A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Menino de 10 anos produz composteiras orgânicas

Redação / AG por Redação / AG
8 de junho de 2021
em Educação
0 0
A A
Menino de 10 anos produz composteiras orgânicas

Angélica Spengler/AG

Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Jogar lixo em local adequado, economizar água e energia são pequenos atos que, no futuro, ajudarão o planeta contra a degradação ambiental. A formação ecológica e ambiental de crianças e adolescentes é importante para a construção de adultos comprometidos.

O pequeno Arthur Donschat da Silva está seguindo esse caminho. Com apenas 10 anos de idade, ele desenvolveu composteiras orgânicas para a Feira de Ciências da escola onde estuda – 5º ano da EMEF Rui Barbosa, decidiu ir além e vendê-las também. “Eu penso muito em proteger o meio ambiente e ajudar a ter menos lixo no mundo”, conta o menino.

“O estudo, a pesquisa e a proposta do Arthur na Feira de Ciências da escola demonstra a verdadeira funcionalidade da feira: a partir de um problema, estudá-lo em busca de solução”, explica a Secretária de Educação, Simone Schneider. “Ele a encontrou de forma que contribua para um ambiente mais saudável”, expressa.

A mãe, Kamile Donschat, 37 anos, conta que o menino sempre teve interesse na área da natureza e sempre houve muito apoio e incentivo para que siga fazendo o bem. Durante a noite e em horas vagas, com ajuda de seu pai, Rafael da Silva, 41 anos, as composteiras são produzidas. A ideia surgiu através do CEMEA Nestor Weiler, onde Arthur aprendeu a fazê-las, além de outras engenhocas que possui em casa, como uma horta hidropônica. Ele explica que todos os restos de frutas, verduras e demais resíduos orgânicos podem ser postos na composteira. “Depois que escorre água [dos resíduos], tu tira o líquido pela torneira, mistura com água, pra não ficar muito forte, e usa para regar as plantas de casa. O que sobrar, já sem água, pode enterrar porque vira adubo também”, diz.

“Essa iniciativa do Arthur reflete a importância da Educação Ambiental pensada a partir do cotidiano não só do Cemea mas das famílias que participam da nossa comunidade”, comenta Mogar Damasceno Miranda, Diretor do Centro Municipal de Educação Ambiental (CEMEA) Nestor Weiler.

O que é compostagem?

A compostagem é uma opção muito sustentável para o destino final do lixo produzido. A técnica consiste na transformação de restos orgânicos em adubo. É um processo biológico que acelera a decomposição do material orgânico, tendo como produto final o composto orgânico. Nos dias de hoje, a compostagem aparece como uma ótima solução para reduzir o volume de resíduos que são encaminhados para os aterros e que geram, inclusive, mau cheiro.

Arthur já vendeu seis composteiras orgânicas e tem mais oito sendo produzidas. Os lucros vão inteiramente para a compra de materiais necessários para a produção das mesmas. Caso tenha gostado da ideia e queira adquirir uma para sua casa, entre em contato com a mãe, Kamile, pelo telefone: (51) 98447-5884. O valor é de R$ 40,00.

Os benefícios da compostagem

Ao realizar a compostagem se evitam diversos problemas, como o mau cheiro, o acúmulo de lixo nas ruas. Veja no que ela ajuda na vida urbana:

  • Diminuição do mau cheiro nas ruas e lixeiras;
  • Prevenção na proliferação de animais vetores de doenças, como ratos, baratas e moscas;
  • Aumento na vida útil dos aterros sanitários;
  • Produção de adubos orgânicos ricos em nutrientes;
  • Preservação do Meio Ambiente e geração de renda;
  • Contribuição nas mudanças climáticas, já que o processo de decomposição, em que ocorre somente a formação de dióxido de carbono ou gás carbônico (CO2), água (H2O) e biomassa (húmus), permite que não ocorra a formação de gás metano (CH4).
Post Anterior

Semana de Campo Bom 2021 vai resgatar a história da cidade

Próximo post

Campo Bom vai vacinar gestantes e puérperas nesta quarta

Notícias relacionadas

Trilhas de Aprendizagem amplia oportunidades para alunos da rede municipal
Educação

