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ConcursoEcoAR premia quatro projetos de sustentabilidade

Redação / AG por Redação / AG
4 de setembro de 2023
em Comunidade
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ConcursoEcoAR premia quatro projetos de sustentabilidade

Foto: Mauri Spengler

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Iniciativa com patrocínio e curadoria da Arezzo&Co planeja fomentar ideias que tragam soluções para os desafios ambientais e sociais do mundo da moda

O grupo Arezzo&Co, que reúne as marcas Arezzo, Schutz, Anacapri, Alexandre Birman, Brizza, Alme, Reserva, Carol Bassi, Vans, Oficina Reserva, Reserva Go, Simples, Reversa, Reserva Ink, Reserva Mini, BAW Clothing, TROC, Vicenza e a italiana Paris Texas, além do marketplace ZZMALL, patrocinador da primeira edição do concurso ecoAR, anuncia a premiação dos quatro vencedores da iniciativa, em cerimônia que realizada no dia 30 de agosto, na sede do grupo, em Campo Bom. O projeto, realizado pelo Ministério da Cultura, tem como objetivo oferecer a estudantes, profissionais e demais interessados em sustentabilidade e moda, a possibilidade de apresentar soluções sustentáveis para os desafios desse mercado.

O concurso teve 257 projetos inscritos em duas categorias: Produto, que conta com as subcategorias Matéria Prima e Processos, e Pós-Consumo, que se subdivide em Reaproveitamento de Materiais e Reinserção no processo produtivo.

Quatro projetos foram escolhidos: Farfarm, Manicolor, Banco de Resíduos Têxteis e Bruk. Os trabalhos vencedores (um de cada subcategoria do concurso) receberão um prêmio no valor de R$ 10 mil reais cada. Além disso, também ganharão um troféu, certificado de participação, terão seus trabalhos publicados em um livro e participarão em duas exposições.

Suelen Joner, Head de Sustentabilidade e D&I da Arezzo&Co e curadora da premiação, explica o desafio de encontrar matérias-primas inovadoras para serem usadas em grande escala. “É difícil encontrar soluções que atendam a necessidade da indústria e que sejam viáveis ao mesmo tempo, assim como alternativas para o desafio do pós-consumo da moda. Com o concurso, pudemos identificar ideias inovadoras que podem ser trabalhadas para ganhar escala”, diz.

Além de Suelen, Rony Meisler, CEO da AR&Co, Luanna Toniolo, CEO da TROC, platafoma de second hand, e Luiz Carlos Robinson, professor e consultor de sustentabilidade, também atuaram na avaliação dos projetos.

Confira abaixo mais informações sobre cada uma das iniciativas vencedoras

Categoria: produto

Subcategoria: processo

Vencedor: Beto Bina

Projeto Farfarm

A Farfarm nasceu com a missão de buscar alternativas sustentáveis para transformar a indústria têxtil no Brasil. O algodão é a fibra natural mais utilizada na moda, mas seu cultivo convencional depende muito de agentes químicos e da água em uma indústria que precisa se reinventar especialmente no que se refere à produção. Esse é o problema que a Farfarm procura resolver por meio da agrofloresta, para abastecer o mercado têxtil de matérias-primas genuinamente ecológicas, apoiando pequenos produtores e gerando baixo impacto socioambiental. O objetivo é desenvolver uma cadeia de abastecimento de longo prazo que regenere o solo, previna o desmatamento e aumente a saúde e o bem-estar dos agricultores, e simultaneamente a resiliência econômica das comunidades vulneráveis. Por meio de educação e assistência técnica, promove-se a conscientização sobre a adoção da agricultura sustentável. A organização capacita as famílias nesse sistema e no cultivo do algodão, apoiando-as na conquista de certificações, em contratos e na formação de preço. Facilita ainda a troca comercial entre os grupos e as marcas de moda e ajuda a gerir projetos dentro da cadeia produtiva, como créditos de carbono. Ao final do processo, desenvolve-se uma matéria-prima que regenera a natureza, promove desenvolvimento social e conta histórias que agregam valor à percepção da marca. “Acreditamos que, se uma empresa regenera a natureza e empodera pessoas vulnerabilizadas, ao mesmo tempo que produz moda, ela conquista um papel relevante na sociedade. Em um mundo cada vez mais impactado por mudanças climáticas, talvez essa seja uma boa justificativa para as marcas existirem”, diz o fundador Beto Bina.

