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67 anos de Campo Bom: Entrevista exclusiva com prefeito Giovani Feltes

Redação / AG por Redação / AG
2 de fevereiro de 2026
em Política
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67 anos de Campo Bom: Entrevista exclusiva com prefeito Giovani Feltes

Divulgação/PMCB

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Em entrevista exclusiva ao Jornal A Gazeta o prefeito Giovani Feltros fala de toda a sua emoção e alegria em administrar Campo Bom pela quarta vez.

Jornal A Gazeta: Nestes pouco mais de 12 anos de mandatos, o senhor comemora pela 13ª vez o aniversário de Campo Bom no cargo de prefeito. Qual o tamanho desta honraria?

Giovani Feltes: Ser prefeito de Campo Bom é, acima de tudo, uma grande honra e uma responsabilidade enorme. Sou alguém profundamente ligado à cidade, à sua história e às pessoas que aqui vivem. Ter exercido quatro mandatos é algo significativo, mas encaro essa trajetória não como um título, e sim como a missão de servir, gerir com seriedade e olhar crítico, cobrando de mim e da equipe resultados concretos. É um cargo que exige muito, mas que carrego com respeito, dedicação e um forte vínculo com a cidade que amo.

AG: O senhor nasceu pouco antes da emancipação de Campo Bom. Em que momento surgiu o desejo de um dia ser prefeito? Após a primeira eleição, imaginou retornar ao cargo outras vezes?

Giovani:Apesar de ter nascido oficialmente em São Leopoldo, minha vida, minha família e minha identidade são ligadas a Campo Bom. Curiosamente, nunca tive, inicialmente, o sonho de ser prefeito. Quando jovem, pensava mais na atuação legislativa, cheguei a sonhar em ser deputado assim que me filiei ao partido e construí minha trajetória política no MDB. A possibilidade de ser prefeito surgiu de forma natural, com o amadurecimento político e o crescimento da cidade. Lá na primeira vez, nunca imaginei exercer quatro mandatos, especialmente em um período em que não havia reeleição. Cada eleição foi resultado de construção política, diálogo e confiança da comunidade. Sempre cumpri integralmente meus mandatos e sigo com o mesmo compromisso até hoje.

AG: Nos mandatos como prefeito, houve alguma obra que o senhor sonhou e conseguiu transformar em realidade?

Giovani: Sim, várias. Muitas ideias nasceram ainda quando eu era vereador. A Avenida Brasil, por exemplo, sempre foi pensada como a espinha dorsal da cidade. Sua duplicação constava desde o primeiro Plano Diretor, ainda na década de 1950, antes mesmo da emancipação. Era uma obra complexa, cara, mas necessária para colocar Campo Bom em outro patamar urbano. Entre os sonhos concretizados estão o Complexo do CEI, que reúne escola, teatro, cinema, piscina, ginásio e biblioteca, além do Largo Irmãos Vetter. Este último foi inspirado em experiências que conheci na Europa, espaços de convivência pensados para as pessoas se encontrarem, sorrirem, viverem a cidade. São obras que marcaram minha trajetória e a história do município.

AG: Entre tantas obras entregues, quais o senhor destacaria como as cinco mais importantes?

Giovani: Destaco a duplicação da Avenida Brasil em toda sua extensão; a pavimentação e qualificação da Avenida dos Municípios e a duplicação do trecho entre o bairro Porto Blos e Sapiranga; o conjunto de obras do Complexo do CEI; a construção do Largo Irmãos Vetter,e a revitalização do Largo Marilu Kehl e da Praça João Blos; além dos investimentos contínuos na educação, como a construção da EMEF Borges de Medeiros e de tantas outras escolas de ensino fundamental e infantil, a pavimentação de ruas, os loteamentos populares e a conclusão e modernização do prédio da Prefeitura. Todas essas obras foram construídas em diálogo com a comunidade e fazem parte de uma história coletiva.

AG: Houve alguma obra que permaneceu apenas como sonho e ainda não foi possível realizar?

