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Entenda como funciona o sistema de segurança das urnas eletrônicas

Redação / AG por Redação / AG
13 de novembro de 2020
em Política
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Veja os novos prazos para as eleições municipais de 2020

Divulgação

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Antes de cada eleição, elas passam por testes públicos de segurança e, até hoje, ninguém conseguiu romper as mais de 30 barreiras digitais

Cerca de 52 mil campo-bonenses têm um compromisso com a democracia no próximo domingo, 15. Vai ser o reencontro dos cidadãos com a urna eletrônica, que há duas décadas garantiu rapidez e confiabilidade exemplar do nosso sistema de votação.

São 473.503 urnas eletrônicas nas eleições de 2020. A estreia da tecnologia foi em 1996, quando 57 cidades fizeram teste-piloto. No ano 2000, a eleição já era totalmente eletrônica. Desde então, a urna eletrônica vem evoluindo e ganhou atualizações de segurança como a biometria, que foi suspensa em 2020 por causa da pandemia. Mas um ponto nunca mudou. A urna eletrônica sempre trabalha offline, não fica ligada a nenhuma rede de internet e tem vários lacres de segurança.

Em Campo Bom, 136 urnas estarão distribuídas nas 136 seções eleitorais e antes de cada eleição, elas passam por testes públicos de segurança e, até hoje, ninguém conseguiu romper as mais de 30 barreiras digitais. Além disso, dentro de cada urna, uma espécie de caixa preta registra tudo o que acontece.

Em entrevista ao Jornal A Gazeta, o chefe da 105ª Zona Eleitoral de Campo Bom, Murilo do Amaral, ressaltou a confiabilidade das urnas eletrônicas, que passaram a ser utilizadas com o intuito de evitar fraudes no processo eleitoral, que contava com cédulas impressas.

Jornal A Gazeta – Como é feita a preparação das urnas eletrônicas?

Murilo do Amaral – Toda a preparação das urnas eletrônicas é um processo que começa um ano anterior ao pleito, com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contratando empresas de Tecnologia da Informação para realizar testes dos softwares e aferição da sua confiabilidade. Este trabalho além de possibilitar auditorias no sistema que faz a urna funcionar, a tecnologia adotada permite a recontagem de votos por meio do (RDV) Registro Digital do Voto e sua comparação com o boletim de urna (BU), impresso logo após o encerramento da votação em cada seção eleitoral do país. Em relação ao processo local, que cada zona eleitoral realiza, desde quando as urnas chegaram ao cartório vêm sendo trabalhadas no sentido de verificar a sua autenticidade e dos sistemas controlados pelo TSE

AG – Desde o dia 31 de outubro os cartórios eleitorais estão fazendo a geração dos dados das urnas com o nome dos candidatos, partidos, coligações partidárias e dados dos eleitores. Esses dados são criptografados, correto?

Murilo – É utilizado na urna eletrônica o que há de mais moderno no mercado quanto as tecnologias de criptografia, assinatura digital e resumo digital, toda essa tecnologia é utilizada pelo hardware e pelo software da urna eletrônica para criar uma cadeia de confiança, garantindo que somente o programa desenvolvido pelo TSE, gerado durante a Cerimônia de lacração dos Sistemas Eleitorais, pode ser executado nos equipamentos devidamente certificados pela Justiça Eleitoral. A criptografia digital é um mecanismo de segurança para o funcionamento dos programas computacionais. Como os dados tornam-se codificados e embaralhados, torna-se impossível o acesso por pessoas não autorizadas.

A urna eletrônica funciona com um sistema em que não há interferência externa, ou seja, não é conectada com nenhum tipo de rede de internet, nem Wi-Fi ou via cabo. Correto? Poderia explicar como o sistema funciona?

Murilo – As urnas não tem ligação alguma com a internet ou qualquer meio de transmissão de dados. O único cabo que ela possui é o de energia. E ainda, se for necessário, ela poderá ficar ligada somente na bateria por mais de 10 horas, por exemplo, caso falte luz. Elas não são vulneráveis a ataques externos, pois funcionam de forma isolada, ou seja, não dispõem de qualquer mecanismo que possibilite sua conexão a redes de computadores, como a internet. Além disso, as mídias utilizadas pela Justiça Eleitoral para a preparação das urnas e gravação dos resultados são protegidas por técnicas modernas de assinatura digital e não é possível a um hacker atacar, remotamente, qualquer arquivo presente nessas mídias, para compreender como funciona sua segurança, a urna nada mais é do que um teclado que computa votos e os armazena em um módulo específico, sua programação é extremamente simples.

Como é feita a transmissão de dados após a emissão do boletim da urna?

Murilo – As mídias de resultado são encaminhadas para um centro de transmissão, que pode ser o próprio Cartório Eleitoral (via de regra), o local de recepção de materiais para apuração. O envio dos dados é todo feito em rede privada, exclusiva da Justiça Eleitoral, sendo inacessível para quaisquer tipos de invasores (hackers). Os locais de transmissão são publicados no site do TRE cinco dias antes da eleição.

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Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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➡️ Votação da Consulta Popular acontece nesta quarta, 10, na Câmara de Vereadores.

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➡️ Três ecopontos já estão operando no município. Mais quatro serão construídos.

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