A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Vamos conhecer algumas aves e mamíferos que vivem na região?

Redação / AG por Redação / AG
19 de outubro de 2021
em Comunidade, Educação
0 0
A A
Vamos conhecer algumas aves e mamíferos que vivem na região?
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

A série Biologia em Pauta, em parceria com a bióloga, Carolina Rangel – formada em licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), está de volta. Visando, especialmente, o ensino fundamental, atendido pelo programa AG Educa de Campo Bom. Confira a seguir a segunda parte da série, que abordará mamíferos e aves da região.

Os mamíferos formam um dos grupos de animais mais conhecidos. Afinal, quem nunca ouviu falar de baleia, macaco ou gato? Inclusive, nós seres humanos também fazemos parte desse grupo, além de muitos outros animais. No Brasil, existem cerca de 650 espécies de mamíferos, das quais cerca de 185 ocorrem no Rio Grande do Sul. Já as aves formam um outro grupo de animais que apresentam uma variedade de tamanhos, cores, formas e cantos. No Brasil, existem 1.971 espécies de aves, cerca de 700 ocorrem no nosso Estado! Hoje vamos falar de cinco mamíferos comuns de serem encontrados no RS e conhecer cinco aves que vivem aqui em Campo Bom.

João-de-barro (Furnarius rufus)

biologia6 joao de barro

O joão-de-barro é comum de encontrar no município, afinal, é a ave símbolo de Campo Bom (Lei nº 3448, de 2009). Ele vive em áreas abertas e cidades, e se alimenta de minhocas, cupins e insetos, e por isso pode ser visto revirando folhas e terra pelo chão. Seu canto é alto e se torna mais frequente na primavera, quando os casais se juntam para reproduzir. O joão-de-barro possui fama de ser trabalhador e inteligente, pois constrói um ninho de barro incrível. O ninho, em formato de forno é construído em conjunto pelo casal e demora até 1 mês para ficar pronto. No interior, há uma parede que separa a entrada e o local onde vão ser colocados os ovos. Essa parede serve para aumentar a proteção dos filhotes, legal né? E apesar de todo o trabalho, o joão-de-barro nunca utiliza o mesmo ninho duas vezes, ele constrói novos ninhos e pode até fazer um em cima do outro. Quando abandonados, os ninhos podem ser utilizados por outras aves ou até outros animais, como lagartixas, pequenas cobras e abelhas.

Quero-quero (Vanellus chilensis)

biologia9 queroquero

É uma ave que vive em campos abertos e está distribuída por todo o território gaúcho. Por conta disso, é a ave símbolo do Rio Grande do Sul (Lei nº 7.418, de 1980). O quero-quero é fácil de ser reconhecido, pois possui os olhos vermelhos e um topete na cabeça. Eles costumam assustar as pessoas, pois são territorialista, ou seja, não gostam de dividir seu espaço! Se você chegar muito perto, além de emitir um som de alerta, eles podem dar os famosos ‘rasantes’ em sua direção. Por isso, é importante respeitá-los. Se alimentam de insetos e outros pequenos animais, e podem viver em grupos numerosos. Sua reprodução inicia na primavera e eles constróem seu ninho no chão. Se alguma ameaça se aproximar do ninho, o quero-quero pode fingir-se de morto, para atrair o possível predador até ele e afastá-lo de seus filhotes.

Sabiá-laranjeira (Turdus rufiventris)

biologia8 sabia

É considerada a ave símbolo do Brasil, pois ocorre em grande parte do país e está presente na cultura e arte brasileira, sendo o foco de muitas canções. Essa ave vive em bordas de mata e cidades, sozinho ou aos pares. Se alimenta de insetos, minhocas e frutas, e é um excelente dispersor de sementes. A época de reprodução inicia em setembro e eles constroem os ninhos geralmente em árvores e vãos de telhados. Inclusive, o sabiá-laranjeira pode confundir os vãos e construir mais de um ninho ao mesmo tempo. É comum de escutar o canto do sabiá-laranjeira antes mesmo de clarear o dia, quem aí sabe reconhecer seu canto?

