A Gazeta CB
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Cultura
    • Entretenimento
    • Negócios
    • Política
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Esportes
  • Publicações Legais
  • Contato
    • Pontos de Venda
Sem Resultado
Ver todos os resultados
A Gazeta CB
Sem Resultado
Ver todos os resultados

Desabastecimento de oxigênio em Campo Bom: justiça condena empresas e município

Redação / AG por Redação / AG
4 de fevereiro de 2025
em Comunidade
0 0
A A
Polícia Civil realiza vistoria no Hospital Lauro Reus
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no Whatsapp

Foi publicada na tarde de ontem, 03, no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, a decisão do caso relacionado ao desabastecimento de oxigênio no Hospital Lauro Reus, ocorrido em março de 2021, que resultou na morte de 22 pessoas. Na ocasião, 6 pacientes vieram a óbito no dia 19/03/2021 que estavam entubados na UTI em decorrência de complicações da COVID-19, e as outras 16 vítimas morreram ao longo de 15 dias.


O Juiz de Direito da 2ª Vara Cível da Comarca de Campo Bom, Alvaro Walmrath Bischoff, condenou a Associação Beneficente São Miguel (ABSM), a Air Liquide Brasil Ltda. e o Município de Campo Bom/RS, estabelecendo o pagamento de danos morais coletivos, no valor de R$ 1 milhão, além da obrigação de compensar individualmente os familiares das vítimas por danos morais e materiais.

O CASO:

O Ministério Público ajuizou ação civil pública contra a ABSM, a Air Liquide Brasil Ltda. e o Município de Campo Bom, apontado responsabilidade pelas falhas no fornecimento de oxigênio durante um dos períodos mais críticos da pandemia de COVID-19. Além dos danos morais coletivos, o MP pediu a indisponibilidade de bens dos réus no valor de R$ 8 milhões e a indenização individual das vítimas e seus familiares.

Diversas investigações foram conduzidas, incluindo perícia do Instituto-Geral de Perícias, auditoria da Secretaria Estadual de Saúde e sindicância interna. Conforme o MP, o laudo técnico confirmou que houve falha na ativação das baterias de cilindros reservas e no acionamento do sistema de backup, resultando na interrupção total do fornecimento de oxigênio.

As partes apresentaram argumentos distintos. A Air Liquide Brasil Ltda. sustentou que não houve falha no fornecimento, mas sim má gestão do estoque por parte do hospital, que não seguiu protocolos adequados de monitoramento dos níveis de oxigênio. A empresa também alegou que não tinha obrigação contratual de monitoramento remoto via telemetria. A Associação Beneficente São Miguel (ABSM) afirmou que os pacientes não ficaram sem oxigênio, pois foram ventilados manualmente pelos profissionais de saúde. A defesa também negou relação direta entre as mortes e o incidente. Já o Município de Campo Bom argumentou que não poderia ser responsabilizado, pois o gerenciamento do hospital era de responsabilidade exclusiva da ABSM, conforme contrato vigente. O pedido de tutela de urgência foi indeferido, e o ônus da prova foi invertido, resultando na inclusão do município como parte no processo.

A SETENÇA:

A decisão reconheceu a responsabilidade solidária da ABSM e da Air Liquide Brasil Ltda., além da responsabilidade subsidiária do Município de Campo Bom. Ao analisar os documentos periciais e a cronologia dos acontecimentos, o magistrado reconheceu falha grave na prestação do serviço público de saúde. Reforçou que a Air Liquide foi acionada no dia anterior ao desabastecimento, não sendo atendida a tempo, evidenciando que a empresa tinha ciência dos níveis críticos de oxigênio e do aumento do consumo nas semanas anteriores. Diante disso, conforme o magistrado, ficou clara a falha em evitar o desabastecimento dos tanques, bem como na transição da equipe de manutenção e no monitoramento dos níveis de oxigênio.