Trilhas de Aprendizagem amplia oportunidades para alunos da rede municipal

15 de julho de 2026
Muito além da assistência: projeto de Campo Bom forma cidadãos e transforma gerações
Educação

Muito além da assistência: projeto de Campo Bom forma cidadãos e transforma gerações

6 de julho de 2026
Projeto de alunos da Borges de Medeiros transforma pesquisa sobre desaparecimento infantil em propostas para Campo Bom
Educação

Projeto de alunos da Borges de Medeiros transforma pesquisa sobre desaparecimento infantil em propostas para Campo Bom

6 de julho de 2026
Próximo post
Campo Bom vai vacinar gestantes e puérperas nesta quarta

Campo Bom vai vacinar gestantes e puérperas nesta quarta

Direção do Hospital Lauro Reus emite nota sobre o ocorrido na segunda-feira, 7

Direção do Hospital Lauro Reus emite nota sobre o ocorrido na segunda-feira, 7

Alunos da rede municipal recebem pulseiras de combate à Covid-19

Alunos da rede municipal recebem pulseiras de combate à Covid-19

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Votação da Consulta Popular segue até domingo (26) com quatro áreas disponíveis
  • Semifinais do Municipal de Futsal Série Prata serão disputadas nesta sexta-feira
  • Recolhimento de resíduos de podas começa nesta terça-feira nos bairros Bela Vista, Gringos e Cohab Sul

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • As chuvas registradas entre esta segunda-feira (20) e terça-feira (21) mantêm a Prefeitura de Campo Bom e a Defesa Civil em estado de atenção, com monitoramento permanente das cabeceiras do Rio dos Sinos e do nível do rio na ponte do bairro Barrinha.

Apesar do volume de chuva, não há motivos para alarme neste momento. Na medição realizada às 14h de segunda-feira, o nível do Rio dos Sinos era de 2,43 metros, bem abaixo da cota de transbordamento, que é de 7 metros. Conforme o coordenador da Estação Metereológica de Campo Bom, Nilson Wolff, da meia noite, até às 12h desta terça-feira, choveu o equivalente a 22 milímetros e desde início da chuva, o acumulado soma 75 milímetros.

De acordo com a Administração Municipal, as equipes seguem acompanhando a situação de forma contínua e estão preparadas para agir caso haja qualquer alteração no cenário ou necessidade de atendimento à população.

A orientação é para que os moradores acompanhem as informações divulgadas e redobrem a atenção em áreas tradicionalmente mais suscetíveis a enchentes, especialmente enquanto persistirem as chuvas.

Em situações de emergência, a população pode entrar em contato com a Defesa Civil de Campo Bom pelo telefone (51) 3597-3683 ou pelo WhatsApp (51) 99676-5497.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 21.07

➡️ Está aberta a votação da Consulta Popular 2026.

Vote pelo site consultapopular.rs.gov.br ou pelo WhatsApp da GurIA (51) 3210-3939.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | Atletas do Team Zecão W7 de Bicicross tiveram desempenho de destaque no Campeonato Brasileiro de BMX Racing, realizado nos dias 4 e 5 de julho, em Cuiabá (MT). A competição reuniu cerca de 900 pilotos de diferentes estados do país e foi disputada na nova pista do Parque Novo Mato Grosso, considerada de padrão internacional.
Treinados por Zecão W7, os representantes de Campo Bom voltaram para casa com um vice-campeonato brasileiro e diversas colocações entre os melhores do país em suas categorias.
O principal resultado foi conquistado por Romeu Vieira, que terminou como vice-campeão brasileiro na categoria Boys 10 anos.
Também representaram a Liga Campobonense de Bicicross:

Pietro Schuler – 8º lugar (Boys 7 anos);
Heitor Winck – 10º lugar (Boys 8 anos);
Miguel Huhn – 7º lugar (Boys 10 anos);
Murilo Lago – 5º lugar (Boys 11 anos);
Lorenzo Finger – 5º lugar (Boys 12 anos).

