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Projeto Uma Sinfonia Diferente realiza um dia do amigo especial… e diferente

Redação / AG por Redação / AG
30 de julho de 2021
em Comunidade
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Projeto Uma Sinfonia Diferente realiza um dia do amigo especial… e diferente

Divulgação

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No sábado, dia 24 de julho, o projeto Uma Sinfonia Diferente organizou, juntamente das famílias, uma noite especial para celebrar a data do Dia do Amigo, onde foi realizada uma Festa do Pijama completamente online.

A equipe terapêutica, reunida com todos os protocolos, fez a transmissão da sessão diretamente do Master Hotel, em Porto Alegre. Em mais de nove cidades, as crianças e jovens estavam em suas casas, onde receberam uma cabana para enfeitar e esperar a festa. Através de uma parceria com a Lual Eventos Infantis, o Projeto pôde alugar as cabanas. Para captar esses recursos os pais organizaram uma Ação entre amigos contando com apoio da Divina Cria, Palácio da Música e Unicred Vale dos Sinos, todos apoiadores do Projeto nesta edição.

A festa teve uma hora de duração e contou com a participação do Cantor Angelo Bandel Foreste, que tem diagnóstico de Autismo, participa em corais e já tem diversos trabalhos artísticos gravados. E, também, a Professora Joici Petteffi. As crianças e jovens participaram com muita alegria mostrando suas barracas enfeitadas na temática da festa que foi Borboletas e Voa, por conta de duas músicas que eles cantam durante as sessões.

A importância da família

A equipe destaca que, além da festa, o processo de interação entre a família que antecede esse momento é um espaço terapêutico riquíssimo para estimular as crianças e jovens. “Quando as nossas crianças recebem toda a preparação e o próprio momento da festa, estão estimulando inúmeros neurônios no cérebro, realizando inúmeras sinapses moldando as possibilidades do nosso cérebro e de reproduzir e imitar padrões”, destaca a fonoaudióloga especialista em autismo, Jaqueline Zuccari, membro da equipe terapêutica.

A musicoterapeuta, Graziela Pires, destaca que, “muito além de pensar no desenvolvimento dos nossos participantes a cada sessão, o Sinfonia Diferente RS se compromete em proporcionar o desenvolvimento das famílias e da comunidade a qual o Projeto faz parte. Por isso envolvemos nossos apoiadores, e levamos a pauta do Autismo para espaços que transcendem nosso setting terapêutico. Ocupamos diferentes espaços levando a pauta do autismo para desmistificar preconceitos e proporcionar conhecimento.”

Terceira edição

O projeto Uma Sinfonia Diferente está realizando a sua terceira edição neste ano de 2021. Entretanto, por conta da pandemia, as sessões de Musicoterapia acontecem em formato remoto. Atualmente o Projeto acolhe em torno de 50 famílias, mais de 40 voluntários e conta com uma equipe técnica de 10 profissionais coordenados pela musicoterapeuta e coordenadora Graziela Pires. Os encontros são semanais e iniciaram em fevereiro e se encaminham para o processo final que será encerrado em outubro, com uma sessão pública denominada musical protagonizado por pessoas com autismo, com o objetivo de levar informação sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), e principalmente tornar as pessoas com autismo os protagonistas da noite.

Assim como a primeira edição, essa terceira tem financiamento do FAC (Fundo de Apoio à Cultura – PRÓ- CULTURA RS), da Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul, além de parceiros. É uma realização da PRETAS PRODUÇÕES, produtora independente liderada pela 50 Tons de Pretas (Dejeane Arruée e Graziela Pires). O projeto, inédito no RS, atendeu em 2019 mais de 31 crianças e jovens com Autismo e suas respectivas famílias, de forma presencial, em 2021 mais de 40 famílias de forma remota e contando apenas com recursos próprios, e em 2021 segue de forma remota com quase 50 famílias.