Bem-te-vi (Pitangus sulphuratus)

biologia7 bemtevi

Muito popular, o bem-te-vi é facilmente encontrado em matas e cidades e, geralmente, vive sozinho. É territorialista e pode ser agressivo com outras aves que se aproximarem de seu espaço. Se alimenta de frutas, ovos, insetos e outros pequenos animais. O bem-te-vi é um excelente caçador, e pode capturar seu alimento durante o voo. Durante o período de reprodução, constrói um ninho grande em galhos de árvores. Seu canto é fácil de reconhecer, e foi o próprio som quem deu origem ao seu nome.

Urubu-de-cabeça-preta (Coragyps atratus)

biologia10 urubu

Os urubus são comuns de serem vistos planando no céu em silêncio. São aves grandes que vivem em campos e cidades e se alimentam de carcaça de animais mortos. Por conta disso, são considerados os faxineiros da natureza! Você sabia que os urubus eliminam cerca de 95% da carcaça de animais mortos da natureza?

Morcegos (Glossophaga soricina)

biologia1 morcego

Os morcegos são os únicos mamíferos capazes de voar! Durante o dia, eles permanecem escondidos em abrigos, como árvores, cavernas e até mesmo em telhados e forros de casas. Durante a noite, eles vão em busca de alimentos; e não, nem todos os morcegos se alimentam de sangue. Na verdade, das mais de 1.400 espécies de morcegos no mundo, apenas 3 alimentam-se de sangue! A maioria come frutos, insetos e néctar das flores. Por esse motivo, são importantíssimos para a natureza, pois fazem a dispersão de sementes, polinização de plantas e o controle de insetos. Se você não é fã de mosquitos, fique sabendo que em uma única noite, um morcego pode devorar mais de 3 mil insetos.

Qual a relação dos morcegos com a raiva? A Raiva é uma doença causada por um vírus e muito associada aos morcegos. Porém, todos os mamíferos podem transmitir essa doença. Na verdade, mais de 90% dos casos mundiais de raiva foram ocasionadas por cachorros! Mas sim, os morcegos podem ser infectados e transmitir a doença para humanos.

Como saber se um morcego está infectado? Esses animais costumam ser vistos voando ou descansando em árvores ou telhados. Se você encontrou morcegos assim, é pouco provável que eles carreguem o vírus. Na verdade, o principal indicativo de presença da doença é o morcego estar caído no chão, pois a raiva provoca a parada dos músculos e assim eles não conseguem voar.

O que fazer se isso acontecer? Primeiramente, jamais toque no animal! Você deve isolá-lo com um balde ou caixa, impedir que outros animais cheguem perto e ligar para o serviço de zoonoses do município, para que eles realizem o diagnóstico. Lembrando que a raiva não tem cura, mas tem prevenção! Vacine-se e vacine seus pets.

Gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris)

biologia2 gamba

O gambá é um animal comum de encontrar durante a noite, quando ele é mais ativo. O gambá costuma se abrigar em troncos de árvores e raízes, porém também pode viver próximo a nossas casas. Se alimenta de ovos, pequenos animais, frutos e plantas! Por conta disso, são importantes dispersores de sementes e realizam o controle de animais peçonhentos, como cobras, aranhas e escorpiões. No período de reprodução, é muito comum encontrar a fêmea carregando seus filhotes nas costas ou protegidos em uma bolsa que ela possui na barriga (igual ao Canguru). Quando se sente ameaçado, o gambá pode mostrar os dentes, soltar um odor ruim e até se fingir de morto. Mas esse animalzinho não faz mal sem ser provocado, portanto respeite-o! Infelizmente, o gambá é um dos animais nativos com maior índice de atropelamentos, e também sofre muito com ataque por cães e perda de habitat para o desmatamento.

