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Com ajuda da comunidade, Luísa conseguiu arrecadar dinheiro para fazer cirurgia

Redação / AG por Redação / AG
23 de abril de 2021
em Comunidade
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Ajude a Luísa: menina de quatro anos sofre de estrabismo e pode perder a visão
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No dia 9 de abril, o AG publicou uma matéria pedindo ajuda da comunidade para a pequena Luísa Kirsch que, com apenas dois anos de idade, foi diagnosticada com estrabismo nos dois olhos – distúrbio em que os olhos não olham exatamente na mesma direção ao mesmo tempo – e precisava de dinheiro para realizar a cirurgia.

Com muita felicidade, podemos noticiar que, graças a uma grande mobilização, foi possível arrecadar toda a quantia que necessitava. Em conversa exclusiva para o AG, Deborah Souza Kirsch, mãe da Luísa, expressa seu agradecimento a toda a comunidade que se engajou e ajudou na campanha.

Confira a entrevista a seguir:

A Gazeta: A família ficou surpresa com a rápida resposta da comunidade?
Deborah Souza Kirsch:
Ficamos muito surpresos e felizes, iniciamos a vaquinha no final de março pensando que levaria uns meses para arrecadar esse valor, assim nos programamos para fazermos a cirurgia da Luísa ali por agosto ou setembro. Mas foi uma surpresa maravilhosa para nós. Vimos pessoas as quais nunca havíamos tido nenhum contato ou nos conhecido se mobilizando, correndo atrás. Está sendo verdadeiramente uma corrente do bem, uma grande família na verdade

AG: A partir de agora, quais são os passos a serem tomados?
Deborah:
Como encerramos as arrecadações na vaquinha por enquanto, pois queremos ser justos e arrecadar o suficiente, temos que vender os cartões do cachorro quente para fechar o valor, temos que vender um total de 500 cartões que é o nosso objetivo para fechar o montante. Arrecadamos R$ 12.466,75 já descontando o valor das taxas do site na vaquinha o valor pode ser visto e recebemos doações em conta bancária também.

AG: Em que época poderá acontecer a cirurgia da Luísa?
Deborah:
Vamos fazer o cachorro quente e logo após marcamos o procedimento, o médico havia nos informado que faria um acompanhamento de mais ou menos dois meses antes da cirurgia, para fazer exames para atestar que tudo está certo com a saúde da Luísa, para então realizar a cirurgia, então acredito que no máximo até julho ela já tenha feito.

Cachorro quente solidário

A família tinha programado um cachorro quente para a campanha e lembra que ele ainda irá acontecer. “É o complemento do valor. Encerramos as doações em dinheiro pois vimos que com a venda dos 500 cartões será suficiente. Mas ainda precisamos vender alguns. Temos aproximadamente 250 cartões reservados. E temos alguns para serem vendidos na ótica Exclusiva”, explica Deborah Souza Kirsch, mãe da Luísa. O cachorro quente solidário irá ocorrer no dia 8 de maio, a partir das 20 horas, ao valor de R$ 10,00. Contato para reservar seu cartão: (51) 98207-7785.

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Celebrado em 1º de maio, o Dia do Trabalhador é mais do que uma data no calendário: é um convite à valorização de quem, com dedicação diária, constrói e movimenta a comunidade. Em Campo Bom, o trabalho sempre foi um dos pilares do desenvolvimento, presente nas mais diversas áreas; da indústria ao comércio, da educação aos serviços, do empreendedorismo às iniciativas que nascem dentro de casa.
A origem da data remete ao final do século XIX, a partir de mobilizações de trabalhadores por melhores condições de trabalho, especialmente a redução da jornada para oito horas diárias. O marco histórico foi a Revolta de Haymarket, nos Estados Unidos, que se tornou símbolo da luta por direitos trabalhistas em todo o mundo. Desde então, o 1º de maio passou a ser reconhecido internacionalmente como um dia de reflexão, memória e valorização da classe trabalhadora.
Parte dessa história passa, inevitavelmente, pela força da indústria calçadista. Por décadas, o setor do calçado foi a principal engrenagem econômica do município, responsável por gerar empregos, renda e oportunidades para milhares de famílias. Nas linhas de produção, homens e mulheres ajudaram a consolidar a identidade de uma cidade reconhecida pela sua capacidade produtiva e pelo espírito trabalhador de sua gente.
Hoje, mesmo diante das transformações do mercado e da diversificação das atividades econômicas, o legado permanece vivo. Novas profissões surgem, outras se reinventam, e o conhecimento se torna ferramenta essencial para acompanhar as mudanças. Ainda assim, o valor do trabalho segue o mesmo: dignificar, gerar pertencimento e impulsionar o crescimento coletivo.
Mais do que números ou setores, o trabalho aparece no cotidiano: na porta que abre cedo, na máquina que começa a rodar, no atendimento que acolhe, na ideia que vira sustento. É ele que conecta histórias, sustenta famílias e dá ritmo à cidade. Neste Dia do Trabalhador, o reconhecimento está na soma silenciosa de esforços que, todos os dias, fazem a cidade seguir em frente.

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📷 Briane Colissi e Mairan Pacheco/AG
  • A 40ª Olimpíada Estudantil de Campo Bom teve sua abertura oficial na manhã desta quinta-feira (30), no Ginásio do CEI, marcando o início de mais uma edição do maior evento esportivo estudantil do município.

Com expectativa de mais de 9 mil inscrições ao longo do ano, a competição reúne estudantes das redes municipal, estadual e privada em diversas modalidades esportivas, promovendo integração, espírito esportivo e formação entre os jovens.

A cerimônia contou com o tradicional acendimento da pira olímpica e homenagens a pessoas que contribuíram para a história da Olimpíada ao longo de suas quatro décadas.

As disputas seguem até novembro, com encerramento e premiação dos destaques de cada categoria.

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 30 de Abril.

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A Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Amarelinha, no bairro Porto Blos, recebe mais de 130 crianças, desde o berçário até o pré-2, acolhendo os pequenos de 0 a 5 anos. É neste palco de desenvolvimento desde os primeiros passos que a escola se destaca por uma ideia que reúne literatura, representação e construção de cidadania: a Afroteca.

Idealizada em 2023, a Afroteca nasceu da reformulação da biblioteca escolar, com o intuito de ampliar os debates sobre questões étnico-raciais no ambiente educativo.

O projeto ganhou ainda mais força em 2025, motivado pelas discussões pedagógicas e pelas experiências relatadas pela professora do Projeto da Diversidade. A troca de ideias entre a equipe, somada ao entusiasmo geral, levou à criação de um espaço especial no saguão da escola. O local, que antes abrigava a Geladeira Literária, ação que permite o empréstimo de livros pela comunidade, passou a receber também obras que valorizam diferentes etnias, ampliando o acesso à diversidade cultural.

Além dos livros, a Afroteca reúne instrumentos, brinquedos, tecidos e outros materiais que conversam com as histórias disponíveis no acervo, proporcionando uma experiência sensorial e educativa. As obras não são exclusivas do público infantil, sendo acessíveis também aos adultos que frequentam o espaço.

A formação do acervo contou com sugestões vindas de cursos oferecidos pela Secretaria Municipal de Educação, além da participação de membros da escola em eventos como o projeto Descolonizando Saberes e o Simpósio de Educação Infantil, que trataram do tema em oficinas e palestras. Entre os critérios de seleção, destaca-se a valorização de autores negros, fortalecendo a representatividade nas histórias apresentadas às crianças.

Com uma proposta pedagógica focada na educação antirracista, o projeto vai além do cumprimento de regras e se integra à vida da escola.

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