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Talento e tradição: CTGs de Campo Bom se destacam nas competições artísticas do 46º Rodeio Nacional

Redação / AG por Redação / AG
16 de março de 2026
em Cultura
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Talento e tradição: CTGs de Campo Bom se destacam nas competições artísticas do 46º Rodeio Nacional

Foto: Divulgação

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A 46ª edição do Rodeio Nacional de Campo Bom terminou deixando lembranças especiais na comunidade. Entre os dias 2 e 8 de março, o Parque do Trabalhador foi o centro do tradicionalismo gaúcho, reunindo milhares de pessoas em torno de gestos, costumes e da paixão pelas tradições do Rio Grande do Sul.

Entre as dezenas de atrações da programação, as competições e apresentações artísticas — como declamações e danças —, organizadas pelo CTG Guapos do Itapuí, emocionaram o público e valorizaram ainda mais a cultura gaúcha. À reportagem do AG, a diretoria da entidade destacou a importância do incentivo ao tradicionalismo. “Avaliamos de forma muito positiva a realização do Rodeio Nacional. O evento foi marcado por excelente organização, boa estrutura e grande participação de invernadas e entidades tradicionalistas de diversas regiões. Para o CTG Guapos do Itapuí, foi uma grande satisfação participar deste evento, que além de promover a integração entre os CTGs, também incentiva a cultura e o tradicionalismo entre crianças, jovens e adultos”, reforça. A entidade também parabenizou a comissão organizadora. “Parabenizamos a comissão organizadora pelo trabalho realizado e pela dedicação em manter vivo o nosso tradicionalismo”, conclui.

Entre os participantes das competições artísticas, os CTGs M’Bororé e Palanques da Tradição fizeram bonito e mostraram que Campo Bom segue sendo exemplo no cultivo da tradição e no orgulho pelas raízes gaúchas.

Inscrito com as invernadas Pré-Mirim, Mirim e Juvenil, o CTG M’Bororé dominou as danças tradicionais do evento e garantiu o primeiro lugar no pódio nas três categorias. Instrutora da invernada Mirim, a professora Karolina Moraes comenta que orientar crianças entre 5 e 10 anos é um desafio, já que muitas delas encaram a dança também como uma forma de diversão. Ainda assim, ver o resultado no palco é gratificante. “Meu coração explode em alegria vendo as crianças terem tanto domínio de palco e disciplina, apresentando lindamente coreografias e danças tradicionais. Fico encantada e muito orgulhosa por estes pequenos serem tão extraordinários”, destaca.

Ao lado do professor Vinicius Riss, o Balaka, Karolina também levou a invernada Pré-Mirim ao palco pela primeira vez em 2026. “Este foi nosso primeiro rodeio deste ano e já sermos campeões, em nossa cidade, nossa casa, me deixa muito feliz e realizada em fazer parte desta invernada e desta entidade”, pontua.

O CTG Palanques da Tradição, por sua vez, garantiu o 2º lugar na categoria Pré-Mirim e a 4ª colocação na Juvenil das danças tradicionais. Além disso, integrantes da entidade foram destaque nas competições artísticas individuais, conquistando cinco lugares no pódio nas modalidades de declamação e intérprete.

O desempenho das entidades reforça o orgulho campo-bonense pelo fortalecimento do tradicionalismo e pela dedicação de crianças, jovens e instrutores que mantêm viva a cultura gaúcha. Ao subirem ao palco e conquistarem importantes colocações, os representantes dos CTGs locais demonstraram talento, disciplina e amor às raízes, levando o nome de Campo Bom ao destaque em mais uma edição do Rodeio Nacional. A tabela completa com a classificação dos representantes dos CTGs em cada categoria pode ser conferida ao lado.

Resultados artística 46º rodeio

Danças tradicionais
Pré-mirim

1º – M’Bororé
2º – Palanques da Tradição

Mirim
1º – M’Bororé

Juvenil
1º –
M’Bororé
4º – Palanques da Tradição

Declamação Prenda Mirim
3º lugar – Isadora Alice Scharlau – Palanques da Tradição
12º lugar – Emily Martinelli – Palanques da Tradição
13º lugar – Andressa Katiely Weber – Palanques da Tradição

Declamação Peão Mirim
1º lugar – Bernardo Callegaro – Palanques da Tradição
4º lugar – Willian Rafael Weber – Palanques da Tradição

Declamação prenda pré-mirim
3º lugar – Eloah Martinelli – Palanques da Tradição
11º lugar – Valentina Callegaro – Palanques da Tradição

Declamação prenda juvenil
4º lugar – Tabatha Beatriz de Oliveira – Palanques da Tradição

Declamação prenda adulta
3º lugar –
Manuela Souza Cornely – M’Bororé
4º lugar – Gabriela Falkoski – Palanques da Tradição

Intérprete prenda mirim
9º lugar – Emily Martineli – Palanques da Tradição

Intérprete peão mirim
4º lugar –
Bernardo Callegaro – Palanques da Tradição

Intérprete prenda pré-mirim
2º lugar –
Valentina Callegaro – Palanques da Tradição
3º lugar – Eloah Martinelli – Palanques da Tradição

Intérprete prenda juvenil
1º lugar –
Manuela Ramos – M’Bororé
2º lugar – Antonella Schorer – M’Bororé
3º lugar – Siéli Caroline Monteiro Prado – Palanques da Tradição
4º lugar – Ana Carolina Santos Pereira Kasper – M’Bororé

Intérprete peão adulta
1º lugar – João Vitor Camargo – M’Bororé
2º lugar – João Carlos Silva Junior – Palanques da Tradição

Chula Pré mirim
4º lugar –
Murilo Adams de Oliveira – M’Bororé

Chula juvenil
4º lugar –
Miguel Ruan Lemos Reis – M’Bororé

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG

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