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Hospital Dr. Lauro Reus celebra 80 anos de história

Redação / AG por Redação / AG
1 de setembro de 2025
em Comunidade
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Hospital Dr. Lauro Reus celebra 80 anos de história

Briane Colissi/AG

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Estrutura do hospital em 1947

Oito décadas e milhares de histórias. Assim pode ser resumida a trajetória do Hospital Dr. Lauro Reus, que celebrou, no domingo (31), 80 anos desde a fundação, em 1945.
De lá para cá, o HLR se tornou referência em saúde para a comunidade campo-bonense e da região, acompanhando o crescimento e evolução da cidade e, constantemente, recebendo ampliações na estrutura e tecnologia, garantindo sempre a melhora na qualidade do atendimento. Ao longo dos anos, diversas gestões fizeram parte da rotina do hospital, fazendo com que se destacasse.


Atualmente, o Hospital Dr. Lauro Reus é integrado ao Sistema de Saúde Vila Nova, que segue com as mesmas diretrizes: continuar investindo em melhorias e qualificando as equipes, visando oferecer atendimentos humanizados e resolutivos, sempre priorizando as necessidades dos pacientes.
Muito mais do que um hospital, o HLR se tornou um verdadeiro patrimônio da cidade, oferecendo acolhimento e amparo a milhares de famílias campo-bonenses, tanto em momentos de alegria, como nas angústias.

Nova fase em 2025

Para continuar oferecendo atendimentos de qualidade e acolhendo a comunidade, o Hospital Dr. Lauro Reus recebe, ano após ano, melhorias essenciais. As centenas de colaboradores se dedicam, diariamente, para entregar serviços que priorizem o bem estar dos pacientes e usuários.
Desde 2023, o HLR passou por transformações, com uma ampliação de 500m² na estrutura total. Inaugurada no final do ano passado, a nova emergência conta com mais leitos, além de atendimentos distintos de pediatria e pacientes adultos.
No último mês de junho, ocorreu a inauguração da última parte do hospital: o novo Pronto Atendimento 24h que centraliza todos os atendimentos em saúde do município, otimizando tempo e recurso, e garantindo agilidade nos procedimentos necessários.

Noite de celebração

Para marcar os 80 anos do Hospital Dr. Lauro Reus, na noite de quinta-feira (28), um jantar comemorativo foi realizado para cerca de 200 pessoas, na sede social do Clube 15 de Novembro, com a presença de autoridades locais, colaboradores e familiares dos fundadores da casa de saúde.
Muito além de um jantar, o evento foi pensado como um momento de reconhecimento a todos os profissionais, colaboradores e gestores que estiveram presentes durante a construção da história do HLR.
Para o futuro, a comunidade campo-bonense pode contar com uma parte essencial de vida, de cuidado, acolhimento e atenção, através de cada atendimento e procedimento realizados no Hospital Dr. Lauro Reus.

Depoimentos


“Meu pai sempre foi um homem despretensioso, um ótimo médico e cirurgião, que amava a profissão, tinha vocação. Ele batalhou muito para fazer do hospital um lugar que acolhesse as pessoas e as necessidades da comunidade. Me sinto muito orgulhosa por levar o nome dele, por ter nascido naquele hospital e por poder participar deste momento especial. Com certeza, meu pai estaria muito emocionado com essa homenagem que estão fazendo ao hospital”, Monica Reus Meerheimb, filha do Dr. Lauro Reus.



“O Hospital Lauro Reus faz parte da vida de cada campo-bonense, é testemunha de nascimentos, de superações, de despedidas e de esperança. Olhar para trás e ver tudo o que foi construído é motivo de orgulho. Mas, ainda mais importante, é olhar para frente e reafirmar nosso compromisso de seguir investindo, qualificando e fortalecendo esta casa de saúde, que é um verdadeiro patrimônio da nossa cidade. Que possamos, juntos, garantir que o Hospital Lauro Reus continue sendo sinônimo de cuidado, acolhimento e amor à vida por muitas e muitas gerações”, prefeito Giovani Feltes.


