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Feevale realiza Semana dos Direitos Humanos e da Consciência Negra

Redação / AG por Redação / AG
1 de novembro de 2021
em Comunidade
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Feevale realiza Semana dos Direitos Humanos e da Consciência Negra

Crédito: Guia do Estudante

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Em alusão ao Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado no dia 20 de novembro, a Universidade Feevale realizará a Semana dos Direitos Humanos e da Consciência Negra. O evento, que acontecerá entre os dias 16 e 20 de novembro, tem como objetivo sensibilizar a comunidade a respeito da importância dos direitos humanos e demarcar a importância do Dia Nacional da Consciência Negra para a luta antirracista. A iniciativa, que não necessita inscrição prévia, será gratuita e aberta à comunidade.   

A ação visa, também, preparar os alunos para a promoção de uma sociedade democrática, que reconheça os direitos individuais e coletivos, a diversidade cultural e a igualdade racial. O evento, que acontecerá de forma híbrida, é organizado pela Pró-reitoria de Pesquisa, Pós-Graduação e Extensão (Proppex) da Feevale.  

Confira a programação


16 de novembro – terça-feira

17h – apresentação de capoeira no saguão do prédio Lilás, no Câmpus II da Instituição (ERS-239, 2755, Vila Nova, Novo Hamburgo). Acesse aqui.

18h – aula aberta sobre as atividades de curricularização da extensão desenvolvidas nos projetos sociais: Aruanda: morada da cultura e da história afro-brasileira, Múltiplas Leituras: povos indígenas e etnodesenvolvimento, Centro de Educação em Direitos Humanos (Ceduca DH), Da Rua Para-Noia, HIV: Fique Sabendo e Cidade Viva: intervenção urbana como ato comunicacional. Acesse aqui.

19h – O papel das Nações Unidas e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)/The role of the United Nations and the Sustainable Development Goals (SDGs), com Omar Hernández, oficial de Informação Pública no Impacto Acadêmico das Nações Unidas. Acesse aqui.


17 de novembro – quarta-feira

Seminário Unai\Feevale: Direitos Humanos, redução das desigualdades e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

19h – Redução das desigualdades, com Margarete Fagundes Nunes, professora da Universidade Feevale. Acesse aqui.

19h30 – Discussão em grupos de trabalho divididos por ODS. Acesse aqui.

20h30 – abertura da exposição virtual Conexões, com Laura Rueda e Márcia Blanco Cardoso, professoras da Universidade Feevale, e acadêmicos. Acesse aqui. 


18 de novembro – quinta-feira

19h30 – Direitos Humanos dos refugiados ambientais, com André Rafael Weyermüller, professor da Universidade Feevale. Acesse aqui.

20h – aula aberta Afrocriatividade: profissionais negros nos setores criativos, com Felipe Rocha, mestre em Indústria Criativa e coordenador do Grupo de Profissionais Negros da Indústria Criativa do Rio Grande do Sul (GPNIC), e Margarete Fagundes Nunes e Norberto Kuhn Júnior, professores da Feevale. Acesse aqui.


19 de novembro – sexta-feira 

VI Seminário de Direitos Humanos, VIII Seminário Interinstitucional Pibid e IX Seminário Institucional Pibid Direitos Humanos e Educação, em Contextos de Indiferença

18h – apresentação do Movimento Coral Feevale. Acesse aqui.

18h30 – lançamento da 2ª edição do Jornal Vozes da Rua, com Letícia Braga, Lovani Volmer, Carmem Giongo e Janifer Prestes, professores da Feevale. Acesse aqui.

19h30min – A promoção dos Direitos Humanos através de práticas extensionistas: a importância da solidariedade e do pertencimento para a superação de contextos de indiferença, com Ricardo Strauch Aveline, doutor em Ciências Sociais e mestre em Direito. Acesse aqui.

19h30 – aula aberta África & Brasil: a trajetória de um Senegalês, com Mamadou Abdoul Vakhabe Sène. Acesse aqui.


