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Cesta básica: Saiba se você tem direito ao benefício

Redação / AG por Redação / AG
17 de abril de 2020
em Comunidade
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Cesta básica: Saiba se você tem direito ao benefício

Bernardo Gianezini/PMCB

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Uma das principais medidas para garantir a alimentação para as famílias em situação de vulnerabilidade social durante a quarentena contra o Coronavírus começaram a chegar logo no início do isolamento em Campo Bom, mas ainda surgem algumas dúvidas na população sobre quem teria direito à receber as cestas básicas disponibilizadas pela Secretária de Desenvolvimento Social e Habitação (SMDSH) e como solicitá-lo.

A entrega dos itens é uma ação permanente da prefeitura, mas que em virtude da pandemia teve sua procura mais que triplicada em relação aos dois primeiros meses do ano. A maior parte dos beneficiados são famílias já inscritas no cadastro social da Prefeitura e também desempregados, autônomos, trabalhadores informais além de pessoas empregadas que perderam seu potencial de compra, ou tiveram rendimentos suspensos tendo em vista a redução das jornadas de trabalho em algumas empresas. “Com o aumento exponencial na demanda de cestas básicas, o município tem trabalhado no sentido de adquirir um quantitativo maior de alimentos, através de novos processos de compra que já estão em andamento. Além disso, a prefeitura também tem contado com as cestas doadas por empresas e entidades, e através da SMDSH, vem trabalhando constantemente para estabelecer uma sistemática de distribuição das mesmas que seja racional, efetiva e, que sobretudo, atenda as exigências legais exigidas pelos órgãos de controle”, detalhou o Tiago de Vargas, secretário de Desenvolvimento Social e Habitação de Campo Bom.

Para receber o auxílio

Para receber os alimentos, é necessário que a pessoa faça um cadastro no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) Grande Operária junto a Praça CEU e CRAS Centro. “Todas as pessoas que necessitarem das cestas, mas que ainda não possuem cadastro junto ao município, serão cadastradas. Esse registro será feito por profissionais dos CRAS, diretamente nos locais de retirada das cestas. Vale ressaltar que todos os critérios estabelecidos pelas equipes dos CRAS para o cadastro e concessão das cestas, tem como base as determinações legais exigidas pelos órgãos de controle do estado”, pontua Vargas.

Segundo o secretário é indispensável que cada pessoa leve consigo os seguintes documentos: RG, CPF, comprovante de residência e carteira profissional. “Aqueles que não possuírem comprovante de residência próprio, poderão apresentar comprovante original declarando ser o requerente morador do domicílio. Já no caso específico da carteira profissional, é necessário que durante o cadastro, sejam apresentadas as carteiras de todos os integrantes da família”, frisa.

Locais e horários de distribuição

CRAS Grande Operária junto a Praça CEU – Rua Limeira, 351
CRAS Centro -Rua Rui Barbosa, 202

Em ambos os locais, o horário de atendimento é de segunda a quinta-feira das 8h às 14hs e nas sextas-feiras das 7h30min às 13h30min.

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  • COLUNA DA LIGA | ✍️ @martafuerstenau

A palavra relação significa, conforme o dicionário, uma ligação, vínculo ou conexão entre uma coisa e outra; uma correlação, e, ou uma associação.

Trazendo isto para as relações familiares, podemos pensar que as relações podem ser fonte de apoio ou mesmo de tensão, pois conexões e correlações se estabelecem a todo momento entre pessoas de diversas contextos e vínculos diferentes.
Não existe família sem falar em relações e também sem falar em desafios. O que, geralmente muda é como cada pessoa lida com isso.

Estamos no século XXI, que é marcado por grandes avanços tecnológicos, científicos e transformações globais. Vivemos hoje, em um mesmo ambiente no convívio entre pais, filhos e avós, os quais estão vivendo e interagindo mais tempo juntos, visto o momento mais longevo da humanidade. No entanto, cada uma destas gerações cresceu em contextos diferentes, o que pode ocasionar conflitos constantes. Mesmo as mudanças de fase da vida, como casamento, nascimento de filhos, adolescência, separações, envelhecimento… cada fase exige uma reorganização da família, e isso nem sempre acontece de forma tranquila.

Muitas dificuldades começam não pelo que é dito, mas por como é dito, ou pelo que fica não dito. Suposições, ironias e falta de escuta ativa criam ruídos que vão se acumulando. Algumas famílias evitam brigas a qualquer custo; outras vivem em confronto constante. Nem um extremo nem outro é saudável, o desafio é aprender a discordar sem romper. Fácil? Nem sempre, mas possível através da busca por este equilíbrio.

Para isso, valem alguns questionamentos: Quem decide? Quem cuida? Quem sustenta? Quando esses papéis não estão claros ou, eles mudam e ninguém conversa sobre isso, surge sobrecarga, ressentimento e sensação de injustiça. Já, a falta de limites pode gerar opiniões, decisões, falta ou invasão de privacidade. Limites excessivos podem afastar e esfriar vínculos.
Ao mesmo tempo, esperar que a família dê conta de tudo, ou seja, desde o apoio emocional, validação, perfeição, pode levar à frustração. Nenhuma relação supre tudo o tempo todo.

