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Companhia avança 40% na cobertura de esgoto e amplia ações de resiliência climática no Estado

Redação / AG por Redação / AG
12 de agosto de 2025
em Comunidade
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Companhia avança 40% na cobertura de esgoto e amplia ações de resiliência climática no Estado

Divulgação

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Com R$ 3,85 bilhões investidos desde 2023, Companhia avança 40% na cobertura de esgoto, executa obras simultâneas em todas as regiões, amplia ações sociais e ambientais e implementa plano pioneiro de resiliência climática para enfrentar eventos extremos

Porto Alegre, RS – Em dois anos sob nova gestão, a Corsan vive um ciclo inédito de expansão e modernização. Desde julho de 2023, a Companhia já investiu R$ 3,85 bilhões, com média anual de R$ 1,9 bi, quase quatro vezes mais que a média anual histórica — em obras, tecnologia, segurança operacional e qualificação de equipes, colocando o Rio Grande do Sul em rota acelerada para cumprir as metas do Marco Legal do Saneamento. Sob gestão privada do Grupo Aegea, maior operadora de saneamento do país, a Companhia assumiu o desafio de transformar a realidade de 6 milhões de gaúchos com um plano ambicioso: universalizar o acesso à água tratada para 99% da população na região atendida e alcançar 90% de cobertura de esgoto até 2033, conforme determina a lei do setor.
O ponto de partida foi um cenário desafiador: passivos de R$ 3 bilhões em ações judiciais, gargalos históricos no abastecimento do Litoral Norte, cobertura de esgoto em apenas 20% dos domicílios e milhares de ordens de serviço represadas. Dois anos depois, o quadro é outro: R$ 3,85 bilhões investidos, gerenciamento de dívidas encaminhado, um amplo movimento de adoção de novas tecnologias e softwares de referência mundial do mercado, obras simultâneas em todas as regiões do Estado e um olhar focado no impacto socioambiental do saneamento em todas as áreas de atuação. A projeção, de acordo com estudo do Instituto Trata Brasil em parceria com a consultoria GO Associados, é que os R$ 15 bilhões de investimentos previstos até 2033 gerem 47,2 mil empregos por ano no Rio Grande do Sul, entre diretos, indiretos e induzidos, movimentando a economia local e fortalecendo cadeias produtivas. A universalização até 2033 poderá gerar R$ 40,7 bilhões em ganhos sociais até 2040, com impacto positivo em áreas como saúde pública, valorização imobiliária e preservação ambiental.

Impacto direto na vida da população
No abastecimento de água, foram realizadas 180 mil novas conexões, beneficiando 540 mil pessoas e garantindo a universalização do acesso nas 317 cidades atendidas, com 99,26% de cobertura. A disponibilidade hídrica também avançou de forma consistente: a vazão total passou de 19,1 mil litros por segundo (jul/23) para 25 mil l/s (jul/25) – um incremento relativo de 30%, suficiente para atender cerca de 2 milhões de pessoas a mais. Hoje, a Companhia opera 2.001 reservatórios, com capacidade conjunta de 530 milhões de m³, o equivalente a 212 mil piscinas olímpicas de água, assegurando maior estabilidade e segurança no abastecimento. No esgotamento sanitário, 284 mil novos imóveis (entre conectados e ligações disponíveis) beneficiam diretamente 852 mil pessoas. O volume de efluentes que antes era descartado sem tratamento e agora é devidamente coletado e tratado equivale a 18,6 mil piscinas olímpicas por ano.
Esse avanço reforça a proteção ambiental, a prevenção de doenças e a melhoria da qualidade de vida, elevando a cobertura de esgoto para 28% – um salto relativo de 33% em apenas dois anos, equivalente a um terço de todo o progresso obtido em quase seis décadas de gestão pública. Obras de grande porte consolidam essa transformação e dão escala inédita ao saneamento no Rio Grande do Sul.
Foram 11 novas Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), 3 Estações de Tratamento de Água (ETAs) e a implantação de 500 km de redes de água e 629 km de redes de esgoto. A segurança hídrica foi reforçada com 289 novos poços perfurados, modelo de abastecimento mais seguro e estável, alternativa também utilizada em casos de ativação de planos de contingência. A modernização da medição e do controle de consumo contou com a substituição de 733 mil hidrômetros e a instalação de 365 geradores de pronta resposta, garantindo abastecimento mesmo em situações emergenciais. O pacote de obras inclui ainda válvulas redutoras de pressão e ventosas para redução de perdas, ampliação de adutoras estratégicas e modernização de sistemas de bombeamento, resultando em mais eficiência operacional e resiliência diante de eventos climáticos extremos.