Ratão-do-banhado (Myocastor coypus)

biologia3 ratao

Como o nome já diz, esse mamífero é um roedor adaptado a vida na água, como banhados, lagoas e rios. O ratão-do-banhado pode também ser avistado em terra, mas passa a maior parte do tempo em ambientes aquáticos e sabe nadar muito bem! Eles vivem em grupos e são mais ativos à noite. Pode ser facilmente confundido em aparência com a capivara, porém ao contrário dela, o ratão-do-banhado possui uma longa e grossa cauda. Ele se alimenta de capim, raízes e plantas aquáticas. Na época de reprodução, constrói um ninho com cascas de árvores e dá à luz de 4 a 6 filhotes, e quem cuida é o pai.

Bugio-ruivo (Alouatta guariba clamitans)

biologia5 bugio

Um mamífero muito famoso no Rio Grande do Sul é o bugio-ruivo. Esse macaco vive na copa das árvores de florestas, e é mais ativo durante o dia. Eles vivem em grupos e emitem sons que podem ser ouvidos até 5 km de distância! Esse som alto, é feito principalmente para demarcar território. Eles se alimentam de folhas e frutos e são ótimos dispersores de sementes. Infelizmente, estão em situação vulnerável de extinção, pois costumam ser vítimas de atropelamentos, ataques de cães, eletrocussões e doenças, como a febre amarela. Muitas pessoas acreditam que o bugio é transmissor do vírus da febre amarela, o que não é verdade, quem transmite é o mosquito. O bugio acaba sendo apenas mais uma vítima e nos alerta que o vírus está circulando quando adoecem, atuando como sentinelas.

Ouriço-cacheiro (Coendou spinosus)

biologia4 ourico

Apesar de comum no Rio Grande do Sul, não é tão fácil assim encontrar um ouriço por aí! Ele é um excelente escalador e vive no alto das árvores, de onde dificilmente desce. É mais ativo durante a noite e se alimenta de folhas, flores e frutos. Sua visão é bem ruim, mas possui audição e olfato excelentes! Parente do porco-espinho, ele possui as costas cobertas de espinhos e utiliza isso para se defender de predadores. Porém, ao contrário do que muitos pensam, o ouriço não arremessa os seus espinhos! Na verdade, eles apenas se desprendem do seu corpo quando tocados.

Importante: Se você encontrar algum desses animais em sua casa, ou ferido, ligue para o órgão responsável da cidade (Secretaria Municipal de Meio Ambiente – Sema, através da Prefeitura, no telefone 3598-8600), caso necessário. Maltratar ou matar animais silvestres é crime ambiental (Artigo 29 da Lei nº 9.605 de 1998). Denuncie! Quer conhecer mais animais da região? Siga o Bicharada Gaúcha, um projeto de divulgação da fauna do Rio Grande do Sul. Facebook: Bicharada Gaúcha Instagram: @bicharadagaucha

Post Anterior

Passaporte vacinal agora é obrigatório no Estado

Próximo post

Prefeitura abre Processo Seletivo a fim de contratar estagiários de nível superior

Notícias relacionadas

Há 200 anos, um dos primeiros imigrantes alemães se instalava em terras campo-bonenes
Comunidade

Há 200 anos, um dos primeiros imigrantes alemães se instalava em terras campo-bonenes

2 de fevereiro de 2026
Um sonho coletivo chamado emancipação: a construção da cidade de Campo Bom
Comunidade

Um sonho coletivo chamado emancipação: a construção da cidade de Campo Bom

2 de fevereiro de 2026
Ministério Público apura caso de cão comunitário atingido por disparos de um policial
Comunidade

Ministério Público apura caso de cão comunitário atingido por disparos de um policial

29 de janeiro de 2026
Próximo post
Prefeitura abre Processo Seletivo a fim de contratar estagiários de nível superior

Prefeitura abre Processo Seletivo a fim de contratar estagiários de nível superior

Copas Tia Mira e Futsal 50 Anos têm jogos nesta quarta-feira, 20

Copas Tia Mira e Futsal 50 Anos têm jogos nesta quarta-feira, 20

Homem é preso por cumprimento de mandado

Corpo de morador campo-bonense é encontrado às margens da RS-290

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Câmara define comissões permanentes e especial para 2026
  • Jogos de Verão 2026 iniciam nesta quarta-feira, com beach tennis
  • Há 200 anos, um dos primeiros imigrantes alemães se instalava em terras campo-bonenes

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

A Gazeta CB

  • A primeira sessão ordinária da Câmara Municipal de Campo Bom em 2026, realizada na segunda-feira (2), foi marcada pela definição das comissões permanentes e especiais da Casa. As composições das comissões de Justiça, Orçamento, Ética e da Comissão Especial de Homenagens foram aprovadas por unanimidade pelos vereadores e terão validade de um ano.