“Nesse ano tão marcante, o momento nos permite uma reflexão: primeiramente comemorar toda a trajetória desta instituição, que tem uma história linda, repleta de resiliência e determinação. E também é o momento de agradecer por todo o cuidado, dedicação e carinho que a população campo bonense tem pelo Hospital Dr. Lauro Reus, que foi construído pela e para a comunidade, com a iniciativa do Sr. Armin e o Dr. Lauro. Reforçando a fala de nosso presidente, Dr. Dirceu Beltrame Dal Molin, por onde o Sistema de Saúde Vila Nova passa, nosso objetivo é sempre fazer a diferença, e aqui em Campo Bom, é o que estamos buscando desde o início de nossa gestão. Vida longa ao nosso querido Hospital Dr. Lauro Reus”, Tamara Reis, gestora da Associação Hospitalar Vila Nova.


“O HLR, desde o seu início, é vital para a saúde dos campo-bonenses . Hoje está preparado para atender integralmente, com segurança, alta qualidade técnica e humana a nossa população. Sem dúvida, nos próximos anos crescerá ainda mais como referência em assistência hospitalar para toda a região”, Dra. Suzana Ambros.

“O Hospital Dr. Lauro Reus faz parte da história e do dia a dia de Campo Bom. Ele está sempre de portas abertas para cuidar da nossa gente, garantindo atendimento pelo SUS, com carinho e dedicação para toda nossa comunidade. Mais do que uma casa de saúde, o Hospital Dr. Lauro Reus é um ponto de confiança e segurança para todas as famílias de Campo Bom. Nesses 80 anos foram milhares de atendimentos prestados à nossa gente, e que possamos seguir assim, com ampliações de serviços, mais investimentos e melhorando cada vez mais a vida das pessoas”, secretária de Saúde, Luana Schnorr.

Matéria: Mairan Pacheco/AG

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  • Os vereadores de Campo Bom aprovaram por unanimidade, na sessão ordinária desta segunda-feira (27), um projeto de lei que determina a suspensão da cobrança da tarifa de abastecimento de água em situações de descontinuidade do serviço ou quando o fornecimento ocorrer fora dos padrões de potabilidade.

A proposta, assinada por todos os parlamentares da Câmara Municipal, representa mais um passo no trabalho de fiscalização dos serviços prestados pela Corsan e agora segue para sanção do prefeito Giovani Feltes.
O projeto tem como objetivo garantir que a cobrança da tarifa ocorra apenas quando o serviço for prestado de forma eficiente, contínua e segura. A medida também busca coibir falhas e inadequações no abastecimento, prevendo a criação de um mecanismo administrativo que permita à Prefeitura suspender a cobrança sempre que forem constatadas irregularidades.

Durante a mesma sessão, os vereadores também aprovaram, por unanimidade, uma moção de repúdio à Aegea/Corsan, em razão da precariedade do serviço prestado no município.

Além disso, foram aprovados três pedidos de informação, três requerimentos, dois projetos de lei e uma moção. A sessão contou ainda com a participação do secretário municipal de Desenvolvimento Social, Gabriel Colissi, que apresentou dados e detalhou as ações do município em relação ao atendimento às pessoas em situação de rua.

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  • Inicia nos próximos dias, o calendário anual de podas de árvores, com cronograma organizado por regiões da cidade. O cronograma começa no dia 29 de abril e segue até 7 de maio, atendendo moradores da região Centro Norte e parte do bairro Genuíno Sampaio, abrangendo a área entre as avenidas Brasil, dos Estados e Emílio Vetter.

Na sequência, entre os dias 5 e 14 de maio, os serviços contemplam a região Centro Sul e parte do bairro Celeste, incluindo o trecho localizado entre as avenidas Brasil, Independência, Willy Reichert e Gustavo Vetter. A Administração Municipal reforça que os moradores devem realizar as podas dentro do período estabelecido para cada região e depositar os materiais corretamente nas calçadas, exclusivamente nos dias programados para recolhimento. O descarte fora do cronograma é considerado irregular e pode resultar em multa.

A Prefeitura orienta ainda que apenas resíduos de poda devem ser descartados, sem mistura com outros tipos de lixo. O cronograma poderá sofrer alterações em caso de condições climáticas desfavoráveis. Para os moradores que não puderem aguardar o período previsto para sua região, os resíduos podem ser destinados diretamente à Horta Comunitária da Aurora ou ao espaço ao lado da Usina de Reciclagem, na Estrada do Mônaco.

