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Futebol das Quintas: 45 anos de muita história, amizade e futebol

Redação / AG por Redação / AG
23 de junho de 2021
em Esportes
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Futebol das Quintas: 45 anos de muita história, amizade e futebol

Time dos anos 80. De pé, da esquerda para a direita: Helinho, Lauxen, Djalmo e Carlinhos. Agachados, da esquerda para a direita, Bochecha, Ézio e Deto.

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A história do time Futebol das Quintas, iniciou-se pelo senhor Djalmo Inácio da Silva, proprietário da empresa Quinjalmo. Lá no ano de 1976, Djalmo, com compromissos em finais de semana, deixou de jogar pelo time do Saci, de Campo Bom. Com a notícia de que o senhor Arlindo Vargas abriria uma quadra de futebol de salão, o Pavilhão de Esportes Cristo Rei, Djalmo decidiu retornar o hábito e criar um time para jogar nesse local durante a semana. O intuito era de criar um meio de lazer para aquele grupo de amigos, já que seriam jogos rápidos e com horários definidos.

Criado esse time com seus funcionários, que na época era conhecido como o time de futebol da Quinjalmo, realizou a inauguração do local com um campeonato promovido pela Igreja Cristo Rei, no dia 20 de junho de 1976. Mas esse time de colaboradores durou aproximadamente dois meses, pois a maioria não sabia jogar, os que sabiam eram em número insuficiente de jogadores. Foi então que decidiu convidar alguns amigos para fazer parte do time, que foram inicialmente composto por: Carlinhos de Andrade, João Fernando Gutheil, Deto (Paulo Roberto da Silva), Helinho (Helio Ademir Gomes), Ézio (Ézio Roberto Michaelsen) e Bochecha (Roberto Nardes).

Em 1985, otime participou de um torneio, promovido pela Viação Campo Bom. Naquela mesma quadra de futebol, tiveram como técnico o senhor Paulo Gerhard e vieram a sagrar-se campeão, disputando o jogo final contra o Calçados Supimpa.

Em 1986, também disputaram a 1ª Copa Jornal A Gazeta de Veteranos, no Ginásio Municipal de Campo Bom, o Ginasião, na ocasião receberam o troféu de equipe mais disciplinada.

Após alguns torneios disputados, considerando tais disputas um pouco violentas, a equipe, que sempre visou o futebol de paz e repudiava qualquer tipo de violência dentro e fora de campo, decidiu que não iria mais entrar em nenhuma disputa. Passaram apenas a jogar amistosos, se reunir com os amigos e após o jogo fazer jantares e churrascos, porque além de futebol, se tratava de fazer novas amizades.

Pouco tempo depois vieram a se juntar à equipe: Claver Reichert, Lauxen (Luiz Lauxen), Luiz Marques, Mauro Oliveira, Luiz Souza, Dé (Laerte Fernando Correia, irmão do Ézio).

A escolha do nome Futebol das Quintas, de acordo com Djalmo, foi porque todos os jogos sempre foram disputados nas quintas-feiras. Durante vinte anos o time foi chamado de time da Quinjalmo, só depois foi definido um nome para o time, que inicialmente foi pensado em Amigos de Quintas.

O grupo já jogou com diversos times, entre eles, periodicamente, com time de São Sebastião do Caí, que tinha como um de seus jogadores Paulo Cezar Tatu, ex-jogador do Caxias. Também com o time do Banco do Brasil, Brigada Militar, Trianon, Greminho, todos de Campo Bom, e também contra o time de veteranos do Clube 15 de Novembro, também de Campo Bom.

Outro time que também, a cada seis meses, disputavam amistosos, era o da Sociedade Ginástica de Hamburgo Velho, onde os jogos eram realizados periodicamente desde 1981. Carlos Roberto Nitz, jogador da Sociedade Ginástica na época, conta que o Futebol das Quintas ficou muito marcado para ele porque nunca conseguiram ganhar um jogo sequer contra o time. “Nosso time era bom, mas o deles era muito melhor”, afirma Carlos. Carlos, e que, para incentivar o seu time a quebrar esse tabu de nunca vencer, propôs que pagaria uma dúzia de cerveja para cada gol que sua equipe faria, mas não adiantou. Na ocasião, a Sociedade Ginástica só conseguiu marcar dois gols e, novamente, a equipe das Quintas ganhou a partida.

