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Um amor concebido no coração

Redação / AG por Redação / AG
12 de maio de 2023
em Comunidade
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Um amor concebido no coração

Arquivo pessoal

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Por Giordanna Vallejos

Campo-bonense que adotou gêmeas conta sobre aspectos da maternidade

O dia das mães é celebrado neste domingo, 14 de maio. O amor materno reside em diversas formas. Para Raquel Tainara Nobrega Pilar Viana, de 33 anos, ele iniciou o processo de adoção. “Sempre tive essa vontade, até pelo contato religioso que tenho, de estar também sempre visitando abrigos e ajudando crianças”, explica ela.

Raquel conta que teve desde a adolescência esse desejo de adotar. Por coincidência, ela e seu marido descobriram que não poderiam ter filhos biológicos. Após esse momento de descoberta, eles preencheram a ficha de adoção e com o papel e a caneta, começaram o início da construção da família deles.

Inicialmente, na ficha, o casal optou por uma idade limite de 4 anos e apenas uma criança. Depois, ambos começaram a pesquisar sobre o tema, e perceberam que muitas crianças maiores necessitam de uma família. Por isso, eles aumentaram a idade para oito anos e com a possibilidade de irmãos. “Em seis meses nos ligaram, dizendo terem duas meninas gêmeas que haviam feito oito anos. Vimos uma foto, ouvimos a história e decidimos seguir com o processo, na semana seguinte eles marcaram um encontro. Para mim foi um choque, porque me achei muito parecida com uma delas”, relata a mãe.

Atualmente, Alicia Isabelle pilar Steffens e Lidiane Heloíse pilar Steffens tem 12 anos, são estudantes e Raquel trabalha como cronometrista de uma indústria de calçados. “Eu tento tornar o hoje delas mais feliz o possível, que elas possam chegar onde quiserem, independente do passado. Elas são muito parecidas conosco e são uma benção. Incentivamos muito os outros para adotar, hoje elas têm o nosso nome na certidão, fizemos uma festa para comemorar isso”. Confira a entrevista abaixo com Raquel, sobre maternidade.

A Gazeta- Tem algum momento da maternidade que te marcou?
Raquel Viana
– O momento que me marcou foi quando uma delas me chamou de mãe. Como elas tinham uma visão romantizada da mãe biológica delas e eram grandes, para elas me chamarem de mãe foi muito difícil. Eu não cobrava, não falava nada, mas quando ela me chamou de mãe pela primeira vez, me segurei para não me emocionar.

AG – Para você, o que significa ser mãe?
Raquel
– Ser mãe é um aprendizado e uma luta diária. Tu não pensa mais em ti, é tudo para elas. Parece que elas sempre fizeram parte do meu lar, da minha família. É um aprendizado para a vida toda, e cada conquista delas é uma grande conquista.

AG – Como é conciliar a maternidade, com profissão e estudos?
Raquel
– Para mim está sendo um desafio, porque antes de adotarmos eu era só profissional, mas com a adoção delas vieram muitas coisas. Eu sempre brinco que elas me trouxeram muita sorte, porque com a adoção em seguida veio uma promoção no trabalho e ainda comecei a fazer cursos, então é muito cansativo, mas, ao mesmo tempo, criamos uma parceria aqui em casa. É puxado, mas eu não posso reclamar, porque o apoio que eu ganho deles é infinitamente maior do que eu vejo em outras famílias.

AG – Você aconselha outras mulheres a adotarem também?
Raquel
– Eu sou a maior aconselhadora para adoção. Tanto que na igreja eu até palestrei incentivando as pessoas a adotarem e acredito que temos que proporcionar para essas crianças o amor. Fazer com que elas conheçam o amor, porque muitas vezes elas conhecem só o sofrimento. E eu sempre falo, se não pode adotar, apadrinha, para que as crianças possam ter o contato do que é um lar, o que é amor. O maior beneficiado na adoção é a gente, que aprende a abdicar do eu. As minhas filhas são uma benção, eu imaginava tanta coisa que eu teria problema e não tive.

