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Força, Fé e Solidariedade: Conheça a história de superação de Gisleine Kaizer

Redação / AG por Redação / AG
7 de abril de 2025
em Comunidade
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Força, Fé e Solidariedade: Conheça a história de superação de Gisleine Kaizer

arquivo pessoal

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Ela enfrentou o maior desafio de sua vida, uma luta contra o câncer e provou da força que vem do amor e da solidariedade

Aos 33 anos, Gisleine Kaizer, moradora de Campo Bom, viu sua vida mudar drasticamente ao receber o diagnóstico de câncer.
Mãe de Vicente, de 8 anos, e Helena, de 5, ela enfrentou uma batalha intensa desde outubro do ano passado, quando descobriu, de forma inesperada, que possuía nove nódulos espalhados pelo corpo entre seios, coluna, garganta, ovário, nariz e fígado.


A descoberta veio após um erro na solicitação de exames: ao invés de uma tomografia da cabeça para monitoramento de coágulos antigos, foi realizada uma tomografia de corpo inteiro. Esse equívoco acabou revelando os nódulos e mudando completamente o rumo de sua vida. “A confirmação vem e te deixa sem chão. Parece que jogam você de um prédio e você não tem como fazer nada. O meu câncer estava se multiplicando muito rápido, o médico disse que, se não corrêssemos, eu não chegaria ao final do ano”, conta Gisleine. O choque inicial foi imenso, mas a luta começou de imediato, com cirurgias e medicações, Gislaine conseguiu retirar todos os nove nódulos.


O momento mais desafiador veio quando precisou ficar em isolamento devido a uma infecção bacteriana. “Foi onde pedi muito a Deus que me desse força. A Helena, minha filha mais nova, me perguntava: ‘Mamãe, você não nos ama mais? Por que não podemos te abraçar?’ Isso foi muito forte e dolorido.”
Quando finalmente saiu do isolamento, Gisleine prometeu buscar a filha na escola. “Quando contei a ela, a primeira coisa que perguntou foi: ‘Vou poder lhe abraçar?’. Quem tem filhos pode imaginar o que eu senti naquele momento. Quando cheguei na escola ela veio correndo me abraçar, com os olhos cheios de lágrimas. A professora me disse que ela não conseguiu dormir de ansiedade, porque esperava por esse reencontro. Esse foi o dia mais lindo.”

Um novo olhar para a vida

A luta contra o câncer transformou a visão de Gisleine sobre a vida. “Eu demorei um tempo até ter a coragem de contar a todos, não estava preparada para as perguntas que viriam. Ouvir a palavra ‘câncer’ me deixava em choque, então achava melhor deixar entre nós da família. Porém, como foi algo muito rápido, e muito sério, as pessoas ficaram sabendo, foi onde comecei a falar. Quando realizamos o primeiro brechó, me emocionei muito em ver tanta gente ali ajudando e com um carinho enorme. Recebo mensagens todos os dias, orações, presentes e muita força. Então posso dizer que estou forte e muito confiante porque tenho tantas pessoas incríveis ao meu lado. Minha mãe desde o primeiro dia, lá em outubro, até o momento, vem todos os dias me ajudar, chega de manhã e volta para casa dela a noite. Por isso sei que nós pais fizemos qualquer coisa por nossos filhos e é por eles que vou vencer, desistir nunca foi minha opção.”

Uma corrente de apoio

Diante dos altos custos do tratamento, que inclui cirurgias e remédios caros nem sempre cobertos pelo SUS, a família buscou alternativas. Foi então que em uma conversa com uma prima surgiu a ideia de um brechó solidário. O que começou com doações de amigos e parentes logo se transformou em um grande movimento de solidariedade. “Fizemos um grupo no WhatsApp onde foram entrando pessoas e doando. Pessoas essas, que nem me conheciam, mas compraram a ideia e se uniram por essa causa. Hoje temos mais de 250 membros no grupo onde todas ajudam de alguma maneira. Algo que não tem valor que pague, é simplesmente incrível.”
Além do brechó, outras ações como rifas. E arrecadação por Pix solidário, será realizado também um almoço beneficente no valor de R$30,00, que acontecerá no dia 27 de abril, a partir das 11hrs, na sede do União, no bairro Porto Blos.

