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O poder da solidariedade

Redação / AG por Redação / AG
15 de setembro de 2023
em Comunidade
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O poder da solidariedade
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Campo-bonenses se unem para ajudar famílias atingidas pelas cheias

Por Giordanna Vallejos

Postes de luz caídos, um sofá que repousa sob o telhado de uma casa, animais mortos nas ruas, pessoas em estado de choque e de luto, ao perderem tudo que tinham. Em cada esquina de Roca Sales, existem destroços de uma cidade que jamais será a mesma, destruída pela força da água.

Apesar desse cenário que mais parece simular uma guerra, a solidariedade emerge entre os destroços do município, como um fôlego de esperança. Voluntários de diversas cidades e grupos diferentes se unem para limpar, construir e apoiar os moradores de Roca Sales e região, atingidos pela enchente. Sensibilizados pela terrível situação, moradores de Campo Bom também auxiliaram, cada um, a sua maneira.

Nessa reportagem, temos entrevistas exclusivas com os presidentes do Rotary e Lions, assim como de pessoas que decidiram ver a tragédia e não reclamar, mas sim, arregaçar as mangas e ajudar.

Força do coletivo

Fabiana Bronca Kellermann, da Comissão de Projetos Humanitários do Rotary de Campo Bom, foi para Roque Sales na quarta-feira, 06, e voltou no domingo, 10, com muitas imagens fortes em sua bagagem. Ela e seu marido, foram visando auxiliar os pais dela, que moram na cidade, e os demais moradores, com o carro cheio de água e comida, que distribuíram assim que chegaram no local.

“O que mais me chocou foi postes de luz retorcidos e caídos, alguns de concreto, quebrados ao meio. Os carros virados de todas as formas, dando uma ideia da força da água. Também vi um porco e um cachorrinho mortos e rezei para não encontrar nenhum corpo”, disse ela, emocionada.
Apesar de toda dor que ela vivenciou lá, Fabiana também foi testemunha do poder da solidariedade. “O que mais me comoveu e me impressionou foi o voluntariado, rotarianos, psicólogas, enfermeiros distribuindo medicamentos básicos, grupos de escoteiros, pessoas vindo de outras cidades para trabalhar na limpeza e coleta de lixo”.

Sobre as necessidades no momento, Fabiana destaca material escolar e de construção. “A dificuldade está em conseguir voluntários para separar e organizar a distribuição das doações. Penso que urgente é material escolar para as crianças poderem retornar para as escolas e material de construção”, explica.

270 marmitas para reduzir a fome

O campo-bonense associado ao Rotary Club de Campo Bom, Maiquel Kellermann, conta que foi na sexta-feira e no sábado para Roca Sales, com um grupo de amigos do Rotary, Clean Net e Confraria do Churrasco Os Golpistas, com o propósito de fazer um carreteiro para servir aqueles que estivessem com fome.

Eles serviram 270 marmitas para a população. “Na chegada, uma casa nos cedeu o banheiro e uma pia com água para auxiliar no preparo do carreteiro. Os donos, um casal de idosos, sobreviveram por terem subido em uma mesa no segundo pavimento da casa e em pé conseguiram ficar com a cabeça fora da água. O senhorzinho, ao nos receber, me perguntou quem éramos e o que estávamos fazendo ali. Quando expliquei, ele me abraçou e começou a chorar agradecendo. Foi de cortar o coração, fiquei sem chão, e agora relembrando isso, as lagrimas correm em meu rosto”, disse Maiquel.

A equipe da CleanNet participou na limpeza do Centro Evangélico e uma fábrica de sapatos que fica próxima. Porém, ainda há muito para ser limpo na cidade, além de organizado e reconstruído. “A maior dificuldade é terem um lugar seguro para poder reiniciar suas vidas, infelizmente está ocorrendo saqueadores nas casas que ficam sem alguém para cuidar. Eles não têm móveis, fogão, botijão de gás, geladeira… nada, simplesmente nada. Penso inclusive em retornar nos próximos finais de semana para seguir ajudando”, conclui.