Na sentença, o juiz destacou o testemunho de um dos médicos, com mais de três décadas de profissão e de atuação em terapia intensiva, que afirmou nunca ter presenciado um cenário tão caótico na execução do trabalho, culminando em uma série de óbitos devido ao desabastecimento de oxigênio. Também pontuou a repercussão do caso. “A ampla repercussão nacional e internacional do episódio denota violação dos valores da coletividade de Campo Bom em relação aos eventos danosos”, disse Álvaro Walmrath Bischoff.

O magistrado concluiu que tanto o hospital quanto a empresa fornecedora deveriam ter adotado medidas preventivas para evitar a tragédia, conforme indicou o relatório de auditoria do Departamento de Auditoria do SUS (DEASUS). As falhas cometidas foram determinantes para o desfecho trágico, tornando inegável a responsabilidade solidária dos envolvidos.

Ele também reconheceu a responsabilidade solidária da Associação Beneficente São Miguel (ABSM), da Air Liquide Brasil Ltda. e do Município de Campo Bom. Dentre as considerações, o magistrado rejeitou a tentativa da associação de atribuir exclusivamente a responsabilidade à Air Liquide, ressaltando que isso não a isenta do dever de garantir o abastecimento e evitar riscos aos pacientes, ainda mais no período crítico da pandemia. Entendeu que a Air Liquide foi responsável por omissão e falhas operacionais, incluindo não atender à solicitação do hospital para abastecimento extra, mesmo diante do aumento da demanda relatado em 10/03, nove dias antes dos óbitos em série. Também citou que a Air Liquide programou a entrega somente no final da manhã do dia 19/03, mesmo ciente de que os níveis estavam críticos no dia anterior, além de ter deixado o tanque zerado por mais de duas horas, sem tomar medidas emergenciais. Assim, concluiu que a empresa possuía informações suficientes para agir preventivamente e evitar o desabastecimento, mas não o fez.

Além disso, destacou que a responsabilidade do Município de Campo Bom é de controlar, supervisionar e fiscalizar os serviços prestados, já que o hospital realiza atendimentos pelo SUS. Reforçou que, conforme previsto na Constituição Federal, a administração pública tem o dever de garantir a adequada prestação do serviço de saúde, o que não foi cumprido.

“Vê-se que o fato, além de ter sido objeto de inúmeras matérias publicadas, aumentando o sentimento de insegurança na saúde pública, e em especial no Hospital Lauro Reus, causa desconfiança, medo e angústia na população, principalmente para aquelas que dependem do hospital público para ver seu direito à saúde garantido, conforme previsto na Constituição Federal, já que não há confiança de que o serviço público que está sendo prestado pelo Estado é adequado e em prol da vida e do bem-estar”, ressaltou o magistrado.

Além da indenização coletiva de R$ 1 milhão, o hospital, a empresa fornecedora de oxigênio e o município foram condenados ao pagamento de danos morais e materiais às vítimas individualmente consideradas. Os familiares de pacientes vitimados poderão, com base na sentença, pleitear indenizações, bastando indicarem os prejuízos, sem necessidade de comprovar novamente a culpa dos réus.

Ação Civil Pública nº 5001325-27.2022.8.21.0087/RS

Prefeitura se manifestou:

NOTA OFICIAL

Antes de falar sobre a sentença, o Município volta a manifestar sua solidariedade com os familiares das vítimas desse trágico incidente.

A condenação pelos eventos ocorridos foi dos réus Air Liquid e Associação Beneficente São Miguel. A estes cabe cumprir a sentença de condenação. Ao Município somente caberá responsabilidade se eles não cumprirem com a decisão na qual foram condenados.

Quanto a sentença de 26 páginas, o Município está analisando seus detalhes e deverá recorrer no que tange sua responsabilidade subsidiária porque ainda entende que não há nexo causal entre seu agir e o resultado ocorrido.

Ainda, a condenação subsidiária do Município confirma o que se afirmou como defesa durante o curso do processo: não há qualquer conduta do Município que implique em agir culposo pelos eventos ocorridos. A condenação subsidiária corrobora o que se afirma, sendo a responsabilidade imposta ao Município tão somente porque mantinha a contratação da empresa que administrava o hospital, não tendo sido nem sequer negligente no seu dever fiscalizatório do contrato.