gi kayser 2

Para aqueles que enfrentam desafios semelhantes, ela deixa um recado: “Deus nunca faz nada além do que podemos suportar. É fácil? Não, não é, mas quando recebemos o diagnóstico recebemos duas sentenças: de morte ou de vida. Escolha viver e lute com toda sua força por você e por sua família, pois, seu câncer não é só seu, é de todos em sua volta.” Ela também relata um aprendizado de vida. “Quando não temos saúde não temos nada. Hoje posso dizer com toda certeza que queria ter minha vida novamente, queria voltar a viver como era antes e eu achava que não estava 100%, mas eu estava errada, eu tinha uma vida maravilhosa. Quando você pensar que precisa trabalhar cada vez mais, porque precisa comprar uma casa, porque precisa trocar de carro, se vestir melhor, posso lhe garantir que nada disso tem valor. O que mais importa é você sentar no final do dia sem dor, com sua família, poder descansar e estar bem. Então viva, curta sua família, vá na casa de quem você ama, abrace e diga ‘eu te amo’, sinta o cheiro da vida, porque ela
é maravilhosa, é o nosso bem mais precioso.”
Apesar das dificuldades, ela mantém a esperança. “Quero que tudo isso passe
logo, para que eu consiga voltar a minha rotina, consiga viver para minha família novamente. Também quero muito fazer um projeto ligado a minha situação e poder ajudar muitas pessoas.”
Ela vê na família o combustível para seguir em frente e enfrentar os obstáculos. “A minha maior força é minha família, principalmente meus filhos, eles me dão a medicação que mais preciso: o amor e a força para enfrentar tudo com a fé inabalável. Com a certeza que tudo isso vai passar e só vão ficar as lembranças.”


A história de Gisleine é um lembrete poderoso de que o amor, a fé e a solidariedade podem transformar os momentos mais difíceis em fontes de força e esperança.

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  • AG CONTIGO | 12.02

➡️ Prefeitura realizará atualização do sistema que ficará indisponível entre os dias 14/02 a 22/02.

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  • EXPLOSÃO DE FOFURA 🥹🥰

Nesta sexta-feira, 13, o AG publica uma matéria especial, feita pela nossa jornalista @mairanpacheco , sobre a pequena Antônia Silveira Ritter, de apenas 5 anos, que brilhou no 36º Rodeio Internacional de Vacaria e, logo após subir ao pódio, decidiu cumprir uma promessa que emocionou a família e a comunidade.

Entre troféu, fé e empatia, a atitude da jovem campo-bonense ultrapassou as pistas e alcançou quem mais precisa. Uma história sobre determinação, valores e o poder de um gesto feito com o coração.

A matéria completa você confere na edição impressa desta sexta-feira. Não perca.

Vídeo por: @lente_e_cavalo / Ana Bueno

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • O aumento no número de acidentes envolvendo bugios-ruivos (Alouatta guariba), inclusive com mortes por eletrocussão, tem mobilizado moradores e ambientalistas do bairro Quatro Colônias Norte, em Campo Bom. Para enfrentar o problema, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente, instalou passarelas aéreas em pontos considerados críticos para a travessia dos primatas.

No início desta semana, a Secretaria Municipal de Obras e Planejamento implantou duas estruturas com o objetivo de criar rotas seguras entre fragmentos de mata. As passarelas reduzem o risco de contato direto com a rede elétrica e contribuem para a preservação da espécie, que já enfrenta pressão crescente sobre seu habitat natural.

