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Entrevista exclusiva com Luciano Orsi pré-candidato a deputado estadual

Redação / AG por Redação / AG
2 de março de 2026
em Política
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Entrevista exclusiva com Luciano Orsi pré-candidato a deputado estadual
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As Eleições 2026 estão se aproximando e, como é de conhecimento da grande maioria dos campo-bonenses, teremos pelo menos um representante de Campo Bom em busca de uma vaga na Assembleia Legislativa. O ex-prefeito Luciano Orsi (PDT), que governou a cidade entre 2017 e 2024, lança oficialmente sua pré-candidatura a deputado estadual no dia 12 de março. Nesta matéria, trouxemos as expectativas de Luciano para a campanha e objetivos em caso de vitória nas urnas, em outubro.

Jornal A Gazeta: O que o motiva a disputar uma vaga na Assembleia Legislativa?

Luciano Orsi: O que me motiva é ampliar para toda a região o que fizemos em Campo Bom. Na Assembleia, são trabalhados temas estaduais, mas o objetivo principal é cuidar dos interesses do Vale do Sinos e da Grande Porto Alegre especialmente. Uma coisa que já fiz como presidente da Famurs em momentos difíceis e delicados. Então eu sei o quanto um trabalho junto ao governo do Estado, junto à Assembleia Legislativa, de articulação, de liberação de pendências, de busca de programas para beneficiar a nossa região é importante. Trabalhar nesse sentido é o meu objetivo e acredito que, por tudo que eu já passei na minha vida, tanto privada, quanto pública, eu esteja preparado para dar essa contribuição para minha região e para o meu Estado.

AG: Dadas as diferenças entre Executivo e Legislativo, como você espera contribuir, se eleito, como deputado?

Luciano: São poderes diferentes, atribuições diferentes, mas elas são complementares. Nós temos uma grande experiência como Executivo Municipal, graças a Deus bem-sucedida, e acho que isso facilita muito. Por isso, nós precisamos ter mais representantes que entendam das nossas necessidades, que entendam como as coisas funcionam nos municípios, as nossas matrizes econômicas, as nossas forças, nossos pontos positivos, mas também as ameaças que sofremos, e poder trabalhar no sentido de fortalecer toda a região.

AG: Como você avalia a aceitação da comunidade de Campo Bom aos seus mandatos como prefeito? Como tem sido a recepção à pré-campanha a deputado?

Luciano: Eu acredito que nós conseguimos fazer uma coisa que é muito difícil na política, que é aumentar a nossa aceitação junto à comunidade de Campo Bom. Iniciamos como uma pessoa que não tinha experiência na área pública, sempre trabalhando na iniciativa privada, e terminamos conseguindo conciliar esse entendimento de quem veio de fora e fez um trabalho inovador, trazendo pessoas da comunidade, empresários, lideranças, profissionais liberais e que fizeram um grande trabalho, e isso foi amplamente reconhecido. Até porque nós conseguimos realmente dar uma volta muito grande por cima, pegando o Município com dívidas, inclusive com bloqueios, mas conseguimos sanar isso e fazer investimentos históricos na cidade, o que mostra que, embora não tivéssemos experiência na área pública, nossa capacidade de gestão, de olhar a coisa de fora, se fortaleceu. E isso foi percebido e avaliado pela comunidade, que aceita hoje, de maneira muito recompensadora para mim, nos dando apoio, dizendo que é isso mesmo, que temos que seguir; alguns, claro, ainda brincam, “mas não vai voltar a ser prefeito?”, graças à proximidade que construímos com a comunidade. Mas, com certeza, a comunidade entende o papel importante que o deputado estadual pode ter, auxiliando a região e especialmente a sua comunidade. Esse entendimento faz com que as pessoas nos deem muito apoio, reconhecendo o trabalho feito e que podemos fazer ainda mais estando na Assembleia Legislativa, próximo ao governo do Estado.

AG: Qual é o maior problema do Estado hoje e como você pode ajudar a solucioná-lo como deputado?

Luciano: Eu acredito que o Estado avançou e conseguiu se organizar melhor nos últimos anos, controlando as despesas, conseguindo botar uma certa ordem na casa. Hoje o estado paga os salários em dia, tem várias parcerias com os municípios, coisa que não tinha até um tempo atrás, quando não tinha capacidade de investimento. Com ajuda do governo federal, claro, com recursos que tem vindo, mas, acima de tudo, com uma gestão que eu considero qualificada.
Eu tenho uma visão de que é importantíssimo, muito necessário, trabalhar o desenvolvimento econômico, as potencialidades do Estado e dos municípios, trazer novos empreendimentos, mas também que é muito importante não deixar de investir na qualidade de vida das pessoas, na educação como ponto fundamental, em uma saúde de qualidade e ter também, como temos em Campo Bom, opções de lazer, esportivas, de entretenimento… um desenvolvimento integrado. Não deixamos de olhar para nenhum ponto, cuidando de todos e conseguindo fazer com que a cidade crescesse, com investimentos como o da Verallia, maior da história da cidade, e vários outros que colocaram a cidade num outro patamar. E nós queremos que cada vez mais isso seja fomentado.

AG: Quais serão as tuas prioridades na Assembleia? Qual bandeira será inegociável no seu mandato?