Atualmente quem administra o Hospital é a Associação Hospitalar Vila Nova. A ABSM foi afastada em 2022. Além disso, não compete ao Município estabelecer quem é a fornecedora do oxigênio medicinal. Compete ao Município verificar se a Administradora do Hospital mantém contrato de fornecimento de oxigênio medicinal com empresa idônea.

Confira matéria completa na edição impressa de sexta-feira.

Post Anterior

Luana Steffen e Fábio Benides vencem Rústica de Aniversário do Município

Próximo post

Motoniveladora reforça a Patrulha Agrícola de Campo Bom

Notícias relacionadas

Prefeitura repassa R$ 1,37 milhão à APAE para manutenção de projetos e atendimentos
Comunidade

Prefeitura repassa R$ 1,37 milhão à APAE para manutenção de projetos e atendimentos

1 de junho de 2026
CDL Campo Bom lança Núcleo de Mulheres Empreendedoras
Comunidade

CDL Campo Bom lança Núcleo de Mulheres Empreendedoras

1 de junho de 2026
Pequeno talento de Campo Bom busca apoio para representar a cidade em campeonato nacional de BMX
Comunidade

Pequeno talento de Campo Bom busca apoio para representar a cidade em campeonato nacional de BMX

1 de junho de 2026
Próximo post
Motoniveladora reforça a Patrulha Agrícola de Campo Bom

Motoniveladora reforça a Patrulha Agrícola de Campo Bom

Polícia Civil realiza vistoria no Hospital Lauro Reus

MPRS irá recorrer à sentença aplicada no caso das mortes no hospital Lauro Reus

Homem é preso após incendiar terreno baldio em Campo Bom

Homem é preso após incendiar terreno baldio em Campo Bom

A Gazeta CB




O Jornal A Gazeta é um veículo de comunicação impresso da cidade de Campo Bom/RS fundado em 20 de agosto de 1986. Somos referência em informação e prestação de serviços junto à comunidade. Ética, transparência e responsabilidade social fazem parte da nossa tradição.





Últimas notícias

  • Estudantes de Psicologia da Feevale acompanham projeto Joga Aurora
  • Vereadores vão a Chapecó conhecer projetos de acolhimento a pessoas em situação de rua
  • Lions e Rotary são reconhecidos como entidades de interesse público municipal pela Câmara de Vereadores

Marcadores

Colunistas Comunidade Cultura Débora Trierweiler Educação Entretenimento Esportes Geral Mauri Spengler Negócios Notícias Polícia Política Processando Ideias Saúde

 

A Gazeta CB

A Gazeta CB

Página no Facebook

 

Seguir Página

  • AG CONTIGO | 04.06

➡️ Saiba como agendar o Caco Treco.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agasetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Na manhã desta quarta-feira (3), no gabinete do prefeito Giovani Feltes, a Prefeitura de Campo Bom anunciou uma série de investimentos e projetos voltados ao fortalecimento das políticas ambientais do município. O anúncio integra a programação da Semana do Meio Ambiente e contempla ações nas áreas de sustentabilidade, proteção animal e gestão ambiental.

Entre as iniciativas apresentadas está a criação do Fundo Municipal de Proteção e Bem-Estar Animal, que terá como objetivo ampliar o apoio a programas e ações voltadas à causa animal. Também foi anunciada a reforma do Centro Municipal de Proteção aos Animais (CEMPRA), visando melhorar a estrutura e o atendimento oferecido.

Outro destaque é a implantação do Parque de Saneamento Ecológico, projeto voltado à promoção de soluções sustentáveis e à preservação ambiental. A administração municipal também prevê a instalação de um Sistema de Videomonitoramento Ambiental, que auxiliará na fiscalização e no combate a crimes ambientais.

Além disso, a Prefeitura anunciou a implantação de novos ecopontos, ampliando os locais destinados ao descarte correto de resíduos e incentivando práticas sustentáveis entre a população.