20 de novembro – sábado

VI Seminário de Direitos Humanos, VIII Seminário Interinstitucional Pibid e IX Seminário Institucional Pibid Direitos Humanos e Educação, em Contextos de Indiferença 

9h – Educação como direito: roda de conversa, com a participação dos projetos sociais da Feevale. Acesse aqui.

11h – Lançamento do Museu do Sensível. Acesse aqui.

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  • A conta de luz dos gaúchos atendidos pela RGE, empresa do grupo CPFL Energia, vai ficar mais cara a partir desta sexta-feira (19). A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) confirmou um reajuste médio de 16,06% nas tarifas.

Na prática, isso significa que o valor pago todos os meses pela energia elétrica deve aumentar já nas próximas faturas. O reajuste não é igual para todos: consumidores residenciais terão um aumento médio de cerca de 14,97%, enquanto indústrias e grandes empresas, que utilizam alta tensão, terão alta ainda maior, chegando a cerca de 19%.

Segundo a Aneel, o aumento acontece principalmente por causa de custos que fazem parte da conta de luz, como a compra de energia, o uso das redes de transmissão e encargos do setor elétrico. Esses valores não são definidos pela empresa distribuidora e acabam sendo repassados ao consumidor.

Outro fator importante é a recuperação de valores que deixaram de ser cobrados nos últimos anos. Em 2024, após as enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul, o reajuste foi adiado para evitar um impacto imediato na população. Agora, parte desses custos está sendo incluída nas tarifas atuais.

A RGE atende mais de 3 milhões de unidades consumidoras em centenas de municípios do estado, o que faz com que o reajuste tenha impacto direto no orçamento de grande parte das famílias gaúchas.

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  • AG CONTIGO | 17.05

➡️ Conferência Municipal de Saúde, acontece neste sábado, 20.

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  • Diante da previsão de queda acentuada nas temperaturas nos próximos dias, a Prefeitura de Campo Bom disponibilizará abrigo emergencial para pessoas em situação de rua nas noites desta terça-feira (16) e quarta-feira (17). O anúncio foi feito pelo secretário municipal de Desenvolvimento Social e Habitação, Gabriel Colissi.

A estrutura será instalada no Ginásio Municipal Karl Heinz Kopittke, onde serão oferecidos acolhimento, camas, cobertores, banho quente e refeições. A iniciativa busca garantir proteção e dignidade às pessoas em situação de vulnerabilidade durante o período de frio intenso.

A ação contará com o trabalho das equipes do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS), que realizarão buscas ativas pelas ruas da cidade para orientar e encaminhar as pessoas em situação de rua ao abrigo.

A comunidade também poderá colaborar informando casos de pessoas que necessitem de acolhimento. Os contatos podem ser feitos junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação ou à Guarda Municipal, pelo telefone 153.

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  • Uma mulher de aproximadamente 50 anos foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus após se envolver em um acidente de trânsito na tarde desta terça-feira (16), em Campo Bom. O caso ocorreu por volta das 16h53, na Rua Pastor Frederico, no Centro da cidade.

Conforme o Corpo de Bombeiros Militar, a ocorrência foi registrada inicialmente como suspeita de vítima presa nas ferragens após o tombamento de um veículo. Ao chegarem ao local, os bombeiros encontraram a condutora já fora do automóvel, retirada por populares que prestaram auxílio logo após o acidente.

Segundo informações, a motorista apresentava sinais de confusão e relatou não se lembrar do que havia acontecido. A suspeita é de que ela tenha sofrido um mal súbito enquanto dirigia. O veículo acabou colidindo contra outro carro que estava no local e, na sequência, tombou.

Apesar da gravidade da ocorrência, a mulher não apresentava ferimentos aparentes. Os airbags laterais do automóvel foram acionados durante o acidente, contribuindo para a proteção da condutora.

A equipe dos bombeiros realizou a estabilização do veículo, que permanecia tombado e apresentava risco de movimentação, além da avaliação inicial da vítima e da imobilização cervical preventiva. Posteriormente, ela foi encaminhada ao Hospital Lauro Reus para avaliação médica.

