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Amor que supera barreiras: conheça a história de Amanda e Franciele

Redação / AG por Redação / AG
16 de junho de 2023
em Comunidade
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Amor que supera barreiras: conheça a história de Amanda e Franciele

Giordanna Vallejos/AG

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Casal celebra a aprovação no processo de adoção

Por Giordanna Vallejos

O Dia Internacional do Orgulho LGBTQIA + é comemorado na quarta-feira, 28 de junho, mas durante todo o mês são realizadas ações de conscientização. Em homenagem à data, o Jornal A Gazeta entrevistou um casal de mulheres, para contar a história de vida delas e uma recente conquista que foi muito celebrada: a provação para adoção de uma menina. Elas e tantas outras pessoas são o exemplo de que família é feita de amor, independente da forma que seja.

O início de tudo

Amanda Vaz Ruppenthal e Franciele Maria Grawer se conheceram em 2013, quando trabalhavam em uma empresa de tecnologia. No momento em que as duas ficaram no mesmo turno, se aproximaram e, desde aquele dia, nunca mais largaram a mão uma da outra. “A gente acabou fazendo escuta uma da outra na empresa. Nós ficamos lado a lado e daí a gente não se soltou mais”, conta Amanda.

Encarando o preconceito

Foi em julho de 2013 que as duas começaram a namorar. “A Amanda foi a minha primeira namorada, então para a minha família foi bem complicado a aceitação no início, porque eles são bem religiosos e meu pai é bem conservador. Lembro que minha mãe colocava o terço na minha cabeça para me abençoar e ameaçou que ia se separar do meu pai se eu não terminasse com a Amanda”, conta Franciele.

Fran elucida que muito do preconceito vivido dentro da família veio da falta de conhecimento, somada a influências erradas da mídia, não por maldade. “Isso foi pela influência do que a mídia mostra, que a mulher que sai com outra mulher se prostitui, vai para as drogas. Dessa forma, criou na minha família um bloqueio, eles achavam que eu seria assim. A Amanda foi entrando aos poucos na casa dos meus pais, hoje ela é o chamego da minha mãe, quase uma filha para ela e tudo isso foi superado”, explica.

Na época, a solução que as duas encontraram foi morar juntas, mesmo se conhecendo há apenas cinco meses e, depois disso, foram construindo a vida e mostrando, pelo exemplo, que a união era positiva. “Nós demos tempo ao tempo, não era aquela coisa deles serem obrigados a aceitar, eles tinham que entender e ver que não era isso que às vezes as pessoas pensam que é. Hoje em dia eu sou como uma filha para a minha sogra”, relata Amanda.

Amanda conta que a sua família sempre a apoiou, e que raramente sofreu nenhum preconceito. Porém, relembra quando uma pessoa fez uma postagem, dizendo que família de verdade tem mãe, pai e filhos, excluindo todos os outros tipos de núcleos familiares. “Aquilo me machucou, porque também deixou a minha mãe magoada.

Respondi falando que a minha família é uma família assim. Então a pessoa retrucou, usando a ideia de liberdade de expressão. Eu sei que a liberdade de expressão tem um limite, quando ela passa a ferir a honra de alguém, não é mais liberdade de expressão, é opressão”.

Amor pelos animais

O amor pelos animais e a vontade de ajudar o próximo é algo que une as duas. Ambas são vegetarianas há dois anos, são voluntárias da causa animal e donas de um banho e tosa, que administram há seis anos, sem o uso de gaiolas, deixando os cães livres para brincar. Amanda conta que: “A ideia é transformar esse momento do banho e da tosa em uma coisa mais divertida e a gente ama, fazemos o que gostamos de fazer”.

A espera de um amor incondicional

Mesmo tendo cães adotados, que elas tratam com muito zelo, Amanda e Fran sentiram que era o momento de aumentar a família. Fran conta que ambas sempre gostaram muito de crianças. “A Amanda queria muito fazer a fertilização in vitro, mas custa cerca de 30 mil para fazer e não é garantido. Como somos muito dessas coisas de adoção, pensamos, por que não adotar? Batemos naquela mesma tecla do “não compre um cachorro, adote”. Porque vamos pagar para ter uma criança se a gente pode adotar?”.

Por isso, em 2019, elas foram ao fórum e começaram a organizar os documentos, um processo que demorou mais, devido à pandemia. Em julho de 2022, conseguiram entregar toda a documentação e no dia 15 de novembro receberam a visita da assistente social. “Dia 22 de março chegou o parecer do fórum, que dizia que estávamos habilitadas para adoção. Na hora eu chorei, é como se estivessem me dizendo: tu vai ser mãe, em algum momento o telefone vai tocar”, explica Fran.

