A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Da carreteada ao futebol:conheça a história de vida de Ildo Lampert

Redação / AG por Redação / AG
23 de fevereiro de 2024
em Comunidade
0 0
A A
Da carreteada ao futebol:conheça a história de vida de Ildo Lampert

Angélica Spengler/AG

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Veja mais sobre a jornada singular de “Boizinho”, através do relato de suas memórias e vivências

Ildo Lampert, aos seus 92 anos, recorda suas memórias mais especiais. Ele nasceu em Taquara, mas veio morar em Campo Bom com o pai, alfaiate, com apenas três anos de idade.

Sua vida percorreu os passos dos bois dos carreteiros, até a corrida nos campos verdejantes de futebol.

Um apelido que virou identidade

No vibrante emaranhado de lembranças que compõem a história de Ildo Lampert, um apelido desponta como uma marca inconfundível. Boizinho. Um apelido que ecoa desde os seus tempos de menino, evocando uma época de desafios e superações.

Na infância marcada pela adversidade da saúde dos pais, que levou Ildo a ser criado mais pelo avô, fez com que o apelido surgisse. “O meu avô era carreteiro, mas naquela época as mercadorias vinham todas de trem e daí os carreteiros levavam para os armazéns. De manhã, eu ia à aula e de tarde eu sempre carreteava, com meu avô, sentava do lado dele. Foi aí que surgiu o apelido, que sou conhecido até hoje”, disse ele.

Raízes em Campo Bom

Entre as brumas do tempo, as raízes de Ildo Lampert mergulham profundamente em Campo Bom. Embora tenha nascido em Taquara, foi nesta cidade que ele fincou suas bases, desde os tenros anos de infância.

Reminiscências de uma época onde a simplicidade ditava o ritmo da vida, onde o jovem Ildo se via entre os bancos escolares e o trabalho como ajudante de carreteiro, moldando seu caráter com a têmpera da determinação.

O ofício no calçado e as voltas da vida

Longe dos gramados, Ildo trilhou sua jornada profissional como sapateiro, na expedição de fábricas renomadas. Uma carreira marcada pela dedicação e pelo labor incansável, que o viu passar por diferentes desafios e transformações no mundo do trabalho. “Trabalhei 50 anos, bem certinho”, relembra, traçando um arco temporal de conquistas e aprendizados.

Paixão nas quatro linhas

Mas foi nos campos de futebol que seu nome ecoou com mais vigor. Ildo viveu a glória e a paixão do esporte no Clube 15 de Novembro. Desde os dias na categoria de base até os embates nos veteranos, sua trajetória revela não só habilidade com a bola nos pés, mas também a força de um espírito incansável.

“Me criei no campo do Clube 15 de Novembro, o pai morava do lado. Eu até joguei nos filhotes, como chamava antigamente, os juvenis. Depois, quando eu tinha mais de uma pouquinha idade, eu passei para o segundo quadro, tinha um segundo quadro antigamente. Depois, o primeiro quadro e depois nos veteranos, ainda joguei. Passei mais de vinte anos dentro do campo do 15 de Novembro. A minha posição era meia esquerda, meia ligação. Mas eu comecei como ponta esquerda”, afirma, com orgulho.

Ildo compartilha uma memória dos tempos de futebol. “O 15 estava numa situação ruim. Jogamos em Estância Velha e o resultado certo seria de perder ou empatar. E por azar, eu fiz um gol, no segundo tempo, de fora da área. Depois no fim da história, esse gol ajudou quem ficou campeão ainda naquela época. Sei que se ganhássemos, o outro time ia entregar os pontos um para o outro. E no fim deu certo, aquele gol, só não me lembro qual é o ano que foi, mas aquele gol ajudou”.

Um legado de memórias

Ao folhear as páginas amareladas de um álbum de recordações, Ildo Lampert compartilha não apenas suas próprias memórias, mas um pedaço da história de Campo Bom. Entre os retratos em preto e branco, as notícias recortadas e os rostos que já se foram, emerge uma narrativa vívida e comovente, tecida com fios de nostalgia e saudade. “É um diário de uma vida”, reflete Ildo, contemplando o legado que deixou para as gerações futuras.

A história de Ildo Lampert é mais do que um relato pessoal; é um testemunho da resiliência humana, da paixão pelos pequenos prazeres da vida e do poder das lembranças para unir gerações. Em cada palavra, em cada imagem, ressoa a voz de um homem que viveu intensamente, deixando um legado de histórias que transcende o tempo. Em meio às vicissitudes da vida, Ildo permanece como um farol de inspiração, iluminando os corações daqueles que têm o privilégio de ouvir suas palavras.

Post Anterior

Últimos dias para pagamento da cota única do IPTU com 10% de desconto

Próximo post

Cinema em Campo Bom: um espaço de cultura e inclusão

Notícias relacionadas

Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão
Comunidade

Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão

29 de abril de 2026
Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento
Comunidade

Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento

28 de abril de 2026
Recolhimento de podas segue cronograma em mais seis bairros entre 15 e 20 de julho
Comunidade

Prefeitura inicia calendário anual de podas de árvores

28 de abril de 2026
Próximo post
Cinema em Campo Bom: um espaço de cultura e inclusão

Cinema em Campo Bom: um espaço de cultura e inclusão

Vale do Rio dos Sinos registra queda dos indicadores criminais em 2023

Vale do Rio dos Sinos registra queda dos indicadores criminais em 2023

Projeto Inclusão Digital: transformando vidas em Campo Bom

Projeto Inclusão Digital: transformando vidas em Campo Bom

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Semifinais do Futsal Série Ouro estão marcadas para o dia 8 de maio
  • Promoções e horários diferenciados para a compra de presentes de Dia das Mães na Casa do Artesão
  • Vereadores aprovam projeto que suspende cobrança de água em caso de falhas no abastecimento

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 28.04

➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.