A Administração Municipal destaca ainda que a poda corretiva nas calçadas, quando necessária, é realizada pelo próprio município, contribuindo para a manutenção adequada da arborização urbana e reforçando o compromisso com a organização da cidade, a preservação ambiental e a colaboração entre poder público e comunidade.

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➡️ Campo Bom realiza testes de materiais na pavimentação das vias. 

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Casos de multas registradas em cidades onde o proprietário nunca esteve ou em que o veículo nem saiu da garagem estão se tornando mais comuns no Rio Grande do Sul. Esse tipo de ocorrência pode sinalizar a clonagem de placas, um crime usado por quadrilhas para esconder veículos roubados ou furtados.

A reportagem do Jornal A Gazeta foi procurada por um morador do bairro Porto Blos relatando ter recebido uma notificação de multa emitida pelo Departamento de Estradas e Rodagens do Estado de São Paulo (DER-SP). No documento consta a aplicação penalidade em decorrência da não utilização do cinto de segurança pelo condutor do veículo na cidade de Ubatuba, em 21 de janeiro de 2026. No entanto, de acordo com o leitor multado, o veículo nunca esteve em Ubatuba.

Ao receber uma notificação suspeita, o primeiro passo é agir rapidamente. A orientação é registrar um boletim de ocorrência relatando a possível clonagem e reunir documentos que provem a irregularidade. Os principais itens exigidos são: vistoria do Detran RS, cópia do Certificado de Registro do Veículo, do CRLV, documento de identificação do proprietário, cópia da multa suspeita e fotos do veículo (frente, traseira e laterais).

Segundo o advogado Allan Dyego Pimentel, formalizar o caso é essencial para evitar prejuízos maiores. “Quando o proprietário encontra uma multa ligada a um veículo que não estava sob sua posse ou em um local diferente, é bem provável que esteja diante de um caso de clonagem de placa. Nessas situações, o primeiro passo é registrar um boletim de ocorrência, pois esse documento será a base para todas as medidas administrativas e judiciais posteriores”, destaca.

Após o registro, o proprietário deve apresentar defesa junto ao órgão que aplicou a multa, anexando provas que mostrem a impossibilidade da infração, como comprovantes de localização, registros de pedágios ou imagens. Também é possível pedir a abertura de um processo administrativo para investigação, incluindo a análise de imagens do veículo infrator.

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  • AG CONTIGO | 27.04

 ➡️ Cadastro Único Itinerante estará na Escola Morada do Sol.

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  • A interferência de moradores de rua nas atividades do comércio, os furtos a residências, escolas e empresas e a sensação de insegurança preocupam lojistas e empresários de Campo Bom. Na última quinta-feira (16), o Comitê da Regional da ACI em Campo Bom reuniu-se com representantes da Brigada Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, da administração municipal e do Consepro para debater o tema e definir ações preventivas em conjunto.

Uma das ações em estudo é o desenvolvimento, nos próximos meses, de uma campanha para estimular a população de Campo Bom a fazer o registro de furtos e roubos. Com indicadores mais realistas, as forças de segurança poderão atuar com mais eficiência na prevenção e no combate aos crimes.

Débora Trierweiler, proprietária da Farmácia Apoteka e integrante do Comitê Regional da ACI e do Consepro de Campo Bom, relata que comerciantes têm enfrentado situações difíceis com moradores de rua na área central, além de furtos e transtornos, que também são registrados em bairros.

O secretário municipal de segurança e trânsito, Fernando Lehnen, afirma que a legislação limita a ação das forças de segurança, mas, ainda assim, a Guarda Municipal tem feito operações de fiscalização e identificação de pessoas com histórico de crimes. Um dos locais que são alvo é um galpão junto ao Parcão, onde moradores de rua se reúnem e pressionam a população do entorno.

A maioria dos moradores de rua é dependente química e conhecida das forças de segurança. “Somente a ação dos órgãos de segurança não basta. É necessário apoio psicológico, ação integrada com outras áreas e, em alguns, casos, internação compulsória, que deve ser autorizada por familiares”, explica.

Conforme a vice-prefeita Gênifer Engers, 44 pessoas em situação de rua estão cadastradas no CRAS (já foram 110) e recebem auxílio, como banho e alimentação. Pelos menos três já foram encaminhadas a empregos, mas permaneceram por pouco tempo. “Sabemos dos impactos à comunidade, estamos atentos a situação e estudamos ações”, informou.