A segunda geração…

Foto da futura segunda geração de jogadores do time, início dos anos 90. De pé, da esquerda para a direita: Né segurando o Guiniti, Tiel, Marcelo, Denti, Maicon e Leonardo. Ajoelhados, da esquerda para a direita: Marcos, Bruno, Fernando, Dijavan e Elisandro

A segunda geração teve seu início nos anos 90, mais precisamente em junho de 1992. Maicon Reinhardt, filho de Deto começou a jogar regularmente no time e, com isso, outros filhos dos fundadores, e alguns amigos, foram convidados a ingressar no time. “Fui o primeiro filho a começar a jogar, em junho de 1992, ano em que completei 14 anos”, conta Reinhardt.

“Lembro como se fosse hoje, o Carlinhos veio buscar meu pai [Deto] para o jogo e disse que o Claver não iria naquele jogo. Na época o Claver jogava no gol e na linha, então o Carlinhos me chamou para ir junto às pressas. Fui com eles para quebrar o galho e desde então passei a ir a todos os jogos. Nossos pais no começo ficaram com medo devido a pouca idade, mas eu já tinha tamanho comparado a todos outros filhos, continuei indo e me saindo bem”, conta.

Tiel, filho do Carlinhos, começou em 1994. Algum tempo depois foi a vez do Denti, outro filho do Carlinhos, e o Marcelo, filho do Djalmo, que começaram a ir jogar aos poucos. E ainda vieram Marcos, filho do Djalmo; Fernando, filho do João Fernando; e o Né, outro filho do Carlinhos. Mais tarde, entraram no time ainda outros jogadores, que permanecem até hoje.

Ao passar dos anos, os fundadores foram deixando o time, alguns por motivos profissionais, outros já pela idade, que já não tinham mais condicionamento físico para jogar. O último a deixar o time foi João Fernando Gutheil, em 2014, já com 57 anos.

O time foi deixado nas mãos dos filhos que seguem no mesmo horário, mesmo local e mesmo dia da semana desde a fundação do time. Das 21h às 22h, todas as quintas-feiras no Pavilhão Esportivo Cristo Rei, no bairro Porto Blos, em Campo Bom.

A terceira geração, netos dos fundadores, já vem ensaiando em jogar alguns jogos esporadicamente, mas ainda não definitivamente.

Histórias que fizeram história

Como qualquer entidade dessa idade, existem muitas histórias para contar que ficaram marcadas na memória dos jogadores que hoje fazem parte e, também, dos que já passaram pelo elenco.

Uma curiosidade da data de inauguração do time (20 de junho de 1976) foi a mesma data em que a filha mais velha de Djalmo nasceu. “Na manhã daquele dia, a esposa dele, que estava grávida, começou a sentir contrações. Djalmo levou seu time e deixou-os no local do jogo, voltou pra casa e levou sua esposa para o Hospital. Lá, deixou-a com sua irmã, retornou para o Pavilhão Cristo Rei, disputou o campeonato e, após o jogo, voltou ao hospital. Uma hora depois, pelas 17 horas, acompanhou o nascimento de sua filha”, relata Marcelo Silva.

“Lembro da despedida do Helinho”, conta Maicon Reinhardt, filho do Deto. “Nós éramos todos pequenos, o Guiniti (filho do Helinho, que hoje faz parte do elenco) era um bebê de colo ainda. Foi um jogo de despedida com janta muito bonito e emocionante!”, relembra.

Outra história foi em um 1° de maio onde todo o time, com suas famílias, se deslocaram até a chácara do senhor Adão Pereira da Silva, o Adão da Tri-Jóia, que era um incentivador da equipe. Maicon conta, “nós estávamos olhando os pais jogarem, as esposas estavam numa mesa tomando chimarrão com cuca e bolo. De repente começou uma gritaria da mulherada e todo mundo foi correndo para ver o que era, chegando perto era uma cobra que havia caído da árvore, bem em cima da mesa onde elas estavam, ficaram bem apavoradas com o susto.”

“Outra história engraçada ocorrida, foi uma vez em que estavam jogando um amistoso fora do local habitual, em grama, futebol 7”, conta João Fernando. “Estava chovendo muito durante o jogo, um dos jogadores adversários cabeceou a bola que foi pega pelo nosso goleiro. Ao repor a bola ele notou que suas mãos estavam todas pretas. Era tinta de cabelo do jogador adversário que ficou na bola quando este cabeceou-a.”

“Em meados de 2003, houve temporal com vento que destelhou este local, e era o nosso time que estava jogando na hora do ocorrido”, lembra João Fernando.

