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Escola municipal mudou a forma de ensinar e aprender

Redação / AG por Redação / AG
23 de março de 2020
em Educação
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Escola municipal mudou a forma de ensinar e aprender

Foto: Jornal A Gazeta

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Imagine uma sala toda ambientada, por meio de recursos didático-pedagógicos, para uma disciplina específica. Identificadas por áreas do conhecimento elas funcionam como uma ferramenta para aproximar os alunos dos conteúdos trabalhados e, tornam mais dinâmicos o processo de ensino e aprendizagem. Esse conceito vem sendo desenvolvido há três anos na Escola Municipal de Ensino Fundamental Rui Barbosa onde as salas de aula foram transformadas em laboratórios temáticos.

A ideia de tornar o aluno um agente ativo do processo de conhecimento ganhou força no início dos anos 1980, nos Estados Unidos. Os métodos tradicionais já não traziam os resultados esperados. Estudiosos da psicologia cognitiva apontaram que muito pouco do conteúdo ensinado era fixado na memória. Em paralelo, educadores passaram a desenvolver métodos de ensino para a chamada “aprendizagem ativa”.

No modelo convencional são os professores que no final de cada período trocam de sala. Na EMEF do bairro Mezler o processo se inverte. Quando a sirene toca são os 620 estudantes que pegam seus materiais e se deslocam de um laboratório para outro de acordo com a disciplina. “Os métodos ativos transformam as escolas em um ambiente de interação, onde os alunos se sentem mais à vontade para dizer o que pensam, procurando a melhor forma de resolver os desafios. Isso não deixa que o estudante fique parado e o faz se sentir mais motivado a aprender. Na sala de aula, as mesas são transformadas em pequenas ilhas, onde os alunos ficam cara a cara com os colegas e aprendem a trabalhar em equipe”, detalha Lizandra Patrícia Gottlieb, diretora da instituição.

Aluno como protagonista

A unidade adota esta prática desde 2018. Algo que, inicialmente, foi desafiador, hoje é considerado imprescindível na escola. Ao todo são nove laboratórios que abrigam onze disciplinas diferentes para os alunos do 1º ao 9º ano. De acordo com o vice-diretor, Cleber Koch, a implantação desta metodologia trouxe não só ampliação das oportunidades de aprendizagem, mas também o aumento da satisfação docente, redução da indisciplina, do abandono e da evasão e, aumento da taxa de aprovação que em 2019 foi de 98,83%. “Transformamos nossas salas de aula em ambientes onde é possível vislumbrar como o componente curricular está sendo trabalhado. Percebemos que, com esse método, o aluno fica mais atento e o professor tem a chance de deixar a sala com ‘a cara’ da sua disciplina. Além disso, eles ficam mais próximos e interagem mais”, relata Koch, salientando que o projeto foi minuciosamente pensando desde 2017, quando foram visitadas escolas de outras cidades para buscar referências da nova metodologia.

Como funciona

Os alunos fazem de três a quatro trocas, dependendo na série. E todo o processo leva cerca de um minuto e quinze segundos. Cada espaço desses atende a um fim educacional específico, como geografia, história, matemática, entre outras disciplinas. O foco é promover o debate sobre o tema e a troca de experiências além de tornar mais interessante o processo de ensino-aprendizagem para alunos e professores. O laboratório temático permite uma aula que não se paute apenas no conteúdo, mas no desenvolvimento de competências. “Como a comunicação, o saber ouvir, se posicionar em relação a alguma opinião diferente da sua, entre outras”, detalha.

O planejamento semanal dos professores é realizado de modo que as salas possam ser aproveitadas da melhor forma possível, havendo sempre um revezamento das turmas. As salas contam com jogos, livros e painéis, entre outras ferramentas, muitas delas confeccionados pelos próprios alunos. “Gostamos muito das aulas nesses espaços, é um ambiente que nos aproxima mais do conteúdo, contribui para a formação do nosso conhecimento”, ressaltou Anderson Borges, 14 anos, aluno do 9º ano do ensino fundamental.

Para Nicole Alves, 13 anos, também aluna do 9º ano, a metodologia aproxima os alunos dos conteúdos trabalhados em sala de aula. “Os laboratórios estimulam, o desenvolvimento e o envolvimento de todos com as disciplinas, tanto dos alunos com os professores que sempre estão trazendo coisas novas. E eu senti um resultado na aprendizagem bem maior”, destacou.

