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Definidos os finalistas do 19º Acampamento da Canção Nativa

Redação / AG por Redação / AG
24 de janeiro de 2022
em Comunidade
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Definidos os finalistas do 19º Acampamento da Canção Nativa

Foto: Lucas Unser/PMCB

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Os jurados do 19º Acampamento da Canção Nativa se reuniram na última sexta-feira, assim como no sábado, dias 21 e 22, para fazer a triagem das canções e intérpretes, quando são escolhidos os finalistas do festival. Com inscrições até mesmo de outros países, como do Uruguai, 775 composições inéditas foram inscritas para o Acampamento, no total, das quais 24 foram selecionadas para as finais das fases regional e geral. As apresentações ocorrerão entre os dias 3 e 5 de março, no Teatro do CEI, com transmissão ao vivo nas páginas da Prefeitura de Campo Bom.

Classificados na fase regional:

Alma de campeiro (Milongão)

Letra e música: Andrei Eduardo Telles

Anseios de um cantor (Milonga)

Letra e música: Cairon Silva

Cantador de pulperias (Vaneira)

Letra e música: Murilo Gonçalves de Mello

Entre o fio e a razão (Rasguido)

Letra: Luís Carlos Canabarro Lima

Música: Maikell Paiva de Oliveira

Maneia (Milonga)

Letra e música: Rafael Machado Ribas

Meu verso é assim (Milonga)

Letra: Djalma Corrêa Pacheco e Mauro Rosado

Música: Jean Carlo Godoy

Na várzea frente ao rancho (Chamamé)

Letra e música: Leonardo Charrua

O gaiteiro e o trovador (Chamarra)

Letra: Nelson Marques Ortácio

Música: Rodrigo da Silva Pires

O Rio Grande sempre vivo (Chamamé)

Letra: William de Campos Hengen

Música: Ademar Machado

Poema para Lara (Valseado)                 

Letra: João Soledad

Música: João Ritter e João Soledad

Recuerdos (Chamamé)

Letra e música: Pingo Martins

Vigüela Pampa (Polca)

Letra: Wagner Worlle da Rosa                                     

Música: Luiz Gustavo Leuck Dallastra

Suplentes:

Paraíso campeiro (Milonga)

Letra: Paulo Moraes Trentin

Música: Carlos Moller

Xote do santo remédio (Xote)

Letra: Edson Joaquim Velho Rühle

Música: Fernanda Lopes Fernandes

Classificados na fase geral:

A confiança (Rasguido)

Letra: Leonardo Borges

Música: Marcelo Holmos

Arrinconado (Vaneira)

Letra: João Guilherme Soncini e Rafael Garcia

Música: João Guilherme Soncini

Campanha (Milonga)

Letra: Evair Suarez Gomez

Música: Juliano Gomes

Estradeando (Canção)

Letra: Lucas Ramos

Música: Diogo Barcelos

Já vem clareando (Milonga)

Letra: Sergio Carvalho Pereira

Música: Marcelo Oliveira

Marimbondo (Chamarra)

Letra: Edilberto Teixeira

Música: André Teixeira

Meu tostado pôr de sol (Milonga)

Letra: Gujo Teixeira

Música: Vitor Amorim e Kiko Goulart

Minhas cicatrizes (Canção)

Letra: Adão Quevedo

Música: João Bosco Ayala Rodriguez

No “chaquaio” do pandeiro (Vaneira)

Letra: Rafael Teixeira Chiappetta

Música: Ricardo Bergha

O tempo nos amansa (Milonga)

Letra: Otavio Lisboa e Jari Terres

Música: Jari Terres

Pago de luz (Milonga)

Letra: Matheus Costa

Música: Bruno David Arruda

Rumos e tropas (Chamamé)                  

Letra: Eron Vaz Mattos

Música: Cristian Camargo

Suplentes:

Paisagem de campo (Milonga)

Letra: Joel Freitas Paulo

Música: Nirion Machado

Teu sotaque de cordeona (Vaneira)

Letra: Juliano Costa dos Santos

Música: Indio Ribeiro

Os finalistas da fase regional sobem ao palco no dia 4 de março, já os da fase geral, no dia 5. O prefeito Luciano Orsi destaca o trabalho da Administração Municipal para que o evento ocorra com segurança. “Em meio ao aumento do número de casos, nos mobilizamos para ainda assim entregar esse momento aos campo-bonenses, e a forma que encontramos foi a de transmitir ao vivo as apresentações”, afirma. O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo Henrique Scholz, observa os indicativos de que a edição terá sucesso. “O número de inscrições é o maior já registrado para um único Acampamento, e com o prudente cancelamento do Rodeio, as atenções se voltam para o festival”, diz.