Eram 15 minutos do primeiro tempo quando começou a levantar o telhado e houve a queda da energia elétrica. As telhas de zinco foram jogadas na avenida e houve até alguns prejuízos com as vigas do telhado que caíram sobre alguns carros no estacionamento.”

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  • A Ailos Viacredi Alto Vale está promovendo, em Campo Bom, um Feirão Auto com lojas parceiras do município. A campanha iniciou nesta semana e segue até sábado (28), com atendimento das 8h às 17h nos dias úteis e das 9h às 16h no sábado.

Participam do feirão as lojas Speed Motors Multimarcas, 4A Motors, Elite Auto Center, Big Car Multimarcas, Friends Cars, Bueno Veículos, Moschen Automóveis e Car Line Veículos.

De acordo com o gerente do Posto de Atendimento da cooperativa em Campo Bom, Fernando Bugs, a iniciativa busca ampliar oportunidades tanto para os lojistas quanto para os cooperados. “Nossa proposta com essas parcerias é trazer mais possibilidades. Para os lojistas, ampliar as vendas, e para os cooperados, oferecer oportunidade de compra com taxas diferenciadas e exclusivas, além de aprovações rápidas”, destaca. Ele acrescenta que o feirão também representa a chance de concretizar um objetivo comum entre muitas famílias. “É a oportunidade de realizar o sonho da troca de carro”, afirma.

Durante o período da campanha, os interessados podem procurar diretamente uma das lojas participantes para conhecer as condições especiais de financiamento oferecidas pela cooperativa.

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➡️ Combate a Dengue em Campo Bom, previna-se.

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  • ESPORTE | Os Jogos de Verão 2026 entram na sua última semana, com a modalidade vôlei de areia. As atividades ocorrem nesta quarta (25), quinta (26) e sexta-feira (27). Os jogos são promovidos pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL).

Diferentemente do beach tennis e do futevôlei, que ocorreram nas primeiras semanas de fevereiro e tiveram oficinas e profissionais para orientar os participantes, o vôlei de areia terá a primeira etapa do já tradicional Circuito Municipal. Nesta quarta (25) e na quinta (26), das 18h às 21h, acontecem as fases classificatórias, feminina e masculina. Na sexta-feira (27) serão realizadas as finais da etapa. O Circuito terá até mais três etapas classificatórias e depois a grande final. Inscrições podem ser realizadas, sem custo para as duplas, pelo telefone da SMEL (51 9283-5728).

Os Jogos de Verão, além de incentivar a prática de esportes, tem o objetivo de estimular a comunidade a ocupar os espaços públicos e a aproveitar o verão com saúde e alegria. Os jogos são abertos a toda a comunidade campo-bonense, gratuitamente, e ocorrem nas quadras de areia do Parcão.

Nas modalidades beach tennis e futevôlei, na primeira hora, em cada noite, houve oficina sobre o esporte (com orientação de profissionais da área), ótima oportunidade de aprendizado, e depois tem torneio aberto a todos os interessados.

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  • A família de Micael da Luz dos Santos entrou em contato com o Jornal A Gazeta pedindo apoio da comunidade para localizá-lo. Segundo relato do irmão, Márcio Santos, Micael estaria em Campo Bom e vivendo em situação de rua.

De acordo com a família, ele está fora de casa há mais de um ano. Inicialmente, Micael teria ido para um projeto em Novo Hamburgo. Posteriormente, passou a trabalhar em uma padaria com funcionamento 24 horas, mas acabou deixando o emprego. Desde então, conforme o irmão, voltou a enfrentar problemas com dependência química e passou a viver nas ruas.

Márcio esteve recentemente em Campo Bom mostrando fotografias do irmão a moradores e comerciantes, e recebeu a confirmação de que ele teria sido visto na cidade. No entanto, até o momento, não conseguiu localizá-lo.

A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Micael seja repassada diretamente pelo WhatsApp (51) 98098-7783, com Márcio Santos.

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  • O nome da vereadora Kayanne Braga (PDT) passou a integrar oficialmente a galeria de ex-presidentes da Câmara Municipal de Campo Bom. A parlamentar, que esteve à frente do Legislativo em 2025, teve seu quadro afixado na noite desta segunda-feira (23), durante a sessão ordinária.

Ao lado do atual presidente, João Paulo Berkembrock (MDB), Kayanne realizou o ato simbólico de fixação do retrato no espaço que reúne os 41 vereadores que já comandaram o Parlamento campo-bonense ao longo dos 67 anos de emancipação do município.