Segundo a administração municipal, os investimentos representam um avanço nas políticas públicas ambientais, reforçando o compromisso com a preservação dos recursos naturais, a proteção animal e a melhoria da qualidade de vida dos moradores.

Mais detalhes na edição impressa desta semana 📰

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • De forma unânime, a Câmara de Campo Bom aprovou, na última segunda-feira (1º), dois projetos de lei que declaram Lions Clube e Rotary Club como “entidades de relevante interesse público municipal”. Os projetos, de autoria do vereador João Paulo (MDB), reconhecem a importância dos serviços voluntários, sociais, comunitários e educacionais prestados à comunidade campo-bonense e, na prática, permitem ampliar as parcerias com o Poder Público, fortalecendo a continuidade dos serviços.

O Lions Clube Campo Bom foi fundado em 1959 e o Rotary Club de Campo Bom, em 1957. “É um título que o Município concede àquelas instituições que de fato trazem benefícios para a nossa comunidade. Essa lei, eu não tenho dúvidas, contribui muito para que os clubes possam apresentar projetos e buscar recursos, fortalecendo os serviços”, observou João Paulo. “A comunidade de Campo Bom, por meio da Câmara de Vereadores, reconhece e agradece tantas horas de serviços prestados e dedicação”, concluiu. Os atuais presidentes dos clubes, Leandro da Silva (Lions) e Léo da Silva (Rotary), bem como os próximos presidentes, Beto Ferreira e Jennifer Pereira, e demais membros prestigiaram a sessão.

Ainda durante a mesma sessão ordinária, os vereadores também aprovaram por unanimidade projeto de lei de autoria do vereador Inácio Marasca (Republicanos) instituindo campanha municipal permanente de incentivo à doação de sangue e de órgãos. Em sessão extraordinária, mais cedo, foram aprovados ainda dois projetos de lei de autoria do Executivo Municipal criando os fundos municipais de Desenvolvimento Urbano (FMDU) e de Proteção e Bem-Estar Animal (FMPBEA).

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • 🇧🇷 Vamos iniciar a série de reportagens “O Mundo Joga, Campo Bom Vibra!”, em alusão à Copa do Mundo FIFA 2026. 🇧🇷

E para contar essa história, queremos conhecer as tradições e memórias que fazem parte da paixão pelo futebol em nossa cidade. Sua família tem algum ritual especial durante a Copa? Reúne parentes e amigos para assistir aos jogos? Guarda lembranças marcantes de outras edições? Ou conhece alguém que tenha uma história curiosa relacionada à Copa do Mundo?

Queremos ouvir você!

Entre em contato conosco e compartilhe sua história. Ela pode fazer parte da nossa série especial rumo à Copa do Mundo de 2026 💚💛💙🤍
  • AG CONTIGO | 02.06

➡️ Vacinação contra a gripe é liberada para população em geral.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • A Prefeitura, por meio das secretarias municipais de Educação, Saúde e Desenvolvimento Social, está destinando R$ 1,37 milhão à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) para garantir a continuidade e a qualificação dos serviços oferecidos pela entidade. Atualmente, a instituição atende 48 pessoas, com idades entre 13 e 49 anos, por meio de atividades de escolarização e projetos voltados ao desenvolvimento e inclusão dos usuários.

A maior parte dos recursos é proveniente da Secretaria de Educação, que repassará R$ 859 mil para a ampliação e o aprimoramento das propostas pedagógicas desenvolvidas pela APAE. O objetivo é atender não apenas os alunos já matriculados na instituição, mas também estudantes que estejam concluindo o Ensino Fundamental na rede municipal, o Ensino Médio na rede estadual e aqueles que enfrentam dificuldades de adaptação no ensino regular ao longo de sua trajetória escolar.

Na área da Saúde, a entidade receberá R$ 319 mil até o final de 2026. O valor será destinado à manutenção de atendimentos interdisciplinares nas áreas de fisioterapia, fonoaudiologia, psicologia, neurologia pediátrica e acompanhamento psicossocial, incluindo suporte aos familiares dos usuários.

