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Sala especial de atendimento a mulheres vítima de agressão é inaugurada em Campo Bom

Redação / AG por Redação / AG
13 de março de 2020
em Comunidade, Polícia
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Sala especial de atendimento a mulheres vítima de agressão é inaugurada em Campo Bom

Joceline Silveira/AG

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A Delegacia de Polícia Civil de Campo Bom inaugurou oficialmente, nesta quarta-feira, 11, a Sala das Margaridas – um espaço exclusivo para atendimento às mulheres vítimas de violência doméstica, se tornando o décimo município gaúcho a contar com a estrutura. A primeira a ser instalada em uma DP. “A proposta é aplicar a mesma estrutura em todas as 44 Delegacias de Pronto-Atendimento do Rio Grande do Sul, mas como aqui no município houve uma grande mobilização, tanto do Poder Público como de entidades e empresários, sentimos a necessidade de trazer para o município o serviço especializado”, pontuou a delegada Tatiana Bastos, Diretora da Divisão de Proteção e Atendimento à Mulher do Departamento Estadual de Proteção a Grupos Vulneráveis (Dipam/DPGV).Para a delegada, o espaço, localizado junto à DP (Rua Emilio Vetter, 422) integra um programa amplo de humanização do atendimento a vítimas deste tipo de crime. “A ideia de um espaço mais acolhedor nas delegacias de Polícia Civil é justamente fazer com que as mulheres se sintam muito mais acolhidas e estimuladas a denunciarem. Também porque temos uma dificuldade muito grande de ter um serviço especializado 24 horas à disposição, o que será disponibilizado aqui na DP”, observa.

De acordo com Tatiana, a Sala das Margaridas serve tanto para a vítima se sentir mais acolhida como para os policiais se colocarem de maneira diferente. “Os policiais vão conseguir se dar conta de que, no meio daquele turbilhão, com um monte de gente para atender no balcão, quando se trata de uma mulher vítima de violência, o atendimento precisa ser acolhedor, mais humanizado, personalizado. Para isso todos os servidores da delegacia participaram de uma capacitação especifica para este atendimento”, observa.

Atendimento acolhedor

A iniciativa que contou com o investimento de R$ 10. 000,00, oriundo de doações, segue um projeto humanizado de atendimento, garantindo a privacidade das mulheres. Na Sala das Margaridas são registradas ocorrências policiais, feita a oitiva da vítima, bem como o pedido de medida protetiva e demais ações que fazem parte da Lei Maria da Penha. O espaço vai funcionar 24 horas e contará, sempre que possível, com atendimento de uma servidora. “As Salas das Margaridas representam um conceito de acolhimento de bom atendimento. Nesse espaço, será possível aplicar um questionário de avaliação de risco. Que é um instrumento que usamos para aferir o grau de risco que a mulher está inserida, contribuindo para diminuir a quantidade de feminicídios”, aponta o delegado Clóvis Nei da Silva, titular da DP de Campo Bom.

Bem-me-quer, malmequer

Conforme o delegado Silva, o nome margarida foi escolhido a partir da simbologia da flor, que é considerada uma das mais fortes da natureza. “Além disso, faz relação com o “bem-me-quer, malmequer”. Que representa bem essa situação das mulheres vítimas de violência, que uma hora chegam aqui querendo denunciar o companheiro e, no outro dia, voltam dizendo que querem um homem diferente, mas que amam o agressor — relata, ao citar que o policial precisa estar preparado para lidar com isso e entender o que se passa com as mulheres.

Participaram da cerimônia ainda o prefeito em exercício, José Roberto dos Santos, secretários municipais, a primeira dama, Kátia Orsi, representantes do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher (CMDM), Conselho Pró Segurança Pública de Campo Bom (CONSEPRO), Força Tarefa, o vereador Alexandre Hoffmeister , representando o Presidente da Câmara Municipal de Vereadores e a delegada Rosane de Oliveira, titular da Delegacia de Polícia de Pronto-Atendimento (DPPA) de Taquara.

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  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 