Leia o conteúdo completo em: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um incêndio destruiu completamente a casa de Dona Therezinha da Rosa Fagundes, de 87 anos, na manhã de domingo (10), no bairro Aurora, em Campo Bom. O fogo iniciou por volta das 11h e, conforme relatos de familiares, a suspeita é de que as chamas tenham começado em um fogão a lenha utilizado pela idosa.

A residência foi totalmente consumida pelo incêndio. No mesmo pátio existem outras duas casas, onde moram filhas e netos da moradora. Uma das residências ao lado teve as paredes atingidas e chamuscadas pelas chamas, mas o fogo foi controlado antes que se espalhasse ainda mais.

O Corpo de Bombeiros de Campo Bom atuou no combate às chamas com apoio da equipe de Novo Hamburgo. No local também haviam animais. Algumas galinhas morreram no incêndio, enquanto outras foram resgatadas pelos bombeiros, junto com os cães da família.

Na manhã desta segunda-feira (11), equipes da Prefeitura de Campo Bom realizaram a limpeza do terreno atingido pelo incêndio.

Agora, familiares organizam uma campanha solidária para ajudar Dona Therezinha. A neta, Ana Paula Fagundes, pede doações de mantimentos, roupas de cama, utensílios para casa, materiais para reconstrução do muro e grades da residência, além de ração para os animais. “Calçados ela usa número 38, roupa de cama como lençol e fronha. Ela tem cinco cachorros que estão sem ração e algumas galinhas que sobreviveram ao incêndio também precisando de ração. Ganhamos algumas doações de alimentos, mas o que vier ajuda muito”, relatou Ana Paula. Doações podem ser entregues na Rua Santa Rosa, 289.

Quem puder contribuir com qualquer valor pode realizar doação via Pix: Ana Paula Fagundes da Cruz
Chave Pix: 51982539032 (PicPay)

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  • AG CONTIGO | 11.05

➡️ Semana de baixas temperaturas no município. Agasalhe-se 🧤🧣🧥

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

O que começa como uma necessidade individual pode se transformar em um movimento capaz de impactar toda uma comunidade. Em Campo Bom, foi assim que nasceu o Coletivo Movimento Acessível, a partir da vivência, da escuta e da vontade de fazer diferente.

As raízes do grupo remontam a 2018, quando as fundadoras Fernanda Cristina Falkoski e Nádia Oliveira deram os primeiros passos com o apoio do poder público, buscando visibilidade para a causa da surdocegueira. A mobilização resultou na criação da Semana Municipal da Pessoa com Deficiência, mas, mais do que uma lei, deu origem a algo maior: uma rede de apoio construída no dia a dia.

“Começamos de forma muito simples, com conversas, trocas e acolhimento entre famílias. Aos poucos, fomos percebendo que não estávamos sozinhos e que juntos poderíamos ir muito além”, relembra Fernanda.

Desde então, o coletivo cresceu. Ganhou forma, voz e, em 2025, formalização jurídica. Hoje, atua como uma entidade assistencial que promove oficinas inclusivas, atividades culturais, produção de materiais acessíveis e ações de capacitação, sempre com um princípio claro: tudo deve ser gratuito e acessível.

Mas talvez o maior diferencial esteja no cuidado com quem cuida. A rede “Cuidando de Quem Cuida” fortalece vínculos, oferece escuta e combate o isolamento enfrentado por muitas famílias.

“Nosso propósito é garantir que nenhuma pessoa se sinta invisível. A inclusão é sobre pertencimento, autonomia e dignidade”, afirma Fernanda.

Com o olhar voltado para o futuro, o Movimento Acessível busca agora parceiros para tornar realidade o sonho da sede própria, um espaço que reúna atendimento especializado, formação e inovação em tecnologia assistiva. Um passo a mais em uma caminhada que começou pequena, mas que hoje já transforma vidas.

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  • As belezas do Outono na nossa cidade 🍁🍂🧣🧤🧥

📷 Briane Colissi/AG
  • Campo Bom se prepara para receber, nos dias 20 e 21 de maio, o Campo Bom Expo.Summit 2026, evento voltado à inovação, empreendedorismo e desenvolvimento de negócios. Promovido pela Prefeitura de Campo Bom em parceria com a Universidade Feevale, o encontro busca consolidar o município como referência regional no fortalecimento do ecossistema de inovação.

A programação será realizada na Rua Coberta, com palco principal e estandes de exposição, e também no Complexo CEI, com atividades no Teatro Marlise Saueressig e no Cinema. A expectativa da organização é reunir cerca de 2 mil participantes, mais de 60 palestrantes e mais de 30 empresas.

O evento terá uma programação diversificada, com palestras, painéis e cases voltados a temas estratégicos como inovação, tecnologia, inteligência artificial, empreendedorismo, marketing, ESG e desenvolvimento de negócios. A proposta é promover geração de conhecimento, networking e troca de experiências entre empreendedores, empresas, universidades e poder público.