Ações que amenizam a dor

Na terça-feira,05, a catequista Suely Assmann Benkenstein, encontrou uma das crianças, Livia Dantee, desesperada. Ela havia visto imagens na televisão da cidade onde moram os avós dela, em Roca Sales. Naquele momento, Suely sabia que precisava encontrar uma maneira de ajudar. “Então a minha filha Julia ela disse, os adultos sofrem e conseguem superar, mas as crianças ficam marcadas, de que forma poderíamos ajudar? Então ela fez um post com a minha neta, e pediu ajuda financeira para que pudéssemos arrecadar brinquedos para as crianças se distraírem”, disse ela.

A garagem da casa delas ficou lotada com livros de história, canetinhas, jogos, bolachas, pirulitos, balas e outros donativos, levados para as crianças de Roca Sales por um voluntário. “Como recebemos mais doações depois disso, compraremos roupas íntimas, que entendemos ser uma das coisas menos doadas, mas muito necessárias, que serão enviados pelo pai da Livia. O povo é solidário, e cada um fazendo a sua parte, por menor que seja, com certeza traz um alívio e conforto para quem receber as doações”, relata ela.

A dona de casa Marines Zerwes, que mora em Campo Bom há 31 anos e é de Roca Sales, também fez uma campanha expressiva de arrecadação. “Botamos no grupo de amigos, começou a vir doação de um pessoal que eu nem conhecia. Veio tantas doações, foi incrível. Tem muitas famílias que perderam tudo, minha irmã e meu cunhado também perderam. Doamos roupas, edredons, móveis, colchões, produtos de limpeza, água, alimentos, cestas básicas. Final do mês levaremos mais um caminhão de donativos. As pessoas de Campo Bom são muito solidárias”, disse Marines.

Papel vital das entidades

O presidente do Rotary, Fernando Eduardo Trott, relata que a entidade de Campo Bom arrecadou, até quarta-feira, o total de R$3.700,00 entre os companheiros e enviará o valor diretamente ao Distrito Rotário que abrange o Vale do Taquari. Além disso, que os donativos estão sendo entregues nos pontos de coleta de Campo Bom.

O Distrito Rotário 4670 que abrange Campo Bom, está lotando um, ou mais, ônibus de Rotarianos voluntários para irem no sábado, 16, para trabalhar na limpeza e reconstrução das cidades afetadas.

O presidente do Lions Clube Campo Bom, João Paulo Berkembrock, explica que a arrecadação de alimentos e materiais de higiene e limpeza (arrecadados no Sábado Solidário e pelo Lions) foi um grande sucesso: 1914,5 kg de alimentos e 1922,0 kg de material de higiene e limpeza.

Arrecadamos de muitos companheiros roupas, velas, lençóis e cobertores. Em parceria com a Ortobom, através do nosso caixa de campanhas, estamos comprando 30 colchões para doar para as famílias atingidas, entre esses, para crianças, solteiro e casal. Ainda estamos recebendo móveis e eletrodomésticos para enviar na semana. Tenho muito orgulho da nossa cidade, que possui o espírito do voluntariado e da doação”, conclui ele.

A prefeitura de Campo Bom, através da Secretaria de Desenvolvimento Social e Habitação e da Defesa Civil, também realizou arrecadação e entrega de doações para as famílias atingindas em Roca Sales.

Apesar de toda a dor da perda vivida pelos moradores das cidades atingidas pela enchente, esse evento mostrou a grandeza da comunidade, que se mobiliza para auxiliar com doações e trabalho voluntário. Mesmo que a tragédia já esteja amenizada, ainda há muito para ser feito, pois a enchente causou estragos em mais de 90 municípios do Estado. Por isso, a população deve continuar estendendo a mão a quem mais precisa.

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  • A Ailos Viacredi Alto Vale está promovendo, em Campo Bom, um Feirão Auto com lojas parceiras do município. A campanha iniciou nesta semana e segue até sábado (28), com atendimento das 8h às 17h nos dias úteis e das 9h às 16h no sábado.

Participam do feirão as lojas Speed Motors Multimarcas, 4A Motors, Elite Auto Center, Big Car Multimarcas, Friends Cars, Bueno Veículos, Moschen Automóveis e Car Line Veículos.