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  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpacheco 

Moradora de Campo Bom desde 1983, a engenheira industrial química Vanda Ferreira Ribeiro tem se dedicado a um tema cada vez mais urgente: a poluição por microplásticos no meio ambiente. Atualmente em pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), ela desenvolve uma análise com relação à presença dessas partículas no solo de áreas conhecidas da cidade, como o Parque do Trabalhador, o Parcão e a região onde o Arroio Schmidt encontra o Rio dos Sinos.

O objetivo é aproximar a ciência do cotidiano das pessoas. “Escolho locais que fazem parte da rotina da população para mostrar que o problema está aqui, perto de nós”, explica. A pesquisa, realizada há cerca de um ano, busca identificar microplásticos com tamanhos de até 0,2 milímetros, invisíveis a olho nu, mas com potencial de causar impactos ao meio ambiente e à saúde ao longo do tempo.

Os microplásticos são fragmentos menores que 5 milímetros, originados tanto da degradação de materiais maiores, como embalagens, fibras e pneus, quanto de produtos já fabricados em tamanho reduzido, como microesferas presentes em cosméticos. Segundo a pesquisadora, mesmo quando não são visíveis, eles continuam presentes e interagem com o meio ambiente. “A poluição não deixa de existir só porque não conseguimos enxergá-la”, destaca.

O estudo também está ligado à preservação dos banhados, áreas úmidas fundamentais para o equilíbrio ambiental. Esses locais funcionam como “esponjas naturais”, ajudando a reduzir alagamentos e armazenando carbono no solo, o que contribui diretamente no combate às mudanças climáticas. No entanto, no Vale do Sinos, mais de 70% dessas áreas já foram perdidas, e as que restam sofrem com a pressão da urbanização e o acúmulo de resíduos.

Além da pesquisa acadêmica, Vanda busca conscientizar a população sobre o descarte correto de resíduos e o consumo consciente. Para ela, pequenas atitudes fazem diferença no dia a dia. “Temos coleta de lixo, mas ainda falta a cultura de não jogar resíduos nas ruas. O que não é recolhido acaba nas bocas de lobo e segue para arroios, banhados e rios”, alerta.

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  • COLUNA | ✍️ @darosa_ju 

O Projeto de Lei 1404/2025 autoriza a quebra de sigilo bancário e fiscal em ações de pensão alimentícia, quando houver indícios de que o responsável pelo pagamento esteja ocultando bens ou rendimentos. A medida surge como resposta a uma realidade bastante comum: a dificuldade de se apurar a real capacidade financeira de quem deve pagar alimentos, especialmente quando há tentativa deliberada de esconder patrimônio.
Na prática, o que se busca é permitir que o juiz, diante de elementos concretos, possa acessar informações financeiras do devedor, como movimentações bancárias e declarações fiscais. Isso não seria automático nem indiscriminado. A quebra de sigilo continuaria sendo uma medida excepcional, dependente de decisão judicial fundamentada e baseada em indícios consistentes de fraude ou ocultação.
O sigilo bancário e fiscal é um direito importante, ligado à privacidade e à proteção de dados pessoais. Por isso, sua flexibilização exige cautela. O projeto tenta equilibrar esse direito com outro igualmente relevante: o direito de quem depende da pensão alimentícia para sua subsistência, educação e desenvolvimento.
Hoje, não são raros os casos em que o devedor aparenta não ter renda suficiente, mas mantém um padrão de vida incompatível com o que declara oficialmente. Esse descompasso dificulta a fixação de um valor justo de pensão e pode prejudicar diretamente quem mais precisa. A proposta legislativa busca justamente reduzir esse tipo de distorção, trazendo mais transparência para o processo.
O projeto visa fortalecer a efetividade das decisões judiciais em matéria de alimentos, dando mais acesso à realidade financeira do devedor, o juiz poderá fixar valores mais adequados e coibir práticas abusivas, como a ocultação de bens em nome de terceiros ou a omissão de rendimentos.
Mais do que uma medida de investigação, trata-se de um instrumento de proteção. A pensão alimentícia não é uma punição, mas um dever legal que garante dignidade a quem depende dela. Nesse contexto, permitir a quebra de sigilo em situações justificadas pode representar um avanço importante na busca por justiça e equilíbrio nas relações familiares.

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