar o Espetáculo de Dança “Chula” com Emily Borghetti e o show da cantora Analise Severo, celebrando o protagonismo feminino na cultura gaúcha.

Ao longo do mês, outras atividades voltadas às mulheres também serão realizadas. Nos dias 9, 16, 23 e 30 de março, o Ginásio Municipal recebe aulas abertas de defesa pessoal, das 19h30 às 20h30, proporcionando às participantes orientações práticas sobre segurança e autocuidado.

No dia 19 de março, a Câmara de Vereadores sediará a roda de conversa “Todos por Elas”, reunindo profissionais da segurança pública e representantes da Procuradoria da Mulher para um diálogo sobre proteção, direitos e enfrentamento à violência.

A programação também inclui o evento Mulheres em Foco, no dia 21 de março, com largada da corrida e caminhada às 8h, no Largo Irmãos Vetter. O percurso será de 3 quilômetros, incentivando a prática esportiva, o cuidado com a saúde e a integração entre as participantes. 

NOTÍCIA COMPLETA E LINK DE INSCRIÇÕES NO SITE: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Grêmio conquista título gaúcho e torcedores campo-bonenses fazem a festa na Avenida Brasil.
  • Torcedores gremistas fazem festa na Avenida Brasil após conquista do título gaúcho.
  • ESPECIAL DIA DAS MULHERES 💜✊🏿
✍️ @mairanpacheco 

Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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