Então, desde aquele momento, elas esperam uma ligação que vai mudar a vida delas, para melhor. “Eu nunca atendi tanto telemarketing”, fala Amanda, entre risadas. As duas se preparam para esse momento e fizeram inclusive um ensaio fotográfico com a família, que ficou feliz com a notícia, inclusive dando presentes para a menina que virá um dia, e já é muito amada por todos. “Acho que quando o telefone tocar, não vamos precisar comprar muita coisa, do jeito que está nossa família, confesso que me espanta um pouco, porque ainda não sou mãe e do nada minha mãe me liga e diz que comprou um presente para a netinha”, conta Fran.

Amanda deixa uma mensagem para outros casais que queiram adotar. “Eu diria para alguém que quer adotar, não dar bola para o que as outras pessoas pensam. Porque a gente sabe o que a gente é, e muitas vezes somos julgados apenas por amar uma pessoa. Eu sei que a minha sexualidade não tem nada a ver com o meu caráter e toda a educação que tive, vai passar para a minha filha. Não podem ser essas poucas pessoas que vão nos fazer desistir desse sonho de constituir uma família”, conclui.

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  • EXCLUSIVO | ✍️ @mairanpacheco

Na véspera da estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo FIFA 2026, marcada para este sábado (13), contra o Marrocos, o clima de expectativa já toma conta de Campo Bom. Pelas ruas, nas conversas e, principalmente, dentro de casa, o sentimento é de esperança, ansiedade e, acima de tudo, união. Mais do que futebol, a Copa volta a ocupar um espaço especial na vida das famílias, reacendendo tradições e fortalecendo laços.

No Centro de Campo Bom, a família de Jade Weiss, 27 anos, traduz bem esse espírito. Ao lado do companheiro Dadiér Ataydes, 42, e do filho Derick, de apenas 3 anos, ela vive a preparação para o Mundial de forma afetiva e cheia de significado. A casa já começa a ganhar cores verde e amarelo, com bandeirinhas, uma bandeira do Brasil em destaque e enfeites simples, mas carregados de simbolismo.
A motivação para a decoração veio do integrante mais novo da família. Foi Derick quem despertou o interesse pelo futebol dentro de casa, transformando a Copa em algo ainda mais especial. “Quando ele começou a demonstrar interesse pelos jogos, a gente decidiu alimentar essa tradição para criar memórias com ele”, conta Jade.

A família acompanha a competição desde 2022, quando o menino nasceu, em meio a um período em que o convívio familiar se intensificou. Agora, com mais consciência e curiosidade, Derick passa a vivenciar a experiência de forma ainda mais intensa, o que torna esta edição da Copa diferente das anteriores.

MATÉRIA COMPLETA EM: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • Um capotamento registrado na manhã deste sábado (13) mobilizou equipes de resgate na Rua Victor Meirelles, nº 27, no bairro Santa Lúcia, em Campo Bom. O acidente ocorreu por volta das 6h30 e deixou três pessoas feridas.

Conforme informações do Corpo de Bombeiros Militar, ao chegarem ao local os socorristas encontraram o veículo capotado, com duas vítimas presas em seu interior e uma terceira pessoa já fora do automóvel.

O SAMU, que também atendeu a ocorrência, prestou os primeiros socorros à vítima que estava fora do veículo. Enquanto isso, os bombeiros iniciaram o trabalho de desencarceramento das duas pessoas que permaneciam presas nas ferragens.

Durante a operação, uma ambulância do município chegou para prestar apoio. Após a retirada da primeira vítima do interior do carro, ela foi imobilizada e encaminhada ao hospital Lauro Reus, pela equipe municipal. Na sequência, os bombeiros realizaram o resgate da segunda vítima que estava no veículo, efetuando os procedimentos de atendimento pré-hospitalar e encaminhando-a ao hospital na ambulância da corporação.

As três vítimas receberam atendimento no local e foram conduzidas para avaliação médica. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o estado de saúde dos envolvidos nem sobre as causas do acidente.

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  • AG CONTIGO | 12.06

Destaques da edição impressa:

➡️ Uma campo-bonense na história do cinema nacional;

➡️ Jovem paraplégico busca ajuda para recuperar autonomia;

➡️ Série de reportagens, O mundo joga, Campo Bom Vibra!
Quando a copa reúne a família.

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  • A AECB conquistou mais um importante reconhecimento no cenário esportivo nacional. Quatro atletas da equipe foram convocadas para participar da Fase de Treinamento da categoria Cadete da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), que ocorre entre os dias 21 e 28 de junho, em Torres.

As atletas chamadas para a atividade são a goleira Emily Francieli, a ponta Marcela Ohana, a central Sofia Vasques e a armadora Sophia Port.

A convocação reúne jovens talentos de diferentes regiões do país e tem como objetivo promover o aperfeiçoamento técnico das atletas, além de possibilitar a observação de jogadoras com potencial para futuras oportunidades junto às seleções brasileiras da modalidade.