Além dos atletas de Campo Bom, pilotos do Clube 19 de Julho, de Sapiranga, também treinados por Zecão W7, obtiveram bons resultados. O destaque ficou para Gabriel Derzete, campeão da categoria Boys 14 anos, conquistando o tricampeonato brasileiro.
Segundo o treinador, a evolução apresentada pelos atletas em relação ao Campeonato Brasileiro do ano passado demonstra o resultado do trabalho realizado ao longo da temporada. “A evolução de nossos atletas é constante. Trabalhamos praticamente todos os dias, preparando o corpo e, principalmente, a parte mental de cada piloto. O aspecto psicológico é fundamental para que os atletas consigam apresentar o melhor desempenho nas competições.”

Próximos desafios

Após o Brasileiro, o Team Zecão W7 já direciona os treinamentos para as próximas competições da temporada, entre elas o Campeonato Gaúcho, a Copa Brasil e a Taça Brasil, previstas para acontecer em Jaraguá do Sul (SC) e Salvador (BA).

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 20.07 

➡️ Chuvas intensas atingem o município nessa semana.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Mesmo dois meses após perder tudo em um incêndio no Dia das Mães, a reconstrução da casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, ainda não começou. A família, que segue mobilizada desde o dia da tragédia, agora intensifica uma campanha solidária para arrecadar recursos e devolver à idosa um lar digno.

A casa, destruída pelas chamas na manhã de 10 de maio, no bairro Aurora, em Campo Bom, virou símbolo de uma dor que atravessou uma das datas mais significativas do ano. Enquanto muitas famílias celebravam, Dona Therezinha viu sua história ser consumida pelo fogo em questão de minutos.

Desde então, ela passou a viver com uma das filhas, em uma residência nos fundos do mesmo terreno, cenário que, embora traga acolhimento, também evidencia a urgência de reconstruir o espaço que por tantos anos foi seu.

Mesmo diante das dificuldades, pequenos passos já foram dados. A família conseguiu custear o aterramento do terreno, ao valor de R$ 800, mas o restante da obra segue parado. O orçamento total para reconstrução ultrapassa R$ 23 mil, considerando materiais e mão de obra, valor distante da realidade atual da família.

Para tentar mudar essa situação, foi criada uma rifa solidária online, com prêmios doados por apoiadores da causa. Entre eles estão peças de crochê da página FAG Crochê, um vale-compras de R$ 300 da loja Rose Modas e uma torradeira nova. Os números podem ser adquiridos por R$ 5 cada, ou em promoção, seis por R$ 25, através de plataforma digital.

Quem quiser contribuir pode acessar a rifa online ou realizar doações via Pix pela chave: casatherezinha.26@gmail.com. 

A matéria completa e o link da rifa podem ser acessados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍️ @prendars 

O CTG M’Bororé, em parceria com a Secretaria Municipal de Educação e Cultura de Campo Bom (SMEC), divulgou o regulamento da 23ª edição do Bivaque da Poesia Gaúcha Piá, tradicional festival estudantil de poemas gauchescos.

A edição de 2026 terá como temática “400 Anos das Missões Jesuíticas”, assunto que norteia as comemorações dos Festejos Farroupilhas em todo o Rio Grande do Sul e que também inspira as produções do festival, a ser realizado no mês de setembro.

O Bivaque é destinado aos estudantes das redes municipal, estadual e particular de ensino de Campo Bom, contemplando alunos do 3º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio. O concurso é dividido em três categorias: Piazito, Piá e Guri.

A proposta é incentivar a criação de poemas inéditos, desenvolvidos em sala de aula e inspirados na temática desta edição. Após triagem da Comissão Avaliadora, serão selecionados 10 poemas em cada categoria, totalizando 30 trabalhos classificados para a etapa final. As obras escolhidas serão apresentadas no palco do festival e declamadas por estudantes campo-bonenses, proporcionando aos autores a oportunidade de ver seus textos ganharem vida por meio da interpretação artística.