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  • ESF Porto Blos terá atendimento especial neste sábado (28)
  • Feirão Auto da Ailos Viacredi Alto Vale segue até sábado em Campo Bom
  • Jogos de Verão 2026 encerram nesta semana com primeira etapa do Circuito Municipal de Vôlei de Areia

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  • A Ailos Viacredi Alto Vale está promovendo, em Campo Bom, um Feirão Auto com lojas parceiras do município. A campanha iniciou nesta semana e segue até sábado (28), com atendimento das 8h às 17h nos dias úteis e das 9h às 16h no sábado.

Participam do feirão as lojas Speed Motors Multimarcas, 4A Motors, Elite Auto Center, Big Car Multimarcas, Friends Cars, Bueno Veículos, Moschen Automóveis e Car Line Veículos.

De acordo com o gerente do Posto de Atendimento da cooperativa em Campo Bom, Fernando Bugs, a iniciativa busca ampliar oportunidades tanto para os lojistas quanto para os cooperados. “Nossa proposta com essas parcerias é trazer mais possibilidades. Para os lojistas, ampliar as vendas, e para os cooperados, oferecer oportunidade de compra com taxas diferenciadas e exclusivas, além de aprovações rápidas”, destaca. Ele acrescenta que o feirão também representa a chance de concretizar um objetivo comum entre muitas famílias. “É a oportunidade de realizar o sonho da troca de carro”, afirma.

Durante o período da campanha, os interessados podem procurar diretamente uma das lojas participantes para conhecer as condições especiais de financiamento oferecidas pela cooperativa.

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  • ESPORTE | Os Jogos de Verão 2026 entram na sua última semana, com a modalidade vôlei de areia. As atividades ocorrem nesta quarta (25), quinta (26) e sexta-feira (27). Os jogos são promovidos pela Prefeitura de Campo Bom, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL).

Diferentemente do beach tennis e do futevôlei, que ocorreram nas primeiras semanas de fevereiro e tiveram oficinas e profissionais para orientar os participantes, o vôlei de areia terá a primeira etapa do já tradicional Circuito Municipal. Nesta quarta (25) e na quinta (26), das 18h às 21h, acontecem as fases classificatórias, feminina e masculina. Na sexta-feira (27) serão realizadas as finais da etapa. O Circuito terá até mais três etapas classificatórias e depois a grande final. Inscrições podem ser realizadas, sem custo para as duplas, pelo telefone da SMEL (51 9283-5728).

Os Jogos de Verão, além de incentivar a prática de esportes, tem o objetivo de estimular a comunidade a ocupar os espaços públicos e a aproveitar o verão com saúde e alegria. Os jogos são abertos a toda a comunidade campo-bonense, gratuitamente, e ocorrem nas quadras de areia do Parcão.

Nas modalidades beach tennis e futevôlei, na primeira hora, em cada noite, houve oficina sobre o esporte (com orientação de profissionais da área), ótima oportunidade de aprendizado, e depois tem torneio aberto a todos os interessados.

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  • A família de Micael da Luz dos Santos entrou em contato com o Jornal A Gazeta pedindo apoio da comunidade para localizá-lo. Segundo relato do irmão, Márcio Santos, Micael estaria em Campo Bom e vivendo em situação de rua.

De acordo com a família, ele está fora de casa há mais de um ano. Inicialmente, Micael teria ido para um projeto em Novo Hamburgo. Posteriormente, passou a trabalhar em uma padaria com funcionamento 24 horas, mas acabou deixando o emprego. Desde então, conforme o irmão, voltou a enfrentar problemas com dependência química e passou a viver nas ruas.

Márcio esteve recentemente em Campo Bom mostrando fotografias do irmão a moradores e comerciantes, e recebeu a confirmação de que ele teria sido visto na cidade. No entanto, até o momento, não conseguiu localizá-lo.

A família pede que qualquer informação sobre o paradeiro de Micael seja repassada diretamente pelo WhatsApp (51) 98098-7783, com Márcio Santos.

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  • O nome da vereadora Kayanne Braga (PDT) passou a integrar oficialmente a galeria de ex-presidentes da Câmara Municipal de Campo Bom. A parlamentar, que esteve à frente do Legislativo em 2025, teve seu quadro afixado na noite desta segunda-feira (23), durante a sessão ordinária.

Ao lado do atual presidente, João Paulo Berkembrock (MDB), Kayanne realizou o ato simbólico de fixação do retrato no espaço que reúne os 41 vereadores que já comandaram o Parlamento campo-bonense ao longo dos 67 anos de emancipação do município.

Com a inclusão, Kayanne torna-se apenas a segunda mulher a integrar a galeria de presidentes da Casa. A primeira foi Gênifer Engers, que presidiu o Legislativo em 2022.