Luciano: A minha prioridade na Assembleia será principalmente a educação, a educação como ponto de partida para que possamos ter uma qualificação cada vez maior. Hoje nós estamos perdendo muitos jovens, muitos empreendedores, muitos cérebros, para Santa Catarina e para outros estados. Nós estamos trabalhando forte para recuperar isso na questão tecnológica e acho que isso tem que ser fomentado ainda mais. Queremos trabalhar, então, a educação, a tecnologia, o apoio ao setor empreendedor, mas também ter um cuidado bastante forte com as pessoas que mais precisam. Eu sempre me baseei muito na questão de ser justo, então queremos trabalhar questões que tragam justiça às pessoas. Garantir que as pessoas tenham condições de empreender, de melhorar de vida, mas não deixando de estender a mão para as pessoas que precisam, seja de assistência social, saúde, nas questões que realmente são impactantes na vida de cada pessoa.
A bandeira inegociável será a educação, o acesso à educação de qualidade, melhorar as condições das nossas escolas a nível estadual. Sabemos que aqui em Campo Bom nós temos uma realidade bastante boa nas escolas municipais, mas que cai muito em qualidade quando chega no ensino estadual. Estão sendo feitos alguns movimentos, a questão da escola integral, são avanços importantes, mas ainda assim muito abaixo do que entendemos que seja necessário. Nós teremos que fazer grandes investimentos na educação para garantir que todos, absolutamente todos, tenham acesso à educação de qualidade, desde a escola infantil até o ensino superior, mestrado, doutorado… Que possamos oferecer isso com muita qualidade, para que tenhamos assim um desenvolvimento sustentável, ampliando a qualificação, porque quando estamos mais qualificados, rendemos mais, conseguimos agregar valor ao nosso trabalho e com isso toda a sociedade cresce. Valorizar a educação é um ponto que eu não abro mão.

AG: Se eleito, qual é o primeiro projeto de lei que você pretende apresentar?

Luciano: Com certeza, muitas coisas nós entendemos que precisam avançar. É claro que tem que se considerar o binômio necessidade-oportunidade. A necessidade existe, mas nem sempre existe a possibilidade, e eu sempre fui muito centrado neste ponto. Então nós queremos olhar para o que nós realmente podemos avançar. Eu diria que, com certeza, projetos na área da educação, sugerindo questões ligadas à valorização do esporte, melhores espaços para a prática do esporte escolar, também em relação a capacitar mais os nossos professores, resultando numa melhor qualidade da educação. E isso tem que ser oferecido sem custo, porque é uma coisa que não só melhora a remuneração deles, mas o ganho para sociedade é muito grande, porque a capacitação traz mais qualidade ao trabalho desses profissionais.
Outra questão, que no nosso governo em Campo Bom nós sempre tivemos muitos investimentos, é a segurança pública. Nós criamos a Secretaria Municipal de Segurança, criamos a Guarda Municipal… Através do PISEG, empresas podem doar parte do seu ICMS para investimento nas forças de segurança, mas hoje as guardas municipais, que são instrumentos importantes que auxiliam na segurança pública, não estão inseridas no programa, acaba tudo saindo do bolso do Município. Se nós temos condições para que as nossas empresas invistam nas forças de segurança estaduais, porque também os municípios não têm? Tem uma lei aprovada, mas que não foi implementada. Queremos brigar para que essa implementação, essa liberação dentro do PISEG, aconteça logo, valorizando os nossos municípios, que investem na segurança. É uma coisa que eu quero brigar desde o primeiro momento para que seja revisto, porque nós sabemos o quanto os municípios investem numa atividade que seria do Estado, mas havia a necessidade, por falta de pessoal, de fazer esse investimento, então queremos que isso seja reconhecido.

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  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco

Na véspera da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026, marcada para este sábado (13), contra o Marrocos, o clima de expectativa já toma conta de Campo Bom. Pelas ruas, nas conversas e, principalmente, dentro de casa, o sentimento é de esperança, ansiedade e, acima de tudo, união. Mais do que futebol, a Copa volta a ocupar um espaço especial na vida das famílias, reacendendo tradições e fortalecendo laços.

No Centro de Campo Bom, a família de Jade Weiss, 27 anos, traduz bem esse espírito. Ao lado do companheiro Dadiér Ataydes, 42, e do filho Derick, de apenas 3 anos, ela vive a preparação para o Mundial de forma afetiva e cheia de significado. A casa já começa a ganhar cores verde e amarelo, com bandeirinhas, uma bandeira do Brasil em destaque e enfeites simples, mas carregados de simbolismo.
A motivação para a decoração veio do integrante mais novo da família. Foi Derick quem despertou o interesse pelo futebol dentro de casa, transformando a Copa em algo ainda mais especial. “Quando ele começou a demonstrar interesse pelos jogos, a gente decidiu alimentar essa tradição para criar memórias com ele”, conta Jade.

A família acompanha a competição desde 2022, quando o menino nasceu, em meio a um período em que o convívio familiar se intensificou. Agora, com mais consciência e curiosidade, Derick passa a vivenciar a experiência de forma ainda mais intensa, o que torna esta edição da Copa diferente das anteriores.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

PONTOS DE VENDA:
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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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