AG – Como a relação com a sua mãe ajudou a moldar a mulher que você é hoje, e a mãe que você se tornou?
Raquel
– A minha mãe engravidou de mim quando ela tinha 15 anos e meu pai biológico não presenciou a gestação. Eu falo para as minhas filhas que eu também fui adotada, porque quando a minha mãe tinha 17 anos, ela conheceu o meu pai e ele me registrou, me criou desde os dois anos e para mim, sempre foi meu pai. Ele me criou com todo o amor e carinho, meu pai e minha mãe sempre foram exemplos. Ela foi a primeira pessoa a me dar colo quando descobrimos que não poderíamos ter filhos biológicos, foi a primeira que apoiou a adoção e é a que mais cuida das minhas filhas. A minha mãe é meu maior exemplo. Minha sogra também é um exemplo de mãe, tem uma grande participação no nosso sucesso do processo. É importante conversar com a família antes de adotar, porque eles precisam vestir a camiseta e apoiar a ideia. Dessa forma, tudo ficou mais leve, essa rede de apoio é muito importante, assim como o grupo de apoio.

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  • Vereadores aprovam requerimentos; destaque para instalação de bebedouros e chimarródromos na pista
  • Entre denúncias e prisões, violência contra a mulher segue como alerta permanente em Campo Bom
  • WhatsApp vira ferramenta de criminosos que aplicam o “golpe do falso advogado” na região

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  • Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (09), a Câmara de Vereadores de Campo Bom aprovou, por unanimidade, 10 requerimentos. Entre os destaques está o pedido para que a Prefeitura estude a instalação de bebedouros e chimarródromos na pista de atletismo e no Parcão. O requerimento é assinado pelos vereadores Professor Jéferson, Alexandre Hoffmeister, Cleber Nunes, João Paulo, Paulo Silveira, Kayanne Braga e Michele Closs.

Outro requerimento aprovado, de autoria do vereador Celso Rodrigues, solicita o desassoreamento do Arroio Weiler, que corre junto à Avenida Kennedy, no bairro Metzler. Durante a sessão, o presidente da Câmara, João Paulo, informou que, em recente reunião com o prefeito Giovani Feltes, recebeu a confirmação de que o Município já possui projeto estruturado para o desassoreamento de todos os arroios da cidade.

A única matéria reprovada foi o pedido do vereador Inácio Marasca, que solicitava o aumento emergencial do efetivo responsável pelas roçadas. O vereador Cleber Nunes explicou que, apesar da legitimidade da demanda, há impossibilidade jurídica, já que o Município possui contrato vigente com empresa terceirizada, prevendo aditivo para ampliação do efetivo. Segundo ele, a ampliação não ocorreu por falta de mão de obra, e não por decisão da Prefeitura.

A sessão também foi marcada pela formação das comissões especiais de Direitos Humanos, Desenvolvimento Municipal e Direitos dos Animais, que serão presididas pelos vereadores Professor Jéferson, Celso Rodrigues e Kayanne Braga, respectivamente.

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • MATÉRIA DE CAPA | ✍️ @mairanpacheco 

Casos de tentativa e consumação de estelionato envolvendo o chamado “golpe do falso advogado” têm se tornado cada vez mais frequentes em Campo Bom e cidades da região. Criminosos se passam por advogados ou por integrantes de escritórios de advocacia e entram em contato com vítimas por meio de números falsos de WhatsApp, utilizando indevidamente nomes, fotos e até dados reais de processos judiciais.

Na abordagem, os golpistas informam, de forma fraudulenta, que o processo teve um andamento favorável e que, para a liberação de valores, documentos ou indenizações, seria necessário o pagamento de taxas extras. Durante a conversa, também solicitam dados pessoais e bancários, ampliando ainda mais os prejuízos às vítimas.

A prática criminosa se aproveita do fato de que os processos judiciais são públicos. Informações disponíveis no site do Tribunal de Justiça facilitam a atuação dos estelionatários, que têm utilizado métodos cada vez mais sofisticados, incluindo a clonagem de logins de advogados.

Somente em nome do escritório do advogado campo-bonense Deivis Klein, mais de 20 tentativas de golpe já foram registradas. “Reforçamos para os clientes que entramos em contato apenas pelos nossos canais oficiais e jamais solicitamos valores para liberar alvarás ou indenizações”, alerta o advogado, que também atua como delegado da OAB em Campo Bom.

Um morador da cidade, que preferiu não se identificar, foi vítima do golpe e chegou a contratar um empréstimo durante a fraude. “Fui ludibriado, esperançoso por receber o valor que estou aguardando”, relatou.