As comissões desempenham papel essencial no processo legislativo, sendo responsáveis pela análise de projetos de lei, pareceres técnicos e pela promoção de audiências públicas sobre temas de interesse da comunidade.

Confira a composição das comissões:

Comissão de Justiça, Redação e Serviços Municipais
Presidente: Professor Jéferson (PDT)
Secretário: Inácio Marasca (Republicanos)
Relatora: Kayanne Braga (PDT)

Comissão de Orçamento, Finanças, Educação e Bem-Estar
Presidente: Michele Closs (PDT)
Secretário: Alexandre Hoffmeister (PP)
Relator: Paulo Silveira (MDB)

Comissão de Ética
Presidente: Paulo Silveira (MDB)
Secretário: Jorge Bellé (PL)
Relator: Jair Wingert (Republicanos)

Comissão Especial de Homenagens
Presidente: Kayanne Braga (PDT)
Membros: Jorge Bellé (PL), Inácio Marasca (Republicanos), Alexandre Hoffmeister (PP) e Paulo Silveira (MDB)

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 03.02
 
➡️ Thiago Lacerda traz espetáculo inspirado em Shakespeare ao Teatro do CEI.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • ENCARTE ESPECIAL | ✍️ @mairanpacheco 

Em fevereiro de 1826, um jovem alemão de 26 anos chegava a Campo Bom carregando pouco mais do que coragem, trabalho e esperança. Seu nome era Johannes Blos, e sua história se confunde com as próprias origens do município, ajudando a construir as bases culturais, econômicas e sociais que moldaram a cidade ao longo de dois séculos.
Johannes partiu de navio da Alemanha em agosto de 1825, em busca de oportunidades no Brasil, integrando o movimento de imigração incentivado pelo Imperador Dom Pedro I, que buscava ocupar e fortalecer o Sul do país. Assim como tantos outros imigrantes, Johannes encontrou no Rio Grande do Sul a chance de recomeçar.
Após desembarcar em São Leopoldo, em janeiro de 1826, Johannes logo seguiu para Campo Bom (à época, ainda um distrito da cidade do Vale do Sinos), fixando-se no então chamado Morro das Pulgas, atual bairro Rio Branco. Ali, tornou-se um dos primeiros imigrantes alemães a se estabelecer no território. Agricultor por vocação e empreendedor por necessidade, instalou uma olaria e um moinho, atividades fundamentais para a subsistência das famílias e para o desenvolvimento da comunidade nascente.

Ao lado da esposa, Johanna Phillipina Bauermann, Johannes construiu não apenas uma família numerosa, com 13 filhos, mas também um legado que atravessou gerações. Ao longo desses 200 anos, seus descendentes espalharam-se por Campo Bom e pela região, ajudando a formar a identidade de uma cidade que cresceu a partir do trabalho, da solidariedade e da perseverança.
A presença da família Blos está registrada na própria geografia do município, que foi emancipado somente depois de 133 anos, em 1959. O bairro Porto Blos carrega o nome da família por ter sido, às margens do Rio dos Sinos, ponto de chegada e partida de embarcações que transportavam alimentos, ferramentas e produtos trocados com cidades vizinhas, como São Leopoldo.

