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Jéssica Lopes: da era do Orkut ao impacto de milhões em uma trajetória que transforma vidas

Redação / AG por Redação / AG
5 de dezembro de 2025
em Comunidade
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Jéssica Lopes: da era do Orkut ao impacto de milhões em uma trajetória que transforma vidas

Arquivo Pessoal

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Se desafiar nas redes sociais e conquistar credibilidade entre os seguidores é, por si só, um grande desafio. Hoje, com a tecnologia como aliada e a viralização acontecendo quase diariamente, criar conteúdo parece simples. Mas o cenário era bem diferente em 2009, há mais de 15 anos. Foi nesse contexto que surgiu a influenciadora digital Jéssica Lopes, 32 anos, nascida em Porto Alegre, criada em Rio Grande, mas campo-bonense de coração. Há oito anos, ela escolheu Campo Bom para viver ao lado do esposo, Gabriel Cozza, motivada por uma oportunidade profissional.
A história de Jéssica com o universo digital começou ainda na adolescência. Apaixonada por maquiagem, ela acompanhava criadores pioneiros que publicavam tutoriais e dicas nas famosas comunidades do Orkut. Aos 16 anos, mergulhou de vez nesse mundo e publicou seus primeiros posts no Orkut e no YouTube, marcando o início de uma carreira construída com constância, autenticidade e muita dedicação.


Hoje, são 16 anos de trajetória. Jéssica consolidou um trabalho sólido, ético e reconhecido, reunindo mais de 1,1 milhão de seguidores só no perfil @jessicalopes no Instagram, plataforma onde compartilha sua rotina de autocuidado, dicas de maquiagem e moda, além do dia a dia ao lado do esposo e sócio.
Ao longo desse caminho, Jéssica fortaleceu sua presença no mercado publicitário, firmando contratos com marcas de expressão nacional, como Unilever, Renner, Dailus e Gillette. Mais do que criar conteúdo, ela se orgulha das parcerias duradouras que construiu, relacionamentos que refletem sua credibilidade e o impacto do seu trabalho.
Com o crescimento da demanda, Jéssica estruturou sua própria empresa, responsável por toda a operação que existe “por trás das câmeras”. Além da criação de conteúdo, a equipe formada por oito profissionais cuida das áreas burocrática, administrativa, criativa e técnica, incluindo edição, planejamento e gestão de projetos. Uma engrenagem completa que garante organização, qualidade e profissionalismo a cada entrega.


A visibilidade nas redes sociais também abriu portas para um propósito maior. Em 2020, durante a pandemia, Jéssica iniciou sua atuação como consultora de imagem, ajudando mulheres a desenvolverem autoestima, autoconhecimento e estilo com consciência. Desde então, mais de 600 alunas, de diferentes regiões do Brasil e até brasileiras residentes no exterior, já passaram pelo Empodera, seu curso dedicado ao fortalecimento emocional e à construção de uma imagem autêntica.
Além de promover autoconfiança, o Empodera gerou conexões. A comunidade de seguidoras fiéis de Jéssica, carinhosamente chamadas de “Consagradas” ou “Consagras”, tornou sua trajetória ainda mais afetiva e cheia de significado. “Somos todas consagradas pelo amor próprio”, resume ela.
Para quem sonha em trilhar um caminho semelhante, Jéssica deixa um conselho sincero. “A presença na internet alavanca carreiras profissionais das mais diversas áreas. As redes sociais são a maior vitrine mundial para mostrar o seu trabalho. Busque se desenvolver pessoal, profissional e emocionalmente. Desenvolva sua autoestima e sua inteligência emocional, pois não é fácil estar exposto, mas vale a pena”, afirma.


E, olhando para o futuro, Jéssica segue firme em seu propósito. Deseja ampliar ainda mais seu alcance como influenciadora e sonha em conquistar reconhecimento internacional, não pela fama, mas pelo impacto. Quer transformar vidas, especialmente de mulheres que, como ela, acreditam no poder de se reinventar.
Com a história de Jéssica Lopes, a série CB Tá On chega ao fim após apresentar a trajetória de quatro influenciadores digitais campo-bonenses que vêm conquistando espaço no cenário online. Histórias diferentes, mas unidas por um ponto em comum: o talento que está aqui, pertinho da gente, e que prova que Campo Bom é um berço de criatividade, dedicação e autenticidade. Ao mostrar essas vozes, a série reforça que oportunidades podem surgir de qualquer lugar, e que a internet é, hoje, uma vitrine capaz de revelar potenciais extraordinários.