7º Acampamentinho da Canção Nativa

Junto do 19º Acampamento, acontece a 7ª edição do Acampamentinho, a versão mirim do festival. Neste caso, são escolhidos 12 intérpretes para a final, seis na categoria piazito, de 5 a 12 anos, e seis na categoria piá, de 13 a 17 anos. Os pequenos finalistas sobem ao palco no dia 3 de março. Os jurados, tanto no Acampamento quanto no Acampamentinho, são os mesmos: Luís Gustavo dos Santos Soares, o Brodinho; Sérgio Pereira dos Santos, o Chico Saga; Fabiano Torres da Silva; Francisco de Assis Morador Brasil, o Chico Brasil; e Luiz Marenco.

Classificados na categoria piazito:

Alice Araújo (Sapucaia do Sul)

Dafne Magnus (Vacaria)

Sophia Espindola (Canoas)

Tayla Camara Breitenbach (Novo Hamburgo)

Valentina Mazuí (Quaraí)

Vitória Heck (Porto Alegre)

Classificados na categoria piá:

Andrei Eduardo Telles (Novo Hamburgo)

Anita Rodrigues (Palmeira das Missões)

Daniela Machado Koch (Montenegro)

João Vitor Micuim (Campo Bom)

Júlia Fenner (Novo Hamburgo)

Leonardo Schneider (Uruguaiana)

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Neste 8 de março, celebramos o Dia Internacional da Mulher reconhecendo a força, a sensibilidade e a determinação de mulheres que transformam realidades todos os dias. Mais do que uma data comemorativa, é um momento de reflexão sobre conquistas, desafios e, principalmente, sobre o papel essencial que elas desempenham na construção de uma sociedade mais justa, humana e igualitária. Em cada espaço ocupado, seja na liderança, no cuidado, na gestão ou no trabalho diário, há histórias de coragem, dedicação e inspiração.

Sofia Godoy, Atleta.

Apesar da pouca idade, a skatista Sofia Godoy já se mostra um exemplo de mulher a ser seguido. Atualmente com 17 anos, a atleta iniciou no esporte aos 11, por influência do pai. Ainda que o skate tenha sido, por muitos anos, uma prática majoritariamente masculina, Sofia conta que não sentiu preconceito quando iniciou nas competições, pois outras mulheres já haviam iniciado anteriormente. “Sei que se eu tivesse começado pouco tempo antes, isso provavelmente teria sido diferente. Gosto muito de escutar as meninas que começaram no skate por minha influência, isso com certeza me motiva ainda mais”, conta.
A jovem skatista que leva o nome de Campo Bom em competições mundo afora aconselha meninas que sonhem em viver do esporte. “Se esse é seu sonho, não desista. Mesmo que tenham momentos difíceis, é muito importante que sua vontade de realizar seja muito maior que os dias ruins. Claro que você vai cair, às vezes se machucar, mas tem que sempre levantar e ir de novo, já pronta para a próxima”, conclui.

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Marlete da Silva, Industriária.

A comunidade campo-bonense sempre foi marcada pela sua resiliência e pela força do trabalho. Marlete da Silva, de 56 anos, é uma das mulheres que tão bem representam a classe trabalhadora da cidade. Atuando como conserteira em fábrica de calçados, ela criou os dois filhos, atualmente com 20 e 28 anos, como mãe solo. “Acho que o Dia da Mulher é muito importante para fortalecer o crescimento de mulheres que passaram por alguma situação e conseguiram dar a volta por cima, independente do que passou. Com muito orgulho, eu sou uma delas”, menciona.

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Elizane Barcelos, Empresária.