Foto 2: Túmulo do Johannes no cemitério ao lado da igreja Santa Teresinha 

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Coluna: ✍️ @maurispengler 

Bodas de neve com muito calor e muito amor

Todos os anos, por esta época, na condição de colunista do Jornal A Gazeta tenho a agradável e por vezes difícil tarefa de parabenizar Campo Bom por sua emancipação ocorrida em 31 de janeiro de 1959, portanto há 67 anos. E, pasmem, a nossa cidade está comemorando Bodas de Neve. Fiz esta pequena introdução, para, pelo menos tentar demonstrar e ratificar o meu amor e meu agradecimento a esta cidade que tão bem me acolheu no ano de 1979 quando, em 8 de junho daquele ano, desci do “citralão”, na antiga rodoviária, vindo de São Sebastião do Caí, atraído que fui não apenas pelo amor a minha então namorada e há 46 anos minha esposa, mas também por muita esperança por novos desafios profissionais. E, neste quesito, assim como eu, milhares e milhares de pessoas também o fizeram. O meu primeiro emprego foi na empresa Reichert Calçados, quando fui contratado para administrar o Clube Reny, que foi construído pela empresa para lazer de seus funcionários. Lá, orgulhosamente trabalhei, por quase 10 anos, de onde só sai para fundar o Jornal A Gazeta.
Devo dizer que já tive a oportunidade e a honra de poder agradecer pessoalmente ao seu Ernani Reuter, meu primeiro e único patrão em Campo Bom, pela oportunidade que me foi dada naquele longínquo ano de 1979, que é onde toda a minha história de compromisso e de amor por esta cidade começou, quando tinha apenas 20 e poucos anos de idade. Se fiz esta narrativa de contar parte da minha história, foi com um único propósito, o de declarar publicamente o meu amor por Campo Bom e, se assim procedo sei também que estou representando outras milhares de pessoas que, assim como eu, de mãos quase vazias, migraram para cá com objetivos semelhantes; vir em busca de emprego e dignidade, o que praticamente não tínhamos nas cidades em que nascemos.
Obrigado, Campo Bom! Parabéns, minha querida cidade, que tão bem me acolheu.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @mairanpacheco 

Berço de inúmeros talentos nas mais diversas modalidades esportivas, Campo Bom segue sendo exemplo no que diz respeito ao incentivo à prática de esportes. Um dos locais mais frequentados nos últimos tempos, a pista de atletismo é um grande exemplo. Diariamente, centenas de pessoas utilizam o espaço para corridas e caminhadas, unindo a prática de atividade física a momentos de lazer em família. A pista, que conta com mais de 300m de distância em formato oval, é rodeada de quadras de areia e campo de grama, caixa de areia para prática de outras modalidades do atletismo, além de arquibancada e playground.
Outro espaço que recebe, todos os dias, milhares de pessoas, é a ciclovia da cidade. Aliás, não é apenas uma ciclovia: é a primeira da América Latina! A faixa contorna a região central, formando um trajeto de mais de 6km de distância. Há, ainda, diversos outros trechos de ciclovia, que seguem por bairros da cidade, ampliando as opções de espaços para pedaladas, corridas e caminhadas.
Quem gosta de esportes na areia também tem diversas opções em Campo Bom. Além das quadras anexas à pista de atletismo, já citadas anteriormente, há diversas outras espalhadas pela cidade, como no Parcão Arno Kunz, na Avenida dos Estados, além do Parque Sady Schmidt (o Novo Parcão), no Parque do CEI, ao lado do CTG Guapos do Itapuí, e muitas outras, nos bairros. Praticantes de esportes como vôlei de areia, beach tennis e futevôlei são usuários frequentes dos espaços.
Quando se trata de esportes indoor, Campo Bom também é referência. Não por acaso, a cidade conta com duas quadras com metragens oficiais de competições como futsal, handebol, vôlei, patinação e tantos outros, como é o exemplo do Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke e o Ginásio do Complexo do CEI. E os simpatizantes de esportes radicais também têm um local adequado para a prática. A pista de esportes radicais, localizada no Paque do CEI, foi reinaugurada há pouco mais de dois anos e recebe, diariamente, os praticantes de skate, patins e BMX.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 02.02

➡️ Sessões da Câmara de Vereadores, retornam hoje.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @mairanpacheco

A emancipação de Campo Bom foi resultado de um longo processo de organização comunitária e afirmação de sua importância econômica e social. Ainda como distrito de São Leopoldo, a localidade já demonstrava forte identidade própria e o desejo de conduzir de forma autônoma o seu desenvolvimento.
Esse movimento teve início em 12 de junho de 1953, com a criação da Comissão Social Amigos de Campo Bom, formada com o propósito de lutar por melhorias para a comunidade. Em 17 de agosto do mesmo ano, a comissão definiu sua primeira diretoria, elegendo Osmar Ermel como presidente e Armin Rudy Blos como secretário.