Inovação como motor de eficiência
O Centro de Operações Integradas (COI), que recebeu R$ 60 milhões em investimentos e mais R$ 40 milhões previstos, é hoje o “cérebro” da operação da Corsan, monitorando em tempo real parâmetros como pressão, vazão, qualidade da água e consumo de energia nas 317 cidades atendidas. A digitalização do sistema permite agir de forma preditiva: sensoriamento por satélite, uso de drones e aplicação de gêmeos digitais viabilizam a detecção e correção de anomalias antes que gerem impacto para a população.
Em apenas dois anos, essa estratégia integrada entre ferramentas e automação possibilitou localizar e reparar 23 mil vazamentos ocultos, contribuindo para a redução das perdas de 44,3% para 42,6%, índice relevante considerando a adoção de macromedição com critérios mais rigorosos. O uso de válvulas reguladoras de pressão e ventosas estabiliza a rede, reduzindo rompimentos e prolongando a vida útil dos ativos. A adoção de sistemas inteligentes de telemetria e automação garante resposta rápida a incidentes e otimiza a distribuição, preservando recursos e assegurando regularidade no abastecimento. “Com essas soluções, a Corsan avança na consolidação de um modelo de operação inteligente, que alia eficiência, sustentabilidade e resiliência diante de eventos climáticos extremos”, explica a diretora-presidente da Companhia, Samanta Takimi.

Valores ambientais e sustentáveis
A Corsan está consolidando sua posição como referência em sustentabilidade e inovação ao acelerar a transição para uma matriz energética 100% renovável, a ser concluída até o final de 2025. Atualmente, 99% da energia consumida já é proveniente de fontes limpas, combinando 15% via Geração Distribuída (como usinas de biomassa e solar) e 85% por autoprodução, um modelo pioneiro no setor. O projeto de autoprodução mais estratégico é o complexo fotovoltaico de Janaúba (MG), que entrou em operação em janeiro de 2025 com 144 MWp de capacidade e fornecimento garantido por 15 anos, cobrindo 85% do consumo total da empresa.


A Companhia também opera usinas em Itaqui (biomassa e solar), Três Passos e São Lourenço (solar), Crissiumal (hidrelétrica) e prepara outra unidade fotovoltaica em Tapes. Além da transição energética, a Corsan busca reduzir em 15% seu consumo específico de energia (kWh/m³) até 2030, meta vinculada à emissão de Sustainability Linked Bonds pelo Grupo Aegea, em uma operação inédita no setor de saneamento no Brasil. O Litoral Norte, historicamente marcado por gargalos no abastecimento, vive hoje um ciclo de investimentos estruturantes que conciliam preservação ambiental e desenvolvimento econômico. Do total de R$ 550 milhões previstos no Plano Litoral, R$ 150 milhões já começaram a ser aplicados no macroesgotamento da região, viabilizando ações de universalização e impulsionando o crescimento urbano.
Entre as entregas, destacam-se o destravamento do mercado imobiliário; a conclusão e operação da ETE Tramandaí, beneficiando cerca de 20 mil domicílios; a retomada da ETE Osório; a implantação do novo emissário em Xangri-Lá; e a modernização da ETE Guarani, que passará a lançar efluentes tratados no Arroio Pescaria, substituindo o uso das bacias de infiltração. Em Cidreira, melhorias operacionais reduziram impactos ambientais e ampliaram a segurança no tratamento. Essas obras fortalecem o turismo, protegem ecossistemas costeiros e colocam a região no rumo da meta de 90% de cobertura de esgoto até 2033.

Resiliência frente às mudanças climáticas
A enchente de maio de 2024 — a maior já registrada no Rio Grande do Sul — atingiu 236 municípios da área de atuação da Corsan, impondo desafios sem precedentes à infraestrutura e ao atendimento à população. Em menos de seis horas, a Companhia articulou uma operação de guerra: 120 geradores instalados para manter o abastecimento, uso de balsas e bombas anfíbias para acesso a áreas alagadas, perfuração emergencial de poços para garantir água potável e 1.200 viagens de caminhões-pipa para resgatar pessoas, deslocar equipamentos e abastecer comunidades vulneráveis. Da experiência nasceu o Plano de Resiliência Hídrica, que transforma a resposta emergencial em estratégia permanente. Com R$ 1,8 bilhão em investimentos previstos para 55 municípios, o plano inclui realocação de unidades para fora de áreas de inundação, criação de sistemas redundantes de abastecimento, implantação de novos poços profundos, ampliação de reservatórios e formação de estoques estratégicos de equipamentos de resposta rápida. Trata-se de um compromisso de longo prazo para proteger vidas, preservar o abastecimento e fortalecer as cidades frente aos extremos climáticos que são a nova realidade, e de grande impacto, para o setor de saneamento.