Para a AECB Handebol Campo Bom, a presença de quatro representantes na fase de treinamento nacional evidencia a qualidade do trabalho desenvolvido pela entidade na formação de atletas. O resultado também reflete o empenho da comissão técnica, dos profissionais envolvidos e o apoio das famílias que acompanham diariamente a trajetória esportiva das jovens.

Além da conquista individual de cada convocada, a participação das atletas reforça o destaque de Campo Bom no desenvolvimento do handebol de base e na formação de talentos para o esporte brasileiro.

A entidade parabenizou Emily Francieli, Marcela Ohana, Sofia Vasques e Sophia Port pela convocação e desejou sucesso durante o período de treinamentos.

O projeto da AECB Handebol Campo Bom conta com financiamento do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio do Pró-Esporte RS – Lei de Incentivo ao Esporte, patrocínio das empresas Fitas Real, Romana Química e Crespi Brasil, além do apoio da Prefeitura de Campo Bom, da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer, do CBC (Comitê Brasileiro de Clubes) e da Asa Sports.

Foto: Guilherme Werlang/AECB

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  • Bom dia, leitores e leitoras 🥰

Confira a capa da edição de hoje, 12 de junho.

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  • A Delegacia de Polícia de Campo Bom participou, nesta quinta-feira (11), das atividades da Feira de Ciências da Escola Municipal de Ensino Fundamental 25 de Julho. A ação reuniu estudantes do 8º ano em um momento de reflexão e aprendizado sobre violência doméstica e familiar contra a mulher.

A atividade foi promovida pela coordenação pedagógica da escola e contou com a participação da escrivã da Polícia Civil Claudia Danielle Becker, que abordou aspectos relacionados à Lei Maria da Penha, os diferentes tipos de violência praticados contra as mulheres e os mecanismos de proteção disponíveis às vítimas.

Durante a conversa, os alunos também receberam orientações sobre a importância da denúncia e do enfrentamento à violência de gênero, além de esclarecerem dúvidas sobre o tema. A proposta foi ampliar o conhecimento dos estudantes sobre uma questão social que afeta milhares de mulheres em todo o país.

Segundo a Polícia Civil, a iniciativa integra as ações de aproximação da instituição com a comunidade e reforça o trabalho de prevenção realizado junto às escolas. O objetivo é contribuir para a formação de jovens mais conscientes sobre direitos, respeito e cidadania.

A participação na Feira de Ciências também buscou estimular o diálogo sobre a construção de relações saudáveis e o combate à naturalização da violência, fortalecendo uma cultura de respeito e igualdade entre homens e mulheres.

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  • AG CONTIGO | 11.06

➡️ Vai começar o maior Sarau do Rio Grande.

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  • Os vereadores de Campo Bom se reuniram, na última terça-feira (09), com representantes da Aegea/Corsan a fim de buscar respostas para as reclamações da população acerca do serviço prestado pela empresa na cidade, especialmente a respeito da qualidade da água e das obras de recapeamento asfáltico em casos de conserto na rede de água ou de instalação da rede de esgoto. O encontro ocorreu na Câmara Municipal, após articulação do presidente João Paulo (MDB) com a gerente institucional da Corsan, Cíntia Kovaski, e contou com a participação de vereadores de todas as bancadas.

Um dos pontos centrais da conversa foi a demora na resolução dos problemas, como episódios de falta de água ou de vazamentos. A Corsan alega que, em muitos casos, a ocorrência não é registrada nos canais oficiais, dificultando o monitoramento e a resposta da empresa. A Câmara comprometeu-se a ajudar a divulgar o canal correto para reclamações: 0800 646 6444 (WhatsApp e ligações gratuitas).

Outra questão, levantada pelo presidente João Paulo, diz respeito às obras de instalação da rede de esgoto, que já começaram em alguns bairros, gerando preocupações quanto à velocidade e à qualidade do recapeamento. A Corsan informa que está monitorando o serviço, prestado por empresa terceirizada, exigindo que o mesmo seja refeito sempre que necessário. A expectativa é que as obras passem por 90% das ruas da cidade e sejam concluídas até o fim de 2027.

“Todos nós sabemos e reconhecemos que as questões ligadas à Corsan vêm trazendo desconforto e até uma dose de polêmica, por isso eu estive junto com o prefeito Giovani em Porto Alegre há algumas semanas falando com a Corsan e, em acordo com a gerente Cíntia, entendemos que a melhor solução seria colocar todos os vereadores na mesa para conversar de forma aberta e transparente, mostrando a responsabilidade que nós temos de buscar respostas para a população. Nós queremos entender o que está acontecendo e, acima de tudo, que o serviço funcione”, concluiu o presidente. 

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