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Celebrado em 1º de maio, o Dia do Trabalhador é mais do que uma data no calendário: é um convite à valorização de quem, com dedicação diária, constrói e movimenta a comunidade. Em Campo Bom, o trabalho sempre foi um dos pilares do desenvolvimento, presente nas mais diversas áreas; da indústria ao comércio, da educação aos serviços, do empreendedorismo às iniciativas que nascem dentro de casa.
A origem da data remete ao final do século XIX, a partir de mobilizações de trabalhadores por melhores condições de trabalho, especialmente a redução da jornada para oito horas diárias. O marco histórico foi a Revolta de Haymarket, nos Estados Unidos, que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas em todo o mundo. Desde então, o 1º de maio passou a ser reconhecido internacionalmente como um dia de reflexão, memória e valorização da classe trabalhadora.
Parte dessa história passa, inevitavelmente, pela força da indústria calçadista. Por décadas, o setor do calçado foi a principal engrenagem econômica do município, responsável por gerar empregos, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nas linhas de produção, homens e mulheres ajudaram a consolidar a identidade de uma cidade reconhecida pela sua capacidade produtiva e pelo espírito trabalhador de sua gente.
Hoje, mesmo diante das transformações do mercado e da diversificação das atividades econômicas, o legado permanece vivo. Novas profissões surgem, outras se reinventam, e o conhecimento se torna ferramenta essencial para acompanhar as mudanças. Ainda assim, o valor do trabalho segue o mesmo: dignificar, gerar pertencimento e impulsionar o crescimento coletivo.
Mais do que números ou setores, o trabalho aparece no cotidiano: na porta que abre cedo, na máquina que começa a rodar, no atendimento que acolhe, na ideia que vira sustento. É ele que conecta histórias, sustenta famílias e dá ritmo à cidade. Neste Dia do Trabalhador, o reconhecimento está na soma silenciosa de esforços que, todos os dias, fazem a cidade seguir em frente.

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➡️ 1º de maio: a força de quem faz Campo Bom acontecer;

➡️ Campo Bom na trilha do penta com Elias Weiss;

➡️ M’Bororé lança edição histórica do 25º Sarau de Arte Gaúcha.

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  • Que comecem os jogos ⛹️‍♀️🤾‍♂️🏃‍♀️⚽️🥋

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📷 Briane Colissi e Mairan Pacheco/AG
  • A 40ª Olimpíada Estudantil de Campo Bom teve sua abertura oficial na manhã desta quinta-feira (30), no Ginásio do CEI, marcando o início de mais uma edição do maior evento esportivo estudantil do município.

Com expectativa de mais de 9 mil inscrições ao longo do ano, a competição reúne estudantes das redes municipal, estadual e privada em diversas modalidades esportivas, promovendo integração, espírito esportivo e formação entre os jovens.

A cerimônia contou com o tradicional acendimento da pira olímpica e homenagens a pessoas que contribuíram para a história da Olimpíada ao longo de suas quatro décadas.

As disputas seguem até novembro, com encerramento e premiação dos destaques de cada categoria.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 30 de Abril.

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A Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Amarelinha, no bairro Porto Blos, recebe mais de 130 crianças, desde o berçário até o pré-2, acolhendo os pequenos de 0 a 5 anos. É neste palco de desenvolvimento desde os primeiros passos que a escola se destaca por uma ideia que reúne literatura, representação e construção de cidadania: a Afroteca.

Idealizada em 2023, a Afroteca nasceu da reformulação da biblioteca escolar, com o intuito de ampliar os debates sobre questões étnico-raciais no ambiente educativo.

O projeto ganhou ainda mais força em 2025, motivado pelas discussões pedagógicas e pelas experiências relatadas pela professora do Projeto da Diversidade. A troca de ideias entre a equipe, somada ao entusiasmo geral, levou à criação de um espaço especial no saguão da escola. O local, que antes abrigava a Geladeira Literária, ação que permite o empréstimo de livros pela comunidade, passou a receber também obras que valorizam diferentes etnias, ampliando o acesso à diversidade cultural.

Além dos livros, a Afroteca reúne instrumentos, brinquedos, tecidos e outros materiais que conversam com as histórias disponíveis no acervo, proporcionando uma experiência sensorial e educativa. As obras não são exclusivas do público infantil, sendo acessíveis também aos adultos que frequentam o espaço.

A formação do acervo contou com sugestões vindas de cursos oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação, além da participação de membros da escola em eventos como o projeto Descolonizando Saberes e o Simpósio de Educação Infantil, que trataram do tema em oficinas e palestras. Entre os critérios de seleção, destaca-se a valorização de autores negros, fortalecendo a representatividade nas histórias apresentadas às crianças.

Com uma proposta pedagógica focada na educação antirracista, o projeto vai além do cumprimento de regras e se integra à vida da escola.

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➡️ Inscrições abertas para o curso básico de informática voltado à inclusão digital.

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