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  • AG CONTIGO | 16.06

➡️ UBS Paulista terá atendimento pediátrico noturno.

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  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal, proferida na última semana, analisou um dos temas mais relevantes da Previdência Social nos últimos anos: a aposentadoria especial. Para quem não está familiarizado com o assunto, trata-se do benefício destinado aos trabalhadores expostos, durante sua vida profissional, a condições que colocam em risco sua saúde ou sua integridade física.
Em uma votação apertada, o STF declarou a inconstitucionalidade da exigência de idade mínima criada pela Reforma da Previdência de 2019. Uma exigência que, desde o início, foi alvo de inúmeras críticas por contrariar a própria finalidade do benefício.

Afinal, essa espécie de aposentadoria não surgiu como privilégio, mas sim como um verdadeiro instrumento de proteção ao trabalhador. Seu objetivo nunca foi apenas reconhecer determinado tempo de serviço, mas evitar que pessoas submetidas a agentes nocivos permanecessem expostas por períodos excessivos e sofressem prejuízos significativos à sua saúde e à sua qualidade de vida. Estamos falando de trabalhadores que convivem diariamente com ruídos intensos, produtos químicos, agentes biológicos e outras condições capazes de comprometer sua saúde ao longo dos anos.

Com a Reforma da Previdência de 2019, além do tempo mínimo de exposição, passou-se a exigir também uma idade mínima para a obtenção do benefício. Na prática, isso significava que muitos trabalhadores, mesmo após completarem os 15, 20 ou 25 anos de atividade especial exigidos pela legislação, precisavam continuar trabalhando em ambientes insalubres até atingir a idade necessária para se aposentar.
Foi justamente esse ponto que levou a questão ao Supremo. Para a maioria dos ministros, a exigência de idade mínima esvaziava a lógica protetiva da aposentadoria especial. Se o benefício existe para limitar a exposição a agentes nocivos, obrigar o trabalhador a permanecer por mais tempo nessas condições significava, em muitos casos, prolongar justamente o risco que a própria legislação busca evitar.

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Nos últimos anos, o câncer de intestino tem chamado cada vez mais atenção da população e dos profissionais de saúde. Considerado um dos tipos de câncer mais frequentes no mundo, ele desperta dúvidas, preocupações e, infelizmente, também muitos mitos relacionados à alimentação.
É comum encontrar informações que prometem prevenir ou até curar o câncer por meio de alimentos específicos, dietas restritivas ou receitas milagrosas. No entanto, a ciência nos mostra uma realidade diferente: não existe um único alimento responsável pelo surgimento ou pela cura do câncer de intestino. O que realmente influencia o risco da doença é o conjunto de hábitos que cultivamos ao longo da vida.
A alimentação tem um papel importante na prevenção porque o intestino está em contato direto com tudo o que consumimos. Dietas ricas em frutas, verduras, legumes, feijões, lentilhas e cereais integrais fornecem fibras e diversos compostos naturais que ajudam a manter o intestino saudável. As fibras, por exemplo, auxiliam no funcionamento intestinal e contribuem para o equilíbrio da microbiota, conjunto de microrganismos que habita nosso intestino e participa ativamente da saúde do organismo.

Por outro lado, estudos apontam que o consumo frequente de carnes processadas, como salsicha, linguiça, presunto, salame e bacon, está associado a um aumento do risco para câncer colorretal. Isso não significa que uma pessoa desenvolverá a doença por consumir esses alimentos ocasionalmente, mas reforça a importância da moderação e da construção de hábitos alimentares equilibrados.
Também é importante esclarecer que não existem alimentos milagrosos com capacidade comprovada de prevenir ou curar o câncer. Alho, cúrcuma, chás, sucos verdes e outros alimentos podem fazer parte de uma alimentação saudável, mas não substituem exames preventivos, acompanhamento médico ou tratamentos indicados pelos profissionais de saúde.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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