Com a inclusão, Kayanne torna-se apenas a segunda mulher a integrar a galeria de presidentes da Casa. A primeira foi Gênifer Engers, que presidiu o Legislativo em 2022.

Em seu pronunciamento, a vereadora definiu o momento como “um dia histórico e um orgulho muito grande”, agradecendo aos eleitores e aos colegas parlamentares pela confiança depositada durante sua gestão. Ao destacar a representatividade feminina, ressaltou que o número ainda é pequeno diante da trajetória institucional da Câmara. “Em 67 anos, ainda é pouco. Que seja apenas o começo de uma história com cada vez mais representatividade feminina na política”, afirmou.

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➡️ Mudanças no transporte público, veja nova tabela em nosso site.

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  • O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura às crianças e adolescentes o direito de acesso e permanência na escola, em condições de igualdade, com respeito à dignidade e à convivência familiar. É justamente nesse ponto que surge uma questão recorrente na realidade de muitas famílias: o que fazer quando irmãos são encaminhados para escolas ou turnos diferentes? À luz do princípio do melhor interesse da criança, a administração pública e as instituições de ensino devem analisar pedidos de unificação de matrícula, evitando a separação desnecessária de irmãos e preservando a organização familiar. Para tanto, é necessário que a família procure a Central de Vagas do Município e formalize o pedido.
Outro tema que merece destaque é o direito à educação especial, garantido aos estudantes que demandam atendimento educacional especializado. A legislação assegura não apenas o acesso à escola, mas a inclusão em ambiente que respeite as necessidades individuais do aluno, com currículo adaptado, métodos pedagógicos adequados e interação com alunos do currículo regular, sem qualquer forma de discriminação. Sempre que necessário, o aluno tem direito ao acompanhamento por professor auxiliar ou profissional de apoio, bem como às adaptações estruturais na escola, especialmente nos casos de deficiência física, garantindo acessibilidade, autonomia e igualdade de condições no processo de aprendizagem.
O acesso à alimentação escolar adequada é outra questão relevante, especialmente para alunos que possuem necessidades alimentares específicas, como alergias, intolerâncias ou restrições médicas. As escolas públicas seguem cardápios elaborados por profissionais da área da saúde, o que, em regra, pode implicar restrições ao ingresso de alimentos trazidos de casa. Contudo, havendo necessidade especial devidamente comprovada por profissional habilitado, cada situação deve ser analisada de forma individual, devendo a alimentação oferecida no ambiente escolar respeitar essas condições, garantindo segurança, inclusão e a dignidade do aluno.

(CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
  • O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, foi criado pela UICC com apoio da OMS para conscientizar e mobilizar a sociedade no controle da doença.
Parceiros da Liga reforçam que atitudes individuais e ações comunitárias fazem a diferença no enfrentamento do câncer.

“Quando olhamos algo sob o ponto de vista das terapias Integrativas, entendemos que a doença é a manifestação de algo que está ligado a vários aspectos da vida deste indivíduo. E a prevenção, por consequência, é obtida quando cuidamos do corpo, do emocional e da mente. Somos formados por estas três estruturas e somente quando olhamos para elas de forma integral, conseguimos o equilíbrio.” Michele Spindler, terapeuta Integrativa.

“Cada pessoa pode fazer a diferença cuidando da própria saúde, se informando e encorajando quem está ao seu redor. Espalhando consciência, apoiando quem enfrenta a doença e unindo forças para que juntos possamos prevenir e vencer o câncer.” Brenda Gomes, psicóloga clínica.

“Cada indivíduo pode contribuir adotando hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividades físicas e a redução do consumo de álcool e tabaco, além de manter os exames preventivos em dia. No âmbito comunitário, é possível ajudar disseminando informações corretas sobre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, incentivando familiares, amigos e vizinhos a cuidarem da própria saúde. A participação em campanhas educativas, ações de conscientização e apoio a pessoas em tratamento também fortalece a rede de cuidado, promovendo uma cultura de prevenção, solidariedade e responsabilidade coletiva no enfrentamento do câncer.” Gustavo Marmitt, educador físico.

“Precisamos desenvolver hábitos saudáveis (pensamentos, sentimentos, alimentar e exercícios físicos), a comunidade é a extensão do cidadão. A informação de como praticar esse autocuidado, e quais os protocolos que devemos seguir ao suspeitar de algo anormal em nosso corpo deve chegar à comunidade de forma clara. Esse esclarecimento é responsabilidade de todos: o cidadão que tem esse conhecimento, o município, o estado e a União.” Rose Lemos, psicóloga clínica.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br

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