Categoria: Produto

Subcategoria: processos

Vencedor: Siohudi Paulino de Lima

Projeto Manicolor Corante têxtil à base de casca de mandioca

Durante um ano, o estilista Sioduhi Paulino de Lima, do povo piratapuya, do território indígena do Alto Rio Negro no Amazonas, pesquisou um corante natural, cuja tecnologia empregada transforma parte da raiz da mandioca, considerada resíduo, em corante têxtil, o Maniocolor. Vale lembrar que o processo químico de tingimento é tido como um dos principais poluidores das águas do mundo, comprometendo 20% dos recursos hídricos do planeta, conforme dados do Banco Mundial. O conceito desenvolvido é fruto da observação dos modos tradicionais de processamento da mandioca pelos povos originários do Rio Negro, pois grande quantidade dessa casca é descartada na colheita. Para essa produção, houve a reinserção do descarte na cadeia produtiva, sendo que a casca após a extração do corante serve ainda de adubo por meio da técnica de compostagem. O Maniocolor conecta-se com os sistemas agrícolas das comunidades indígenas ou não, e agrega valor social, cultural e ambiental, sendo uma solução escalonável e biodegradável. Outras opções também estão sendo avaliadas, como folhas e cascas de frutos. Em dezembro de 2022, o estilista apresentou, na Brasil Eco Fashion Week, a primeira coleção com o uso dessa tecnologia, a Manioqueen. O projeto, desenvolvido com o sócio Adeilson Lopes, foi o resultado de uma bolsa do programa de aceleração Inova Amazônia, promovido pelo Sebrae Nacional, com o apoio do Sistema Agrícola tradicional do Rio Negro (SAT-RN). “Em vez de comercializar o corante, estamos comercializando tecidos tingidos por causa da viabilidade econômica. Além disso, as peças da minha coleção começaram a ser vendidas em Manaus”, afirma Sioduhi, que colocou a Amazônia no mercado de corantes naturais.

Categoria: Pós Consumo

Subcategoria: inserção no processo produtivo

Vencedor: Suzana Barreto Martins

Projeto Banco de Residuos Têxteis

O Banco de Resíduos Têxteis (BRT), criado pelo grupo de pesquisa Design, Sustentabilidade e Inovação (DeSIn), do departamento de Design da Universidade Estadual de Londrina (UEL), tem como objetivo dar a correta destinação a milhares de toneladas de resíduos têxteis descartados anualmente no aterro sanitário de Londrina, PR. A iniciativa é pioneira no Brasil e atua em três dimensões da sustentabilidade: a ambiental, com a redução desses impactos; a social, com a geração de trabalho e renda para a cooperativa de materiais recicláveis; e a econômica, a partir de um modelo de negócio para a economia circular. O sistema consiste no processamento dos resíduos industriais e dos de pós-consumo por meio de um maquinário especial, instalado em cooperativas, com capacidade de desfibrar 20 toneladas de resíduos por mês. Empresas associadas ao BRT e integrantes do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário do Paraná (Sivepar) garantem a destinação correta dos resíduos industriais. As cooperativas organizam os resíduos pós-consumo descartados em pontos de coleta instalados em dois shoppings da cidade. O material processado pode servir à confecção de novos produtos e à aplicação em outros segmentos, e até voltar para a indústria têxtil como fio. “Trabalhamos em um contexto de vulnerabilidade social e pretendemos priorizar a contratação de catadores aposentados. As roupas em bom estado vão para bazares e a venda é revertida para as cooperativas”, diz Suzana Barreto Martins, pesquisadora em design para sustentabilidade na UEL e coordenadora do projeto de logística reversa de resíduos têxteis industriais e pós-consumo.

Categoria: Pós Consumo

Subcategoria: Reaproveitamento de materiais

Vencedor: Arthur César

Projeto: Bruk

Criada em 2016, a empresa de vestuário Bruk Wear começou há dois anos a coletar materiais que perderam utilidade para dar a eles uma nova função, transformando-os em acessórios exclusivos e de tiragem limitada. Nessa experiência, a câmara de ar e o colchão inflável rasgados ou furados combinam-se com um cinto de carro e viram uma bolsa. O tecido do guarda-chuva e os retalhos de jeans ganham formas de chapéus. Para reduzir ainda mais os impactos ao meio ambiente, a empresa mineira utiliza água de reuso ou de chuva para higienizar os materiais que serão reaproveitados e depois cortados em máquinas especiais e costurados por uma pequena equipe local. “Minha mãe foi costureira durante anos, um trabalho que vi ser pouco valorizado, por isso faço questão de dar pagamento justo e enaltecer minha esquipe”, diz Arthur Cesar Silva de Assis Santos, o idealizador do negócio. E, para incentivar seus seguidores a aderirem um estilo de vida mais sustentável, a Bruk produz vídeos informativos, apresentando dados e alternativas de modo a criar uma comunidade que entenda a importância de se consumir produtos feitos de resíduos. “Nosso objetivo não é só vender o produto, mas mostrar que é preciso colocar a sustentabilidade no nosso dia a dia. O comércio das peças acaba virando consequência.” Nas coleções, há também roupas feitas com itens garimpados em brechós. “São peças manchadas ou rasgadas que não seriam vendidas e podemos aproveitar parte do tecido para fazer jaquetas, shorts e outros itens”, afirma o jovem empreendedor.

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  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

PONTOS DE VENDA:
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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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  • AG CONTIGO | 10.06

➡️ Votação da Consulta Popular acontece nesta quarta, 10, na Câmara de Vereadores.

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