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Dedicação à vida e à preservação do meio ambiente

Redação / AG por Redação / AG
30 de agosto de 2024
em Comunidade
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Dedicação à vida e à preservação do meio ambiente

Leonardo Rosa/AG

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No dia 3 de setembro, comemora-se o Dia do Biólogo, uma data que ressalta a importância dos profissionais que dedicam suas vidas ao estudo e preservação da biodiversidade. Com mais de 14 anos de experiência na área, Jeferson Müller Timm, Diretor do Departamento de Gestão Ambiental da prefeitura de Campo Bom, Biólogo e Mestre em Engenharia Civil, compartilha sua trajetória e reflexões sobre a profissão a importância da atuação do profissional para a conservação da biodiversidade.
Entre as funções do biólogo está a identificação e reconhecimento dos serviços ecossistêmicos, que são aqueles serviços que a natureza nos oferta gratuitamente e são fundamentais para o controle do clima e manutenção da vida no planeta. Entre eles estão por exemplo a função das florestas no controle da temperatura e umidade do ar e a função das matas ciliares e banhados no controle de enchentes.

Além disso, a atuação destes profissionais, tem um papel crucial na proteção da vida e no desenvolvimento consciente das cidades. “Em geral os biólogos e demais profissionais da área ambiental tendem a ser vistos como um “entrave” para o desenvolvimento econômico, pois em muitas ocasiões são os responsáveis por vetar ou condicionar determinados empreendimentos a certas restrições ou compensações ambientais. É um grande desafio fazer com que as pessoas compreendam que estas restrições não são baseadas em caprichos ou ideais preservacionistas, mas sim no conhecimento científico sobre as potenciais consequências que resultarão da falta de atendimento as questões de proteção ambiental”, destaca.

Podemos perceber que sem o olhar atento do profissional, as consequências podem ser devastadoras . “Um exemplo disso pôde ser vivido na pele pelos gaúchos recentemente, quando as enchentes de maio assolaram o estado. As zonas afetadas são em geral banhados que foram ocupados pelas cidades ou áreas de encostas onde houveram deslizamentos. Ao longo dos rios é bem fácil verificar pelas imagens de satélite a ausência das matas ciliares. Aliado a estes fatores ainda temos elementos que influenciaram no clima, como os desmatamentos nas florestas tropicais da região norte do país. Todas estas questões vem sendo apontadas há décadas pelos profissionais da área ambiental mas não são levadas a sério pela sociedade, se fossem, haveria mais cobrança da população para que os entes públicos investissem no controle da expansão urbana descoordenada e em medidas de prevenção e proteção contra as emergências climáticas, por exemplo”, afirma.
Ao longo da sua trajetória, Jeferson destaca o trabalha desenvolvido aqui em Campo Bom. “Uma das ações mais importante para Campo Bom e que tivemos a oportunidade de desenvolver recentemente foi a implantação do Parque Natural Municipal da Mata Leste, que instituiu uma unidade de conservação no último remanescente da formação florestal original do vale do Sinos. Trata-se de um fragmento de vegetação de cerca de 40 hectares e que abriga importantes espécies da flora, incluindo espécies raras e ameaçadas de extinção. É um ecossistema sem igual e que graças a implantação desta unidade de conservação passa a ser legalmente protegido”.

Jeferson destaca ainda a diversidade de ecossistemas existentes no município. “Campo Bom tem ecossistemas bem diversos, apesar de seu território relativamente pequeno. A parte sul da cidade é dominada por banhados que abrigam uma considerável biodiversidade de espécies vegetais e animais. A parte norte da cidade confronta-se com os contrafortes da serra em regiões cobertas por florestas. Ainda podemos destacar a Mata Leste, que abriga alguns exemplares das espécies mais raras da região do vale do Sinos. Apesar destes fragmentos serem desconexos ainda abrigam algumas espécies de animais que lutam para sobrevier na região. Entre os animais, podemos citar lontras, furões, graxains, gatos-do-mato, bugios, capivaras e uma grande diversidade de aves. Entre a flora, espécies como grápia, canjerana, cedro, araticum, canela-copaiba, palmeira-guaricana e orquídeas, como Cattleia intermedia e Cattleia tigrina são alguns exemplos”, conclui.

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  • Campo Bom registrou na manhã desta terça-feira a primeira geada de 2026. Conforme informações do coordenador da estação meteorológica local, Nilson Wolf, a temperatura mínima no município chegou a 4,4°C.

O fenômeno marcou a manhã com paisagens cobertas por fina camada de gelo em áreas de vegetação e pontos mais abertos da cidade, reflexo da intensa queda nas temperaturas registrada nos últimos dias na região.

No ano passado, a primeira ocorrência de geada em Campo Bom havia sido registrada apenas no dia 24 de junho, quando os termômetros marcaram mínima de 4°C.

A chegada antecipada do fenômeno neste ano reforça a atuação da massa de ar frio sobre o Rio Grande do Sul, mantendo as temperaturas baixas principalmente nas primeiras horas do dia.

Imagens: Nilson Wolff | Coordenador da estação metereológica de Campo Bom

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG

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