De acordo com o gerente do Posto de Atendimento da cooperativa em Campo Bom, Fernando Bugs, a iniciativa busca ampliar oportunidades tanto para os lojistas quanto para os cooperados. “Nossa proposta com essas parcerias é trazer mais possibilidades. Para os lojistas, ampliar as vendas, e para os cooperados, oferecer oportunidade de compra com taxas diferenciadas e exclusivas, além de aprovações rápidas”, destaca. Ele acrescenta que o feirão também representa a chance de concretizar um objetivo comum entre muitas famílias. “É a oportunidade de realizar o sonho da troca de carro”, afirma.

Durante o período da campanha, os interessados podem procurar diretamente uma das lojas participantes para conhecer as condições especiais de financiamento oferecidas pela cooperativa.

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  • ESPORTE | Os Jogos de Verão 2026 entram na sua última semana, com a modalidade vôlei de areia. As atividades ocorrem nesta quarta (25), quinta (26) e sexta-feira (27). Os jogos são promovidos pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL).

Diferentemente do beach tennis e do futevôlei, que ocorreram nas primeiras semanas de fevereiro e tiveram oficinas e profissionais para orientar os participantes, o vôlei de areia terá a primeira etapa do já tradicional Circuito Municipal. Nesta quarta (25) e na quinta (26), das 18h às 21h, acontecem as fases classificatórias, feminina e masculina. Na sexta-feira (27) serão realizadas as finais da etapa. O Circuito terá até mais três etapas classificatórias e depois a grande final. Inscrições podem ser realizadas, sem custo para as duplas, pelo telefone da SMEL (51 9283-5728).

Os Jogos de Verão, além de incentivar a prática de esportes, tem o objetivo de estimular a comunidade a ocupar os espaços públicos e a aproveitar o verão com saúde e alegria. Os jogos são abertos a toda a comunidade campo-bonense, gratuitamente, e ocorrem nas quadras de areia do Parcão.

Nas modalidades beach tennis e futevôlei, na primeira hora, em cada noite, houve oficina sobre o esporte (com orientação de profissionais da área), ótima oportunidade de aprendizado, e depois tem torneio aberto a todos os interessados.

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  • A família de Micael da Luz dos Santos entrou em contato com o Jornal A Gazeta pedindo apoio da comunidade para localizá-lo. Segundo relato do irmão, Márcio Santos, Micael estaria em Campo Bom e vivendo em situação de rua.

De acordo com a família, ele está fora de casa há mais de um ano. Inicialmente, Micael teria ido para um projeto em Novo Hamburgo. Posteriormente, passou a trabalhar em uma padaria com funcionamento 24 horas, mas acabou deixando o emprego. Desde então, conforme o irmão, voltou a enfrentar problemas com dependência química e passou a viver nas ruas.

Márcio esteve recentemente em Campo Bom mostrando fotografias do irmão a moradores e comerciantes, e recebeu a confirmação de que ele teria sido visto na cidade. No entanto, até o momento, não conseguiu localizá-lo.

A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Micael seja repassada diretamente pelo WhatsApp (51) 98098-7783, com Márcio Santos.

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  • O nome da vereadora Kayanne Braga (PDT) passou a integrar oficialmente a galeria de ex-presidentes da Câmara Municipal de Campo Bom. A parlamentar, que esteve à frente do Legislativo em 2025, teve seu quadro afixado na noite desta segunda-feira (23), durante a sessão ordinária.

Ao lado do atual presidente, João Paulo Berkembrock (MDB), Kayanne realizou o ato simbólico de fixação do retrato no espaço que reúne os 41 vereadores que já comandaram o Parlamento campo-bonense ao longo dos 67 anos de emancipação do município.

Com a inclusão, Kayanne torna-se apenas a segunda mulher a integrar a galeria de presidentes da Casa. A primeira foi Gênifer Engers, que presidiu o Legislativo em 2022.