Já a Secretaria de Desenvolvimento Social repassou R$ 192 mil neste ano para a realização de grupos de convivência e fortalecimento de vínculos. As atividades incluem ações socioeducativas, culturais, esportivas e de lazer, promovendo a interação social e a integração comunitária das pessoas com deficiência.

Os recursos da assistência social também contribuem para programas de habilitação e reabilitação, incentivando o desenvolvimento das potencialidades individuais e a inclusão social dos atendidos. Além disso, a APAE desenvolve ações voltadas à inserção no mercado de trabalho, buscando promover autonomia, independência e melhores condições de vida às pessoas com deficiência.

Outro serviço mantido pela entidade é o Centro Dia, que oferece atenção integral e cuidados diários aos usuários, contribuindo para a socialização, a qualidade de vida e a prevenção do isolamento, do abandono e da institucionalização.

MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | Um compromisso semanal que atravessa gerações, resiste ao tempo e transforma o futebol em muito mais do que um jogo. Em 2026, o tradicional grupo Futebol das Quintas celebra 50 anos de história em Campo Bom, reunindo amigos, famílias e memórias construídas desde 1976, quando tudo começou com uma ideia simples: criar um momento de lazer no meio da semana.

A iniciativa nasceu com o empreendedor Djalmo Inácio da Silva, que, ao deixar os jogos de fim de semana por conta dos compromissos familiares e profissionais, decidiu formar uma equipe para atuar durante a semana. A oportunidade surgiu com a inauguração do Pavilhão de Esportes Cristo Rei, no bairro Porto Blos, onde, em 20 de junho de 1976, o grupo realizou sua primeira partida, durante um campeonato promovido pela Paróquia Cristo Rei.

Desde então, as quintas-feiras ganharam um significado especial. Inicialmente formado por funcionários da empresa Quinnjalmo, o time logo passou a contar com amigos convidados, consolidando uma base que, ao longo dos anos, se tornaria uma verdadeira família. Histórias marcantes não faltam, como o próprio dia da estreia, que coincidiu com o nascimento da filha de Djalmo, ou as viagens, campeonatos e confraternizações que ajudaram a fortalecer os laços entre os integrantes.

Apesar de participações em torneios e conquistas importantes, como um título em competição promovida pela Viação Campo Bom e o reconhecimento como equipe mais disciplinada na Copa Jornal A Gazeta de Veteranos, o grupo optou por seguir um caminho próprio. A filosofia sempre foi clara: o futebol como espaço de amizade, respeito e diversão, longe de disputas ríspidas. Assim, os amistosos, os churrascos e a resenha após os jogos passaram a ser a essência do Futebol das Quintas.

Com o passar das décadas, novas gerações foram incorporadas. Filhos dos fundadores começaram a frequentar a quadra ainda jovens e, pouco a pouco, assumiram protagonismo dentro e fora de campo. Hoje, o grupo já conta com representantes da terceira geração, mantendo viva uma tradição que atravessa famílias e reforça o sentimento de pertencimento.

ACESSE A NOTÍCIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • AG CONTIGO | 01.06

 ➡️ Confira a programação do Festejando Campo Bom.
 
MAIS NOTÍCIAS EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

© 2025 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos reservados.
A Gazeta é o jornal de maior destaque na comunidade desde 1986.

Bem vindo de volta!

Login para conta

Palavra-chave esquecida

Recupere sua senha

Please enter your username or email address to reset your password.

Entrar

Add New Playlist

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Início
  • Notícias
    • Política
    • Negócios
    • Saúde
  • Colunistas
    • Mauri Spengler
    • Processando Ideias
    • Débora Trierweiler
  • Comunidade
  • Educação
  • Polícia
  • Cultura
  • Entretenimento
  • Esportes
  • Pontos de Venda
  • Publicações Legais
  • Contato

© 2019 A Gazeta - Jornal de Campo Bom. Todos os Direitos Reservados.