A OAB/RS emite alertas constantes e reforça: advogados não solicitam pagamentos por WhatsApp ou redes sociais. Ao receber qualquer mensagem suspeita, interrompa o contato imediatamente e confirme a informação diretamente com o advogado ou escritório pelos canais oficiais.

Desconfie. Confirme. Denuncie.

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  • A Câmara de Vereadores de Campo Bom definiu, nesta segunda-feira (9), durante a segunda sessão ordinária do ano, a composição das comissões permanentes de Direitos Humanos, Desenvolvimento Municipal e Direitos dos Animais e Proteção Ambiental. As formações foram aprovadas por unanimidade e terão validade de um ano.

Desde o ano passado, as três comissões passaram a ter caráter permanente, assim como as comissões de Justiça, Orçamento, Ética e Homenagens, definidas na semana anterior. Os grupos têm papel essencial no processo legislativo, sendo responsáveis pela análise de projetos de lei, pareceres técnicos e pela promoção de audiências públicas.

A Comissão de Direitos Humanos ficou presidida pelo vereador Professor Jéferson (PDT), tendo como membros Alexandre Hoffmeister (PP), Cleber Nunes (MDB), Jorge Bellé (PL) e Michele Closs (PDT).

Já a Comissão de Desenvolvimento Municipal será presidida por Celso Rodrigues (Republicanos), com participação dos vereadores Alexandre Hoffmeister (PP), Inácio Marasca (Republicanos), Jorge Bellé (PL) e Paulo Silveira (MDB).

A Comissão de Direitos dos Animais e Proteção Ambiental terá como presidente a vereadora Kayanne Braga (PDT). Integram ainda o grupo os vereadores Alexandre Hoffmeister (PP), Cleber Nunes (MDB), Jair Wingert (Republicanos) e Michele Closs (PDT).

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  • Na tarde de domingo (8), uma ação integrada da Polícia Civil de Campo Bom, da Guarda Municipal e da Brigada Militar resultou na prisão em flagrante de dois homens, de 31 e 30 anos, por tráfico de entorpecentes, no bairro Morada do Sol.

A operação teve início após o recebimento de uma denúncia anônima, informando a existência de um ponto de venda e consumo de entorpecentes no bairro, nas proximidades de uma praça. Durante as diligências, as equipes foram até o local e constataram a veracidade das informações.

No endereço, os policiais apreenderam uma balança de precisão, dinheiro em espécie, telefone celular, câmeras de monitoramento utilizadas para observar a aproximação das viaturas, além de outros materiais comumente empregados na prática do tráfico de drogas.

Diante dos fatos, o suspeito foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia de Polícia de Campo Bom para os procedimentos legais. Posteriormente, ele foi conduzido ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.

Denúncias:
A comunidade pode colaborar com o trabalho da Polícia Civil de Campo Bom por meio de denúncias anônimas, que podem ser feitas pelo WhatsApp (51) 98401-3237.
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  • 🎭 🎉 Campo Bom Folia em clima de festa 🎭🎉

A Rua Coberta foi tomada pela alegria com uma programação para toda a família: teve pagode, desfile de carnaval e muita diversão para a criançada.

A folia continua até as 21h, com a apresentação da Banda Saldanha, encerrando os festejos de Carnaval em grande estilo 🎉
  • A Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira (06), em Campo Bom, um homem de 73 anos, médico cirurgião plástico, investigado pelo crime de estupro de vulnerável. O caso teria ocorrido durante atendimento médico em um hospital público de Canoas, em novembro de 2025.

A ação foi realizada por agentes da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Canoas. Conforme a investigação, a vítima, uma adolescente de 12 anos, relatou que, durante o atendimento hospitalar, o profissional teria feito comentários de cunho inadequado e tocado seu corpo de forma imprópria. Apesar de não terem sido constatados ferimentos nas regiões mencionadas, o relato foi considerado consistente e amparado por outros elementos investigativos.

Ainda segundo a Polícia Civil, há indícios de que o suspeito estaria sob efeito de álcool no momento do atendimento. O homem já possui antecedentes criminais por delitos de natureza sexual praticados no exercício da profissão, incluindo uma prisão registrada em 2021, além de responder a outros processos semelhantes.

A prisão preventiva foi decretada pela Justiça como forma de garantir a ordem pública e proteger possíveis vítimas, considerando a gravidade dos fatos e a reincidência do investigado. 

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