Em seu pronunciamento, a vereadora definiu o momento como “um dia histórico e um orgulho muito grande”, agradecendo aos eleitores e aos colegas parlamentares pela confiança depositada durante sua gestão. Ao destacar a representatividade feminina, ressaltou que o número ainda é pequeno diante da trajetória institucional da Câmara. “Em 67 anos, ainda é pouco. Que seja apenas o começo de uma história com cada vez mais representatividade feminina na política”, afirmou.

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  • O Estatuto da Criança e do Adolescente assegura às crianças e adolescentes o direito de acesso e permanência na escola, em condições de igualdade, com respeito à dignidade e à convivência familiar. É justamente nesse ponto que surge uma questão recorrente na realidade de muitas famílias: o que fazer quando irmãos são encaminhados para escolas ou turnos diferentes? À luz do princípio do melhor interesse da criança, a administração pública e as instituições de ensino devem analisar pedidos de unificação de matrícula, evitando a separação desnecessária de irmãos e preservando a organização familiar. Para tanto, é necessário que a família procure a Central de Vagas do Município e formalize o pedido.
Outro tema que merece destaque é o direito à educação especial, garantido aos estudantes que demandam atendimento educacional especializado. A legislação assegura não apenas o acesso à escola, mas a inclusão em ambiente que respeite as necessidades individuais do aluno, com currículo adaptado, métodos pedagógicos adequados e interação com alunos do currículo regular, sem qualquer forma de discriminação. Sempre que necessário, o aluno tem direito ao acompanhamento por professor auxiliar ou profissional de apoio, bem como às adaptações estruturais na escola, especialmente nos casos de deficiência física, garantindo acessibilidade, autonomia e igualdade de condições no processo de aprendizagem.
O acesso à alimentação escolar adequada é outra questão relevante, especialmente para alunos que possuem necessidades alimentares específicas, como alergias, intolerâncias ou restrições médicas. As escolas públicas seguem cardápios elaborados por profissionais da área da saúde, o que, em regra, pode implicar restrições ao ingresso de alimentos trazidos de casa. Contudo, havendo necessidade especial devidamente comprovada por profissional habilitado, cada situação deve ser analisada de forma individual, devendo a alimentação oferecida no ambiente escolar respeitar essas condições, garantindo segurança, inclusão e a dignidade do aluno.

(CONTINUA NOS COMENTÁRIOS)
  • O Dia Mundial do Câncer, celebrado em 4 de fevereiro, foi criado pela UICC com apoio da OMS para conscientizar e mobilizar a sociedade no controle da doença.
Parceiros da Liga reforçam que atitudes individuais e ações comunitárias fazem a diferença no enfrentamento do câncer.

“Quando olhamos algo sob o ponto de vista das terapias Integrativas, entendemos que a doença é a manifestação de algo que está ligado a vários aspectos da vida deste indivíduo. E a prevenção, por consequência, é obtida quando cuidamos do corpo, do emocional e da mente. Somos formados por estas três estruturas e somente quando olhamos para elas de forma integral, conseguimos o equilíbrio.” Michele Spindler, terapeuta Integrativa.

“Cada pessoa pode fazer a diferença cuidando da própria saúde, se informando e encorajando quem está ao seu redor. Espalhando consciência, apoiando quem enfrenta a doença e unindo forças para que juntos possamos prevenir e vencer o câncer.” Brenda Gomes, psicóloga clínica.

“Cada indivíduo pode contribuir adotando hábitos de vida saudáveis, como uma alimentação equilibrada, a prática regular de atividades físicas e a redução do consumo de álcool e tabaco, além de manter os exames preventivos em dia. No âmbito comunitário, é possível ajudar disseminando informações corretas sobre prevenção, diagnóstico precoce e tratamento, incentivando familiares, amigos e vizinhos a cuidarem da própria saúde. A participação em campanhas educativas, ações de conscientização e apoio a pessoas em tratamento também fortalece a rede de cuidado, promovendo uma cultura de prevenção, solidariedade e responsabilidade coletiva no enfrentamento do câncer.” Gustavo Marmitt, educador físico.

“Precisamos desenvolver hábitos saudáveis (pensamentos, sentimentos, alimentar e exercícios físicos), a comunidade é a extensão do cidadão. A informação de como praticar esse autocuidado, e quais os protocolos que devemos seguir ao suspeitar de algo anormal em nosso corpo deve chegar à comunidade de forma clara. Esse esclarecimento é responsabilidade de todos: o cidadão que tem esse conhecimento, o município, o estado e a União.” Rose Lemos, psicóloga clínica.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br

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