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  • As chuvas registradas entre esta segunda-feira (20) e terça-feira (21) mantêm a Prefeitura de Campo Bom e a Defesa Civil em estado de atenção, com monitoramento permanente das cabeceiras do Rio dos Sinos e do nível do rio na ponte do bairro Barrinha.

Apesar do volume de chuva, não há motivos para alarme neste momento. Na medição realizada às 14h de segunda-feira, o nível do Rio dos Sinos era de 2,43 metros, bem abaixo da cota de transbordamento, que é de 7 metros. Conforme o coordenador da Estação Metereológica de Campo Bom, Nilson Wolff, da meia noite, até às 12h desta terça-feira, choveu o equivalente a 22 milímetros e desde início da chuva, o acumulado soma 75 milímetros.

De acordo com a Administração Municipal, as equipes seguem acompanhando a situação de forma contínua e estão preparadas para agir caso haja qualquer alteração no cenário ou necessidade de atendimento à população.

A orientação é para que os moradores acompanhem as informações divulgadas e redobrem a atenção em áreas tradicionalmente mais suscetíveis a enchentes, especialmente enquanto persistirem as chuvas.

Em situações de emergência, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil de Campo Bom pelo telefone (51) 3597-3683 ou pelo WhatsApp (51) 99676-5497.

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  • EXCLUSIVO | Atletas do Team Zecão W7 de Bicicross tiveram desempenho de destaque no Campeonato Brasileiro de BMX Racing, realizado nos dias 4 e 5 de julho, em Cuiabá (MT). A competição reuniu cerca de 900 pilotos de diferentes estados do país e foi disputada na nova pista do Parque Novo Mato Grosso, considerada de padrão internacional.
Treinados por Zecão W7, os representantes de Campo Bom voltaram para casa com um vice-campeonato brasileiro e diversas colocações entre os melhores do país em suas categorias.
O principal resultado foi conquistado por Romeu Vieira, que terminou como vice-campeão brasileiro na categoria Boys 10 anos.
Também representaram a Liga Campobonense de Bicicross:

Pietro Schuler – 8º lugar (Boys 7 anos);
Heitor Winck – 10º lugar (Boys 8 anos);
Miguel Huhn – 7º lugar (Boys 10 anos);
Murilo Lago – 5º lugar (Boys 11 anos);
Lorenzo Finger – 5º lugar (Boys 12 anos).

Além dos atletas de Campo Bom, pilotos do Clube 19 de Julho, de Sapiranga, também treinados por Zecão W7, obtiveram bons resultados. O destaque ficou para Gabriel Derzete, campeão da categoria Boys 14 anos, conquistando o tricampeonato brasileiro.
Segundo o treinador, a evolução apresentada pelos atletas em relação ao Campeonato Brasileiro do ano passado demonstra o resultado do trabalho realizado ao longo da temporada. “A evolução de nossos atletas é constante. Trabalhamos praticamente todos os dias, preparando o corpo e, principalmente, a parte mental de cada piloto. O aspecto psicológico é fundamental para que os atletas consigam apresentar o melhor desempenho nas competições.”

Próximos desafios

Após o Brasileiro, o Team Zecão W7 já direciona os treinamentos para as próximas competições da temporada, entre elas o Campeonato Gaúcho, a Copa Brasil e a Taça Brasil, previstas para acontecer em Jaraguá do Sul (SC) e Salvador (BA).

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  • AG CONTIGO | 20.07 

➡️ Chuvas intensas atingem o município nessa semana.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Mesmo dois meses após perder tudo em um incêndio no Dia das Mães, a reconstrução da casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, ainda não começou. A família, que segue mobilizada desde o dia da tragédia, agora intensifica uma campanha solidária para arrecadar recursos e devolver à idosa um lar digno.

A casa, destruída pelas chamas na manhã de 10 de maio, no bairro Aurora, em Campo Bom, virou símbolo de uma dor que atravessou uma das datas mais significativas do ano. Enquanto muitas famílias celebravam, Dona Therezinha viu sua história ser consumida pelo fogo em questão de minutos.