Segurança jurídica, impacto social e visão de longo prazo
Com 295 contratos de concessão aditivados e outros 22 em negociação, a Corsan garante estabilidade institucional e previsibilidade para seguir investindo. A parceria com municípios e o alinhamento com agências reguladoras asseguram que as metas de universalização e qualidade sejam cumpridas. A ampliação da tarifa social de 45 mil para 673 mil vai beneficiar cerca de 2 milhões de gaúchos, oferecendo 50% de desconto no consumo de até 15 m³ mensais, ampliando o acesso à água tratada para famílias em situação de vulnerabilidade. Programas sociais e educacionais reforçam esse compromisso: o Aquarela forma jovens aprendizes em cursos técnicos de Gestão Ambiental e Eletromecânica, preparando mão de obra qualificada para o saneamento, enquanto o premiado De Olho no Óleo percorreu 22 cidades levando palestras a escolas, oficinas de produção de sabão e incentivo à economia circular. O projeto já rendeu o Troféu Megafone de Ouro, conquistado em 2025 no Prêmio Live, a maior premiação de brand experience da América Latina. “Cumprir metas é obrigatório, mas transformar vidas e preparar o Estado para um futuro mais digno, sustentável e inclusivo é o que fazemos de melhor”, afirma Samanta Takimi, diretora-presidente da Corsan.

Sobre a Corsan
A Corsan é responsável pelo abastecimento de água e esgotamento sanitário em 317 municípios do Rio Grande do Sul. Desde julho de 2023, integra o Grupo Aegea, líder nacional em saneamento privado, com operações em 865 cidades de 15 estados. O plano estratégico prevê R$ 15 bilhões em investimentos até 2033 para universalizar o saneamento no Estado para mais de 6 milhões de pessoas.

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  • Em alusão ao Dia da Mulher, a Câmara Municipal de Campo Bom anunciou os nomes das mulheres que serão homenageadas durante sessão comemorativa nesta quarta-feira, 25 de março. A solenidade integra a homenagem “Elas Fazem História”, instituída pela Lei Municipal nº 5.568/2025, com o objetivo de reconhecer trajetórias femininas que contribuem para o desenvolvimento da comunidade.Cada vereador indicou uma homenageada, representando diferentes áreas de atuação e histórias de vida que impactam o município. A cerimônia de entrega das homenagens ocorre no dia 25 de março, a partir das 18h, na Câmara Municipal, com entrada aberta ao público. O evento também terá transmissão ao vivo pelos canais oficiais da TV Câmara no Facebook e no YouTube. Vejam quem são as escolhidas.Dra. Carolina Teixeira Ritt Becker (Executivo)
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  • Na manhã desta segunda-feira (23), o Loteamento Vida Nova, no bairro Aurora, foi palco de um momento histórico: a entrega das casas para famílias contempladas pelo programa habitacional do município. A cerimônia contou com a presença do governador Eduardo Leite, do prefeito Giovani Feltes, além de outras autoridades.Mais do que estruturas, as novas moradias representam dignidade, segurança e a realização de um sonho para muitas famílias. 💛O Loteamento Vida Nova marca um avanço importante na política habitacional do município e simboliza o início de uma nova fase na vida de quem agora pode chamar esse lugar de lar.SAIBA MAIS: www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)
  • EXCLUSIVO | ✍ @mairanpachecoO professor e pesquisador campo-bonense José Edimar de Souza lançou, neste mês de março de 2026, três obras que abordam diferentes perspectivas da educação, memória e impacto social no Rio Grande do Sul. Os trabalhos, publicados pela Editora Oikos, são resultados de pesquisas acadêmicas desenvolvidas com financiamento público e colaboração de pesquisadores de diversas instituições.O primeiro lançamento ocorreu no dia 11 de março, em formato virtual, com a obra (Des)Abrigadas e Vulneráveis: Sobre Mulheres e Crianças em Abrigamentos Escolares, escrita em coautoria com Vialana Ester Salatino. O livro propõe a construção de práticas psicoeducativas voltadas à superação de traumas vividos por mulheres e crianças em contextos de vulnerabilidade, especialmente em situações de abrigamento. A publicação também busca orientar sobre formas de prevenção e enfrentamento de violências, com foco no acolhimento e na redução dos impactos emocionais nas vítimas.Já no dia 18 de março foi lançado o livro Escola no Rio Grande do Sul (1889-1950): Ensino, Cultura e Práticas Escolares, organizado por Souza. A obra, em sua segunda edição impressa, reúne resultados de pesquisa financiada pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e investiga a história das instituições escolares no Estado, com destaque para as regiões do Vale do Sinos e da Serra Gaúcha. O estudo está inserido no campo da História da Educação, abordando práticas educativas, memória e história oral.Fechando a série de lançamentos, o professor apresentou na última sexta-feira (20), a obra As enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul: Memórias, práticas e transformações, também organizada por ele. O livro reúne estudos de 26 pesquisadores e analisa as experiências vividas por escolas e comunidades durante a catástrofe climática que atingiu o Estado, destacando o papel das escolas como espaços de acolhimento e articulação social, além de refletir sobre as respostas construídas diante do desastre. Entre os colaboradores está a professora campo-bonense Patricia Duarte.Acesse as obras pelos links disponíveis em www.agazetacb.com.br (LINK NA BIO)

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