Uma empresa familiar que iniciou pelas mãos e talento de uma mulher e, hoje, se tornou uma das principais marcas da cidade. Elizane Barcelos de Menezes, de 54 anos, é mãe de três filhos e avó de dois netos. Iniciou na produção calçadista há 17 anos e consagrou a empresa Zanni Barcelos como uma marca conceituada. Como mulher, ela destaca os desafios de empreender. “Acho que a maior dificuldade é conciliar casa e trabalho. Sendo empresária, temos muitas demandas que exigem nossa presença constante”, comenta. Para mulheres que sonhem em começar o próprio negócio, ela deixa um conselho. “Analisar a viabilidade do empreendimento e começar, ter muita determinação. Vão surgir muitas dificuldades, tem que ter muita resiliência pra vencer”, reforça.

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Brenda Brentano, Maquiadora.

Atuar na área da beleza é muito mais do que cuidar da aparência das pessoas. O que começou como um hobby se transformou em paixão e profissão para a maquiadora Brenda Brentano, de 33 anos. “Eu digo que a maquiagem que me escolheu. Comecei a me automaquiar, justamente para elevar minha autoestima. Minhas amigas começaram a me pedir para maquiá-las, pois gostavam do que eu fazia, o que acabou virando um hobby. Depois, decidi me aprofundar no assunto e seguir como profissão”, conta.
Ela conta a satisfação de ver a felicidade no olhar de cada cliente. “Pra mim é muito gratificante ver minhas clientes se amando, gostando de se ver bonita, a maioria das vezes uma beleza que sempre esteve ali, mas estava escondida por não tirar um momento para si. Ver elas bem e empoderadas é indescritível, saber que estou trazendo à tona algo bom e relevante para a vida delas. Com certeza é umas das coisas que me move a seguir nessa profissão”, conclui.

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Naama da Rosa, Enfermeira.

Aos 34 anos, Naama Laísa da Rosa ocupa o cargo de coordenadora das Unidades de Internação do Hospital Lauro Reus e docente. Profissional da enfermagem há 14 anos, ela destaca que, apesar de cerca de 85% dos profissionais da saúde serem mulheres, os cargos de liderança são ocupados, majoritariamente, por homens. “É um desafio ocupar e manter um cargo de liderança sendo mulher, onde existem barreiras culturais e estruturais de muitos anos. Temos que mostrar que temos competência e capacidade para alcançar esse cargo, muito mais que os homens”, destaca.
Para Naama, a busca constante pelo conhecimento é o caminho para conquistar os objetivos. “Sempre há novos estudos, protocolos, fluxos, a ciência é muito rápida nas descobertas e evoluções. A mulher que quer crescer e se desenvolver em cargos de gestão e liderança na área da saúde precisa ter conhecimento tanto nos processos de saúde, quanto de gestão e desenvolver a liderança. Além de resiliência e paciência para lidar com os desafios diários”, reforça, lembrando que o caminho é árduo, porém, recompensador. “É uma área que vale a pena, pois fazemos a diferença na vida das pessoas e dos profissionais que lideramos. Ser líder na área da saúde é ser referência para os profissionais e auxiliar em uma melhor assistência ao paciente sob nossos cuidados, e apesar de todos os obstáculos, o resultado desse trabalho é gratificante”, pontua.

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Josiane Wais, Sargento da Brigada Militar.

Há 14 anos, Josiane Wais compõe o efetivo da Brigada Militar do Rio Grande do Sul. Aos 32 anos de idade, é uma das mulheres que atua em Campo Bom, no posto de 1° Sargento da BM. Para ela, a atuar na Segurança Pública exige decisões firmes, equilíbrio emocional e postura diante de situações complexas. “Sendo mulher, além dos desafios próprios da função, também assumimos a responsabilidade de abrir caminhos e fortalecer a presença feminina na instituição. Ainda é uma área majoritariamente masculina, mas temos demonstrado, ao longo dos anos, que estamos plenamente preparadas para ocupar qualquer espaço”, pontua.
Sgt Wais encoraja outras mulheres que desejam entrar para a Segurança Pública. “Não é uma profissão simples. Exige disciplina, preparo físico e emocional e muita responsabilidade. Mas também é uma carreira extremamente gratificante, porque lidamos diretamente com a proteção da sociedade. Meu conselho é: estudem, se qualifiquem e ingressem sabendo que vocês pertencem a esse espaço. O lugar da mulher é onde ela decide estar”, finaliza.

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