Entre 2018 e 2025, os registros de óbitos de bugios-ruivos cresceram de forma significativa no município, tendo a eletrocussão como principal causa. Somente em 2025, a Secretaria do Meio Ambiente recebeu cinco relatos de animais mortos após contato com a fiação. O problema é mais recorrente em áreas rurais, onde redes de média e alta tensão atravessam corredores naturais utilizados pelos primatas para deslocamento.

As ocorrências se intensificam durante o período reprodutivo. Nessa fase, as fêmeas ampliam sua área de circulação em busca de alimentos específicos, como flores e frutos, aumentando o risco de contato com cabos elétricos. Em diversos casos, elas morrem carregando seus filhotes, que acabam sofrendo queimaduras graves, mutilações ou também não resistem à descarga elétrica.

MATÉRIA COMPLETA: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • 🎬 Programação Cinema do CEI – 12/02 a 18/02 🍿
📍 Sala Bárbara Paz

🕑 14h – O Diário de Pilar | LIVRE | DURAÇÃO: 1H30MIN
Pilar é uma menina curiosa e cheia de imaginação que embarca em aventuras ao lado dos amigos Breno e Mai. Inspirado na obra de Flávia Lins e Silva, o filme convida o público a viajar por diferentes culturas e histórias, valorizando a amizade, o conhecimento e o encantamento pelo mundo.

🕟 16h30 – Destruição Final 2 | 14 ANOS | DURAÇÃO: 1H39MIN
Após os acontecimentos do primeiro filme, a ameaça de uma catástrofe global retorna ainda mais intensa. Enquanto forças da natureza avançam de forma implacável, um grupo de pessoas precisa lutar contra o tempo para salvar vidas e evitar a destruição total. Um longa de ação e suspense com cenas impactantes e muita tensão.

🕖 19h – O Agente Secreto | 16 ANOS | DURAÇÃO: 2H38MIN
Ambientado no Brasil dos anos 1970, o filme acompanha um homem envolvido em uma missão perigosa em meio a um cenário político marcado por perseguições e segredos. Com uma narrativa densa e envolvente, o longa mistura drama e suspense ao retratar escolhas difíceis em tempos de repressão.

🎟️ Ingressos:

Quarta e quinta-feira: R$ 6,00 (todas as sessões)

Sexta, sábado e domingo:
• Sessão das 14h – R$ 6,00
• Sessões das 16h30 e 19h – R$ 12,00
  • AG CONTIGO | 11.02

➡️ Vem aí o 46º Rodeio Nacional de Campo Bom.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br ( LINK NA BIO)
  • Enquanto o Rio Grande do Sul encerrou o mês de janeiro de 2026 com o registro de 11 feminicídios, número que evidencia a gravidade da violência contra a mulher no Estado , a realidade de Campo Bom também demanda atenção constante. 

Somente em janeiro, a Guarda Municipal de Campo Bom (GMCB) atendeu 10 ocorrências de violência doméstica e contra a mulher, das quais quatro resultaram em prisões em flagrante. Os números apontam para situações de risco que, se não interrompidas a tempo, podem evoluir para desfechos ainda mais graves, reforçando a importância da atuação rápida e preventiva das forças de segurança. De acordo com o secretário municipal de Segurança, Fernando Lehnen, apesar de nenhuma das ocorrências ter gerado solicitação formal de acompanhamento contínuo pela Patrulha Mulheres Protegidas, a Guarda mantém vigilância ativa nas regiões onde os casos foram registrados. “As guarnições trabalham com mapeamento das ocorrências, o que permite intensificar o patrulhamento nas proximidades. Além disso, os chamados pelo 153 envolvendo mulheres ameaçadas ou em situação de agressão são prioridade absoluta”, destaca. 

Na Polícia Civil, os atendimentos seguem protocolos legais rigorosos. Conforme explica o delegado Rodrigo Câmara, dados específicos sobre ocorrências e medidas protetivas não podem ser divulgados por envolverem informações sigilosas. A partir do registro da ocorrência, são adotadas todas as providências legais, incluindo investigações, pedidos de medidas protetivas e, nos casos mais graves, representações por prisões preventivas.  Além do Ligue 180, as mulheres podem procurar qualquer Delegacia de Polícia, acionar o 190 em situações de emergência, utilizar o 181 – Disque-Denúncia, o 197 ou a Delegacia Online da Mulher. “A violência não começa no feminicídio. Não é preciso esperar o pior para buscar ajuda”, reforça o delegado.