Desde então, ela passou a viver com uma das filhas, em uma residência nos fundos do mesmo terreno, cenário que, embora traga acolhimento, também evidencia a urgência de reconstruir o espaço que por tantos anos foi seu.

Mesmo diante das dificuldades, pequenos passos já foram dados. A família conseguiu custear o aterramento do terreno, ao valor de R$ 800, mas o restante da obra segue parado. O orçamento total para reconstrução ultrapassa R$ 23 mil, considerando materiais e mão de obra, valor distante da realidade atual da família.

Para tentar mudar essa situação, foi criada uma rifa solidária online, com prêmios doados por apoiadores da causa. Entre eles estão peças de crochê da página FAG Crochê, um vale-compras de R$ 300 da loja Rose Modas e uma torradeira nova. Os números podem ser adquiridos por R$ 5 cada, ou em promoção, seis por R$ 25, através de plataforma digital.

Quem quiser contribuir pode acessar a rifa online ou realizar doações via Pix pela chave: casatherezinha.26@gmail.com. 

A matéria completa e o link da rifa podem ser acessados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍️ @prendars 

O CTG M’Bororé, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Campo Bom (SMEC), divulgou o regulamento da 23ª edição do Bivaque da Poesia Gaúcha Piá, tradicional festival estudantil de poemas gauchescos.

A edição de 2026 terá como temática “400 Anos das Missões Jesuíticas”, assunto que norteia as comemorações dos Festejos Farroupilhas em todo o Rio Grande do Sul e que também inspira as produções do festival, a ser realizado no mês de setembro.

O Bivaque é destinado aos estudantes das redes municipal, estadual e particular de ensino de Campo Bom, contemplando alunos do 3º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. O concurso é dividido em três categorias: Piazito, Piá e Guri.

A proposta é incentivar a criação de poemas inéditos, desenvolvidos em sala de aula e inspirados na temática desta edição. Após triagem da Comissão Avaliadora, serão selecionados 10 poemas em cada categoria, totalizando 30 trabalhos classificados para a etapa final. As obras escolhidas serão apresentadas no palco do festival e declamadas por estudantes campo-bonenses, proporcionando aos autores a oportunidade de ver seus textos ganharem vida por meio da interpretação artística.

Criado em 1995, o Bivaque da Poesia Gaúcha Piá nasceu como uma iniciativa voltada à valorização da cultura regional entre crianças e jovens. O projeto foi idealizado pela professora e tradicionalista Suely Benkenstein, com a parceria da saudosa Haidé Blos e do renomado declamador Valdemar Camargo, dentro do galpão do CTG M’Bororé.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | O professor e pesquisador campo-bonense José Edimar de Souza participou da produção do documentário “Memórias que a água não levou: escolas-abrigo nas enchentes do RS” (2024), lançado na noite de terça-feira (14), no Teatro Municipal de São Leopoldo. A obra resgata histórias de educadores, estudantes, voluntários e famílias desabrigadas que encontraram acolhimento em escolas durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024.

Coordenado por José Edimar, professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Caxias do Sul (UCS), o documentário integra o projeto de pesquisa “Histórias da Escola: Modos de recompor identidades em contextos de desastres climáticos”, desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A produção também faz parte do estágio de pós-doutorado da pesquisadora Elisângela Cândido da Silva Dewes, responsável pelo roteiro e pela edição do audiovisual.

As enchentes de 2024 foram consideradas o maior desastre climático da história do Rio Grande do Sul, afetando mais de seis milhões de pessoas em 478 municípios. Além das perdas humanas e materiais, o documentário busca evidenciar outro aspecto da tragédia: a capacidade de reconstrução e solidariedade das comunidades que transformaram escolas em espaços de acolhimento.

Ao longo de dois anos de pesquisa, foram realizadas entrevistas com famílias desabrigadas que permaneceram, em média, quatro meses em escolas das redes municipal, estadual e privada, além de educadores, estudantes e voluntários que atuaram nesses locais. Os depoimentos foram coletados em municípios como Canoas, Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Estância Velha e São Valentim do Sul.

NOTÍCIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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