Giovani: Sim. Comentei com algumas lideranças e empresários sobre o sonho de implantar em Campo Bom um equipamento público absolutamente inovador, que integrasse educação, tecnologia, memória, cultura e arquitetura contemporânea. A ideia é um espaço que se torne referência em nível estadual, capaz de atrair estudantes, professores e visitantes, funcionando como um verdadeiro polo de conhecimento, inovação e formação cidadã. Trata-se de um projeto pensado a partir de parcerias entre o poder público e a iniciativa privada, com potencial de deixar um legado duradouro para as futuras gerações. É um sonho grande, complexo e que exige convergência de esforços e planejamento, mas sigo acreditando que Campo Bom tem capacidade e vocação para, um dia, torná-lo realidade.

AG: Qual presente o senhor gostaria de anunciar aos campo-bonenses neste aniversário de 67 anos?

Giovani: Mais do que um presente, destaco uma grande conquista: a transformação do Hospital Lauro Reus. Estamos investindo dezenas de milhões de reais para entregar uma estrutura muito superior à que existia, adequada às necessidades da cidade e da região. Ainda haverá desafios, como em qualquer sistema de saúde, mas estamos avançando com responsabilidade, qualidade e planejamento. Isso me deixa profundamente satisfeito.

AG: Deixe uma mensagem aos campo-bonenses pelos 67 anos de Campo Bom.

Giovani: Campo Bom está de parabéns. É uma cidade que, como todas, enfrenta desafios, e é justamente por isso que o poder público existe: para cuidar, melhorar e oportunizar. Temos orgulho da nossa cidade, dos equipamentos públicos, do mobiliário urbano, da qualidade dos espaços e, principalmente, das pessoas. Seguiremos trabalhando juntos, com responsabilidade e diálogo, para fazer sempre mais e melhor. Campo Bom e nossa gente merecem. Parabéns!

POR: Mauri Spengler

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➡️ Elias Weiss conquista o 2º Lugar no Canastra Brou Experience 2026.

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  • Morreu na manhã desta segunda-feira, 04, o homem que havia sido baleado durante uma ação do Comando Rodoviário da Brigada Militar, após tentar fugir de uma barreira e avançar com o veículo contra um policial, na RS-239, nas proximidades do bairro Quatro Colônias.

O homem foi identificado como Flamarion Alexander Martins, de 48 anos. Ele conduzia um Fiat Uno com registro de furto na cidade de Parobé.

Segundo o delegado Rodrigo Camara, da Polícia Civil de Campo Bom, no decorrer da ação, o homem que conduzia o Fiat Uno, furtado na noite anterior, tentou fugir da abordagem e direcionou o veículo contra um policial militar, situação que levou à intervenção com uso de arma de fogo por parte da guarnição.

Após ser atingido, Flamarion foi socorrido pelo SAMU e encaminhado ao Hospital Lauro Reus, onde permaneceu internado. Nesta segunda-feira, foi confirmada a morte cerebral.

Conforme a Polícia Civil, o homem possuía extensa ficha criminal, com antecedentes por lesão corporal, ameaça, furto simples e qualificado, apropriação indébita, resistência, desobediência, violência doméstica e descumprimento de medida protetiva de urgência. Ainda segundo a investigação, ele utilizava tornozeleira eletrônica no momento da ocorrência.

A Polícia Civil requisitou perícias e acompanhou os trabalhos técnicos do Instituto-Geral de Perícias no local. As circunstâncias da ocorrência seguem sendo investigadas.

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  • Na noite de segunda-feira, 27, o galpão do CTG M’ Bororé recebeu a apresentação oficial do projeto do 25º Sarau, edição comemorativa Jubileu de Prata. O evento foi voltado aos associados da entidade e apoiadores, marcando o início da contagem regressiva para uma das maiores celebrações tradicionalistas do calendário cultural gaúcho.

A edição de 2026 ganha um significado ainda mais especial por coincidir com os 40 anos de fundação do CTG M’Bororé. Além de celebrar as 25 edições do Sarau, a programação propõe um resgate histórico em homenagem ao saudoso Marcos Liandro Möfinger, conhecido como Mestre Chula, fundador e instrutor da entidade. Como parte dessa valorização da memória, será produzido um documentário especial pela TV do Gaúcho, contando a trajetória do evento e destacando personagens que ajudaram a construir sua história.