Em 8 de junho de 1957, foi oficialmente criada a Comissão Primária Pró-Emancipação, marcando uma nova etapa na mobilização local. Armin Blos e Octacílio Fauth foram indicados para representar o movimento junto à Assembleia Legislativa, em Porto Alegre, articulando a visita de deputados a Campo Bom. Essa visita foi celebrada em 28 de outubro de 1957, em um evento realizado na Sociedade Concórdia, atual Clube 15 de Novembro, que reuniu cerca de 150 pessoas. No mês seguinte, em 29 de novembro, o antigo Cinema Imperial, completamente lotado, foi palco da eleição legal da primeira Comissão de Emancipação.

O processo enfrentou obstáculos legais, já que a legislação exigia um mínimo de 12 mil habitantes, número não alcançado no censo de 1958. A solução veio por meio de um projeto do deputado estadual Victor Kroeff, que considerava a arrecadação estadual. Com uma economia pujante, sustentada principalmente pelas indústrias calçadistas e olarias, Campo Bom atendia aos critérios estabelecidos.
Assim, por meio da Lei nº 3.707, promulgada pelo governador Ildo Meneghetti em 31 de janeiro de 1959, Campo Bom conquistou sua emancipação. Nos meses seguintes, realizaram-se as primeiras eleições municipais, elegendo Adriano Dias e Evaldo Dreger para a prefeitura, além da formação da primeira Legislatura da história do município.

MAIS NOTICIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • ENCARTE ESPECIAL | ✍ @maurispengler

Em entrevista exclusiva ao Jornal A Gazeta o prefeito Giovani Feltes fala de toda a sua emoção e alegria em administrar Campo Bom pela quarta vez.

Jornal A Gazeta: Nestes pouco mais de 12 anos de mandatos, o senhor comemora pela 13ª vez o aniversário de Campo Bom no cargo de prefeito. Qual o tamanho desta honraria?

Giovani Feltes: Ser prefeito de Campo Bom é, acima de tudo, uma grande honra e uma responsabilidade enorme. Sou alguém profundamente ligado à cidade, à sua história e às pessoas que aqui vivem. Ter exercido quatro mandatos é algo significativo, mas encaro essa trajetória não como um título, e sim como a missão de servir, gerir com seriedade e olhar crítico, cobrando de mim e da equipe resultados concretos. É um cargo que exige muito, mas que carrego com respeito, dedicação e um forte vínculo com a cidade que amo.

AG: O senhor nasceu pouco antes da emancipação de Campo Bom. Em que momento surgiu o desejo de um dia ser prefeito? Após a primeira eleição, imaginou retornar ao cargo outras vezes?

Giovani: Apesar de ter nascido oficialmente em São Leopoldo, minha vida, minha família e minha identidade são ligadas a Campo Bom. Curiosamente, nunca tive, inicialmente, o sonho de ser prefeito. Quando jovem, pensava mais na atuação legislativa, cheguei a sonhar em ser deputado assim que me filiei ao partido e construí minha trajetória política no MDB. A possibilidade de ser prefeito surgiu de forma natural, com o amadurecimento político e o crescimento da cidade. Lá na primeira vez, nunca imaginei exercer quatro mandatos, especialmente em um período em que não havia reeleição. Cada eleição foi resultado de construção política, diálogo e confiança da comunidade. Sempre cumpri integralmente meus mandatos e sigo com o mesmo compromisso até hoje.

ENTREVISTA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.

Vá para versão mobile