Criado em 1995, o Bivaque da Poesia Gaúcha Piá nasceu como uma iniciativa voltada à valorização da cultura regional entre crianças e jovens. O projeto foi idealizado pela professora e tradicionalista Suely Benkenstein, com a parceria da saudosa Haidé Blos e do renomado declamador Valdemar Camargo, dentro do galpão do CTG M’Bororé.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | O professor e pesquisador campo-bonense José Edimar de Souza participou da produção do documentário “Memórias que a água não levou: escolas-abrigo nas enchentes do RS” (2024), lançado na noite de terça-feira (14), no Teatro Municipal de São Leopoldo. A obra resgata histórias de educadores, estudantes, voluntários e famílias desabrigadas que encontraram acolhimento em escolas durante as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024.

Coordenado por José Edimar, professor do Programa de Pós-Graduação em Educação da Universidade de Caxias do Sul (UCS), o documentário integra o projeto de pesquisa “Histórias da Escola: Modos de recompor identidades em contextos de desastres climáticos”, desenvolvido com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio Grande do Sul (FAPERGS). A produção também faz parte do estágio de pós-doutorado da pesquisadora Elisângela Cândido da Silva Dewes, responsável pelo roteiro e pela edição do audiovisual.

As enchentes de 2024 foram consideradas o maior desastre climático da história do Rio Grande do Sul, afetando mais de seis milhões de pessoas em 478 municípios. Além das perdas humanas e materiais, o documentário busca evidenciar outro aspecto da tragédia: a capacidade de reconstrução e solidariedade das comunidades que transformaram escolas em espaços de acolhimento.

Ao longo de dois anos de pesquisa, foram realizadas entrevistas com famílias desabrigadas que permaneceram, em média, quatro meses em escolas das redes municipal, estadual e privada, além de educadores, estudantes e voluntários que atuaram nesses locais. Os depoimentos foram coletados em municípios como Canoas, Porto Alegre, São Leopoldo, Novo Hamburgo, Estância Velha e São Valentim do Sul.

NOTÍCIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na noite da última terça-feira (14), o Rotary Club e o Interact Club de Campo Bom realizaram a cerimônia de Transmissão de Gestão, em reunião festiva na sede social do Clube 15 de Novembro. O evento reuniu associados, familiares, representantes de entidades parceiras e autoridades para marcar a posse das novas diretorias.

O momento mais aguardado da cerimônia foi a troca de gestão. No Rotary Club, Léo da Silva, presidente da gestão 2025/2026, transmitiu o cargo para Jennifer Pereira Figueiró, que estará à frente da entidade na gestão 2026/2027. Já no Interact Club, Raphael Gussulli passou a presidência para Lorena Pastuchenko. Ao lado de seus respectivos conselhos diretores, ambos conduzirão os trabalhos internos e as ações comunitárias das entidades sob o lema rotário "Crie Impacto Duradouro".

Ao assumir a presidência do Rotary Club de Campo Bom, Jennifer destacou a responsabilidade de liderar uma entidade prestes a completar sete décadas de atuação no município. "Assumir a presidência do Rotary é uma grande honra e uma enorme responsabilidade. Recebo essa missão com muita
gratidão, respeito pela história do nosso clube (são 69 anos!) e consciência do legado construído por tantos companheiros que vieram antes de mim. O Rotary nos mostra que pequenas atitudes, quando feitas com propósito e união, geram impactos que permanecem por muitos anos. É esse espírito que quero levar para a minha gestão: fortalecer ainda mais o nosso clube, aproximá-lo da comunidade e inspirar mais pessoas a fazerem parte dessa corrente do bem" disse.

Para a gestão 2026/2027, a presidente afirmou que pretende manter uma administração participativa, fortalecendo os projetos já consolidados e desenvolvendo novas iniciativas voltadas às necessidades da comunidade. "Podem esperar uma gestão participativa, moderna e muito comprometida com o propósito do Rotary. Quero um clube cada vez mais ativo, acolhedor e presente na vida da comunidade. Nosso foco será fortalecer os projetos que já fazem a diferença e desenvolver novas iniciativas que atendam às necessidades reais do nosso município", concluiu.

NOTÍCIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.