A maternidade nem sempre começa na gestação. Às vezes, ela nasce no encontro, cresce na convivência e se fortalece no cuidado diário. A história de Cátia Beatriz Drumm, 35 anos, é prova de que ser mãe vai muito além dos laços de sangue: é, apesar e acima de tudo, uma escolha feita todos os dias.
Aos 24 anos, ao iniciar seu relacionamento com o atual esposo, Fabiano, Cátia também iniciou, sem saber, sua jornada como mãe. Bruno, hoje com 23 anos, já fazia parte da vida do companheiro. Diagnosticado com paralisia cerebral espástica, ele exigia cuidados específicos, uma realidade completamente nova para ela naquele momento.
“Me deu medo”, relembra. Sem experiência com crianças atípicas, vieram as inseguranças: o receio de não dar conta, de não ser suficiente. Mas o que poderia ter afastado, aproximou. Com o tempo, o cuidado virou rotina, a rotina virou vínculo e o vínculo se transformou em amor. Um amor construído, firme, paciente e verdadeiro.
Cátia sempre sonhou em ser mãe. Idealizava uma família com um filho menino e uma menina. E esse sonho ganhou novos contornos com a chegada de Sofia, hoje com 8 anos. A gestação foi planejada, mas trouxe, novamente, dúvidas e medos, especialmente sobre como seria a adaptação de Bruno com a irmã.
A resposta veio em forma de afeto. Desde os primeiros anos, Sofia demonstrou uma conexão única com o irmão. “Parece que ela nasceu sabendo o quanto ele precisa de nós”, conta Cátia. Entre cuidados, companheirismo e até pequenas brigas típicas de irmãos, os dois construíram uma relação marcada por proteção e parceria. “Ninguém mexe com ele. Ela está sempre por perto, cuidando”, diz a mãe.
A rotina da família é organizada em torno desse amor compartilhado. Bruno frequenta a APAE três vezes por semana e realiza acompanhamento médico regular. Cátia e o marido trabalham fora e dividem as responsabilidades com naturalidade, ajustando horários e contando, quando necessário, com o apoio de uma cuidadora. Tudo funciona como uma engrenagem construída com empatia e dedicação. Mas foi na maternidade em suas diferentes formas que Cátia encontrou sua maior transformação.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br
  • A Polícia Civil apreendeu R$ 50 mil em espécie e cerca de dois quilos de cocaína durante uma operação realizada mo município na quinta-feira (7). A ação foi conduzida pela 4ª Delegacia de Investigações do Narcotráfico (4ª DIN), vinculada ao Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico (Denarc).

A operação ocorreu após o recebimento de informações apontando que dois imóveis no município estariam sendo utilizados para armazenamento de drogas e valores provenientes do tráfico de entorpecentes. A partir disso, equipes de investigação iniciaram monitoramento para confirmar as suspeitas.

Com base nos elementos apurados, a autoridade policial representou pela expedição de mandados de busca e apreensão, que foram autorizados pela Justiça e cumpridos em dois endereços da cidade.

Em uma residência localizada no bairro Jardim do Sol, os policiais encontraram duas peças de cocaína, totalizando aproximadamente dois quilos, além de uma balança de precisão e R$ 1.344 em cédulas fracionadas.

Já em um imóvel na região central de Campo Bom, foram apreendidos R$ 50 mil em espécie. Segundo a Polícia Civil, o dinheiro estava escondido em potes dentro de armários da cozinha e também em meias guardadas em um guarda-roupas.

Todo o material recolhido foi encaminhado para os procedimentos legais. Os investigados já foram identificados e irão responder pelo crime de tráfico de entorpecentes.

De acordo com a delegada Ana Flávia Leite, titular da 4ª DIN, a operação integra a estratégia da Polícia Civil de intensificar o combate ao tráfico de drogas, ao comércio ilegal de armas e à atuação de organizações criminosas.

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Confira a capa da edição de hoje, 08 de Maio.

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  • A Polícia Civil de Campo Bom prendeu em flagrante, nesta quinta-feira, 07, um homem suspeito de tráfico de drogas no bairro Colina Deuner. A prisão ocorreu após investigação que apontava que o indivíduo utilizava a própria residência como ponto de armazenamento de entorpecentes.

Durante a ação, os policiais localizaram uma caixa de papelão contendo 12 tabletes da substância, totalizando 12,985 quilos de droga.

Conforme a Polícia Civil, a quantidade apreendida e a forma como o material estava armazenado reforçam a suspeita de que o imóvel servia como base para guarda e distribuição de entorpecentes destinados ao tráfico. Após os procedimentos legais, o homem foi encaminhado ao sistema prisional e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil reforça que a comunidade pode colaborar com investigações por meio de denúncias anônimas pelo WhatsApp, no número (51) 98401-3237.

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  • Um grave acidente de trânsito resultou na morte de um motociclista na noite de terça-feira (5), por volta das 22h30, na RS-239, em Campo Bom. O acidente aconteceu nas proximidades do quilômetro 23 da rodovia.

A vítima foi identificada como Bruno Luiz da Silva, de 26 anos. Conforme informações apuradas, ele conduzia uma motocicleta Honda CG 150 no sentido Sapiranga–Novo Hamburgo, quando acabou colidindo na lateral traseira de um veículo BYD Dolphin, com placas de Novo Hamburgo, que acessou um dos retornos da rodovia.

Com a força do impacto, o motociclista foi arremessado por alguns metros e morreu ainda no local. No automóvel estavam três ocupantes, que não sofreram ferimentos.

O corpo de Bruno será sepultado no Cemitério Municipal de Campo Bom. O velório tem início às 21h desta quarta-feira, na Capela A e o sepultamento acontece amanhã, 07,  às 10h.

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