Em seu pronunciamento, a vereadora definiu o momento como “um dia histórico e um orgulho muito grande”, agradecendo aos eleitores e aos colegas parlamentares pela confiança depositada durante sua gestão. Ao destacar a representatividade feminina, ressaltou que o número ainda é pequeno diante da trajetória institucional da Câmara. “Em 67 anos, ainda é pouco. Que seja apenas o começo de uma história com cada vez mais representatividade feminina na política”, afirmou.

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  • O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura às crianças e adolescentes o direito de acesso e permanência na escola, em condições de igualdade, com respeito à dignidade e à convivência familiar. É justamente nesse ponto que surge uma questão recorrente na realidade de muitas famílias: o que fazer quando irmãos são encaminhados para escolas ou turnos diferentes? À luz do princípio do melhor interesse da criança, a administração pública e as instituições de ensino devem analisar pedidos de unificação de matrícula, evitando a separação desnecessária de irmãos e preservando a organização familiar. Para tanto, é necessário que a família procure a Central de Vagas do Município e formalize o pedido.
Outro tema que merece destaque é o direito à educação especial, garantido aos estudantes que demandam atendimento educacional especializado. A legislação assegura não apenas o acesso à escola, mas a inclusão em ambiente que respeite as necessidades individuais do aluno, com currículo adaptado, métodos pedagógicos adequados e interação com alunos do currículo regular, sem qualquer forma de discriminação. Sempre que necessário, o aluno tem direito ao acompanhamento por professor auxiliar ou profissional de apoio, bem como às adaptações estruturais na escola, especialmente nos casos de deficiência física, garantindo acessibilidade, autonomia e igualdade de condições no processo de aprendizagem.
O acesso à alimentação escolar adequada é outra questão relevante, especialmente para alunos que possuem necessidades alimentares específicas, como alergias, intolerâncias ou restrições médicas. As escolas públicas seguem cardápios elaborados por profissionais da área da saúde, o que, em regra, pode implicar restrições ao ingresso de alimentos trazidos de casa. Contudo, havendo necessidade especial devidamente comprovada por profissional habilitado, cada situação deve ser analisada de forma individual, devendo a alimentação oferecida no ambiente escolar respeitar essas condições, garantindo segurança, inclusão e a dignidade do aluno.

(CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
  • O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, foi criado pela UICC com apoio da OMS para conscientizar e mobilizar a sociedade no controle da doença.
Parceiros da Liga reforçam que atitudes individuais e ações comunitárias fazem a diferença no enfrentamento do câncer.

“Quando olhamos algo sob o ponto de vista das terapias Integrativas, entendemos que a doença é a manifestação de algo que está ligado a vários aspectos da vida deste indivíduo. E a prevenção, por consequência, é obtida quando cuidamos do corpo, do emocional e da mente. Somos formados por estas três estruturas e somente quando olhamos para elas de forma integral, conseguimos o equilíbrio.” Michele Spindler, terapeuta Integrativa.

“Cada pessoa pode fazer a diferença cuidando da própria saúde, se informando e encorajando quem está ao seu redor. Espalhando consciência, apoiando quem enfrenta a doença e unindo forças para que juntos possamos prevenir e vencer o câncer.” Brenda Gomes, psicóloga clínica.

“Cada indivíduo pode contribuir adotando hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividades físicas e a redução do consumo de álcool e tabaco, além de manter os exames preventivos em dia. No âmbito comunitário, é possível ajudar disseminando informações corretas sobre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, incentivando familiares, amigos e vizinhos a cuidarem da própria saúde. A participação em campanhas educativas, ações de conscientização e apoio a pessoas em tratamento também fortalece a rede de cuidado, promovendo uma cultura de prevenção, solidariedade e responsabilidade coletiva no enfrentamento do câncer.” Gustavo Marmitt, educador físico.

“Precisamos desenvolver hábitos saudáveis (pensamentos, sentimentos, alimentar e exercícios físicos), a comunidade é a extensão do cidadão. A informação de como praticar esse autocuidado, e quais os protocolos que devemos seguir ao suspeitar de algo anormal em nosso corpo deve chegar à comunidade de forma clara. Esse esclarecimento é responsabilidade de todos: o cidadão que tem esse conhecimento, o município, o estado e a União.” Rose Lemos, psicóloga clínica.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br

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