Com inscrições gratuitas, o Campo Bom Expo.Summit reforça a aposta do município no desenvolvimento econômico e social por meio da inovação, fortalecendo conexões e criando oportunidades para empreendedores e empresas da região.

“Estamos falando de um evento gratuito, aberto a todos, que democratiza o acesso ao conhecimento, estimula o empreendedorismo e fortalece o desenvolvimento econômico. Campo Bom acredita na inovação como caminho e nas pessoas como protagonistas dessa transformação”, destaca o prefeito Giovani Feltes.

“Quando reunimos universidade, empresas, poder público e a comunidade em um mesmo espaço, criamos um ambiente propício para a inovação acontecer. E o mais importante: de forma acessível, aberta e conectada com as reais necessidades da nossa cidade”, reforça o secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo Régis Thoen.

Confira a programação dos painéis já confirmados no site www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • COLUNA | ✍ @allandyegopimentel 

A proteção patrimonial faz tempo que deixou de ser um luxo e passou a ser uma exigência estratégica para empresas que pretendem crescer com segurança. Em um ambiente econômico marcado por instabilidade, judicialização e aumento de demandas trabalhistas e consumeristas, proteger o patrimônio não significa ocultar bens, mas estruturar a atividade empresarial de forma lícita, preventiva e eficiente.
Tal blindagem começa pela correta organização societária. A separação entre pessoa física e pessoa jurídica não é apenas formal, precisa de gestão adequada, contabilidade regular e respeito à devida normativa jurídica. Quando tais cuidados são ignorados surge o espaço para diversos riscos, inclusive a desconsideração da personalidade jurídica, instituto previsto no Código Civil que permite atingir bens dos sócios em caso de abuso, fraude ou confusão patrimonial.
Outro ponto essencial é a formalização de contratos claros e bem estruturados. Relações comerciais mal documentadas são fonte recorrente de litígios e podem gerar sérios prejuízos. Cláusulas de limitação de responsabilidade, definição precisa de obrigações e previsão de mecanismos para resolução de conflitos contribuem para reduzir riscos e dar previsibilidade à atividade empresarial.
No âmbito trabalhista, a prevenção é igualmente decisiva. Práticas irregulares, ainda que toleradas no dia a dia da empresa, frequentemente resultam em condenações elevadas. Investir em compliance trabalhista, treinamento de equipe e controle adequado de jornada não é custo, mas  sim valor despendido de forma estratégica como medida de contenção de passivos.
Por sua vez, a gestão tributária também integra a lógica de proteção patrimonial. Escolhas equivocadas de regime fiscal ou o descumprimento de obrigações acessórias podem gerar autuações que comprometem o fluxo de caixa e, em casos mais graves, atingem diretamente o patrimônio dos sócios.

COLUNA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco 

A maternidade nem sempre começa na gestação. Às vezes, ela nasce no encontro, cresce na convivência e se fortalece no cuidado diário. A história de Cátia Beatriz Drumm, 35 anos, é prova de que ser mãe vai muito além dos laços de sangue: é, apesar e acima de tudo, uma escolha feita todos os dias.
Aos 24 anos, ao iniciar seu relacionamento com o atual esposo, Fabiano, Cátia também iniciou, sem saber, sua jornada como mãe. Bruno, hoje com 23 anos, já fazia parte da vida do companheiro. Diagnosticado com paralisia cerebral espástica, ele exigia cuidados específicos, uma realidade completamente nova para ela naquele momento.
“Me deu medo”, relembra. Sem experiência com crianças atípicas, vieram as inseguranças: o receio de não dar conta, de não ser suficiente. Mas o que poderia ter afastado, aproximou. Com o tempo, o cuidado virou rotina, a rotina virou vínculo e o vínculo se transformou em amor. Um amor construído, firme, paciente e verdadeiro.
Cátia sempre sonhou em ser mãe. Idealizava uma família com um filho menino e uma menina. E esse sonho ganhou novos contornos com a chegada de Sofia, hoje com 8 anos. A gestação foi planejada, mas trouxe, novamente, dúvidas e medos, especialmente sobre como seria a adaptação de Bruno com a irmã.
A resposta veio em forma de afeto. Desde os primeiros anos, Sofia demonstrou uma conexão única com o irmão. “Parece que ela nasceu sabendo o quanto ele precisa de nós”, conta Cátia. Entre cuidados, companheirismo e até pequenas brigas típicas de irmãos, os dois construíram uma relação marcada por proteção e parceria. “Ninguém mexe com ele. Ela está sempre por perto, cuidando”, diz a mãe.
A rotina da família é organizada em torno desse amor compartilhado. Bruno frequenta a APAE três vezes por semana e realiza acompanhamento médico regular. Cátia e o marido trabalham fora e dividem as responsabilidades com naturalidade, ajustando horários e contando, quando necessário, com o apoio de uma cuidadora. Tudo funciona como uma engrenagem construída com empatia e dedicação. Mas foi na maternidade em suas diferentes formas que Cátia encontrou sua maior transformação.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br

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