A programação oficial inicia no dia 9 de maio, com o Baile de Lançamento do Sarau, cujos cartões já estão à venda com a patronagem. Na sequência, ocorre o concurso Mais Prendada Prenda do XXV Sarau, em 8 de junho, seguido pelo aniversário do CTG, no dia 11. A abertura oficial do Sarau acontece em 12 de junho, com show nativista de Cairon & Gustavo, e as competições artísticas seguem nos dias 13 e 14 de junho.

As disputas contemplam modalidades como danças tradicionais de invernada, nas categorias pré-mirim, mirim, juvenil, adulto, veterano e xirú, além de chula, chula show, intérprete vocal, declamação e dança gaúcha de salão, abrangendo diversas faixas etárias. A entidade com melhor desempenho geral nas competições receberá o troféu especial “Mestre Chula”, criado exclusivamente para esta edição.

Mantendo o compromisso social do projeto Sarau Solidário, implantado desde 2015, cada inscrição realizada será convertida em um quilo de alimento não perecível destinado ao Banco de Alimentos. Em 2025, o evento contabilizou cerca de 3.600 inscrições de artistas, reforçando sua dimensão e alcance.

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➡️ Programa Acolher está com vagas abertas em algumas modalidades.

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  • EXCLUSIVO |✍️ @mairanpacheco 

Celebrado em 1º de maio, o Dia do Trabalhador é mais do que uma data no calendário: é um convite à valorização de quem, com dedicação diária, constrói e movimenta a comunidade. Em Campo Bom, o trabalho sempre foi um dos pilares do desenvolvimento, presente nas mais diversas áreas; da indústria ao comércio, da educação aos serviços, do empreendedorismo às iniciativas que nascem dentro de casa.
A origem da data remete ao final do século XIX, a partir de mobilizações de trabalhadores por melhores condições de trabalho, especialmente a redução da jornada para oito horas diárias. O marco histórico foi a Revolta de Haymarket, nos Estados Unidos, que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas em todo o mundo. Desde então, o 1º de maio passou a ser reconhecido internacionalmente como um dia de reflexão, memória e valorização da classe trabalhadora.
Parte dessa história passa, inevitavelmente, pela força da indústria calçadista. Por décadas, o setor do calçado foi a principal engrenagem econômica do município, responsável por gerar empregos, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nas linhas de produção, homens e mulheres ajudaram a consolidar a identidade de uma cidade reconhecida pela sua capacidade produtiva e pelo espírito trabalhador de sua gente.
Hoje, mesmo diante das transformações do mercado e da diversificação das atividades econômicas, o legado permanece vivo. Novas profissões surgem, outras se reinventam, e o conhecimento se torna ferramenta essencial para acompanhar as mudanças. Ainda assim, o valor do trabalho segue o mesmo: dignificar, gerar pertencimento e impulsionar o crescimento coletivo.
Mais do que números ou setores, o trabalho aparece no cotidiano: na porta que abre cedo, na máquina que começa a rodar, no atendimento que acolhe, na ideia que vira sustento. É ele que conecta histórias, sustenta famílias e dá ritmo à cidade. Neste Dia do Trabalhador, o reconhecimento está na soma silenciosa de esforços que, todos os dias, fazem a cidade seguir em frente.

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Destaques da edição impressa 🗞️

➡️ 1º de maio: a força de quem faz Campo Bom acontecer;

➡️ Campo Bom na trilha do penta com Elias Weiss;

➡️ M’Bororé lança edição histórica do 25º Sarau de Arte Gaúcha.

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  • Que comecem os jogos ⛹️‍♀️🤾‍♂️🏃‍♀️⚽️🥋

#40olimpiadaestudantildecampobom

📷 Briane Colissi e Mairan Pacheco/AG
  • A 40ª Olimpíada Estudantil de Campo Bom teve sua abertura oficial na manhã desta quinta-feira (30), no Ginásio do CEI, marcando o início de mais uma edição do maior evento esportivo estudantil do município.

Com expectativa de mais de 9 mil inscrições ao longo do ano, a competição reúne estudantes das redes municipal, estadual e privada em diversas modalidades esportivas, promovendo integração, espírito esportivo e formação entre os jovens.

A cerimônia contou com o tradicional acendimento da pira olímpica e homenagens a pessoas que contribuíram para a história da Olimpíada ao longo de suas quatro décadas.

As disputas seguem até novembro, com encerramento e premiação dos destaques de cada categoria.

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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