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  • Durante a sessão ordinária desta segunda-feira (09), a Câmara de Vereadores de Campo Bom aprovou, por unanimidade, 10 requerimentos. Entre os destaques está o pedido para que a Prefeitura estude a instalação de bebedouros e chimarródromos na pista de atletismo e no Parcão. O requerimento é assinado pelos vereadores Professor Jéferson, Alexandre Hoffmeister, Cleber Nunes, João Paulo, Paulo Silveira, Kayanne Braga e Michele Closs.

Outro requerimento aprovado, de autoria do vereador Celso Rodrigues, solicita o desassoreamento do Arroio Weiler, que corre junto à Avenida Kennedy, no bairro Metzler. Durante a sessão, o presidente da Câmara, João Paulo, informou que, em recente reunião com o prefeito Giovani Feltes, recebeu a confirmação de que o Município já possui projeto estruturado para o desassoreamento de todos os arroios da cidade.

A única matéria reprovada foi o pedido do vereador Inácio Marasca, que solicitava o aumento emergencial do efetivo responsável pelas roçadas. O vereador Cleber Nunes explicou que, apesar da legitimidade da demanda, há impossibilidade jurídica, já que o Município possui contrato vigente com empresa terceirizada, prevendo aditivo para ampliação do efetivo. Segundo ele, a ampliação não ocorreu por falta de mão de obra, e não por decisão da Prefeitura.

A sessão também foi marcada pela formação das comissões especiais de Direitos Humanos, Desenvolvimento Municipal e Direitos dos Animais, que serão presididas pelos vereadores Professor Jéferson, Celso Rodrigues e Kayanne Braga, respectivamente.

SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • MATÉRIA DE CAPA | ✍️ @mairanpacheco 

Casos de tentativa e consumação de estelionato envolvendo o chamado “golpe do falso advogado” têm se tornado cada vez mais frequentes em Campo Bom e cidades da região. Criminosos se passam por advogados ou por integrantes de escritórios de advocacia e entram em contato com vítimas por meio de números falsos de WhatsApp, utilizando indevidamente nomes, fotos e até dados reais de processos judiciais.

Na abordagem, os golpistas informam, de forma fraudulenta, que o processo teve um andamento favorável e que, para a liberação de valores, documentos ou indenizações, seria necessário o pagamento de taxas extras. Durante a conversa, também solicitam dados pessoais e bancários, ampliando ainda mais os prejuízos às vítimas.

A prática criminosa se aproveita do fato de que os processos judiciais são públicos. Informações disponíveis no site do Tribunal de Justiça facilitam a atuação dos estelionatários, que têm utilizado métodos cada vez mais sofisticados, incluindo a clonagem de logins de advogados.

Somente em nome do escritório do advogado campo-bonense Deivis Klein, mais de 20 tentativas de golpe já foram registradas. “Reforçamos para os clientes que entramos em contato apenas pelos nossos canais oficiais e jamais solicitamos valores para liberar alvarás ou indenizações”, alerta o advogado, que também atua como delegado da OAB em Campo Bom.

Um morador da cidade, que preferiu não se identificar, foi vítima do golpe e chegou a contratar um empréstimo durante a fraude. “Fui ludibriado, esperançoso por receber o valor que estou aguardando”, relatou.

A OAB/RS emite alertas constantes e reforça: advogados não solicitam pagamentos por WhatsApp ou redes sociais. Ao receber qualquer mensagem suspeita, interrompa o contato imediatamente e confirme a informação diretamente com o advogado ou escritório pelos canais oficiais.

Desconfie. Confirme. Denuncie.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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